Guerra da TV Gazeta de São Paulo com a TV a Cabo acabou ao fim em paz

 

Gazeta ganhou espaço

A velha guerra da TV Gazeta – São Paulo com as operadoras, no meio dessa marafunda toda, chegou amistosamente ao fim. Desde o começo da semana, por ela passou a ocupar a canal 521 do Digital da NET.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

 

As mudanças que o digital proporciona no jeito de ver e fazer TV

Resultado de imagem para Bom Dia Ceará digital

O desligamento do analógico, em processo, está mudando completamente o jeito de ver e fazer TV, além de outros significados. O deslocamento dos canais de televisão da faixa dos 700 MHz irá possibilitar que as operadoras de celular usem essas frequências para melhorar o serviço do 4G, ainda com sérias deficiências em boa parte de todo território nacional.

Ao mesmo tempo, o salto na qualidade da imagem é dos mais significativos. De 704 x 480 linhas de pixel (pontos luminosos que formam as imagens da tela) para 1920 x 1080 pixels, possibilitando uma nitidez muito maior na recepção.

Desde que se começou a falar do digital no país, as grandes redes de televisão passaram a trabalhar com esta preocupação, especialmente na área de produção, em detalhes como maquiagem, figurinos, cenários, elementos de cena etc.

Para elas, de acordo com os números apurados ontem relativos a São Paulo, a mudança do sistema será menos impactante do que para a maioria da população.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

TV Gazeta promove demissões e acaba com programas

TV Gazeta extingue programas e culpa crise econômica

TV Gazeta extingue programas e culpa crise econômica

A TV Gazeta iniciou na manhã desta segunda-feira uma série de demissões em suas produções de programas e departamentos.

Vários programas, por conta disso, vão deixar de ser exibidos pela emissora.

A informação é que essa medida poderia afetar inclusive o “Todo Seu”, de Ronnie Von, mas o apresentador conseguiu reverter sua saída.  A nota foi atualizada.

Consultada, a TV Gazeta declarou à coluna que só terá uma posição oficial sobre os títulos que deixarão a grade no final da tarde de hoje, quando soltará um comunicado.

A emissora confirma que atrações sairão do ar, e culpa a crise econômica, mas ressalta que a lista ainda não está fechada.

Profissionais relatam que “está um caos” na Gazeta, por conta do anúncio que será feito nesta tarde sobre o fim de produtos, incluindo do esporte. Todos os diretores da casa foram convocados para uma reunião.

Produtos não rentáveis e de baixa audiência são os principais alvos dessa contenção de gastos.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Flávio Ricco mostra como dezembro é um mês muito difícil para a televisão

Sufoco

Não tem como: dezembro é sempre um mês muito difícil para a televisão. Proximidade das festas, calor e começo de férias influem diretamente na audiência das emissoras.

Para se ter uma ideia, neste último domingo, a média de ligados, na Grande São Paulo, foi de 51,7% contra 64,6 do segundo domingo de novembro. Queda de 13 pontos.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Flávio Ricco quer saber porque a TV Gazeta de São Paulo não está nas grandes operadores de TV a Cabo

 

É o caso de voltar a perguntar: por que a TV Gazeta SP ainda não tem o seu sinal digital distribuído pelas grandes operadoras? Por que este boicote, se é uma das emissoras mais aparelhadas para tanto? E por que insistem em não se explicar?

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Erika Palomino é a nova consultora de estilo da TV Gazeta, responsável por repaginar o figurino de apresentadores e jornalistas. Na foto, Erika e a diretora Marines Rodrigues.

Estilo

Divulgação

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Alberto Helena sobre saída do SporTV: Começou quando critiquei o Felipão

Atualmente, jornalista está no quadro de comentaristas do “Mesa Redonda”, da TV Gazeta

Alberto Helena sobre saída do SporTV: Começou quando critiquei o Felipão

Comentarista foi advertido por críticas à Luiz Felipe Scolari

O comentarista esportivo Alberto Helena Jr. não faz mais parte do quadro de funcionários do canal por assinatura SporTV, da Globosat, e em entrevista ao UOL Esporte revelou sem cerimônia o motivo de sua saída.
“Saí de lá porque senti que não me queriam mais. Basicamente isso. Começou quando eu critiquei o Felipão várias vezes. Várias posturas dele. Acharam que eu estava exagerando e que não deveria fazer aquilo. A primeira bronca foi quando houve uma ligação falsa da Espanha. Um jornalista se fez passar pelo presidente Jesus Gil y Gil, do Atletico de Madrid. Ele perguntou se Diego Costa iria para a Copa. Se isso acontecesse, ele ganharia um bônus de US$ 5 milhões”, explicou.
“Felipão disse que o convocaria, mas que não precisava se preocupar com bônus. Resumindo, o que estava implícito era o seguinte: ele (Diego Costa) jogaria pela seleção antes da Copa e ficaria impossibilitado de jogar pela Espanha. E não jogaria a Copa e se economizaria o bônus. Eu denunciei que ele só queria enfraquecer a Espanha e prejudicar o garoto. Não gostaram e pediram comentários mais moderados. Depois, fiquei sabendo que estava fora da Copa”, continuou.
Alberto disse que o clima começou a pesar definitivamente depois de ter sido advertido por um comentário em um dos treinos da seleção brasileira, quando disse que não torceria para o Brasil na Copa do Mundo, e sim para quem jogasse bem, o suficiente para a ira do treinador Luiz Felipe Scolari. “Felipão ficou indignado com o que falei. Recebi nova advertência. Aí me encheu o saco e pedi emprego na Gazeta. Deu tudo certo e estou feliz”, bradou.
Agora, Helena dá expediente no tradicional “Mesa Redonda Futebol Gazeta”, que vai ao ar nos domingos da TV Gazeta, a partir das 21h30.
NaTelinha

Telespectadores pedem Gazeta na TV paga; canal lança campanha e explica

Telespectadores pedem Gazeta na TV paga; canal lança campanha e explica

 

Canal paulista conhecido em todo o Brasil, a TV Gazeta quer entrar nas operadoras de televisão por assinatura, para expandir sua audiência e ser vista em todo o país.

Nesta semana, leitores do NaTelinha enviaram alguns e-mails questionando o motivo do canal não estar presente nas principais operadoras de TV por assinatura do Brasil, já que ela produz conteúdo nacional considerado de qualidade.

Atualmente, a Gazeta só está presente na Vivo TV. Ciente dos inúmeros pedidos que recebe, a emissora foi à luta: na última terça (28), lançou uma campanha em seu Twitter oficial, que já conta com o apoio dos profissionais contratados. Através da hashtag #EuQueroATVGazeta, o canal pede que os consumidores peçam e exijam que operadoras como Net e Sky carreguem o sinal. A Gazeta argumenta que não cobraria nada por este espaço.

Em comunicado enviado após um contato feito pelo NaTelinha, a Gazeta explicou dois pontos importantes: por que não é um canal obrigatório segundo a Lei de Conteúdo Nacional, criada pela Ancine (Agência Nacional de Cinema), que obrigou operadoras a carregarem emissoras como Ideal TV, CNT e Rede Brasil nos line-ups das mesmas; e qual a condição técnica do canal hoje.

A resposta foi direta: “A TV Gazeta de São Paulo não faz parte da cotas de canais obrigatórios para carregamento nacional porque sua área de cobertura – através de emissoras e retransmissoras – não atinge o montante definido em lei para tal configuração, o chamado ‘Must Carry’. O interesse do público pela programação é uma importante variável para que as operadoras incluam as emissoras no seu line-up. Foi desse modo que a TV Gazeta foi carregada pela VIVO HDTV. Para que o nosso telespectador e fãs da TV Gazeta tenham conhecimento dessa informação, iniciamos a campanha #‎EuQueroTVGazeta. A ideia é que o sinal da TV Gazeta seja liberado sem custos para as operadoras e seus assinantes. Para participar, basta que o telespectador procure sua operadora e solicite a TV Gazeta em seu pacote de canais. A emissora conta com infraestrutura técnica para disponibilizar seu sinal digital para todas as TVs por assinatura”.

Conteúdo próprio

Se a questão aqui não fosse apenas a área de cobertura, e sim a produção de conteúdo, sem dúvidas a Gazeta merecia um lugar nas operadoras ou ser considerado obrigatório pela Ancine.

Segundo a programação disponível nos sites da emissora, a Gazeta produz hoje, de segunda a sexta, cerca de 14 horas de conteúdo próprio, tendo programas como “Todo Seu”, “Mulheres”, “Revista da Cidade”, “Gazeta Esportiva”, “A Máquina”, “Ouça!”, além do jornalismo, que tem como representantes o “Gazeta News” e o “Jornal da Gazeta”, em duas edições: às 19h e às 22h.

Nos fins de semana, o canal exibe o tradicional “Mesa Redonda: Futebol Debate”, comandado por Flávio Prado. Nomes importantes são contratados da casa, como Ronnie Von, Cátia Fonseca, Rodolpho Gamberini, Goulart de Andrade e Rodrigo Rodrigues.

Já canais considerados obrigatórios como CNT, Ideal TV e RBI (ex-MixTV, que virou um canal pago no ano passado), têm pouco a oferecer ao espectador. Cada uma destas emissoras vendeu 22 horas de sua grade horária para igrejas evangélicas exibirem telecultos e pregações. A primeira arrendou para a Igreja Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo; a segunda foi alugada pela Igreja Mundial do Poder de Deus, do Apóstolo Valdemiro Santiago; enquanto a terceira ficou com a Igreja Plenitude.

Vale ressaltar que, quando viraram obrigatórios, em 2013, os três canais produziam bastante. A Ideal TV é a antiga MTV Brasil, que pertencia ao Grupo Abril, mas se encerrou em setembro de 2013, com a marca devolvida para a Viacom, que lançou o canal na TV paga. A concessão foi comprada pelo Grupo Spring, mas a venda pode ser cancelada pelo Ministério Público, conforme noticiou o NaTelinha anteriormente.

A CNT produzia programas em maior quantidade, como o “Notícias & Mais”, de Leão Lobo. Porém, atrações foram extintas, profissionais foram demitidos e a programação arrendada, por conta das dificuldades financeiras que o canal atravessa.

Já a RBI era a MixTV, que até o ano passado era um canal aberto de música e concorrente direto da antiga MTV Brasil. Depois de ser considerado obrigatório, a Mix decidiu ficar apenas restrito à TV paga. Surgiu então a RBI, que no início exibia apenas videoclipes musicais, mas que em um mês de existência virou um canal caça-níquel, com a venda de sua programação para a Igreja Plenitude.

 

 

NaTelinha

Começo de 2015 é o pior para as emissoras em muitos anos

O faturamento teve considerável queda para a TV aberta.

Os três primeiros meses de um ano costumam ser difíceis para boa parte dos setores da economia. As emissoras de TV aberta já se habituaram ao período, criando estratégias de enfrentamento. Mas o início de 2015 pegou a todos de surpresa, com um cenário econômico bastante complicado. Segundo a coluna de Flávio Ricco (Diário de S.Paulo), este primeiro trimestre está sendo o pior da última década para a TV aberta. As estimativas não eram positivas, mas os resultados ficaram ainda abaixo do esperado.

Quando comparado especificamente com o ano anterior, a queda é ainda mais significativa. 2014 foi impulsionado por eventos especiais – Eleições e Copa do Mundo -, levando o governo federal e os governos estaduais a direcionarem as suas cargas publicitárias entre janeiro e março.

Com a análise concluída, Globo, Record e as demais emissoras de sinal aberto se preparam para recuperar os orçamentos ao longo do ano.

O Planeta TV

TV Gazeta vai exibir serie de reportagens sobre a vida noturna de São Paulo

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O Núcleo de Criação passou a ser reconhecido, dentro da Gazeta, como o departamento responsável pelo rejuvenescimento da programação da emissora.
A propósito da Gazeta, nesta sexta-feira, às 23h30, estreia a série “A cidade que não dorme”, sobre a vida noturna de São Paulo…
… São 4 programas.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery