Zlatan Ibrahimovic, Carlos Tevez and Aaron Mooy in EA SPORTS’ FIFA team of the week

Melbourne City's Aaron Mooy celebrates scoring against the Mariners in Round 20.
Zlatan Ibrahimovic, Carlos Tevez and Aaron Mooy? They’ve all got one thing in common this week.

All three have been recognised for their brilliant performances last weekend with selection in the EA SPORTS’ FIFA team of the week.

Mooy produced yet another eye-catching Hyundai A-League display in City’s come-from-behind 4-1 win over Central Coast last weekend.

Trailing 1-0 at the break, Mooy masterminded the City’s comeback setting up Patrick Kisnorbo’s headed equaliser with an excellent delivery from a free-kick.

And Mooy has won a spot in the EA SPORTS’ FIFA team of the week alongside names like Ibrahimovic, Tevez, Thomas Muller and Edin Dzeko.

Mooy has been in scintillating touch in 2015/16 and is arguably the Hyundai A-League’s best player.

He has scored nine goals for the campaign and also has a league-high 17 assists, 11 more than the next best Thomas Broich (six).

Mooy’s brilliant performance in Round 20 also won his a spot in the Hyundai A-League team of the week for last round.

He joins the likes of Blake Powell (Phoenix), Mark Bridge (Wanderers), Kosta Barbarouses (Victory), Harry Novillo (City) and Milos Ninkovic (Sydney FC) to have made the EA SPORTS FIFA Team of the Week this season.

The 25-year-old then stroked home a penalty to put City in front before rounding out the emphatic win with a glorious free-kick in stoppage time that fooled keeper Paul Izzo.

 

Football Federation Australia

Paris Saint-Germain striker Zlatan Ibrahimovic faces sanctions over outburst

March 17, 2015 – 12:16PM

Calls are mounting for action to be taken against Paris Saint-Germain’s temperamental star striker Zlatan Ibrahimovic over comments he made about his host country which one French minister called “insulting”.

The French league will study the Swedish player’s latest outburst at a meeting on Thursday and could take sanctions.

Even though Ibrahimovic has already apologised for his outburst, far-right National Front leader Marine Le Pen said he should leave France.

"I expressed myself when I was upset and everyone knows that in these moments, the words surpass the meaning": Ibrahimovic.

“I expressed myself when I was upset and everyone knows that in these moments, the words surpass the meaning”: Ibrahimovic. Photo: AFP

Ibrahimovic, who was controversially sent off in the Champions League game against Chelsea last week, had scored twice to level a key league game against Bordeaux on Sunday which Paris lost 3-2 to drop back in the title race.

Furious at decisions made against Paris, Ibrahimovic stormed off the pitch and said in front of television cameras: “In 15 years, I have never seen such a referee. In this shit country, this country does not deserve PSG. We are too good for this country.”

The 33-year-old Swedish international backed down after France’s Sports Minister Patrick Kanner called the remarks “insulting”.

“I would like to apologise if anyone felt offended,” he said.

“I want to make it clear that my remarks were not directed at France or the French. I was talking about football, I lost the match and I accept that but I don’t accept when the referee does not follow the rules.

“I expressed myself when I was upset and everyone knows that in these moments, the words surpass the meaning.”

But the apology did not calm the controversy.

Kanner welcomed the apology but said “if a personality as important as Zlatan Ibrahimovic makes such comments, we should not be surprised that there are such difficulties in stadiums.”

“Those who consider that France is a shit country can leave it,” Le Pen told the France Info radio station.

Jerome Guedj, a leading Socialist party politician, called the remarks “unacceptable”. “Let him play football and shut up, or at least be respectful of this country, the football supporters who were also insulted.”

Ibrahimovic, who has just returned from one two match suspension and will be suspended for the two leg Champions league quarter final for his sending off last week, could face a new ban which could see him miss the key French game against Olympique Marseille on April 5.

AFP 

 

Source : The Canberra Times

Joseff Blatter says he will sue Cristiano Ronaldo: “only served to get out Zlatan Ibrahimovic from World Cup”

 

The FIFA president Joseph Blatter, Cristiano Ronaldo spared the ridiculous presentation at the World Cup. Virtually eliminated without scoring goals and, in the opinion of the Trustee, the star served only to make the Swedish Ibrahimovic World Cup.

“Unable to feel more sadness than I do now. Cristiano Ronaldo promised much but delivered little. Harmed our event, disappoint his fans and all football lovers. It served only to take Ibra World Cup. Surely the Swede would do well over the Cup and football, “snapped, remembering the disposal of Sweden against Portugal.

In his defense, Cristiano Ronaldo blamed his fellow national team for the fiasco: “Did you know that Pepe fought with fans and was expelled from the grandstands? How will I play with a guy like that? I need my fellow level. With this team there is not as “fired.

Cristiano Ronaldo also served to take the Swedish cheerleaders Cup, which is even worse. Unforgivable.

Blatter diz que vai processar Cristiano Ronaldo: “Só serviu para tirar o Ibra da Copa”

Cris não deu cabeçadas durante a Copa para manter o penteado  (FOTO: Bale)

O presidente da Fifa, Joseph Blatter, não poupou Cristiano Ronaldo pela ridícula apresentação na Copa do Mundo. Praticamente eliminado e sem marcar gols, na opinião do mandatário, o astro serviu apenas para tirar o sueco Ibrahimovic da Copa do Mundo.

“Impossível sentir mais tristeza do que sinto agora. O Cristiano Ronaldo prometia muito, mas entregou pouco. Prejudicou nosso evento, decepcionou seus fãs e a todos os amantes do futebol. Ele serviu exclusivamente para tirar o Ibra da Copa do Mundo. Com certeza o sueco faria bem mais pela Copa e pelo futebol”, esbravejou, lembrando da eliminação da Suécia diante de Portugal.

Em sua defesa, Cristiano Ronaldo culpou seus companheiros de seleção pelo fiasco: “Vocês sabiam que o Pepe brigou com torcedores e foi expulso das tribunas? Como vou jogar com um cara desses? Eu preciso de companheiros do meu nível. Com esse time aí não tem como”, disparou.

Cristiano Ronaldo também serviu para tirar as torcedoras suecas da Copa, o que é pior ainda. Imperdoável.

 

Bayern Leverkusen 0 x 4 Paris Saint Germain

 Bandeira da Alemanha Bandeira da França

Com um elenco cheio de estrelas, sonhando alto, o Paris Saint-Germain realizou nesta terça-feira uma exibição que justifica plenamente seus planos ambiciosos, ao vencer o Bayer Leverkusen fora de casa, pelo jogo de ida. E não foi uma vitória qualquer, mas com um placar de 4 a 0, para deixar a classificação para as quartas muito bem encaminhada.

A equipe parisiense se impôs já no comecinho, com o volante Blaise Matuidi se apresentando bem no ataque pela direita, entrando na área para converter. Aí foi a vez de Zlatan Ibrahimovic entrar em cena, claro. Primeiro, de pênalti. Depois, num belo arremate na entrada da área, com a categoria de sempre.

Ibra agora tem dez gols em seus últimos cinco jogos da Liga dos Campeões pelo PSG. Sim, média de dois por partida, impressionante. Com este número, ele também se isolou na artilharia do torneio nesta temporada, deixando Cristiano Ronaldo para trás, com nove.

 

No finalzinho do segundo tempo, ainda teve tempo para Lucas dar uma assistência para Yohan Cabaye completar a goleada. O meia-atacante brasileiro foi titular e jogou os 90 minutos, na vaga de Edinson Cavani.

 

FIFA.com

Lucas e Alex vão bem, e PSG abre seis pontos

Lucas e Alex vão bem, e PSG abre seis pontos

© AFP

Na abertura da 23ª rodada do Campeonato Francês, o líder Paris Saint-Germain reencontrou a vitória ao bater o Bordeaux por 2 a 0. Com o resultado, o PSG abriu seis pontos de vantagem em relação ao segundo colocado, Monaco, que entra em campo neste sábado, para enfrentar o Lorient, fora de casa.

O gol que abriu o caminho para o triunfo do time da capital foi marcado aos 13 minutos do segundo tempo. O brasileiro Lucas recebeu na ponta direita e cruzou para Zlatan Ibrahimovic, que apareceu livre dentro da pequena área e finalizou.

A partida também marcou a estreia do volante da seleção francesa Yohan Cabaye pelo PSG. Contratado nesta semana, o ex-jogador do Newcastle entrou no lugar de Javier Pastore aos 22 minutos da etapa complementar. Aos 42, o estreante quase marcou, ao acertar uma cabeçada na trave.

Na sequência do lance, Ezequiel Lavezzi chutou para o gol e a defesa do Bordeaux desviou a bola para escanteio. Lucas cobrou na meia altura e o zagueiro Alex, com a perna direita, completou para o fundo das redes.

 

FIFA.com

As contratações que não aconteceram

As contratações que não aconteceram

© Getty Images

Goste-se dele ou não, o último dia do prazo do período de contratações no futebol é sempre fascinante. Isso porque as histórias de muitos times por todo o planeta já foram reescritas por acertos decisivos, às vezes até inacreditáveis – envolvessem eles muito dinheiro ou se revelassem verdadeiras pechinchas.

No entanto, embora a temporada de ir às compras de jogadores possa parecer gratificante para os fãs de alguns times, de tempos em tempos ela acaba com alguma torcida lamentando o que poderia ter acontecido. Afinal, como descobriu o FIFA.com, houve vários craques cujas carreiras poderiam ter dado uma guinada para caminhos completamente diferentes daqueles que eles de fato seguiram, e não são poucos os times que se lamentam por isso não ter sido assim.

Diferenças salariais e na balança
Um bom exemplo disto é o Sheffield United. Ainda hoje, 36 anos depois, a torcida se pergunta sobre um jogador que nunca chegou – e isto não surpreende em nada quando se sabe que esse atleta era ninguém menos do que Diego Maradona. O argentino tinha só 17 anos quando foi observado pelo técnico do clube inglês à época, Harry Haslam, que havia viajado à Argentina em busca de possíveis contratações. O treinador ficou tão impressionado que fez uma oferta imediata de 350 mil libras ao Argentinos Juniors, mas a diretoria do Sheffield voltou atrás e achou que pagar 160 mil libras por Alex Sabella era mais negócio. Resultado: Maradona não chegou e o time de Haslam acabou rebaixado para a segundona naquela mesma temporada.

Dieguito, aliás, acabou indo para o Boca Juniors logo em seguida, mas bem que poderia ter parado em seu arquirrival, o River Plate. Os “Milionários” estiveram prestes a assinar contrato com o craque argentino quando o então presidente do clube, Rafael Aragón Cabrera, se recusou a aceitar as exigências contratuais do jovem prodígio, que excediam as de estrelas consagradas do time como Daniel Passarella e Ubaldo Fillol. “Eu tinha o sonho de jogar pelo River, mas o Cabrera acabou com ele”, declarou Maradona à época.

Perder alguém como o herói do título mundial alviceleste de 1986 seria causa de arrependimento para qualquer time, mas os clubes de futebol da cidade de Sheffield parecem especializados em sentir remorso. Basta perguntar à torcida de outra equipe da cidade, o Wednesday, ao qual Éric Cantonaestava destinado depois de cumprir uma longa suspensão na França por arremessar a bola contra um árbitro. Trevor Francis, então técnico do clube, pediu que o atacante fizesse uma segunda semana de testes antes de se decidir em relação a contratá-lo, mas Cantona se recusou e acertou com o Leeds.

O futebol, aliás, está cheio de erros de avaliação como este. Zinedine Zidane, por exemplo, poderia ter ido jogar na Inglaterra no mesmo momento em que seu compatriota Cantona chegou à Grã-Bretanha. Mas, embora o técnico Kenny Dalglish, então treinador do Blackburn, tenha chegado a um acerto inicial para contar com a categoria de Zizou, o presidente do time, Jack Walker, se recusou a autorizar a contratação. “Porque iríamos querer assinar com o Zidane quando temos o Tim Sherwood?”, argumentou o dirigente a um jornal local, defendendo um meia cujo destaque na carreira foram três atuações pela seleção inglesa.

Curiosamente, parece ser o destino de todos os grandes craques franceses passar por um episódio desses na carreira. Michel Platini foi outro que não se livrou dessa situação. “Não capacitado para jogar futebol profissional” foi a avaliação que fizeram do ex-craque no Metz, quando ele tinha só 16 anos.

“Ele tem um traseiro enorme”. Foi isso que o presidente do Metz à época recorda ter ouvido dos treinadores da equipe em relação a Platini… Opinião semelhante, aliás, foi a que acabou com as esperanças do inglês Paul Gascoigne de ser contratado pelo Ipswich em 1983. A preocupação a respeito do peso do meia fizeram que o clube o recusasse – decisão ainda mais irritante para os torcedores porque veio apenas três anos depois de seu time rejeitar um jovem holandês chamadoRuud Gullit por falta de disciplina, segundo a comissão técnica.

Oportunidades desperdiçadas
Um jogador mal avaliado por diversos clubes foi Andriy Shevchenko. O ídolo ucraniano passou uma semana em testes no West Ham em 1994, foi oferecido ao Colônia no ano seguinte e, dois mais tarde, ao Werder Bremen. Todos deram as costas. “Ele não parecia ser nada de especial mesmo”, justificou o técnico do clube londrino à época, Harry Redknapp.

Ainda na mesma década, o Gaziantepspor cometeu um erro quase idêntico ao dispensar uma oferta de 1,5 milhão de libras do São Paulo por um jovem Kaká – três anos depois, o Milan pagaria seis vezes mais para tê-lo. E se o clube turco teve motivos para lamentar sua parcimônia, imagine o que não deve ter sentido o Flamengo, que deixou Ronaldo escapar por não querer pagar a condução para que o jovem atacante fosse treinar.

O Fulham é outro clube inglês que teve má sorte com um brasileiro campeão mundial. Em 1978, quando estava na segunda divisão, o time convenceu Paulo Cézar Caju a vestir sua camisa, mas o acordo foi desfeito por uma disputa em relação a quem deveria pagar as ligações do jogador para oBrasil. Do outro lado de Londres, o Arsenal também protagonizou diversos “quase-acertos” nos últimos anos. Yaya Touré passou uma semana em experiência nos Gunners em 2005, mas problemas com seu passaporte acabaram encerrando as possibilidades de uma contratação. Foi o segundo erro gritante em questão de poucos anos depois. “Tive o (Cristiano) Ronaldo no centro de treinamento”, revelaria Arsène Wenger mais tarde. “Mostrei as dependências para ele e lhe dei uma camiseta, mas no fim foi uma questão entre os dois times sobre o valor do contrato.”

No fim, o Arsenal se recusou a pagar ao Sporting de Lisboa um valor de cerca de 4 milhões de libras pelo português. O problema é que, a essa altura, deixar escapar futuros craques já estava se tornando um hábito para o clube. Afinal, no ano 2000 os Gunners tiveram Zlatan Ibrahimovic nas mãos, mas não conseguiram ficar com ele. “O Arsène me deu aquela famosa camisa alvirrubra, com o número 9 e ‘Ibrahimovic’ escrito nela. Então esperei que ele me dissesse por que eu deveria ir para o Arsenal. Mas ele nem tentou fazer isso. Disse outra coisa: ‘Quero ver o quanto você é bom, que tipo de jogador você é. Faça um teste’. Eu não acreditei. Pensei: ‘De jeito nenhum, o Zlatan não faz testes’. Disse ‘não’ e acertei com o Ajax”, conta o astro sueco.

Assim como um time com Ibrahimovic, Cristiano Ronaldo e Touré teria sido inacreditável, imagine uma equipe do 1860 Munique em que os talentos de Franz Beckenbauer Gerd Müller se unissem. Isso poderia ter se tornado realidade, já que este último esteve muito perto de ser contratado. Foi então que o Bayern de Munique, ciente do interesse do rival local, atravessou as conversas e levou o atacante uma hora antes da reunião para assinar o contrato com o 1860. Por sua vez, Beckenbauer sonhava em vestir a camisa do rival do Bayern até que um dos jogadores do 1860 lhe deu um tapa no rosto quando ele ainda defendia o 1906 Munique. A violência do ato fez que o zagueiro se virasse contra o time de seus sonhos e o colocou a caminho do Bayern, onde entraria para a história.

Se essas duas contratações ajudaram a definir uma era, o mesmo conseguiu a chegada de Alfredo Di Stéfano ao Real Madrid. Apesar de o Barcelona, arquirrival do clube madrilenho, chegar a pensar que havia acertado com o ítalo-argentino, uma longa negociação acabou resultando em um acordo no qual o jogador seria compartilhado pelos dois times temporada a temporada por um período de quatro anos. Mais tarde, porém, a direção interina do Barça permitiria que Di Stéfano assinasse de vez com o Real por uma compensação de 5,5 milhões de pesetas, uma pequena recompensa pelos prejuízos que ele causaria ao clube catalão ao longo dos anos que viriam.

Algo similar aconteceu com o Mônaco, que chegou a um pré-contrato com Jean-Pierre Papin em 1986, mas viu como o Olympique de Marselha acabou atraindo o atacante com uma nova proposta. O Olympique chegou compensar seu rival financeiramente, mas o preço a pagar foi insignificante, já que o jogador acabaria se tornando um dos maiores da história do futebol francês e sendo o artilheiro nacional por cinco temporadas consecutivas entre 1988 e 1992.

Destinos improváveis
Apesar de hoje ser difícil visualizar Papin com a camisa do Mônaco, dadas as suas façanhas pelo time de Marselha, algumas contratações que quase aconteceram são positivamente impensáveis. Por exemplo, quem imaginaria Ronaldinho defendendo o modesto St Mirren escocês antes de sua chegada ao Paris Saint-Germain? Esta, porém, foi uma possibilidade bastante real, já que o pequeno clube britânico quase foi o lugar onde o meia-atacante ganharia experiência no futebol europeu, até que um problema com seu passaporte acabasse com o acordo.

A poucos quilômetros dali, o Dumbarton ficou muito perto de uma cartada ainda mais impressionante. O grande Johan Cruyff, então com apenas 33 anos, pareceria um desejo impossível para um time intermediário da segunda divisão escocesa. Mas o técnico Sean Fallon quase convenceu o ídolo holandês a trocar o Barcelona pelo vilarejo de Boghead. O que acabou pesando contra foi o clima local. “Se eu fiquei tentado? Sim, claro”, diria Cruyff na biografia de Fallon. “Jogar na Inglaterra ou na Grã-Bretanha era algo que eu sempre tinha querido fazer. Mas quando você fica velho, seus músculos endurecem, e me mudar para um país frio como a Escócia teria sido procurar problemas”.

Pode ser uma razão incomum para que uma contratação não tenha dado certo, mas outras foram tão peculiares quanto. Ex-jogador da seleção escocesa, Darren Jackson passou só oito dias em testes no Dalian Wanda chinês antes de voltar para casa. A justificativa foi sua incapacidade de tragar a comida local. Já Kenny Dalglish, outro escocês, poderia ter ido para o Liverpool quando tinha 15 anos, mas rejeitou uma semana extra de testes porque isso o impediria de assistir ao clássico entre Rangers e Celtic. O jogador viajou de volta a Glasgow para torcer pelo Rangers, do qual era torcedor roxo, mas poucos meses depois foi convencido pelo próprio Fallon a assinar contrato com o arquirrival de seu time de coração.

O Liverpool também perdeu a chance de contratar Frank Worthington, que chegou a ser jogador da seleção inglesa. O técnico Bill Shankly havia chegado a um acordo para pagar 150 mil libras ao Huddersfield pelo atacante, conhecido por suas travessuras extracampo, mas ele não passou no teste médico por ter pressão alta. A razão? “Excessiva atividade sexual”. Embora Shankly tenha dito a Worthington que tirasse umas férias relaxantes em Mallorca, na Espanha, e repetisse o teste na volta, a insistência no mesmo tipo de comportamento durante a estadia nas ensolaradas praias da ilha assegurou que o segundo teste fosse ainda pior. Assim, o acordo não foi para frente.

Como é possível ver, as contratações podem ser um assunto complicado. E, apesar de que muitos contratos serão assinados até o fim deste dia 31 de janeiro, fim do período de contratações de inverno na Europa, o último dia do prazo com certeza terminará com alguns clubes e outros tantos jogadores se amargurando por ter deixado escapar uma oportunidade de ouro.

FIFA.com