Blogueiro do Botafogo comemora título do Campeonato Carioca

Está enganado quem pensa que o Botafogo foi campeão carioca de 2013 ontem em Volta Redonda. Essa conquista já estava acontecendo, já estava escrita, já estava anunciada.

Começou no já saudoso Engenhão, passou por Bangu e terminou, aí sim, em Volta Redonda.

Começou com a escalação de Marcelo Mattos e Gabriel no meio, passou pela entrada do seguro Júlio César na lateral esquerda e terminou com a melhor defesa da competição.

Começou com uma torcida desconfiada, passou por um vídeo que mostrou os brios e a vontade do elenco e terminou com a torcida comprando o barulho do time, comparecendo e fazendo a festa no Raulino de Oliveira.

Começou com um clube que temia as horas decisivas, passou por duas obrigatórias vitórias em clássicos e terminou com a certeza de um título antecipado.

Começou com um corajoso e sincero choro em Macaé, passou por um ridículo e espetaculoso papelão em Bangu e acabou com um vencedor e sincero choro em Volta Redonda. É campeão!

Começou como chacota (quase um inimigo), passou por um Quissamã, terminou como herói. Gol do título. O futebol e a sua eterna mania transformar vilões em heróis (e vice-versa). Não é apaixonante demais esse esporte? Estava escrito em algum lugar, em alguma Estrela Solitária, que Rafael Marques faria o gol do título.

Com tantos motivos, tantos inícios, meios e fins, não há como contestar o título do Botafogo. Critique a fórmula de disputa, jogue pedras no regulamento que tem 16 clubes e 5 meses de campeonato, fale mal do nível dos pequenos, mas não tente desvalorizar a conquista do Botafogo. Preocupe-se, antes, em montar um time para o 2º semestre (que é logo ali) ou em justificar o brutal inve$timento em uma competição internacional de verdade.

O melhor time do Rio tem Jefferson no gol, Oswaldo no banco e vai ganhando confiança para o resto do ano.

Desculpem-me, rivais, mas não havia tática, não havia gol(s) anulado(s), não havia meios para impedir o título botafoguense ontem. Até porque, já estava acontecendo

Alguns pitacos sobre Botafogo 1 x 0 Fluminense:

1)      Espetacular partida de Fellype Gabriel. Mais uma. Bom no apoio, bom no combate, bom no ataque:comeu a bola.

2)      Seu “xará”, Gabriel, também foi bem demais. De novo. Volante dos bons.

3)      Não fez bom jogo, mas foi o nome do campeonato: Lodeiro pode nos levar a lugares realmente maiores ainda em 2013. O uruguaio recuperou o futebol e a forma que exibia pelo Nacional de Montevidéu. Aposta certeira do Botafogo.

4)      Seedorf também não foi tão bem no jogo, mas sua presença é fundamental. Está muito bem fisicamente e é uma senhora bola de segurança no time. Outro ex-Ajax que pode nos fazer sorrir muito ainda em 2013. Nosso craque.

5)      Interessante a tática do Fluminense no início do jogo, pressionando muito a nossa saída de bola no 1º tempo. Nosso time foi obrigado a dar chutão, até pelo mau estado do gramado, e facilitou para a alta zaga do Fluminense.

6)      E quando nós apertamos a saída de bola deles causamos dificuldades para o Tricolor. Euzébio e Digão são limitados com a bola no pé e, como disse o Roger, o Edinho precisa de um 38 para matar uma bola.

7)      Em compensação, joga muita bola o Jean. Foi muito bem achado e contratado: estava encostado no São Paulo.

8)      Muito nervoso o jogo, e acho até que o time deles estava mais. Bateu muito, e ainda não entendi como Rhayner saiu sem tomar amarelo.

9)      Jefferson é mais goleiro que o Cavalieri, que também é bom.

10)   Que atire a primeira pedra quem não temeu que o time sofreria maus momentos com a lesão de Júlio César no 2º tempo. Entrou Lima, que não comprometeu e fez boa e surpreendente partida. Boa, garoto!

11)   A torcida do Botafogo compareceu, fez bonito e fez festa. Mas que voltemos a jogar no Rio. A distância e os custos da viagem podem afastar boa parte dos torcedores em jogos do Brasileiro ou da Copa do Brasil. 12485 pagantes e 15516 presentes para uma final de Taça Rio? No criticado Engenhão teríamos, por baixo, 30 e poucos mil presentes. O Engenhão, aliás, está interditado desde 26/03 (mais de um mês), e ainda não se pensou em algo simples como colocar alguns refletores em Moça Bonita.

12)   Horrível o escoamento da torcida dentro do Raulino. Conseguiram causar transtorno na saída com o pequeno público.

13)   Também conseguiram montar o palco de premiação longe de toda a torcida do Botafogo. Parabéns aos envolvidos!

14)   Trégua com Oswaldo? O que você pensa dele hojeResponda nos comentários. Opinião minha: o grupo fechado, o desempenho do time e até o título o credenciam. Teve maus momentos no Botafogo, hoje está bem… Aliás, foi a primeira vez que o Botafogo de Oswaldo ganhou do Fluminense (de Abel).

15)   Trégua com Rafael Marques? O que você pensa dele hojeResponda nos comentários. Opiniãominha: acho que Rafael é útil para o elenco, principalmente para esse estilo de jogo. Com a chegada de um titular forte para a posição dele, talvez renda também no banco.

16)   Alguém mudou de opinião sobre a saída do Loco Abreu vendo o grupo de hoje e vendo os jogos do Nacional? Responda nos comentários. Opinião minha: continuo achando a mesma coisa. Loco fez história no Botafogo, mas já tinha passado seu momento por aqui.

17)   Apesar de ter feito razoável partida, fico feliz de ver Lucas participando (de alguma forma) do gol do título. Nosso lateral, repito, é bom para o nível do futebol praticado no país. Vem adquirindo confiança e vem subindo muito de produção.

18)   Bolívar também cresce,principalmente nas horas decisivas. Fez mau Brasileiro pelo Inter, falhou nos dois, três primeiros jogos pelo Botafogo, e está bem demais hoje. Não o critico mais, só tem merecido créditos. Fez um partidaço ontem.

19)   Cena curiosa: um torcedor do meu lado na arquibancada conseguiu pegar uma das chuteiras que Fellype Gabriel jogou para a galera. Emocionado, abraçou ebeijou a chuteira. Este senhor não se esquecerá desse dia.

Também não me esquecerei da festa na sede do Botafogo, algumas horas e vários quilômetros depois. Depoimentos legais de Oswaldo, Jefferson e Rafael Marques, que elogiaram o apoio e a festa da torcida e, é claro, tiveram seus nomes gritados. Mas o melhor veio com Seedorf.

Nosso craque holandês cantou em inglês, mas o mais legal ele falou em português claro. Seedorf ressaltou aenergia da torcida. E completou: “O Botafogo não tem que parar aqui. O Botafogo tem que crescer.”

“O Botafogo tem que crescer”.

Todo dia eu vou pensando nisso para o travesseiro.

É legal demais ver um jogador comprometido com a sua camisa, com o seu clube, com a sua causa. Os poucos leitores que me conhecem pessoalmente sabem do meu profundo desejo de ver esse clube tomando um caminho de crescimento, dando o “pulo do gato”. É bom saber que tem gente dentro das 4 linhas pensando o mesmo.

Pode ser só um Carioca, mas não é só um título. Reforça a união do grupo (que é fechadíssimo), dá moral ao elenco, à comissão técnica e anima a torcida. Sim, somos parte integrante disso.

Vamos fazer nossa parte. Essa é a hora de comprar mesmo o barulho. Apoiar da arquibancada, ter orgulho em se associar, ter voz e pulmão para empurrar, orgulho de vestir a camisa. Vamos juntos nessa? Vamos aproveitar esse time, vamos aproveitar o momento.

Acabou o Carioca, mas 2013 ainda está começando: vamos deixar a alma e o espírito botafoguense em cada jogo do time, dentro e fora do Rio. Esse clube pode, esse time vai, essa torcida merece.

Aos poucos, estamos vencendo. Está acontecendo…

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Renato Maurício Prado comenta Fluminense e Botafogo foram os melhores times do Carioca 2013

 

Se na final da Taça Rio, Botafogo e Fluminense repetirem o futebol ofensivo e eficiente que apresentaram nas semifinais, ambas vencidas por goleada, esse decrépito Estadual talvez possa ter ao menos um grande jogo, digno de elogios. É o que resta a um torneio desastrado, no qual o fechamento do Engenhão foi a cereja podre de um bolo vagabundo e com data de validade vencida.
O pior é ainda ver o presidente da Federação dizer que nem pensa em diminuir o número de participantes do campeonato. Deve estar vibrando com a qualidade sofrível da maioria das equipes e com o ridículo público médio, de pouco mais de 2 mil torcedores por partida.

Tomara que, ao menos, Botafogo e Fluminense sejam capazes de realizar uma final emocionante e tecnicamente bem jogada — ou, talvez, até três grandes partidas, caso o Flu ganhe o segundo turno e torne obrigatória uma decisão em dois jogos.

Seria a única forma de se guardar algo de bom na memória de um Carioca que, por enquanto, só deixa na lembrança a organização desastrosa, culminando com o afastamento dos clássicos do Rio, por conta da lamentável interdição do Engenhão.

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 30 de abril de 2013

Renato Maurício Prado comenta Botafogo 5 x 0 Resende

 

Com a volta do uruguaio Lodeiro, o Botafogo passeou em Volta Redonda, aplicando uma goleada impiedosa de 5 a 0, no Resende, e se classificando para a final da Taça Rio, onde pode até empatar, garantindo o título do turno e, em consequência, o do campeonato estadual, por já ter ganho também a Taça Guanabara.

Dória, Lodeiro, Fellype Gabriel, Rafael Marques e Seedorf foram os autores dos gols, de uma vitória fácil, que deixou a torcida ainda mais confiante.

O time inteiro jogou bem, inclusive o goleiro Jefferson, que evitou um gol de pênalti e fez, pelo menos, mais duas grandes defesas.

Os maestros da equipe, porém, foram mesmo os estrangeiros: Seedorf e Lodeiro. Méritos também para Fellype Gabriel, incansável, no meio-campo e no ataque.

O Fluminense, que enfrenta o Volta Redonda, amanhã, também no Estádio da Cidadania, tem tudo para ser o outro finalista da Taça Rio pois, assim como o Glorioso, joga por um empate, contra uma equipe pequena.

Passando para a final, entretanto, entrará como azarão. Não somente porque a vantagem da igualdade será do adversário como também porque o futebol do tricolor de Abel Braga, esse ano, pelo menos até agora, não se compara com o do alvinegro dirigido por Oswaldo de Oliveira.

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 27 de abril de 2013

Renato Maurício Prado garante que o Botafogo poderá ser campeão carioca em dois domingos

 

O Resende entregou o ouro e, graças a isso, o Botafogo se tornou ainda mais favorito para a conquista da Taça Rio e, consequentemente, do Estadual. Se o Fluminense fosse o adversário do alvinegro na semifinal poderia usar os titulares. Como o confronto, agora, só poderá acontecer na final, o técnico tricolor, Abel, adianta que provavelmente mandará a campo um time misto, pois a equipe principal estará chegando do Equador (onde enfrentará o Emelec), na sexta-feira anterior à partida. A reta final do Carioca, na verdade, se tornou um estorvo para o Flu. O caneco está praticamente nas mãos da turma de Oswaldo de Oliveira. É só não bobear.

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 23 de abril de 2013

Renato Maurício Prado comenta que o Maracanã já deveria ter sido liberado para jogos do Campeonato Carioca

Se houvesse um mínimo de preocupação de nossos governantes com os clubes do Rio, o Maracanã, que já terá uma pelada entre amigos de Ronaldo e de Bebeto, no dia 27, seria aberto para a final da Taça Rio e, se fosse o caso, para as finais do Estadual.

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 21 de abril de 2013

Renato Maurício Prado comenta semifinais da Taça Rio

O Resende “miou” na rodada final (perdeu para o Boavista por 3 a 2) e as semifinais da Taça Rio serão entre Fluminense (com a  vantagem do empate) e Volta Redonda, e Botafogo (com a vantagem do empate) e Resende.

 Quadro perfeito para uma grande final entre Botafogo e Fluminense, com o Glorioso podendo conquistar o título (do Estadual) com mais um empate.

 Caso o Tricolor vença, ganhando a Taça Rio, o “Carioca” será decidido em duas partidas, com o Botafogo podendo ser campeão com dois empates.

Na última rodada da Taça Rio, Fluminense e Botafogo pouparam titulares e mesmo assim venceram sem sustos. O Flu bateu o Bangu por 2 a 0 (Rhayner e Rafael Sóbis) e o Botafogo venceu o Volta Redonda, por 1 a 0, gol de Bruno Mendes.

 Detalhe importante: o time de General Severiano será obrigado a jogar no meio de semana contra o Sobradinho, pela Copa do Brasil – e precisa vencer.

 Em compensação, no meio da semana que vem (antes, portanto, da final da Taça Rio) a equipe das Laranjeiras jogará pela Libertadores, contra o Emelec, no Equador.

 Diante disso e da campanha perfeita do alvinegro no segundo turno (100% de aproveitameNto), o Botafogo é, indiscutivelmente, o favorito.

 O que não quer dizer, obviamente, que já ganhou. Mas que tem uma mão e meia na taça, tem…

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 22 de abril de 2013

Flamengo vence Fluminense

A tabela mostrava que o Fluminense era incontestavelmente superior ao Flamengo. Mas, quando a bola rolou, o que prevaleceu foi a imprevisibilidade que regeu muitas das edições deste clássico. Neste domingo, em Volta Redonda, foi a vez de o eliminado Rubro-Negro ser o incontestável, fazendo 3 a 1 sobre o Tricolor, já classificado para a semifinal da Taça Rio.

Com ares de redenção, embora pouco represente, a vitória teve o reencontro de Hernane com a rede adversária. Ele abriu o placar, voltando a marcar um gol após cinco partidas de jejum – justamente na semana em que levou uma bronca de Jorginho durante um treinamento. Agora, o artilheiro do Carioca chegou a dez. Renato Abreu fez os outros dois, sendo que um deles de pênalti, e Rafael Sobis descontou para os tricolores.

A melhor atuação sob o comando de Jorginho dá ao Flamengo mais uma motivação antes da partida contra o Remo, na quarta-feira, também em Volta Redonda, no segundo confronto pela primeira fase da Copa do Brasil.

– Por tudo que envolve o clássico, tiramos força de onde não tinha. Foi um jogo de superação. Nosso time, mesmo fora do campeonato, joga de igual para igual com qualquer um. Na quarta-feira tem outra pedreira, e o cansaço é inevitável – afirmou Renato.

Já o Fluminense, que foi a campo com praticamente todos os titulares disponíveis, terá de lidar com os possíveis efeitos da derrota para o rival nos dias que antecedem o duelo contra o Caracas, na quinta, em São Januário, pela Libertadores.

– Nosso primeiro tempo foi muito abaixo. Para eles dava tudo certo: davam chutão e dava certo. No segundo tempo, quando acertamos, tomamos o terceiro gol, o que matou o jogo. Se fizéssemos o segundo, poderíamos ter chances, mas não deu – disse Sobis.

A derrota fez o Fluminense cair para a segunda posição do Grupo B da Taça Rio: soma 13 pontos, dois a menos do que o líder Resende. No cenário atual, enfrentaria o Botafogo na semifinal. O panorama pode mudar na última rodada, dependendo do resultado do jogo contra o Bangu, no domingo, e de Boavista x Resende. O Flamengo, que chegou a oito pontos e ocupa a quarta posição, encerra sua participação no Campeonato Carioca contra o Macaé.

Hernane comemora, Flamengo x Fluminense (Foto: Guilherme Pinto/Agência O Globo)Hernane comemora gol sobre Fluminense: fim de cinco jogos de jejum (Foto: Guilherme Pinto/Ag. O Globo)

Vantagem rubro-negra no primeiro tempo

O primeiro tempo mostrou duas equipes dispostas a ir ao ataque, mas apenas uma com a capacidade de fazê-lo de maneira eficiente. Sem receber a marcação adequada, Gabriel teve a liberdade para criar no meio de campo do Flamengo. Aos oito minutos, acertou um belo lançamento para Léo Moura. Ele cruzou com precisão na cabeça de Hernane, que abriu o placar.

O Fluminense seguiu em busca do empate, mas sem conseguir criar chances de gol consistentes. O Flamengo chegava bem pelas duas laterais e foi mais perigoso. Então, pouco antes do intervalo ampliou a vantagem. Carlinhos cometeu pênalti duvidoso em Rafinha, aos 44 minutos. Renato Abreu cobrou com precisão e marcou o segundo do Rubro-Negro.

Wellington Nem de volta ao Tricolor

Após o intervalo, o Flamengo consolidou a vitória antes que o Fluminense pudesse ameaçá-lo. Ramon recebeu lançamento pelo lado esquerdo e cruzou na área. Rafinha desviou, Diego Cavalieri defendeu à queima-roupa, mas a bola sobrou no pé de Renato Abreu, que chutou para fazer o terceiro.

O que restou à torcida do Fluminense foi ver Wellington Nem, que saiu do banco no segundo tempo para voltar a jogar após quatro jogos se recuperando de lesão. Com o atacante em campo, o Tricolor diminuiu a diferença aos 21 minutos, depois que Carlinhos aplicou um drible da vaca em Léo Moura e cruzou para Rafael Sobis marcar. Apesar da vitória, os rubro-negros não pouparam o técnico Jorginho, chamado de burro por causa das substituições. No outro banco de reservas, Abel Braga foi expulso pelo árbitro Marcelo de Lima Henrique.

Renato Maurício Prado comenta que o Botafogo está de vento em popa na Taça Rio

 

Está dando gosto ver o Botafogo. Mesmo sem Seedorf, o Glorioso segue vencendo com autoridade — já são seis triunfos seguidos. Depois dos 3 a 0 sobre o Vasco, mais um 3 a 0 no Olaria, com dois golaços de Vitinho. Que ironia! Rafael Marques, Bruno Mendes e Henrique foram contratados, mas a carência de um camisa 9 pode ser suprida por esse garoto que chegou ao clube em 2011.
Estou curioso para ver como Oswaldo de Oliveira armará o time com o retorno de Seedorf. A tendência é que volte a escalar apenas Rafael Marques no ataque, como antes. Mas do jeito que tem entrado Vitinho, acho que logo será titular. E aí, permanecerá o sistema com dois atacantes e menos um no meio-campo? Problema de Oswaldo de Oliveira. Ótimo problema.

O Botafogo segue de vento em popa e não me espantarei se ganhar também a Taça Rio, dispensando a final. E pensar que durante a Taça GB a torcida queria a cabeça do Oswaldo de Oliveira, hein?

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado no dia 09 de abril de 2013

Renato Maurício Prado comenta a situação de Vasco e Flamengo na Taça Rio e como isso pode repercutir no restante da temporada de ambas as equipes

 

Clubes que possuem as duas maiores torcidas do Rio, Flamengo e Vasco vivem inferno astral bem semelhante. Com dívidas gigantescas, não conseguem equilibrar as finanças; têm dificuldade de tornar os faturamentos compatíveis com o número de torcedores e, na tentativa de profissionalizar suas gestões, se veem em palpos de aranha para reforçar seus elencos, fraquíssimos.
Virtualmente eliminados da Taça Rio e, consequentemente, da luta pelo título estadual, rubro-negros e cruzmaltinos devem usar o que resta do Carioca para que seus novos treinadores (Autuori e Jorginho) avaliem o que têm nas mãos (e não é muito) e preparem bem fornida lista dos reforços para que seus times possam disputar o próximo Brasileiro sem passar o campeonato inteiro lutando contra o fantasma do rebaixamento — algo bem provável na atual conjuntura…

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 02 de abril de 2013

Flávio Ricco volta já !

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