Warner terá que vender a SKY aqui no Brasil

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Uma das consequências Assim como aconteceu com a Globo, em relação a NET no passado, setores do mercado dão como certo e como uma das consequências, a obrigação da Warner se desfazer da SKY aqui no Brasil. A Anatel, em algum momento, será obrigada a se manifestar.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Compra da Warner pela AT&T ainda não interferiu no Brasil . Ainda…

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Está delicada a coisa A compra da Warner pela AT&T, efetivada no final do ano passado, ainda não está interferindo diretamente nos negócios da empresa aqui no Brasil, mas já se observam demoras, muito além da medida, em algumas decisões.

Por mais que disfarcem e tentem assegurar que nada está acontecendo, o momento é de muito nervosismo, em torno do que poderá vir a acontecer.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

A Praça É Nossa não corre risco de processo por parte da Warner

Acontece que…
Nunca houve uma posição oficial da detentora dos direitos, a Warner, para todos os efeitos, sobre o caso. Estava tudo no achômetro.
Como ninguém reclamou, a trilha voltou e está no ar normalmente. Só não se sabe até quando .
Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Mesmo sem contrato exclusivo com a Warner, SBT quer manter suas séries

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Em uma parceria que vem desde o fim dos anos 90, o contrato entre o SBT e a Warner não deverá ser renovado no final do ano.

Com o incremento da base de assinantes da TV a cabo e do surgimento de locadoras on-line, que cobram um determinado valor por um número ilimitado de acessos, os índices de audiência das sessões na TV aberta despencaram ao longo dos anos.

Comenta-se que o SBT paga cerca de R$ 30 milhões pelo contrato exclusivo com a Warner, o que não estaria valendo a pena.

A ideia da emissora de Silvio Santos é passar a comprar pacotes separados da produtora, o que saíria mais barato.

Mesmo assim, segundo informações da coluna “Outro Canal”, o SBT pretende manter no ar as principais séries da Warner, como “The Big Bang Theory”, “True Blood”, entre várias outras, que vêm sendo exibidas durante a madrugada.

Desta forma, para os telespectadores, o fim da parceria exclusiva da emissora com a produtora mudará muito pouco.

 

NaTelinha

SBT exibirá filmes da Warner até o fim de 2014

 

O SBT, com o fim do contrato da Warner em dezembro, ainda não tem necessidade de sair desesperadamente atrás de novas distribuidoras de filmes e seriados.

A princípio, todos os horários atualmente destinados a eles na programação serão mantidos em 2014. Ponto um.

O ponto 2 é que com relação a Warner ainda existem direitos sobre os “filmes em janela”.

É preciso explicar: para todo filme do pacote comprado há um máximo de exibições permitidas. Se para um deles, por exemplo, estão autorizadas 5 e foram feitas 2, será possível usar mais 3 vezes. Para todos os títulos é assim que funciona.

A direção do SBT acredita que, utilizando-se disso, vai dar pra levar sem susto até o fim do ano que vem.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Filme na TV aberta é espécie em extinção

 

Quando aqui se anunciou que o SBT não renovaria com a Warner muitos se surpreenderam, mas isto é o que deve acontecer com todas as emissoras quanto às demais distribuidoras.

É uma tendência. Hoje ficou muito mais interessante comprar um produto ou outro, do que pagar por 400 e tantos filmes, sem usar a maior parte disso. Dinheiro jogado fora.

Não bastasse o custo de uma operação como essa, é necessário considerar também que filme, na TV aberta, é espécie em extinção.

Hoje só serve para cobrir buracos da programação. E olhe lá.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

SBT conversa com a Sony; Globo renova com a Disney e negocia com Warner

O recente anúncio de que o SBT não deve renovar com a distribuidora Warner fez com que os canais se mexessem para reforçar seu estoque de enlatados e impedir saídas.

A Globo, por exemplo, renovou seu contrato com a Disney por mais cinco anos, e pode exibir tanto os filmes produzidos e distribuídos por elas, como desenhos e também longas da franquia Marvel, como “Homem de Ferro” e “Os Vingadores”.

Além disso, a emissora carioca está interessada em uma parceria com a Warner, que pede cerca de R$ 40 milhões, valor considerado elevado, mas que a rede teria condições de bancar. As negociações podem acontecer, já que as relações entre Globo e Warner se estreitaram nos últimos meses, com a compra de alguns filmes avulsos da produtora, como o clássico “Space Jam”.

Já o SBT, segundo a colunista Keila Jimenez, está conversando com a Sony, que tem contrato de não-exclusividade com a Globo. A emissora de Silvio Santos estaria interessada em algumas séries produzidas e distribuídas pelo grupo.

Atualmente, a Sony distribui para o canal carioca séries de sucesso como “Revenge”, exibida nas noites de domingo, além de alguns filmes. Porém, o grupo também negociou alguns longas com a Band, reforçando seu caráter de não-exclusividade.

 

NaTelinha

SBT e Warner: O possível fim de uma parceria vitoriosa

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Segundo o colunista Flávio Ricco, a parceria entre SBT e Warner pode chegar ao fim em dezembro, encerrando um vínculo que se estende por 13 anos.

A parceria milionária começou no ano 2000, quando o SBT assinou um contrato de exclusividade com a gigante produtora norte-americana, que se somado a um acordo que tinha com a Disney, na época, o negócio era avaliado em US$ 200 milhões. Aliás, quem não lembra dessa chamada? “200 milhões, 200 milhões”, repetido exaustivamente naquele ano? Ou ainda, aquele vídeo feito dizendo que a emissora tinha em suas mangas os “quatro ases” da televisão como Warner, Disney, Televisa e o próprio SBT.

Quando o canal anunciou o acordo com a Warner, em fevereiro de 2000, Walter Zagari, superintendente comercial da emissora na época (hoje vice-presidente comercial da Record) foi ambicioso e diz que esperava dividir a audiência e faturamento com a Globo em apenas três anos. Fato este que não aconteceu, mas que um acordo milionário com Disney e Warner foi pelo menos tempestivo para a Globo, causando-lhe enormes crateras na programação, isso foi.

O primeiro filme da parceria foi exibido no dia 4 de abril de 2000, com a estreia do “Cine Espetacular”: “Batman & Robin”. O longa rendeu ao SBT 29 pontos de média contra 16 da Globo, que exibia o “Casseta & Planeta”, “Muvuca” (com Regina Casé), “Jornal da Globo” e o “Programa do Jô”. Contra Casé, a rede paulista venceu por 31 a 17. Números estes que não voltam mais. E foi ali dado o pontapé inicial para o início de uma parceria grandiosa e vitoriosa.

Até 2008, a emissora detinha total exclusividade dos produtos Warner. Desenhos, filmes e séries entravam sem sequer o SBT escolher. Era livre acesso. Até que Silvio Santos e sua equipe foram percebendo que não era necessário que o acordo cobrisse 100% dos produtos de seu fornecedor. Havia coisas que poderiam ser descartadas.

O preço é alto e o acordo, que é pago em dólar, foi subindo. Nenhuma outra emissora tem esse tipo de contrato, de total exclusividade. Todas adotam o sistema de preferência. Os filmes de maior apelo foram comercializados através de leilão. A Fox realizou alguns como “A Paixão de Cristo”, “A Era do Gelo” e “Garfield”, que foram parar nas mãos da Record.

A Globo, então, começou a ter alguns filmes made in Warner, como “Firewall – Segurança em Risco” e até o clássico “Space Jam – O Jogo do Século”, que foram descartados pela emissora de Silvio Santos. A mudança de total exclusividade para contrato de preferência foi sendo percebido por alguns telespectadores de forma gradativa.

Mas, e se a Warner sair do SBT mesmo como foi noticiado? O que ele vai fazer com suas manhãs, onde o conteúdo é da produtora? E as madrugadas? E os filmes do horário nobre? É muito cedo pra responder esses tipos de questionamentos, que sequer sabemos se serão cumpridos, mas cobrir esses rombos na grade com a mesma qualidade e competência seria quase impossível. O SBT é uma excelente vitrine para a Warner, e a Warner uma ótima fornecedora de conteúdo. Embora, muitas vezes, o SBT não saiba aproveitá-lo.

Entretanto, o conteúdo da produtora pode ser uma arma letal nas mãos das concorrentes, se usado de maneira correta.

Comprar exclusividade, definitivamente, não compensa mais. Em tempos de “Harry Potter” dando 5 pontos e da proliferação da TV por assinatura e locadoras online, esse tipo de acordo já não é mais tão satisfatório.

Só há que ter certo cuidado para não despejar bons conteúdos e fazer com que eles respinguem de maneira negativa no SBT.

Contatos do colunista: thiagoforato@natelinha.com.br – Twitter: @Forato_

 

 

Warner vira sócia da TV Esporte Interativo; entenda

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Um comunicado oficial deve movimentar os bastidores das emissoras esportivas nos próximos dias e aumentar a concorrência entre elas.

Segundo o jornalista Lauro Jardim, da revista “Veja”, a Warner virou sócia minoritária da TV Esporte Interativo, único canal aberto esportivo do país e que tem presença nas operadoras de TV paga, como Claro TV e Oi TV.

O grupo irá ocupar duas das sete cadeiras do conselho de administração da emissora. O anúncio oficial deve acontecer na próxima segunda (10), através de anúncios para a imprensa e o público.

Com isso, o Esporte Interativo deixa de ser o único canal esportivo do país sem ter um grande grupo por trás. ESPN, SporTV, Fox Sports e Band Sports pertencem a Disney, Globo, Fox e Band, respectivamente.

O negócio deve ser produtivo para o canal, que deve investir em equipamentos e em aquisições de novos produtos. O Esporte Interativo virou rede em 2007, mas antes disso era um projeto que exibia campeonatos europeus em parceria com TVs, como Band, RedeTV! e Cultura.

A emissora é exibida nas parabólicas em todo o país e no canal 36 UHF em São Paulo.

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Filme baseado em livro de Jorge Amado está sem data de lan

O longa-metragem “As Fantásticas Aventuras de um Capitão”, baseado no livro “Os Velhos Marinheiros”, de Jorge Amado, parceria Total Filmes e Warner, continua no aguardo de recursos para sua finalização. Foi rodado no ano passado, com participações do ator português Joaquim de Almeida, mais Patrícia Pillar, José Wilker, Carlo Briani, Sandro Rocha, Anderson Muller, Carolina Chalita e Cláudia Raia.  Mas nada se sabe ainda sobre o seu lançamento.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery