Criciúma 1 x 3 América Mineiro

O JOGO

O América-MG aproveitou a má fase do Criciúma e venceu dentro do Heriberto Hülse, na noite desta sexta-feira, pela terceira rodada da Série B. De virada, o Coelho garantiu o 3 a 1 no placar, com Ruy, Renan Oliveira e Bill – Zé Roberto fez para os catarinenses.

DESTAQUE

NA TABELA

Foi a primeira vitória dos mineiros, que agora somam cinco pontos e se aproximam do G-4, na quinta posição. O Tigre segue na lanterna, sem nenhum ponto conquistado.

DESTAQUE

NA AGENDA

O Coelho volta a jogar na próxima semana, em casa. Na sexta, recebe o Paysandu, às 19h30 (de Brasília), no Independência. No dia seguinte, o Tigre tem um desafio como visitante, diante do Luverdense, às 16h30, em Lucas do Rio Verde.

DESTAQUE

CAMPO PESADO

A chuva esteve presente desde o início do duelo em Santa Catarina. E apesar do gramado pesado, não prejudicou em nada as criações das jogadas. Em um jogo aberto, o Coelho finalizou mais, apesar de ter menos posse de bola. Os visitantes chutaram sete vezes a gol, e Luiz impediu a abertura do placar. Mesmo com maior domínio no campo, o Criciúma chutou apenas duas vezes, mas ambas com perigo, e João Ricardo também fez sua parte.

DESTAQUE

GOL DO TIGRE, VIRADA DO COELHO

Na volta do intervalo, o Tigre partiu para a pressão e conseguiu uma penalidade antes dos dois minutos, um toque de mão de Luan. Zé Roberto bateu bem e abriu vantagem. Em busca da igualdade, o Coelho foi para cima e conseguiu o gol aos 30. Ruy foi lançado, driblou Luiz e empatou o confronto. O gol animou os mineiros, que marcaram mais duas vezes para garantir o triunfo. Renan Oliveira e Bill decretaram o 3 a 1.

DESTAQUE

GOL DO TIGRE, VIRADA DO COELHO

Na volta do intervalo, o Tigre partiu para a pressão e conseguiu uma penalidade antes dos dois minutos, um toque de mão de Luan. Zé Roberto bateu bem e abriu vantagem. Em busca da igualdade, o Coelho foi para cima e conseguiu o gol aos 30. Ruy foi lançado, driblou Luiz e empatou o confronto. O gol animou os mineiros, que marcaram mais duas vezes para garantir o triunfo. Renan Oliveira e Bill decretaram o 3 a 1.

DESTAQUE

NA BERLINDA?

Ao fim da partida, a torcida do Criciúma vaiou e protestou com gritos de vergonha, além do pedido de saída do técnico Deivid.

GLOBO ESPORTE.COM

Bahia(BA) 1 x 0 Santa Cruz(PE)

Zé Roberto supera vaias, marca e Bahia bate o Santinha pelo Nordestão

Apesar da derrota, o Santa Cruz está garantido nas quartas de final da competição. Tricolor baiano, que atuou classificado, garante os 100% de aproveitamento no torneio

O futebol tem razões que a própria razão desconhece. Como pode um jogador questionado, vaiado desde os primeiros minutos, marcar, no fim do jogo, o gol que decide a partida? Foi o que fez Zé Roberto. O atacante foi o autor do gol do triunfo por 1 a 0 do Bahia sobre o Santa Cruz, na noite desta quarta-feira, na Arena Fonte Nova.

O Tricolor baiano, que entrou em campo classificado para as quartas de final do Nordestão e com o time reserva, chegou aos 18 pontos e manteve os 100% de aproveitamento na competição. O Santinha, mesmo com a derrota, se garante na próxima fase por ser um dos três melhores segundos colocados.

Os confrontos das quartas de final do Nordestão estão marcados para a próxima quarta-feira, dia 30, e para o domingo, dia 03 de abril. Os adversários serão definidos pela CBF através de sorteio, nesta quinta-feira.

Bahia x Santa Cruz na Fonte Nova (Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / E.C. Bahia)
O Bahia atuou com time reserva e venceu o Santa Cruz na Fonte Nova
(Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / E.C. Bahia)

O jogo

Não faltou aplicação tática aos jogadores de Bahia e Santa Cruz na primeira etapa. As duas equipes, cada uma do seu jeito, se propuseram a obedecer o esquema montado pelos treinadores, oferecendo poucos espaços para o adversário. O que faltou mesmo foi uma pitada de bom futebol. O setor de criação dos dois times pecou, e as oportunidades de gols foram escassas. O Tricolor baiano, que atuou no 4-3-3, com um time inteiro de reservas, levava perigo nas investidas de Henrique pela esquerda, e também nos cruzamentos em direção a área. Zé Roberto e Geovane Itinga, por pouco, não marcaram de cabeça. O Santinha, jogando no 4-2-3-1, tentava explorar os erros dos donos da casa e surpreender nos contra-ataques. Na melhor chance, o zagueiro Lucas Fonseca deu uma bobeira, e por pouco Grafite não aparece para conferir. O goleiro Jean salvou o Bahia.

Na saída para o intervalo, Grafite afirmou que o Santa Cruz precisava melhorar muito na partida. O pedido do camisa 9 foi atendido. O time pernambucano voltou para a segunda etapa muito mais ligado, incomodando a defesa do Bahia, principalmente pelo lado esquerdo de ataque, nas investidas em velocidade de Keno. Foi ele quem cruzou para Grafite, de cabeça, tirar tinta da trave do rival. O Tricolor baiano acordou depois dos primeiros dez minutos de bola rolando. Henrique e Geovane Itinga tentavam dar mobilidade ao ataque, porém, ainda assim, esbarravam na boa defesa montada pelos visitantes. À medida que se aproximava do final, o duelo ficava mais aberto, e as duas equipes iam trocando golpes. Após cruzamento na área, o zagueiro Rodrigo testou forte, para o chão, e Tiago Cardoso praticou uma defesa de puro reflexo. E quando tudo parecia definido, quando parecia que o 0 a 0 era um placar definitivo, apareceu a estrela de Zé Roberto. O atacante, vaiado desde o início de jogo, aproveitou cruzamento de Moisés e, de cabeça, deu o triunfo ao Bahia.

 

 

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Renato Maurício Prado comenta Fluminense 2 x 1 Palmeiras pela Copa do Brasil 2015

Marcos Junior gol - Fluminense x Palmeiras (Foto: André Durão / GloboEsporte.com)

 

O Fluminense fez um excelente primeiro tempo, abriu 2 a 0, no placar (Marcos Júnior e Gum), mas foi para o vestiário preocupado. Num dos últimos lances, antes do intervalo, Fred sofreu uma contusão aparentemente séria e teve que sair de maca do gramado, com torções no tornozelo e no joelho esquerdos. Desfalque preocupante que poderia acabar influenciando no desenrolar da partida. Como, de fato, influenciou.

O Palmeiras voltou melhor (Marcelo Oliveira deslocou Zé Roberto para o meio-campo e colocou Egídio na lateral), passou a dominar as ações e o seu gol acabou saindo, num pênalti infantil de Gum no jogador mais veterano em campo. O próprio Zé Roberto bateu e diminuiu a diferença para 2 a 1. Daí até o final, a pressão maior foi sempre dos paulistas, mas o placar não se modificou (os dois times tiveram gols anulados por impedimento). Com o resultado, o Flu se classificará para a final da Copa do Brasil com um empate no Allianz Parque, na próxima quarta-feira. Mas basta ao Palmeiras uma vitória por 1 a 0, para ficar com a vaga.

A provável ausência de Fred complica ainda mais a situação tricolor. É verdade que os jovens Marcos Júnior, Gustavo Scarpa e Vinícius têm jogado muito bem a Copa do Brasil e podem garantir ao tricolor um ataque insinuante em São Paulo. Mas Fred é sempre a principal referência e aquele que decide na hora H – vide o gol na Arena do Grêmio, na etapa anterior, e a cabeçada mortal, no lance do primeiro gol, diante do Palmeiras, feito por Marcos Júnior, no rebote.

Eduardo Baptista terá que quebrar a cabeça para arrumar uma forma de armar o time sem o seu principal craque. O veteraníssimo Magno Alves, que o substituiu esta noite, nem de longe parece capaz de cumprir com êxito tal tarefa. A missão do Flu continua a ser difícil. Mas não é impossível.

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 24 de outubro de 2015

Copa do Brasil 2015 – Fluminense 2 x 1 Palmeiras

Fluminense vence, mas gol fora de casa mantém Palmeiras confiante

Tricolor abre dois gols de vantagem no primeiro tempo, e Verdão desconta com pênalti polêmico. Cariocas jogam por empate; paulistas precisam de vitória mínima

Com o regulamento nas mãos, o Palmeiras perdeu, mas deixou o Maracanã esperançoso em chegar à final da Copa do Brasil. Com Fred em campo, o Fluminense abriu dois gols de vantagem no primeiro tempo, nesta quarta-feira, e parecia encaminhar a classificação. Sem o centroavante, substituído pouco antes do intervalo com torções no joelho e tornozelo esquerdos, o Verdão cresceu na etapa final, descontou para 2 a 1 com um pênalti duvidoso e deixou a disputa aberta. Os paulistas ainda reclamaram de um gol de Amaral anulado por impedimento.

Marcos Junior gol - Fluminense x Palmeiras (Foto: André Durão / GloboEsporte.com)
Marcos Junior comemora primeiro gol do Fluminense na vitória sobre Palmeiras
(Foto: André Durão / GloboEsporte.com)

Com diferença mínima, o Fluminense joga por um empate, na próxima quarta, em São Paulo, para ficar com a vaga. O Palmeiras avança com uma vitória simples por 1 a 0. Se placar se repetir, agora a favor dos paulistas, a decisão será nos pênaltis. São Paulo e Santos disputam a outra semifinal.

Fred deixou o campo nos acréscimos do primeiro tempo preocupando o departamento médico. Antes, abriu caminho para o Fluminense vencer. Foi dele a cabeçada que Fernando Prass fez um milagre e deu rebote para Marcos Junior abrir o placar. Em seguida, com um corta-luz, permitiu que a bola passasse por entre suas pernas após sutil desvio de Gum e entrasse no canto esquerdo. Se tivesse continuado…

O Palmeiras poderia ter obtido um placar mais favorável. Antes de sofrer os dois gols, o Verdão chegou com muito perigo ao gol de Diego Cavalieri. Vitor Hugo e Gabriel Jesus tiveram duas chances claras logo no início da partida e não aproveitaram. A defesa, tão criticada, voltou a falhar em lances de bolas paradas e atrapalhou os planos. O time só reagiu no segundo tempo, quando Zé Roberto converteu um pênalti polêmico sofrido por ele mesmo em disputa com Gum. Amaral chegou a empatar, mas o árbitro Leandro Pedro Vuaden marcou impedimento, também bastante duvidoso. No fim, a derrota por 2 a 1 não foi considerada ruim.

O JOGO

O Palmeiras vai lamentar por dias as chances que desperdiçou no início de jogo no Maracanã. Oportunidades que, provavelmente, encaminhariam a classificação da equipe para a final. Os primeiros minutos foram amarrados, de muita marcação, sequências de faltas e pouco futebol. A partida começou mesmo após os oito minutos, quando os jogadores do Palmeiras pediram para trocar a camisa prateada pela branca e evitar confusões com o uniforme tricolor do Fluminense.

Fluminense x Palmeiras, Maracanã. (Foto: andré durão)
Gabriel Jesus cabeceia e perde grande chance de abrir o placar no primeiro tempo da partida
(Foto: André Durão)

Os paulistas despertaram primeiro e quase marcaram duas vezes em sequência. Vitor Hugo, com uma linda virada, quase uma bicicleta, por muito pouco não acertou o canto direito de Diego Cavalieri. Logo depois, Gabriel Jesus apareceu na área sem marcação e com tempo para escolher onde colocar a bola com a cabeça. Optou pela esquerda do goleiro e errou o alvo.

O Fluminense cresceu aos poucos, sem sufocar ou criar grandes chances. Na primeira vez, ficou em vantagem, aos 28, aproveitando uma velha falha palmeirense em bolas aéreas. Desta vez, um exagero de erro. Fred, o principal jogador tricolor, ficou livre na área para cabecear uma cobrança de escanteio. Fernando Prass fez um milagre, mas a bola sobrou para Marcos Junior apenas completar para o gol.

No embalo da torcida, em ótimo número no Maracanã, o Fluminense continuou melhor. E, para ajudar, sem ser incomodado pelo sonolento ataque palmeirense. O segundo gol, aos 41, saiu em uma jogada ensaiada. Gustavo Scarpa chutou quase de tornozelo, Gum desviou, e Fred fez o pivô com as pernas abertas. A bola passou por todo mundo e morreu no canto esquerdo de Prass.

Fluminense x Palmeiras, Maracanã. (Foto: andré durão)
Zé Roberto marca de pênalti e mantém Palmeiras vivo na briga por vaga na final
(Foto: André Durão)

Marcelo Oliveira optou por mudar o Palmeiras na volta do intervalo. Victor Ramos, já punido com cartão amarelo, deu lugar a Jackson na zaga. O treinador também trocou Andrei Girotto por Egídio, passando Zé Roberto para o meio de campo. O Flu perdeu poder ofensivo sem Fred. Magno Alves deu mais mobilidade ao ataque para explorar os contra-ataques, mas o time perdeu sua referência entre os zagueiros.

O Palmeiras reapareceu melhor. O time conseguiu descontar, aos 15, em um lance bastante polêmico. Barrios tocou de calcanhar para Zé Roberto na área. O meia recebeu a bola, trombou com Gum, e Vuaden marcou pênalti. O mesmo Zé bateu e diminuiu. Aos 22, foi a vez dos paulistas reclamarem em outra jogada muito duvidosa. Amaral marcou de cabeça, mas a arbitragem marcou impedimento.

A velocidade do ataque do Fluminense colocou a defesa palmeirense em apuros. Marcos Junior chegou a marcar, mas estava em claro impedimento. O atacante ainda perdeu uma grande chance ao receber a bola nas costas da defesa. Fernando Prass fez grande defesa. Já no fim, Lucas evitou o terceiro em finalização de Magno Alves. O Tricolor, vencendo, terminou o jogo tentando pressionar. O Verdão, perdendo, administrou o 2 a 1 para decidir em São Paulo.

 

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Palmeiras 2 x 0 Figueirense

Palmeiras bate o Figueirense, volta a vencer no Brasileirão e cola no G-4

Com gols de Jackson e Zé Roberto, Verdão faz 2 a 0 no time catarinense em partida fraca tecnicamente. Catarinenses estão à beira do Z-4 e têm clássico na quarta-feira

Depois de três jogos sem vencer no Brasileirão, o Palmeiras fez as pazes com a vitória na noite deste sábado. Jogando em casa, o Verdão fez 2 a 0 no Figueirense, com gols de Jackson e Zé Roberto, pela 25ª rodada da competição. Não foi uma atuação de encher os olhos, mas neste momento de recuperação o que interessa são os três pontos. Melhor ainda que o time ficou sem sofrer gols depois de 12 partidas seguidas sendo vazado. Os catarinenses têm de se preocupar.

Com esse triunfo, o Verdão saltou três posições na tabela de classificação e agora aparece em quinto, com 38 pontos. Para seguir nessa posição, colado no G-4, o Palmeiras precisa torcer por derrotas de São Paulo, Atlético-PR e Santos neste domingo. Com 27 pontos, o Figueirense está à beira da zona do rebaixamento, na 16ª colocação.

O Palmeiras volta a campo pelo Campeonato Brasileiro na próxima quarta-feira, às 19h30, para encarar o Fluminense, no Maracanã, no Rio de Janeiro. No mesmo dia, só que às 21h, a equipe do Figueirense tem clássico contra o Avaí, no estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis.

Palmeiras Figueirense (Foto: Marcos Ribolli )
Jackson comemora gol marcado no primeiro minuto do segundo tempo. Ele desviou com a coxa (Foto: Marcos Ribolli )

O jogo

O primeiro tempo de Palmeiras x Figueirense foi tão fraco que o “lance” mais importante ocorreu na arquibancada. Um torcedor atirou um copo no gramado, foi identificado pelos palmeirenses ao seu redor e foi retirado pela PM. Ele assinou termo de responsabilidade e, por conta disso, o departamento jurídico do Verdão se vê respaldado em caso de ação do STJD.

Com a bola rolando, a etapa inicial não reservou emoção aos torcedores. Recuado, o Figueirense deu pouco espaço para o Palmeiras, que, por sua vez, tinha dificuldade na criação das jogadas.

Foi preciso só de um minuto, no entanto, para o segundo tempo já ser melhor do que o primeiro. Após cobrança de escanteio de Robinho, Rafael Marques desviou, e Jackson, de coxa, mandou para a rede: 1 a 0 Palmeiras. O gol melhorou ligeiramente o ritmo do jogo, mas os donos da casa continuaram com dificuldade na armação. E o Figueirense, ainda recuado, esperava erro do rival.

Não teve erro que proporcionasse a reação do time catarinense. Mas teve pênalti para o Verdão, o primeiro em 25 rodadas no Campeonato Brasileiro. Pênalti sofrido e convertido por Zé Roberto, aos 42 minutos do segundo tempo. Após três jogos, o Palmeiras volta a vencer no Brasileirão. E o Figueirense continuar na luta contra o G-4.

Palmeiras Figueirense (Foto: Marcos Ribolli )

Palmeiras e Figueirense fizeram um jogo fraco tecnicamente na arena do clube paulista

(Foto: Marcos Ribolli )

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Paraná 1 x 2 Botafogo

O JOGO

QUEM NÃO FAZ…

O Botafogo contou com atuação inspirada do goleiro Renan e com a estrela do atacante Rodrigo Pimpão para vencer o Paraná por 2 a 1, na noite desta terça-feira, em Curitiba, e virar líder da Série B. O atacante fez o gol da vitória alvinegra nos acréscimos do segundo tempo, quando o time carioca tinha dez jogadores depois da expulsão de Willian Arão e era bastante pressionado. Zé Roberto, contra, fez o primeiro gol para o Botafogo no jogo, com Fernando Viana descontando de pênalti.

DESTAQUE
PANORAMA

O Botafogo vai para 13 pontos, mesma pontuação do Náutico, que é vice-líder por ter pior saldo de gols. A equipe carioca volta a jogar na sexta-feira, às 21h50, no Engenhão, quando recebe o lanterna Mogi Mirim. O Paraná, com quatro pontos, está apenas uma posição fora da zona do rebaixamento. O time volta a campo no sábado, às 21h, em Belém, para enfrentar o Paysandu, no Mangueirão.

PÚBLICO E RENDA

O confronto teve público de 3.220 pagantes (3.865 presentes). A Renda foi de R$ 76.255,00.

90 MINUTOS

Os dois goleiros não realizaram nenhuma grande defesa no primeiro tempo. Os times poderiam ter até ido para o intervalo em um insosso 0 a 0, mas Zé Roberto cortou errado linda jogada de Elvis e marcou contra aos 27, colocando o Botafogo na frente. A generosidade foi retribuída aos 39, quando Pedro Rosa perdeu bola para Éder e o derrubou na área. Pênalti convertido por Fernando Viana. Na segunda etapa, o panorama mudou, muito por conta do Paraná, e Renan teve muito trabalho. O camisa 1 alvinegro fez três grandes defesas, em conclusões de Fernando Viana, Rafael Costa e Luis Felipe. Aos 29, Willian Arão, por reclamação, foi expulso e deixou o Botafogo com 10. A pressão paranaense prosseguiu, mas Pimpão, em chute fraco de fora da área aos 47, deu o triunfo aos visitantes contando com a colaboração do goleiro Murilo Prates, que pulou atrasado na bola.

RENAN

Em seu primeiro jogo como titular na Série B desde a saída de Jefferson para defender a Seleção na Copa América, Renan fez bonito. O goleiro fez nove defesas no jogo – três difíceis – e evitou a virada do Paraná na pressão do segundo tempo.

Corinthians 0 x 2 Palmeiras

Verdão não dá chances ao Timão, quebra jejum e vence Dérbi

Equipe alviverde não marcava havia três partidas. Neste domingo, desencanta em grande estilo, jogando com autoridade na casa do rival, que vai muito mal

O Palmeiras não deu a menor chance para o Corinthians, neste domingo, na arena alvinegra, pela quarta rodada do Brasileirão. Após três jogos consecutivos sem gols  (dois pelo Brasileirão e um pela Copa do Brasil), o Verdão desencantou em grande estilo e derrotou o rival por 2 a 0, com Rafael Marques e Zé Roberto balançando a rede no primeiro tempo. Foi a primeira vitória do Verdão no Brasileirão. Até então, o time tinha dois empates e uma derrota.

O Timão mostrou muitas deficiências na defesa e na armação de jogadas e não teve forças para buscar a reação. Com o resultado, o Verdão vai a cinco pontos e está em 11º lugar. Já o Alvinegro, com sete, é o oitavo.

Time compacto, com marcação forte e efetividade no ataque. O Palmeiras mostrou o futebol que era do Corinthians nas primeiras partidas da temporada. Sem dar espaços ao adversário, o Verdão jogou fora de casa com autoridade de mandante: anulou as tentativas do rival e abriu vantagem no placar em jogadas trabalhadas, com tabelas e entrosamento.

Sem uma referência na frente, o Alviverde ocupou a área corintiana com vários jogadores:  Rafael Marques, Valdivia, Zé Roberto, cada hora um aparecia livre, em condições de marcar. Aos 24, o Mago carregou a bola fazendo embaixadinhas e passou para Kelvin, que cruzou na cabeça de Rafael Marques: 1 a 0.

O Timão entrou em parafuso após o gol. Dracena e Gil falhavam demais no jogo aéreo e deixavam os fieis torcedores apavorados. Aos 46, o Verdão fez mais um. Zé Roberto iniciou a jogada passando a Valdivia e correndo para a área. O veterano recebeu de volta, tentou a cavada sobre Cássio, que deu rebote. O próprio Zé completou de cabeça para o gol.

Para o segundo tmepo, o técnico Tite tentou melhorar a produção do ataque de sua equipe colocando o atacante Mendoza no lugar do volante Ralf. A mudança surtiu pouco efeito. O Timão até se aproximou um pouco mais da área adversária, principalmente com o colombiano, que tentou alguns chutes. Nenhuma das investidas, porém, obrigou Fernando Prass a trabalhar.

O Palmeiras, por sua vez, tinha espaços para explorar os contra-ataques e só não ampliou porque Cássio fez boas defesas, como no lance em que Zé Roberto recebeu passe genial de Valdivia, mas parou no goleiro corintiano.

 

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Bahia 4 x 1 Mogi Mirim

Com trio de ataque inspirado, Bahia supera falta de torcida e goleia Mogi Mirim

Tricolor aproveita erros do Sapo para construir placar com facilidade e conquistar a primeira vitória na Série B do Brasileiro; Zé Roberto comanda triunfo, com dois gols

O Bahia conquistou a primeira vitória na Série B do Campeonato Brasileiro em grande estilo. Com o trio de ataque inspirado, o Tricolor goleou o Mogi Mirim por 4 a 1 na noite desta sexta-feira, em Pituaçu, pela segunda rodada da competição. Debaixo de chuva e com portões fechados, devido a uma punição imposta pelo STJD, o Bahia soube aproveitar as fragilidades do Mogi para superar a falta de torcida.

Zé Roberto comandou o passeio baiano, com dois gols. Maxi Biancucchi abriu o placar e ainda contribuiu com duas assistências. Coube a Léo Gamalho fechar a conta. O único momento de esperança do Sapo foi quando Geovane empatou, no primeiro tempo.

O resultado deixa o Bahia com quatro pontos, na ponta da tabela. Já o Mogi sofreu a segunda derrota e amarga a lanterna. O início mostra que Edinho, filho de Pelé, terá muito trabalho em seu primeiro desafio como treinador. Com problemas defensivos e pouca produtividade ofensiva, o time foi presa fácil. Isso porque o Bahia nem precisou forçar tanto para construir o marcador.

Na próxima rodada, o Tricolor enfrenta o CRB, fora de casa, sábado que vem, às 21h, enquanto o Mogi busca a reabilitação na sexta, quando recebe o Sampaio Corrêa, às 21h50.

Maxi Biancucchi Bahia x Mogi Mirim Série B (Foto: EDUARDO MARTINS/AGÊNCIA A TARDE/ESTADÃO CONTEÚDO)
Maxi Biancucchi foi um dos destaques do jogo
(Foto: EDUARDO MARTINS/AGÊNCIA A TARDE/ESTADÃO CONTEÚDO)

O jogo

O Bahia foi superior desde o início. Maxi deu uma demonstração que a vida de Daniel não seria fácil logo no primeiro minuto, com um chute cruzado. O Mogi pouco conseguia fazer do meio para a frente. Para piorar, ainda batia cabeça na defesa. A consequência foi o primeiro gol de Maxi, aos 18 minutos, após falha de Wagner. Mas o atacante também merece os créditos: deixou dois marcadores no chão e bateu firme. O domínio tricolor só foi ameaçado quando Geovane marcou de cabeça, aos 30 minutos.

Mas rapidamente os donos da casa retomaram o controle das ações, a tempo de ir para o intervalo em vantagem. Aos 44, Zé Roberto completou cruzado e fez 2 a 1. A pretensão do Mogi de buscar novamente o empate foi por terra logo no primeiro lance do segundo tempo. Em saída de bola errada do Sapo, o lance passou pelos três atacantes do Bahia, até Zé Roberto mandar para as redes. Com o Mogi entregue, o Bahia cansou de criar chances. Para completar, Léo Gamalho deixou o dele, pegando próprio rebote, transformando a vitória em goleada.

 

 

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Após acerto com Palmeiras, Arouca realiza sonho: “Vou jogar com meu pai Zé Roberto”

Nesta foto, você vê um mito. O outro é o Arouca (FOTO: Gilvan Tavares)

Nesta foto, você vê um mito. O outro é o Arouca
(FOTO: Wesley)

O acerto de Arouca com o Palmeiras, além de ser bom financeira e futebolisticamente para o volante, acabou realizando um sonho antigo do ex-santista. Finalmente o atleta poderá atuar ao lado do seu pai, Zé Roberto.

“É um momento histórico para mim. Estou voltando à capital paulista, voltando a trabalhar com o Oswaldo e, principalmente, realizando o sonho de jogar ao lado do meu pai. Poucos sabiam, mas sou filho do Zé Roberto”, contou, muito emocionado.

Muito empolgado, Zé Roberto falou um pouco sobre a história de Arouca: “Quando o Arouca nasceu, eu era muito jovem. Tinha uns 47 anos, por aí. Hoje, com 28 anos, ele já é pré-adolescente e pode enfrentar a pressão que é jogar no Palmeiras. Estou aqui para ajudá-lo”, disse.

Zé Roberto também é avô de Romarinho, ex-Corinthians.

 

Renato Maurício Prado comenta elogio de Jürgen Klismann a dois jogadores brasileiros

 

Luiz Secco escreve dos “States” para contar que, em palestra num curso de MBA, na Universidade de Columbia, o técnico da seleção dos EUA, Jürgen Klinsmann (campeão mundial, jogando, em 1990, e treinador da Alemanha, na Copa de 2006), foi perguntado sobre os melhores jogadores que já treinou. Resposta: Lúcio e Zé Roberto, elogiadíssimos pelo “comprometimento e dedicação”. Ambos foram seus comandados no Bayern de Munique.

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 18.03.2014