Começa agora o programa A Grande Jogada com Wilton Bezerra,Tom Barros e Sebastião Belmino

Wilton Bezerra e Sebastião Belmino

As notícias do esporte apresentadas com o bom humor do cearense: assim é A Grande Jogada. Sebastião Belmino comanda a mesa dos melhores comentaristas esportivos do Estado para analisar o desempenho dos times, o dia a dia dos treinos e a movimentação dos bastidores nos clubes. Além disso, as competições do esporte amador também têm espaço garantido aqui.CLIQUE AQUI para assistir AO VIVO.

Assista agora ao programa A Grande Jogada com Sebastião Belmino , Tom Barros e Wilton Bezerra

Wilton Bezerra e Sebastião Belmino

As notícias do esporte apresentadas com o bom humor do cearense: assim é A Grande Jogada. Sebastião Belmino comanda a mesa dos melhores comentaristas esportivos do Estado para analisar o desempenho dos times, o dia a dia dos treinos e a movimentação dos bastidores nos clubes. Além disso, as competições do esporte amador também têm espaço garantido aqui.

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Rádio Verdes Mares apresenta sua cobertura especial para a Copa América, que acontece em junho, no Chile

Uma cerimônia realizada ontem marcou a apresentação da cobertura especial que a Rádio Verdes Mares AM 810, carinhosamente chamada de Verdinha, está preparando para a Copa América 2015, que acontecerá entre 11 de junho e 4 de julho, no Chile.

A Verdinha será a única emissora do Ceará autorizada a transmitir o evento neste ano. Nomes como Gomes Farias, Sérgio Pinheiro, Tom Barros e Wilton Bezerra serão responsáveis pela ponte Chile – Ceará, com informações em tempo real.

A emissora acompanha os principais eventos esportivos desde a Copa do Mundo de 1978 na Argentina, conquistada pela seleção anfitriã. O torneio intercontinental de 2015, que promete uma emocionante disputa entre seleções como Brasil, Argentina, Uruguai e o próprio Chile, não poderia ficar de fora do alcance da rádio cearense.

O diretor de programação do Sistema Verdes Mares, Edilmar Norões, afirma que as grandes coberturas esportivas que a Rádio vem desempenhando durante essas décadas representam o Estado no cenário internacional. “A verdinha é referência em esporte e está preparada para levar tudo o que diz a respeito à Copa América do Ceará para o Brasil e para o mundo”, disse.

Uma nova Copa

O narrador Gomes Farias lembrou de um marco recente na história da emissora que demonstra seu tamanho no meio radiofônico brasileiro: a cobertura da Copa do Mundo do Brasil, em 2014, quando a Verdinha comprou os direitos de transmissão. “Seria inconcebível não ter uma voz cearense”, comentou.

Outro aspecto bastante ressaltado no evento de ontem em relação à cobertura do torneio é a integração e a comunicação entre os diversos veículos que compõem o grupo: rádio, TV, jornal impresso e internet.

“O conteúdo é um só, a equipe é homogênea, mas a opinião e a visão são as de cada veículo. Será uma cobertura maior e mais ampla”, informa o diretor de jornalismo da Rádio Verdes Mares e da TV Diário, Roberto Moreira.

 

Jogada – Diário do Nordeste – 11/04/2015

Coluna Tom Barros 21/01/2015

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Risco da acomodação

O Fortaleza leva a Juazeiro a dura lição que tomou diante do modesto São Benedito: o preço da inoportuna acomodação. Fez 2 a 0 e imaginou que tudo estava resolvido. Não estava. Sofreu o empate e só obteve a vitória com gol nos acréscimos. Aliás acomodação com cheiro de preguiça e desleixo. É público e notório que o placar com diferença de dois gols não garante ninguém ainda que faltem poucos minutos para terminar o jogo. Lembram-se do que o Botafogo fez com o Ceará na Copa do Brasil do ano passado? A um minuto do fim do jogo precisava de dois gols. E marcou os dois gols. E fez a festa. E eliminou o Ceará. O risco da acomodação está num detalhe: chega de forma imperceptível. Logo se estabelece e só é notada quando a vantagem é perdida.

Recordando

Década de 1960. A partir da esquerda (em pé): Quixadá, Evandro, Gilson, Gilberto, Laudenir e Carlindo. Na mesma ordem (agachados): Zito Ferreira, Mozart Gomes, Marcos do Boi, Adonias e Adeildo. Não tenho notícias de Quixadá, Gilson, Gilberto, Zito e Adeildo. Faz tempo não vejo Marcos do Boi e Adonias. Morreram Evandro e Mozart. Carlindo mora em São Luís/MA. Colaboração de Elcias Ferreira).

Adversário

O empate obtido pelo Icasa (1 x 1) dentro do Domingão em Horizonte vale como sinal de alerta ao Fortaleza. E observem que o time de Vladimir de Jesus só tomou o empate aos 44 do segundo tempo (gol de André Cassaco). Para mim, o Verdão ainda continua sendo uma incógnita. E, certamente por isso mesmo, torna-se mais perigoso ainda.

Afirmação

Esta terceira partida do Fortaleza no Campeonato Cearense ganha importância especial, pois o time terá de apresentar avanços na produção. Contra o Quixadá na estreia (0 x 0) ficou devendo. Diante do São Benedito melhorou, mas, pela acomodação, tomou sério sufoco. Hoje, diante do Icasa a necessidade de progresso e a busca definitiva de afirmação.

Rodízio

No futebol não é tão raro se ouvir falar de rodízio nas posições. Tudo bem. Mas a história há mostrado que dificilmente expediente assim dá certo. A ausência de João Marcos, Ricardinho e Magno Alves em Sobral foi muito sentida. É preciso saber diante de qual adversário e em que circunstâncias é conveniente ou não tal rodízio.

Ceará Sporting Club / 1970 - 2003Ceará Sporting Club / 2003 - hoje

Avaliação

Quando um time como o Ceará resolve poupar atletas, não pode perder de vista o potencial e o momento do adversário. Teoricamente se admite diante do Guarani/J, amanhã, no PV, a preservação de alguns atletas essenciais para jornadas mais difíceis. Em Sobral, porém, já se sabia que o Guarany seria complicado como foi.

Sem queimação

No jogo diante do São Benedito aconteceu um cruzamento perfeito, da esquerda. Aí o atacante Uilliam, do Fortaleza, na cara do gol, livre para marcar, errou. Era só tocar e sair para a comemoração. Mas ele mandou a bola para fora. Não quero crer que por isso vão queimar o jovem valor. Uilliam, de apenas 19 anos, tem boas qualidades. Calma, gente.

Erro

Na questão do rodízio, pesa demais o grau de percepção e avaliação da comissão técnica. Se menosprezar o adversário, poderá sofrer sério revés. Às vezes, se a traiçoeira soberba prevalecer no comando técnico de uma grande equipe, tal postura conduzirá a análises equivocadas e perigosas. Cabe ao Ceará o devido cuidado e humildade na verificação dos fatos e no acompanhamento dos concorrentes. Isso reduzirá sobremaneira a possibilidade de novos enganos.

 

Tom Barros – Jogada – 21/01/2015

Coluna Tom Barros 17.09.2014

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Influências externas

A convocação para a Seleção Brasileira foi legítima até, crio eu, a década de 1980. Depois disso, nem sempre os melhores foram chamados. Desde então, embora de forma velada, houve influências externas, ora de patrocinadores, ora de empresários. E aí começaram a fazer da seleção um entreposto de promoções e vendas futuras, haja vista o aumento de contação dos convocados. Os critérios usados para compor a seleção nem sempre traduziram a escolha dos melhores. Dois cearenses, que estavam no auge, jamais foram lembrados: Iarley e Ronaldo Angelim. Faltaram padrinhos fortes, pois futebol os dois tinham com qualidade muito superior aos que, em suas posições, foram chamados na época. Sem nenhuma explicação.

Bicampeão

Iarley, duas vezes campeão mundial, uma pelo Boca da Argentina e outra pelo Internacional/RS, jamais foi chamado, apesar do show de bola nas duas decisões do mundial de clubes. Uma com a camisa 10 de Maradona, ovacionado pelos argentinos. E outra pelo Inter (foi melhor da decisão diante do Barça, segundo Galvão Bueno, da Globo).

Zagueiro

Ronaldo Angelim, no auge, quando no Flamengo, em nenhum momento foi convocado. E só passou a ser melhor notado pela mídia, quando o atacante Ronaldo, o Fenômeno, disse que Angelim era o melhor zagueiro do Brasil, por ser eficiente no desarme, competente no apoio, além de marcar com elegância e lealdade. Mesmo assim, nada de convocação.

Recordando

Década de 1970. Guarany da cidade de Sobral. Só os jogadores, a partir da esquerda (em pé): Barbosa, Teco-Teco, Ademir, Ivan Limeira, Valdir e Wellington. Na mesma ordem (agachados): Dedeu, Marivaldo, Carrete, Paraíba e Jaldemir. Uma das boas formações do Bugre. Detalhe: Ivan Limeira, que há tempo estava bastante doente, vítima de AVC, morreu em julho deste ano. (Acervo de Elcias Ferreira).

Opinião

Após acompanhar reportagem especial sobre Iarley, na qual ficou patente seu excepcional talento entre celebridades do futebol, resolvi especular sobre o motivo de sua não convocação para a Seleção Brasileira. Será que nenhum técnico da Canarinho soube nem viu a repercussão do êxito de Iarley pelos gramados do mundo?

Ignorar

Seria impossível a comissão técnica da Seleção Brasileira, na época, ignorar o futebol de Ronaldo Angelim e Iarley. Se estavam no auge em seus clubes e ganhando títulos nacionais e internacionais, como ignorá-los? Não tiveram eles a cobertura de patrocinadores ou lhes faltou o apoio de influentes empresários? Não sei.

Soube aplicar

Aposentado do futebol, Iarley está bem. Soube aplicar o que ganhou. Ótimo ouvir dele sua convivência com famosos como o técnico Vicente del Bosque e Ronaldo Fenômeno. E como, nas decisões mundiais de clubes venceu o Milan (de Dida, Cafu, Gattuso, Pirlo, Seedorf e Kaká) e o Barcelona (de Valdés, Puyol, Xavi, Deco, Iniesta e Ronaldinho Gaúcho).

Sem influências

Sou mais o tempo dos técnicos Vicente Feola (1958) e Aymoré Moreira (1962). Tempo em que a convocação não padecia a influência de terceiros. Já na de 1970, lamentavelmente o técnico João Saldanha foi afastado por supostas interferências políticas do regime ditatorial, haja vista ter sido Saldanha integrante do Partido Comunista. Mas não houve influência sobre a lista dos jogadores, que ficara sob a responsabilidade do técnico Mário Jorge Lobo Zagallo.

 

Tom Barros

tom@diariodonordeste.com.br

17.09.2014

Coluna Tom Barros 20/08/2014

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Defesa dos “Estaduais”

Pelo calendário do futebol brasileiro para 2015, já divulgado pela CBF, mais se vê quão minguado vai ficando o campeonato estadual. Apoucado, diminuído, como algo sem valor. Nota-se, a cada ano, a velada intenção de extinguir sua história. Muitos são o pregadores do fim dos “estaduais”. Tomam por base, segundo argumentam, a inviabilidade econômica e financeira desse tipo de disputa. Os campeonatos estaduais estariam, pois, nos estertores, vivendo seus últimos anos ou derradeiros momentos. A continuar assim, as competições nacionais e o Campeonato do Nordeste certamente engolirão a disputa local. Mas os defensores dos “estaduais” não podem nem devem cruzar os braços diante da nova ameaça. É hora de agir. Agora ou nunca.

Enxotado

Como sapo posto para fora da sala nas casas e fazendas, assim vejo o Campeonato Estadual. Mas o sapo é teimoso: volta, e volta, e volta. Sejam também teimosos os defensores dos “estaduais”. E voltem, e voltem, e voltem. O certame estadual tem seu chame, encanto e beleza. Basta que saibam comercializar bem essa parte.

Atrativo

Os estados brasileiros são maiores que muitos países europeus. Podem, sim, pela população quem têm, promover certames lucrativos. Se os “estaduais” são deficitários, entendo que isso acontece por incompetência dos encarregados de suas comercializações. Apelo existe. Falta só quem, como o marqueteiro Sílvio Carlos, saiba torná-lo mais atrativo.

O Memofut (Grupo de Literatura e Memória do Futebol) segue estimulando a preservação dos valores desse esporte. Assim homenageou pessoas ligadas aos setor. Foto do encontro. A partir da esquerda (em pé): Coordenador do Memofut Cristiano Santos, Tom (colunista), Hilton Oliveira Júnior, Saraiva Júnior, Edilson Alves e Eugênio Fonseca. Sentados: Airton Fontenele, Benê Lima, Pedrinho Simões e Hilton Oliveira.

Hora certa

Marcelinho Paraíba, punido com o terceiro cartão, fica fora do Leão na hora certa. O jogo diante do Águia, em Marabá, será mero cumprimento de tabela. O Leão tem outras alternativas para um jogo assim que não define nada. É até bom para Marcelo Chamusca examinar como se comporta o time sem o maestro Paraíba.

Gramados

É provável que o Fortaleza pegue o Madureira/RJ no mata-mata. Se assim for, terá de jogar no acanhado Estádio Aniceto Moscoso (Rua Conselheiro Galvão). O gramado desse estádio está péssimo. Aliás, o Leão também jogará no gramado ruim do Estádio Zinho de Oliveira em Marabá. Preparação para esse tipo de desafio exclusivo da Série C.

Aliado

Mauro Carmélio, presidente da FCF, sempre foi um defensor intransigente dos Campeonatos Estaduais. Não posso dizer o mesmo dos demais presidentes de federações. Se formassem um bloco unido em torno desse ideal, certamente levariam a CBF a uma postura favorável ao “estaduais”. Mas não é o que acontece.

Precursor

Após vários anos, revi meu amigo, jornalista Hilton Oliveira, que conheci na década de 1970 nos velhos tempos do Correio do Ceará, jornal dos “Diários Associados”. Hilton, já ali, mostrava sua inclinação pela preservação da memória. Criou a página “Museu da Chuteira”, onde focalizava a história de ex-jogadores. Hilton também trabalhou com êxito na Tribuna do Ceará. Hoje, feliz, curte a vida. E vê seu filho, Hilton Júnior seguindo os mesmos passos, com dignidade e honradez.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 20/08/2014

Tom Barros comenta experiência que vivenciou ao chegar em Paris para a cobertura da Copa do Mundo da FIFA França 1998 pela Rádio Verdes Mares

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Malas na pista

Em 1998, na Copa da França, quando o avião da Varig pousou em Paris, o comandante avisou que as malas seriam colocadas sob as asas da aeronave para que cada passageiro identificasse sua bagagem. É que os aeroportuários de Paris estavam em greve.

Greve

Sim, os aeroportuários de Paris em greve semanas antes da Copa, justo na chegada do maior fluxo de turistas. Pegamos as bagagens na pista e formos a pé ao terminal, numa distância enorme. Se fosse aqui… Mas foi da certinha Paris, do senhor Valcke.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 13.03.2014

Paulo César Norões comentou com Tom Barros o que poderá acontecer se o América não ascender à elite do futebol cearense em 2014

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O comentarista PC Norões me lembrou: se o América não subir para a Série A este ano, em 2015 o Campeonato Cearense terá da capital apenas Ceará e Fortaleza na primeira divisão, porquanto rebaixados foram Ferroviário e Tiradentes. Os tempos mudaram.

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 24/02/2014