Conheça o personagem de Thiago Rodrigues na novela Rock Story

 

Thiago Rodrigues inicia nesta terça-feira (11) participação em “Rock Story”, novela das 19h da Globo. Tiago é o seu personagem, um ex-namorado de Júlia (Nathalia Dill) que vive em Fernando de Noronha e chega ao Rio para depor a favor da ex. Ainda apaixonado, ele vai tentar convencê-la a esquecer Gui (Vladimir Brichta) e a viajar para o Nordeste com ele. A última novela de Thiago na casa foi “Sete Vidas”, exibida em 2015 .

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

TV Globo vai exibir especial dominical com Leandro Hassum a partir de 11/12/2016

Crédito Globo/Estevam Avellar

Leandro Hassum com Mel Maia no especial “A Cara do Pai”

Data marcada
A Globo promove dia 11 de dezembro, logo após o “Esquenta!”, a estreia de “A Cara do Pai”, especial em quatro episódios com Leandro Hassum e Mel Maia.

Também no elenco Alessandra Maestrini, Thiago Rodrigues, Cristiana Pompeo, Walter Breda e Pietra Hassum, filha do humorista, que faz a sua estreia na TV.

 Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Anderson Müller e Thiago Rodrigues vão participar do seriado Odeio Segundas

 

O elenco da série “Odeio Segundas”, novo trabalho de Fernanda Young e Alexandre Machado, para o GNT, acaba de receber novos integrantes. Além de Fernanda Paes Leme e Carol Machado, foram confirmadas as presenças de Anderson Müller e Thiago Rodrigues. O programa tem previsão de estreia para outubro.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

“Além do Horizonte” ignorou o Ibope e manteve sua essência até o fim

Juliana Paiva (Lili) e Rodrigo Simas (Marlon) (Foto: Divulgação/TV Globo)

Juliana Paiva (Lili) e Rodrigo Simas (Marlon) (Foto: Divulgação/TV Globo)

Trama policial com ficção científica, recheada de mistérios e aventura, tendo como cenário a Amazônia e seu imaginário. Inusitado? Nem tanto. Marcos Bernstein eCarlos Gregório, os autores de “Além do Horizonte” – a novela das sete da Globo que terminou nesta sexta, 02/05 – passearam por caminhos já trilhados, com referências a seriados americanos de aventura, de “Jim das Selvas” a “Lost”, passando por filmes como “A Ilha do Dr. Moreau”, “A Vila”, “Horizonte Perdido” e “Jurassic Park”.

Um interessante misto de folhetim com aventura, “Além do Horizonte” trouxe de volta em seu roteiro o “dossiê”, um elemento clássico nas novelas que andava meio abandonado, ou fora de moda, por conta de pendrives e métodos mais modernos dearmazenamento de informações. A novela também resgatou a “areia movediça” (ou “lama gulosa”), presente em todo seriado de aventura antigo ambientado em uma mata. Por sua temática e realização, há de se elogiar a direção competente deGustavo Fernandez (o diretor geral), e a beleza das imagens através da ótima fotografia, comandada por Paulo Souza.

Além do Horizonte” nem foi a primeira novela a incursionar pelo gênero da aventura: “Os Mutantes”, da Record (2007-2009), já era mais ou menos assim, acrescida de doses cavalares de fantasia. A Globo já havia flertado com a ficção científica em uma novela das sete: “Tempos Modernos”, em 2010, tinha um “edifício inteligente” comandado por um robô. A audiência rejeitou a história inicial de Bosco Brasil, que se virou para mudar tudo na trama e deixá-la mais salutar ao grande público – inclusive liquidando com o tal robô. A ousadia tem um preço e, na época, a Globo não quis pagar. Mas o estrago já estava feito.

Além do Horizonte” trilhou um caminho semelhante. A exemplo de “Tempos Modernos” em sua época, ficou com o título de “novela de menor audiência da história no horário das sete da Globo” – fechou com uma média de 20 pontos no Ibope da Grande São Paulo (as duas anteriores, “Sangue Bom” e “Guerra dos Sexos”, terminaram com 25 e 23 pontos, respectivamente). Claro que deve-se considerar também que “Além do Horizonte” estreou em pleno início do ingrato Horário de Verão, quando toda a grade enfrenta uma queda de audiência.

Assim como “Tempos Modernos”, “Além do Horizonte” passou por ajustes. Mas eles foram poucos, pontuais. A história de mistério, inicialmente nebulosa demais, com a temática da felicidade – subjetiva demais -, só confundiu e afastou o telespectador. A trama só fluiu a partir do momento em que o mistérios foram sanados e ficou claro quem era o mocinho e quem era o bandido – dando lugar assim à trama policial.

Thiago Rodrigues (William), Mariana Rios (Celina), JP Rufino (Nilson) e Isaac Bardavid (Klaus) (Foto: Divulgação/TV Globo)

Também o humor e o romance foram intensificados, inclusive com remanejamento de casais. O trio romântico inicialmente pensado – William (Thiago Rodrigues), Lili (Juliana Paiva) e Rafa (Vinícius Tardio) – se desfez e novos casais se formaram. A protagonista Lili foi direcionada a Marlon (Rodrigo Simas) – cuja química entre os jovens atores já havia sido anteriormente testada na “Malhação”. Para William, a professora Celina (Mariana Rios), e Rafa, personagem que inicialmente teria uma importância maior, ficou para escanteio, unindo-se a Ana Fátima (Yanna Lavigne).

Outro estranhamento inicial do público foi o elenco, cuja estrutura em muito lembrava a “Malhação”: protagonistas jovens e desconhecidos apoiados em atores veteranos que ficavam em segundo plano, e a ausência de “atores medalhões”. Mesmo assim, “Além do Horizonte” teve ótimas surpresas em seu elenco, com destaque para os iniciantes JP Rufino (o menino Nilson), a hilária dupla Luciana Paes e Mariana Xavier (como as irmãs Selma e Rita), e o casal interpretado por Laila Zaid e Igor Angelkorte (Priscila e Marcelo). Também um ótimo trabalho de Mariana Rios(Celina) e a trinca de vilões vividos por Antônio CalloniCarolina Ferraz e Marcello Novaes (LC, Tereza e Kleber).

Para o autores, foi bom aprender que novela é folhetim e sua estrutura folhetinesca é imutável – caso contrário, deixa de ser novela. O público está habituado a ver uma novela no horário e, se não a identifica, rejeita. Os autores conseguiram contornar a situação eficientemente e as pequenas alterações pelas quais passou “Além do Horizonte” a deixaram mais objetiva e mais atraente.

Diferente de “Tempos Modernos”, que sacrificou sua sinopse original, “Além do Horizonte” não perdeu sua essência e foi até o fim com sua proposta inicial, independente de números de Ibope. Um bom sinal de que a Globo já se preocupa menos com números de audiência de suas novelas, que despencam ano após ano. Quem aprovou a sinopse de “Além do Horizonte”, sabia que seria arriscado e ousado.

A aposta em manter a novela intocável talvez já reflita a configuração de novos cenários para a TV aberta, em que já se fecha os olhos para os engessados números do famigerado “Ibope da Grande São Paulo”. Não que o Ibope não seja mais um dado importante. Mas, talvez, nunca antes tenha ficado evidente o tanto que o Ibopecada vez mais tem menos a ver com qualidade ou com o que o público realmente vê ou quer ver. Conclusões melhores, só com o tempo.

 

Nilson Xavier – UOL

“Pecado Mortal” e “Além do Horizonte” são ótimos folhetins policiais

Marcello Novaes, Caco Ciocler e Thiago Rodrigues em "Além do Horizonte" (Foto: Divulgação/TV Globo)

Marcello Novaes, Caco Ciocler e Thiago Rodrigues em “Além do Horizonte” (Foto: Divulgação/TV Globo)

O telespectador não está dando a devida atenção para duas ótimas novelas atualmente no ar: “Pecado Mortal” (de Carlos Lombardi, na Record) e “Além do Horizonte” (da dupla Carlos Gregório e Marcos Bernstein, na Globo). Ambas passam por uma audiência vexatória e carregam o estigma do “menor Ibope”. “Pecado Mortal” é o menor Ibope entre as novelas da Record desde a retomada da dramaturgia da emissora, em 2004 – oscila entre 4 e 5 pontos. E “Além do Horizonte”, o menor Ibope da história entre as novelas do horário das sete da Globo – média de 19 pontos (há um ano, no mesmo período de horário de verão, “Guerra dos Sexos” estava em 21).

As duas causam/causaram preocupação em suas emissoras. “Pecado Mortal”, apesar de bem recebida pela crítica especializada, tem audiência ainda menor que os metralhados três folhetins anteriores (“Máscaras”, “Balacobaco” e “Dona Xepa”). Era grande a esperança da Record em retomar o público que se esvaiu do canal, mas só decepcionou. Numa estratégia para melhorar o seu primetime, a emissora jogou a novela para concorrer diretamente com a nova atração da Globo, a aguardada “Em Família”, de Manoel Carlos. É claro que não surtiria efeito.

Além do Horizonte” começou com ares de “inovação”. Uma trama cheia de mistérios – que lembrava seriados americanos do gênero – e subjetiva demais (a busca da felicidade) que afastou o público, não acostumado com esse tipo de abordagem às sete horas. Com o horário de verão, não teve como escapar da pecha de “menor audiência da história no horário”.

Fernando Pavão e Simone Spoladore em "Pecado Mortal" (Foto: Divulgação/TV Record)

Vejo que os dois folhetins têm algo em comum: atualmente, são tramas carregadas de ação, com uma pegada policial, mas sem abandonar o romance. “Pecado Mortal”, desde o começo, tinha ação, perseguições policiais e o humor sarcástico embutido no ótimo texto de Carlos Lombardi. Para chamar a atenção do público, o que autor fez? Engrossou o romance e o apelo familiar, com muitas cenas de idílio amoroso entre os protagonistas Carlão (Fernando Pavão) e Patrícia (Simone Spoladore) e sua prole.

Além do Horizonte”, por sua vez, abandonou os mistérios nebulosos e deixou claro para o público do que se tratava, carregou no romance (inclusive rearranjando casais românticos), no humor e transformou-se de uma trama de suspense em uma trama policial. A novela ganhou em agilidade narrativa. Aliás, foi impressionante a forma como os autores reverteram a situação, transformando personagens dúbios (como Líder Jorge/Cássio Gabus Mendes, LC/Antônio Calloni, Hermes/Alexandre Neroe Tereza/Carolina Ferraz) em tipos bem mais ricos e interessantes.

Quando se fala em tornar uma novela mais digerível para o público médio, o primeiro diagnóstico é o de que falta romance na trama. Folhetim é folhetim, não é seriado americano (e nem cabe comparação). Não adianta fugir da velha fórmula de amores complicados, cheios de percalços. Até a revolucionária “Beto Rockfeller” (1968-1969), considerada a grande virada na teledramaturgia brasileira, manteve-se fiel ao gênero. “O Bem Amado” (1973), “Roque Santeiro” (1985-1986), “Vale Tudo” (1988), “Que Rei Sou Eu?” (1989), todas tinham boas doses de amores conflituosos. O público mais conservador entende que vai assistir a algum romance. Se não o reconhece, estranha.

O Rebu” (1974) e “A Próxima Vítima” (1995) são exemplos de folhetins policiais por excelência (romance + o gênero policial). “Pecado Mortal” e “Além do Horizonte” são interessantes casos de novelas policiais em que o folhetim não está abandonado. A proposta de “inovação” sempre será bem vinda. Mas não adianta reinventar a roda. E o mais do mesmo feijão com arroz ainda funciona, mesmo em tempos de novas mídias e concorrência com tv a cabo e internet. Chamar a atenção da audiência adormecida é outra questão. E não é tarefa fácil.

 

Nilson Xavier – Universo Online

Flávio Ricco comenta a classificação da novela Além do Horizonte

 

De vez em quando se tem impressão que o tempo não andou…
… Ou que alguém parou ou simplesmente voltou ao passado…
… Dizer que “Além do Horizonte”, novela das 7 da Globo, tem conteúdo de “sexo, assassinatos e violência” é passar um pouco do ponto…
… A novela, porque se entendeu assim, agora sofre um acompanhamento porque tais cenas podem não ser compatíveis com a classificação…
… Algo que nos leva a certeza que existem mesmo pessoas interessadas em descobrir pelo – por menorzinho que seja – em ovo…
… E que também nos conduz concordar com Davi Cardoso, quando diz que era mais fácil fazer cinema no tempo das pornochanchadas.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Troca de interesses! Thomaz faz acordo com Tereza para saber onde está Lili

Mas diz que tudo vai depender das informações que ele receber da jovem

Tereza e Thomaz batem de frente (Foto: Além do Horizonte/TV Globo)Tereza e Thomaz batem de frente (Foto: Além do Horizonte/TV Globo)

Tereza (Carolina Ferraz) resolve chantagear Thomaz (Alexandre Borges) para convencê-lo a fazer o depósito que LC (Antonio Calloni) pediu. Ela diz que é capaz de acabar com a reputação do escritório de Thomaz e o advogado vê que a tia de William (Thiago Rodrigues) não está de brincadeira. Mas antes de entrar no jogo de Tereza, Thomaz exige informações sobre Lili (Juliana Paiva). “Eu faço o depósito se vocês me derem informações sobre a Lili. Boas informações. Ótimas, pra ser mais preciso”, diz.

Tereza aceita o acordo, mas quer que Thomaz se comprometa a fazer as remessas regularmente e o advogado diz que depende das novidades que ele irá receber e faz um lembrete: “Só tem uma coisinha. Eu não vou aceitar ser enganado, Tereza. Se eu suspeitar que as informações não correspondem aos fatos, vou detonar esse explosivo”.

E depois de discutirem alguns detalhes, Tereza garante: “Assim que você fizer a remessa, eu te conto até a cor do vestido que ela tava usando numa tarde agradável de verão”. Será que as duas partes vão cumprir com o acordo? Não perca essa cena que vai ar a partir de terça-feira, 31 de dezembro