Escola municipal é invadida e alimentos são furtados em Vilhena, Rondônia

Polícia Militar foi chamada na manhã desta quarta-feira (8).
Foram levados cerca de 150 quilos entre carne e outros alimentos.

Bandeira do estado de Rondônia

A Escola Municipal Multisseriada Iquezinho foi invadida por criminosos e teve alimentos furtados, em Vilhena (RO), na região do Cone Sul. Aparelhos eletrônicos também foram levados. O crime foi percebido na manhã desta quarta-feira (8), quando a direção chamou a Polícia Militar (PM).

De acordo com a direção da unidade de ensino foram levadas três botijas de gás, um rádio, um aparelho de DVD, cerca de 50 quilos de carne, mais 100 quilos de alimentos diversos. Nenhum suspeito foi identificado.

A secretária de educação de Vilhena, Geisa Maria Vivan, explicou que a unidade atende cerca de 60 alunos, nos períodos matutino e vespertino. Ela disse ainda que os alimentos são da merenda escolar e serão substituídos. “Não haverá falta de merenda para os alunos”, garantiu.

 

G1.COM.BR

Motorista tem R$ 16 mil roubados de caminhão após assalto, em Rondônia

Vítima estava em pátio de posto de Vilhena quando suspeito chegou.
Condutor é morador de Ariquemes; nenhum suspeito foi preso pela polícia.

Bandeira do estado de Rondônia

Um motorista de 36 anos teve cerca de R$ 16 mil roubados após ser assaltado na noite de terça-feira (7) em Vilhena (RO), região do Cone Sul. Ele contou à Polícia Militar (PM) que é motorista de caminhão e estava estacionado no pátio de um posto de gasolina, quando o roubo aconteceu. Ninguém foi preso.

A vítima, moradora da cidade de Ariquemes (RO), relatou que transporta alimentos secos e molhados. Ele estava com o dinheiro da entrega das mercadorias, em cheques e dinheiro em espécie.

O condutor contou que um homem abriu a porta do caminhão e anunciou o roubo, usando uma arma de fogo. A vítima entregou o dinheiro e o suspeito fugiu. A Polícia Civil deve investigar o caso.

 

G1.COM.BR

Justiça determina perda de mandato do prefeito de Vilhena por nepotismo

Segundo TJ-RO, executivo contratou familiares do vice na prefeitura.
Segundo assessoria, prefeito irá recorrer da decisão judicial.

Bandeira do estado de Rondônia

Prefeito José Luiz Rover nega corrupção em sua administração (Foto: Eliete Marques/G1)
Prefeito José Luiz Rover nega corrupção em sua administração
(Foto: Eliete Marques/G1)

O prefeito de Vilhena (RO), José Luiz Rover (PP), foi condenado pela Justiça por improbidade administrativa devido à prática de nepotismo. Segundo o judiciário, Rover contratou familiares do vice-prefeito, Jacier Rosa Dias (PSC), para exercerem cargos públicos comissionados. A decisão do juiz da 1ª Vara Cível da Comarca, Andresson Cavalcante Fecury, foi divulgada na terça-feira (31) e determina a perda da função pública, a suspensão dos direitos políticos no prazo de cinco anos e multa civil equivalente a quinze salários que Rover recebeu no cargo.

Procurada pelo G1, a assessoria de Rover informou que o prefeito vai recorrer da decisão.

Com a suspensão dos direitos políticos, o prefeito perde, entre outras coisas, o direito de votar, ser votado e de criar e integrar partidos políticos. Já a multa civil equivalente a quinze salários pode chegar a R$237mil, visto que a remuneração mensal de Rover no cargo é de R$15.840.

O juiz Fecury também julgou parcialmente procedente a ação movida pelo Ministério Público de Rondônia (MP-RO) contra a esposa e o sobrinho de Jacier e determinou a eles multa civil equivalente a cinco vezes o valor dos salários recebidos no cargo público, suspensão dos direitos políticos pelo prazo de três anos.

A decisão diz  que estes estão proibidos de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócia majoritária por três anos.

De acordo com a assessoria da Prefeitura, o representante do Partido Progressista (PP) irá recorrer da decisão e, pelo recurso ter efeito suspensivo, ele deve continuar no cargo até o procedimento ser julgado novamente.

Entenda o caso
A ação movida pelo MP-RO foi ajuizada em dezembro de 2015 e pretendia responsabilizar por improbidade administrativa José Luiz Rover, Jacier Rosa Dias, a esposa e o sobrinho do vice-prefeito, que exercia o cargo de assessora de integração governamental e assessor especial na Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp), respectivamente.

Ministério Público de Vilhena (Foto: Jonatas Boni/G1)
Ação foi movida pelo MP-RO de Vilhena, no
ano passado (Foto: Jonatas Boni/G1)

Mesmo com os argumentos da defesa, o juiz julgou que Rover “agiu de forma livre e consciente” quando realizou a nomeação dos parentes do vice-prefeito. Inclusive o sobrinho de Jacier confirmou, em depoimento judicial, ter assinado uma declaração informando a relação de parentesco antes de ser nomeado para o cargo em comissão. Dessa forma, a Justiça considerou ‘impossível que o réu José Luiz Rover não tinha conhecimento dessa relação’.

Já quanto ao vice-prefeito Jacier, ele foi absolvido pelo crime de improbabilidade administrativa, pois, segundo o juiz, não há provas de que tenha participado dos atos irregulares. A decisão judicial também esclareceu que não é possível, de maneira legal, impor qualquer reprimenda pelo fato do vice-prefeito não ter impedido a nomeação da esposa e do sobrinho.

No que diz respeito à devolução do dinheiro público recebido pela esposa e pelo sobrinho de Jacier durante a permanência no cargo, o juiz da 1ª Vara Cível da Comarca de Vilhena entendeu que, por não serem “funcionários fantasmas” e terem trabalhado de acordo com a função, se fossem devolvido os valores correspondentes à prestação do serviço executado, mesmo que praticado de forma irregular, iria equivaler ao enriquecimento indevido do próprio poder público, o que é ilegal.

Nepotismo
Conforme a Constituição Federal, a prática do nepotismo fere o princípio da moralidade e impessoalidade na administração pública. Na decisão, o juiz Fecury destaca que Rover, no próprio mandato, criou um decreto (art. 2º do Decreto nº 28.760/2013) para tratar com mais rigorosidade atos de nepotismo no Poder Executivo Municipal de Vilhena.

 

G1.COM.BR

Cabeça de bezerro de aptidão leiteira custa, em média, R$ 764,17, em Rondônia

Confira a cotação de alguns produtos agrícolas em municípios do estado.
Valores se referem a preços pagos diretamente ao produtor, diz Emater.

Bandeira do estado de Rondônia

A Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) realizou, entre os dias 16 a 20 de maio, a pesquisa de preços dos produtos agrícolas vendidos no estado. A cotação se refere ao valor pago diretamente ao produtor agrícola, nas unidades produtivas.

Confira abaixo a lista de alguns itens:

Preço Bezerro GRU (Foto: Reprodução / Globo Rural)
Cabeça de bezerro de aptidão leiteira custa
R$ 700,00 em Jaru  (Foto Reprodução/Globo Rural)

–  Bezerro de aptidão leiteira (cabeça)
Preço médio: R$ 764,17
Porto Velho: R$ 800,00
Guajará-Mirim: R$ 800,00
Ariquemes:  R$ 750,00
Jaru: R$ 700,00
Rolim de Moura: R$ 700,00
Machadinho D’Oeste: R$ 750,00
Ouro Preto do Oeste: cotação não divulgada
Ji-Paraná: R$ 700,00
Colorado do Oeste: R$ 750,00
São Miguel do Guaporé: R$ 870,00
Costa Marques: R$ 750,00
Cacoal: R$ 800,00
Vilhena: R$ 800,00
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Embrapa realiza pesquisa para controlar verminoses em ovinos (Foto: Reprodução/TV Morena)
Quilo de carne ovina custa R$ 4,50 em Ariquemes
(Foto: Reprodução/TV Morena)

– Ovino (quilo)
Preço médio: R$ 7,28
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: cotação não divulgada
Ariquemes: R$ 7,50
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: cotação não divulgada
Machadinho D’Oeste: R$ 6,80
Ouro Preto do Oeste: R$ 7,00
Ji-Paraná: cotação não divulgada
Colorado do Oeste: cotação não divulgada
São Miguel do Guaporé: R$ 7,10
Costa Marques: cotação não divulgada
Cacoal: R$ 8,00
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Mandioca Globo Repórter (Foto: Reprodução TV Globo)
Quilo da mandioca custa R$ 1,20 em Vilhena
(Foto: Reprodução TV Globo)

– Mandioca de mesa (quilo)
Preço médio: R$ 1,23
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: R$ 1,20
Ariquemes: R$ 1,00
Jaru: R$ 1,20
Rolim de Moura: cotação não divulgada
Machadinho D’Oeste: R$ 1,70
Ouro Preto do Oeste: R$ 1,00
Ji-Paraná: R$ 1,00
Colorado do Oeste: R$ 1,15
São Miguel do Guaporé: R$ 1,60
Costa Marques: R$ 1,50
Cacoal: R$ 1,00
Vilhena: R$ 1,20
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Nutricionista ensina a preparar creme de mamão, em Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Caixa com 20 quilos de mamão custa R$ 20,00 em
Ouro Preto do Oeste
(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

– Mamão (caixa com 20 quilos)
Preço médio: R$ 20,50
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: R$ 22,00
Ariquemes: cotação não divulgada
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: cotação não divulgada
Machadinho D’Oeste: R$ 20,00
Ouro Preto do Oeste: R$ 20,00
Ji-Paraná cotação não divulgada
Colorado do Oeste: cotação não divulgada
São Miguel do Guaporé: cotação não divulgada
Costa Marques: cotação não divulgada
Cacoal: R$ 20,00
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

G1.COM.BR

Cabeça de galinha caipira custa, em média, por R$ 19,50 em Rondônia

Confira a cotação de alguns produtos agrícolas em municípios do estado.
Valores se referem a preços pagos diretamente ao produtor, diz Emater.

A Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) realizou, entre os dias  16 a 20 de maio, a pesquisa de preços dos produtos agrícolas vendidos no estado. A cotação se refere ao valor pago diretamente ao produtor agrícola, nas unidades produtivas.

Confira abaixo a lista de alguns itens:

galinha (Foto: Reprodução/TV Gazeta)
Cabeça de galinha caipira custa R$ 20,00 em
Ariquemes(Foto: Reprodução/TV Gazeta)

–  Galinha Caipira (cabeça)
Preço médio: R$ 19,00
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: cotação não divulgada
Ariquemes:  R$ 20,00
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: R$ 20,00
Machadinho D’Oeste: R$ 18,00
Ouro Preto do Oeste: R$ 20,00
Ji-Paraná: R$ 20,00
Colorado do Oeste: R$ 22,00
São Miguel do Guaporé: R$ 20,00
Costa Marques: cotação não divulgada
Cacoal: R$ 16,00
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Milho  (Foto: Reprodução/RBS TV)
Saca de milho custa R$ 35,00 em Rolim de Moura
(Foto: Reprodução/RBS TV)

– Milho em grãos (saca de 50 quilos)
Preço médio: R$ 33,50
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: cotação não divulgada
Ariquemes: cotação não divulgada
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: R$ 35,00
Machadinho D’Oeste: R$ 32,00
Ouro Preto do Oeste: cotação não divulgada
Ji-Paraná: cotação não divulgada
Colorado do Oeste: cotação não divulgada
São Miguel do Guaporé: cotação não divulgada
Costa Marques: cotação não divulgada
Cacoal: cotação não divulgada
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Colheita do abacaxi este ano deve ser recorde em Turiaçu (Foto: Reprodução/TV Mirante)
Unidade do abacaxi custa R$ 1,00 em Cacoal
(Foto: Reprodução/TV Mirante)

– Abacaxi (unidade)
Preço médio: R$1,32
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: cotação não divulgada
Ariquemes: R$ 1,80
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: R$ 1,50
Machadinho D’Oeste: R$ 1,50
Ouro Preto do Oeste: cotação não divulgada
Ji-Paraná: cotação não divulgada
Colorado do Oeste: cotação não divulgada
São Miguel do Guaporé: cotação não divulgada
Costa Marques: R$ 1,00
Cacoal: R$ 1,00
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Cada urucum produz aproximadamente 15 quilos de sementes (Foto: Reprodução/ TV TEM)
Quilo do urucum custa R$ 4,10 em Colorado do
Oeste (Foto: Reprodução/ TV TEM)

– Urucum em grãos (quilo)
Preço médio: R$ 3,88
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: cotação não divulgada
Ariquemes: R$ 4,00
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: cotação não divulgada
Machadinho D’Oeste: cotação não divulgada
Ouro Preto do Oeste: cotação não divulgada
Ji-Paraná cotação não divulgada
Colorado do Oeste: R$ 4,10
São Miguel do Guaporé: R$ 3,80
Costa Marques: R$ 4,00
Cacoal: cotação não divulgada
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

 

G1.COM.BR

Taxa de coleta de lixo vai aumentar 3% em Vilhena, RO, segundo Saae

Valor da taxa, que era R$ 5,45, passa para R$ 6,24.
Conforme autarquia, atualização é estabelecida por decreto municipal.

Bandeira do estado de Rondônia

A taxa de coleta do lixo de Vilhena (RO) sofrerá reajuste de 3%, segundo informou o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae), na região do Cone Sul. De acordo com a autarquia, a ação se deve por causa de uma atualização anual da Unidade Padrão Fiscal Municipal (UPFM), definida pelo decreto 32.932/2016.

A UPMF é cobrada desde setembro de 2014 junto com a conta mensal de fornecimento de água. Nos últimos dois anos não houve reajuste no valor, mas agora o valor passará de R$5,45 para R$6,24.

Conforme o Saee, a conta de água permanece com a taxa mínima de R$ 26,45, não sofrendo alterações como da taxa de recolhimento de lixo.

 

G1.COM.BR

Menino é assaltado e jogado em buraco quando vendia picolés em Rondônia

Criança foi encontrada por casal amarrada após quase 2h, em Vilhena.
Ao G1, garoto disse que teve medo de morrer e só pensava na família.

Bandeira do estado de Rondônia

Menino mostra marcas após sofrer assalto. (Foto: Eliete Marques/ G1)
Menino mostra marcas após sofrer assalto, em Vilhena (Foto: Eliete Marques/ G1)

Um menino de 11 anos foi assaltado enquanto vendia picolés, no Bairro Belém, em Vilhena (RO), a 700 quilômetros de Porto Velho. Depois de ser ameaçado e ferido com uma faca, a criança foi deixada amarrada junto ao carrinho dentro de um buraco, no último sábado (21). Enquanto estava amarrado, uma forte chuva caiu na região. Depois de duas horas, ele foi localizado por um casal. “Achei que ele fosse me matar. Senti muito frio e chorei”, relata a vítima

O menino, que estuda o 5º ano, contou ao G1 que empurrava o carrinho, quando um homem de bicicleta o parou. “Ele disse que se eu chamasse a polícia, iria me matar. Ele me empurrou, cai no chão. Queria meu dinheiro e eu não queria dar. Passou a faca no meu braço e daí eu dei o dinheiro, R$ 30. Depois cortou meu calção e minha camiseta e me amarrou na roda do carrinho. Daí me deixou no buraco, chupou os picolés e foi embora”, conta.

O garoto lembra que gritava por socorro, mas ninguém passava na rua naquele momento. Para dificultar a situação, uma chuva forte começou a cair na região. Após duas horas, um casal passou pelo endereço, viu o menino e chamou a polícia. “Pensava em casa, na minha mãe, no meu pai e nos meus irmãos. Pensei em Deus e chorei”, diz o garoto emocionado.

Garoto ficou dentro de buraco por cerca de duas horas (Foto: Eliete Marques/ G1)
Garoto ficou dentro de buraco por cerca de duas
horas (Foto: Eliete Marques/ G1)

A mãe da vítima, Ivone Ribeiro da Cruz, de 41 anos, conta que trabalha com diárias enquanto não consegue um emprego fixo e o marido é repositor de uma empresa. O casal tem quatro filhos, mas dois já são casados. Os outros, de 11 e 15 anos, moram em casa e vendiam picolés para ajudar na renda da família.

A diarista relata que esta é a segunda vez que o menino, de 11 anos, é assaltado. O rapaz, de 15 anos, também foi roubado duas vezes. No entanto, ela ressalta que a venda de picolés não é imposição da família, mas que o dinheiro ajudava nas despesas da casa.

“Eles nos pediram para vender picolés. Eu não imaginava que uma coisa dessas iria acontecer. A gente cria os filhos, dá educação, mas eles querem trabalhar e ter as coisas deles. Mas dessa forma não compensa”, salienta.

A mãe afirmou que os filhos foram proibidos de voltar com as vendas de picolés depois do assalto.

Legislação
O auditor fiscal do trabalho Renato Coutinho explica que a legislação só permite que adolescentes trabalhem a partir dos 14 anos como menores aprendizes. Maiores de 16 anos podem trabalhar, mas devem ter carteira assinada e não podem ser em serviço insalubre até os 18 anos.

“A empresa que contratar um menor de 16 anos, sem ser menor aprendiz, pode sofrer sanção tanto no ponto de vista civil, quanto criminal, por trabalho infantil. Temos uma equipe no Ministério do Trabalho que trabalha só com essa questão de menores e trabalho. Vamos continuar combatendo e averiguar esse caso”, enfatiza.

O nome da sorveteria para a qual o menino vendia os picolés não foi informado pela família. A ocorrência foi registrada na Delegacia de Polícia Civil, que vai investigar o caso. O suspeito de ter assaltado o garoto ainda nã foi localizado.

 

G1.COM.BR