“Revenge” é cancelada por medo de possível desgaste

Série chega ao fim após quatro temporadas.

"Revenge" é cancelada por medo de possível desgaste

Último episódio será exibido dia 10 de maio – Divulgação

O canal estadunidense ABC, da Disney, cancelou a série “Revenge“, que chega ao final em sua quarta temporada.
Numa entrevista ao site EW, o produtor executivo Sunil Nayar disse que o final de “Revenge” terá um pequeno gancho e toda a produção não queria que o público se cansasse da história contada. “Sentimos que nossos telespectadores mereciam um final com esse romance que Mike Kelley começou a contar há quatro anos”, falou.
Ele ainda revelou que o final pode não ser dos melhores para a protagonista: “O final tem momentos emocionantes tristes e muito épicos. Ainda vão acontecer coisas chocantes no último episódio”, adiantou ele, que ainda frisou: “Acho que eles podem ficar satisfeitos com nosso desfecho”.
O último episódio de “Revenge” vai ao ar nos Estados Unidos no dia 10 de maio.
NaTelinha

Jenna Coleman tem retorno confirmado no nono ano de “Doctor Who”

Jenna Coleman tem retorno confirmado no nono ano de "Doctor Who"

Divulgação

A atriz Jenna Coleman, intérprete de Clara Oswald em “Doctor Who”, foi confirmada pela rede BBC na nona temporada da série.

“Isso é maravilhoso”, disse Coleman em comunicado oficial. “Eu teria uma nova série de aventuras com o Doutor e não poderia sair sem que essas histórias se resolvessem. Há muito mais o que fazer”, completou.

Ela já serviu como companheira de viagem de dois doutores, Matt Smith e o atual Peter Capaldi.

A atração acompanha as aventuras do Doutor, um alienígena centenário que viaja pelo tempo e espaço em uma máquina chamada TARDIS, que possui a aparência de uma antiga cabine de polícia da Inglaterra.

Um dos programas mais antigos da TV inglesa, o seriado foi criado em 1963, sendo exibido até 1989 durante 26 temporadas. Em 2005 a atração foi revivida, permanecendo no ar até hoje.

“Doctor Who” é transmitida no Brasil pela BBC HD.

NaTelinha

“Conselho Tutelar” retoma clichês de mocinho-bandido e engaja o espectador

Estação NT

"Conselho Tutelar" retoma clichês de mocinho-bandido e engaja o espectador

Fotos: Divulgação/TV Record

Na última segunda-feira (01), a Record estreou a série “Conselho Tutelar”. Sem muito alarde e com apenas cinco episódios gravados, a história, como o título apresenta, é focada na rotina dos profissionais que cuidam de denúncias de maus tratos a crianças e adolescentes, e todo o universo que gira em torno deste ofício espinhoso, como pais, juízes e advogados.

Desde a concepção visual até a proposta central, “Conselho Tutelar” mostra a tentativa de exibir um produto moderno, com cara de documentário, que saia do lugar-comum das tramas bíblicas, até então marca registrada da emissora de Edir Macedo.

Feita em parceria com uma grande produtora, escrita por Marco Borges e Carlos de Andrade, dirigida pelo experiente Rudi Lagemann e filmada em ultradefinição, a série se guia pela linguagem das séries policiais americanas.

O protagonista, Sereno (Roberto Bomtempo), traz ecos dos investigadores de “Law & Order”. As histórias, confessadamente inspiradas em casos reais, são contadas sem rodeios, com a intenção de colocar o espectador no centro dos acontecimentos, como o caso da juíza (vivida por Lucinha Lins) que espancava a filha adotada, por exemplo, ou a tentativa de Sereno de equilibrar a vida pessoal e a profissional. Mas a semelhança com o similar estrangeiro para aí, quando “Conselho Tutelar” escorrega no moralismo.

A série não esconde que também quer prestar serviço social ao apresentar, no fim de cada episódio, depoimentos reais de conselheiros tutelares, e nos intervalos, campanhas para que o espectador denuncie agressões a jovens.

O problema é que esta intenção contamina a ficção através de diálogos pobres (“agora a criança está com uma família de verdade!”), interpretações inseguras (com exceção de Bomtempo e o juiz vivido por Paulo Gorgulho, que praticamente levam a série nas costas) e o mais grave, o ar de bem contra o mal que paira sobre toda a trama. Aspecto que diminui a complexidade dos casos tão delicados apresentados pelo roteiro.

Mesmo assim, “Conselho Tutelar” tem atingido Ibope bem superior a “Plano Alto”, série política da Record com trama mais densa e personagens melhor construídos. Talvez o apelo da série esteja em algo mais simples: retrata a época na qual um clique ou compartilhamento nas redes sociais já se converte em denúncia (todos sentem que “contribuem com algo”) e cujo jornalismo policial (praticado pela própria Record) mistura os limites entre ficção e realidade.

Na sua qualidade técnica e maniqueísmo, “Conselho Tutelar” despertaria o “nós contra eles” dentro de cada espectador.

Ariane Fabreti é a nova colunista do NaTelinha. Formada em Publicidade e em Letras, adora TV desde que se conhece por gente. Escreve sobre o assunto há seis anos.

 

NaTelinha

Nova série do “Fantástico” mostra acerto do fórum de dramaturgia da Globo

Uma semana depois da estreia de Poliana Abritta no comando, o “Fantástico” apostou em Mariana Ximenes como novidade. Mas só em participação especial. A atriz protagonizou o primeiro episódio da microssérie “Eu Que Amo Tanto”.

Adaptação televisiva da obra literária de Marília Gabriela, a série se mostrou digna da badalação que obteve nos dias anteriores aos da estreia graças aos papéis incomuns em que coloca nomes consagrados.

Com direção caprichada, roteiro afiado e agilidade graças aos oito minutos de duração total por capítulo, é quase impossível desviar o olhar durante a exibição. O clima por muitas vezes se confunde com o padrão estadunidense, feito já recentemente alcançado por “Dupla Identidade”.

Por enquanto, apenas mais três episódios estão previstos, sendo estrelados por Carolina Dieckmann, Marjorie Estiano e Susana Vieira. Mas a boa aceitação do público pode fazer com que venha logo outra temporada.

Neste domingo (09), o “Fantástico” mais uma vez passou toda a sua exibição sem ter a liderança ameaçada, feito que era raro há algum tempo, quando chegava a ser batido por mais de um concorrente em diversos momentos.

Mas mais do que beneficiada pela fase atual do dominical, “Eu Que Amo Tanto” se mostra um dos bons frutos do fórum de dramaturgia global.

Liderado por Silvio de Abreu e com participação de diversos autores e diretores, esse fórum discute internamente temas essenciais para manutenção da qualidade e da audiência.

Ao estender o debate sobre as sinopses, por exemplo, quebra vícios. E a análise aprofundada não impede experimentações. Pelo contrário. Apenas as ajusta para não serem “queimadas” após rejeição popular.

Por isso, a boa fase da dramaturgia global, que mesmo sem sucessos históricos do porte de “Cheias de Charme” ou “Avenida Brasil”, sustenta atualmente tramas pelo menos medianas no ar em todas as faixas, quebrando a série de recordes negativos, mostra que estudar o público é o caminho. O prestador de serviço que se molda ao gosto do freguês.

E cada vez menos algum produto entrará no ar como simples aposta. Fica cada vez mais claro que as funções são bem analisadas para atingir em cheio os telespectadores em potencial. Com boa análise, os “acidentes de percurso” ficarão cada vez mais raros.

 

No NaTelinha, o colunista Lucas Félix mostra um panorama desse surpreendente território que é a TV brasileira.

Ele também edita o http://territoriodeideias.blogspot.com.br e está no Twitter (@lucasfelix)

 

NaTelinha

HBO produzirá série sobre as Olimpíadas de 2016

Vôlei de Praia

A HBO está preparando mais uma produção que contém seu selo de qualidade.

Em breve, a emissora vai lançar uma série documental com histórias de vida dos atletas brasileiros que vão participar das próximas Olimpíadas, no Rio de Janeiro, em 2016. Com informações da coluna Outro Canal.

A produção ficará a cargo da O2 Filmes.

Em tempo

Desde 2011, quando a Disney fechou acordo para exibir seus filmes na Rede Telecine, a HBO vem com as séries como seu maior atrativo, tais como “Game of Thrones”, “Sr. Ávila”, além das nacionais como “O Negócio”.

Em novembro, a emissora também estreia “Os Três”.

Em 2015, a HBO pretende lançar um serviço on-demand nos Estados Unidos, onde o consumidor pagaria algo em torno de US$ 10, aquilo que já desembolsaria dentro do universo da televisão por assinatura. No entanto, o serviço não tem previsão de chegada para o Brasil.

 

NaTelinha

Nova temporada de “CSI” sofre redução no número de episódios

Nova temporada de "CSI" sofre redução no número de episódios

O canal CBS reduziu o número de episódios da 15ª temporada da série “CSI“. De acordo com o TV Line, de 22 episódios o novo ano da atração criminal passará a ter 18.

A emissora informou que precisou fazer a redução na encomenda de capítulos para acomodar espaço em seu programação para a série derivada “CSI: Cyber”, negando que a decisão esteja relacionada com a audiência do programa.

Em quase 15 anos no ar, esta é a primeira vez que “CSI” sofre redução no número de episódios de sua temporada.

Seu atual 15º ano, que estreou no final de setembro nos EUA, vem entregando os índices mais baixos da história da série.

Apesar de demonstrar estar perdendo o interesse do público, estreia no início de 2015 sua nova série derivada.

Também escrita por Anthony E. Zuiker, criador de “CSI”, e estrelada por Arquette, “CSI: Cyber” irá girar em torno de um grupo de investigação criminal que é especializado em em crimes digitais, como roubos, falsificações e invasões pela internet.

NaTelinha

Record confirma segunda temporada de “Plano Alto” e altera elenco de novela

38340-record-hd

Depois de haver uma possibilidade, a Record confirmou que irá produzir uma segunda temporada do seriado político “Plano Alto“, de Marcílio Moraes.

Segundo o jornalista Fernando Oliveira, uma nova leva de episódios já foi encomendada para o autor, baseado nas brechas que ele deixou no roteiro para a suposta segunda temporada que já havia sido sondada.

Com a confirmação, Marcílio passará a trabalhar mais à fundo nisso. Além disso, por conta da certificação da segunda leva, a emissora teve que mudar as escalações da novela “Os Dez Mandamentos”, onde alguns atores que estavam em “Plano Alto” participariam.

Babi Xavier, Milhem Cortaz e Francisca Queiroz não farão mais parte do folhetim para se dedicar ao seriado. O personagem de Francisca, por exemplo, ficou com Larissa Maciel, que por sua vez foi substituída por Gabriela Durlo. Já o papel de Babi ficou com Lisandra Souto, que foi contratada no início desta semana exclusivamente para a trama bíblca, que começa a ser gravada em novembro.

Ainda não há uma data definida para a segunda temporada de “Plano Alto”, mas se sabe que será no segundo semestre de 2015.

A primeira leva de episódios, exibida nas últimas semanas, não foi bem na audiência e ficou entre 3 e 5 pontos na Grande SP.

NaTelinha