No Ceará, público e renda caem em 2014

Boa campanha do time alvinegro foi incapaz de motivar a torcida a igualar os números da Série B do ano passado.

1-[22-11] Ceará 2 x 1 Portuguesa - 10  (Foto: Christian Alekson/CearáSC.com)

Ao longo da Série B, o Ceará esteve no G4 por 18 rodadas e liderou a competição por nove delas, chegando a terminar o 1º turno, ou 19 rodadas, na liderança. Mas nem a campanha da equipe foi capaz de motivar a torcida alvinegra a um comparecimento compatível com a colocação.

O Alvinegro já fez seu último jogo em casa na competição – o clube definirá seu acesso ou não no Mato Grosso, diante do Luverdense – e levou ao todo 213.884 torcedores ao estádio, proporcionando uma fraca média de público de 11.257 pessoas por jogo.

Quanto à arrecadação, o Ceará conseguiu o montante de R$ 2.776.490,00. A média de arrecadação girou em torno de 146 mil reais por jogo.

Comparativo

Os números são mais decepcionantes ainda se compararmos com a campanha na Série B de 2013, quando o Vovô não ocupou o G4 por nenhuma rodada, apesar de disputar o acesso até a última rodada.

Naquele ano, a média de público foi maior – 13.837 – e a equipe arrecadou 2 milhões de reais a mais: R$ 4.708.695,00.

O presidente do Ceará, Evandro Leitão, analisou a baixa média de público da equipe na atual Série B, após 19 jogos.

“Pelo lado do torcedor, há uma frustração muito grande de ver o time caindo de produção no returno; estamos no ano do centenário e estivemos bem em boa parte da Série B, criando muita expectativa, então entendo e concorro com o que deixaram de ir ao estádio”, analisou.

Só que o prejuízo no público e renda, comparados ao ano passado, não pode nem ser creditado ao desempenho ruim no returno da Série B, quando a equipe conquistou apenas 22 pontos em 18 jogos, vencendo apenas seis vezes, com um aproveitamento de pontos de apenas 40%.

No 1º turno, quando viveu sua melhor fase na Série B, o Ceará teve uma média de público, em dez jogos disputados em casa, de 9.679 pagantes.

No returno, quando sua campanha de declinou, o clube mandou nove partidas, a média foi até maior: 12.990 torcedores.

Ou seja, o comparecimento da torcida alvinegra não foi influenciado pela campanha da equipe, ela se manteve instável no decorrer da Série B.

Durante a boa fase da equipe na Série B, no 1º turno, o maior publico registrado foi na partida que valia a liderança, contra o Joinville no PV: 17.834

No returno, a média aumentou devido aos dois maiores públicos da equipe na competição: 21.062 pagantes ante o Sampaio Correa, pela 28ª rodada, e na 35ª rodada, este o maior público da equipe, os 30.256 pagante contra o Vasco, que elevaram a média da equipe no returno.

Sobre o prejuízo de 2 milhões de diferença de arrecadação das edições de 2013 para 2014, Evandro afirmou que a diretoria atualmente busca novas formas de angariar recursos.

“Acho que o Ceará vem se fortalecendo e buscando recursos além da arrecadação em dia de jogos. Hoje, o clube tem outros recursos para honrar seus compromissos e não só as rendas das partidas”, finalizou o mandatário alvinegro.

Vladimir Marques
Repórter

 

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Diário do Nordeste – Jogada – 25/11/2014

De olho na última rodada, Eduardo garante um Ceará cheio de esperança

No último jogo do Vozão, contra a Portuguesa, Eduardo deu uma assistência e teve boa atuação

No último jogo do Vozão, contra a Portuguesa, Eduardo deu uma assistência e teve boa atuação
(Foto: Christian Alekson/CearaSC.com)

Mesmo com chances remotas de acesso para Série A, o elenco do Ceará vai otimista para o duelo contra o Luverdense. Pelo menos para o meia Eduardo. O jogador se espelha na 35ª rodada para que uma combinação de quatro resultados aconteça, além de vitória em Lucas do Rio Verde-MT.

“Há 3 rodadas ninguém acreditava que o Ceará fosse entrar no G-4 e nós acabamos na quarta posição, contando com o tropeço de quatro times. Isso pode acontecer novamente”, lembrou o atleta alvinegro.

Na ocasião, O Ceará venceu o Vasco por 2 a 0 e viu o Boa Esporte, Atlético-GO, Avaí e Santa Cruz perderem seus jogos, resultado que deixou o clube novamente no G4. Na 37ª rodada, o alvinegro perdeu a chance de se firmar entre os 4 melhores, após perder para o ABC-RN fora de casa.

“Infelizmente não conseguimos nos manter no G-4, mas a esperança de entrar novamente está viva e vamos trabalhar para isso”, concluiu o Eduardo.

Na oitava posição, com 57 pontos, o Ceará precisa torcer por derrota do Boa Esporte, e pelo menos, empate do Avaí, Atlético-GO e América-MG para conseguir o acesso à Série A no ano do seu centenário. O duelo contra o Luverdense acontece no sábado (29), às 15h20 (horário cearense), no estádio Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde/MT.

 

Diário do Nordeste – Jogada – 25/11/2014

Tom Barros comenta que 11 jogos para o fim da Serie B 2014

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Onze rodadas

Faltam 11 jogos para terminar a Série B. Há ainda para cada time 33 pontos em disputa. Portanto, tempo e pontuação suficientes para uma retomada, máxime dos que, como o Ceará, estão na órbita do G-4. Mas é preciso pressa, muita pressa, nos ajustes. Se a separação do contato com o G-4 superar os seis pontos, aí a retomada tornar-se-á bem complicada, pois dependerá de terceiros.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 01/10/2014

Oeste 3 x 1 Ceará

(Foto: Christian Alekson/CearaSC.com)

O Ceará teve uma noite para ser esquecida. O Mais Querido foi até o estádio dos Amaros, em Itápolis/SP, e encarou o Oeste, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro Série B 2014, saindo de campo com a derrota por 3 x 1. Os cearenses tiveram muitas chances de balançar as redes e recuperar a liderança da competição, mas erraram de forma excessiva não conseguiram reverter o placar favorável aos paulistas.

Logo aos quatro minutos da etapa inicial, Fábio Santos recebeu cruzamento e desviou de cabeça. A bola sobrou para Serginho, livre, empurrar para o fundo das redes e colocar o Oeste na frente. O Mais Querido tentou reagir com Eduardo, que foi travado no momento da finalização.

O empate alvinegro veio aos 15 minutos, quando Vicente recebeu de Lima e chutou forte. A bola bateu na trave, mas sobrou para Nikão, que cabeceou por cobertura e mandou para o gol: 1 x 1. A virada quase aconteceu aos 20 minutos, quando Ricardinho cobrou falta e obrigou o goleiro Anderson a fazer grande defesa. O camisa 1 do Oeste voltou a salvar três minutos depois, quando Lima cabeceou colocado, mas parou no arqueiro paulista.

Melhor em campo e mais perigoso no ataque, o Vozão seguiu pressionando. Samuel Xavier parou no goleiro Anderson aos 31 minutos. Depois disso, o Ceará passou a apostar nas bolas paradas, mas não conseguiu balançar as redes e o placar ficou na igualdade.

Para o segundo tempo, o Vovô voltou tomando um susto. Logo aos três minutos, Fábio Santos recebeu na área e cabeceou colocado, no entanto, o goleiro Jailson fez boa defesa. Na sequência, Lulinha recebeu de Vicente e desviou de cabeça, porém, a bola saiu pela linha de fundo.

Aos dez minutos, Ricardinho cobrou falta com muita força, mas Anderson conseguiu a defesa e viu a bola ainda bater no travessão. Dois minutos depois, Nikão puxou contra-ataque e tentou passar pelo goleiro, que saiu bem do gol e conseguiu evitar a virada. Depois deste lance, Sérgio Soares colocou Souza na vaga de Lulinha.

A grande chance de fazer 2 x 1 foi desperdiçada por Ricardinho, aos 19 minutos. O camisa 8 recebeu cruzamento de Samuel Xavier e, sem marcação, mandou por cima do gol. Dois minutos depois, Souza recebeu cruzamento de Eduardo e cabeceou para grande defesa de Anderson. No rebote, Vicente fez o gol, mas a arbitragem marcou impedimento em mais um lance polêmico.

Se o Vozão criou inúmeras chances e desperdiçou , o Oeste fez diferente. Aos 22 minutos, Halisson recebeu cruzamento e cabeceou no canto direito de Jailson, fazendo 2 x 1 para os paulistas. Quatro minutos depois, Roger Gaúcho recebeu na área e chutou cruzado, ampliando para os donos da casa: 3 x 1.

O Ceará tentou responder com Lima, aos 27 minutos, mas a cabeçada do camisa 9 parou nas mãos do goleiro Anderson. Depois disso, o técnico Sérgio Soares colocou Felipe Amorim e Assisinho nas vagas de Eduardo e Ricardinho, respectivamente. Aos 38 minutos, Felipe Amorim chutou de fora da área e quase diminui.

Com 39 minutos, a situação do Mais Querido ficou ainda mais difícil, quando Nikão recebeu cartão vermelho direto e deixou o Ceará com um homem a menos. Nos minutos finais, o Oeste passou a administrar a vantagem e segurou a vitória até o apito final. O resultado deixou o Ceará com 35 pontos, ocupando a terceira colocação.

A delegação alvinegra retorna para casa na tarde deste domingo, 07/09, quando parte do grupo já inicia a preparação para o jogo diante do América/MG. A reapresentação geral será na segunda-feira, 08/09, às 15h30min.

 

Site do Ceará Sporting Club

Tom Barros comenta que o Ceará precisa derrotar o Oeste hoje às 21h00

No último compromisso entre os cearenses e os paulistas, o Mais Querido venceu por 1 x 0

No último compromisso entre os cearenses e os paulistas, o Mais Querido venceu por 1 x 0
(Foto: Divulgação/CearaSC.com)

De mais ninguém

Hoje, em Itápolis, o compromisso do Ceará com a liderança. Bater no Oeste é a missão. Primeiro, superar a dor da frustração. E depois cantar um pouco o trecho da música sucesso de Marisa Monte: “Se ela me deixou a dor, é minha só, não é de mais ninguém. Aos outros eu devolvo a dor”. Hora, pois, de devolver a dor. Curar, sarar, com vitória sobre o Oeste. E liderança.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 06.09.2014

Tom Barros comenta a imprevisibilidade dos jogos da Serie B do Campeonato Brasileiro

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Misturada

Líderes e vice-líderes, lanternas e vice-lanternas, nos dois extremos da classificação, mas mostrando semelhante padrão de futebol, apenas com poucas diferenciações. É uma misturada tão grande que daqui para frente será impossível prognóstico seguro sobre os jogos, independente da colocação dos concorrentes.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 25.08.2014

Hoje tem Avaí x Santa Cruz ao vivo na RedeTV!

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Hoje, 4 da tarde, tem Avaí e Santa Cruz pela Rede TV!. É o campeonato brasileiro da Série B…
… Fica aqui a torcida para que a transmissão obedeça a um mínimo de qualidade e não se repitam os problemas das semanas anteriores.
Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Tom Barros comenta o que será importante para as equipes conseguirem o acesso à Serie A do Campeonato Brasileiro

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Geral

Como a oscilação tem sido geral, melhor se estabelecerá quem conseguir manter o padrão por mais tempo. De momento, preocupa a irregularidade de produção porque torna imprevisível a avaliação por mais inferior que teoricamente seja o adversário. O Ceará, por exemplo, pega a Portuguesa em São Paulo. Diante do que foi posto, não há como fazer conjecturas.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 21.08.2014

Ponte Preta 1 x 0 Bragantino

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15ª RODADA
PONTE ANTECIPA FESTA DE ANIVERSÁRIO COM REABILITAÇÃO SOBRE O BRAGANTINO
Com gol de Rafael Costa, Macaca volta a vencer pela Série B após cinco jogos e celebrará aliviada os 114 anos na segunda. Braga segue no Z-4
Não teve pompa. Luxo, gala? Passou longe. Mas teve carinho, apoio. Era o que precisava o aniversariante, receoso em fazer alarde pela fase negativa e depois não corresponder. Mas para quem está sempre junto, lado a lado, pouco importa o momento. O que vale é marcar presença e tentar levantar o astral da festa. Foi o que fez a torcida da Ponte Preta na noite desta sexta-feira, no Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, ao incentivar a equipe do início ao fim. Eram cinco jogos sem vencer pela Série B do Brasileiro. Sete ao todo. 63 dias. Um incômodo jejum às vésperas de o clube completar 114 anos, na segunda-feira. Para não frustrar os convidados, a Macaca encontrou um jeito de dar a retribuição que eles queriam ao bater o Bragantino por 1 a 0, pela 15ª rodada. Presente antecipado para comemorar a data como ela merece: com alegria.

Em um segundo tempo no qual a Alvinegra campineira deixou a apatia de lado e mostrou sede de vitória, Rafael Costa fez seu terceiro gol em cinco jogos pela Macaca para garantir o resultado positivo. O Bragantino ainda tentou reagir, mas esbarrou nas próprias limitações técnicas. O primeiro tempo foi um recado de que as equipes ainda precisam evoluir muito para atingir seus objetivos. A Ponte precisa ter mais regularidade para brigar na parte de cima, enquanto o Massa Bruta encontra dificuldade para criar do meio para a frente.

O resultado deixa a Macaca com 22 pontos, a quatro do Joinville, que abre o G-4 e é justamente o próximo adversário da Ponte, na outra sexta-feira, novamente no Majestoso, Às 21h, já com Renato Cajá à disposição para reestrear. Em 18º, o Braga estacionou nos 13 pontos e vai buscar a reabilitação contra o Santa Cruz, sábado, às 16h20, fora de casa.

Comemoração da Ponte Preta contra o Bragantino (Foto: Rodrigo Villalba / Agência estado)
Jogadores da Ponte comemoram gol de Rafael Costa contra Braga (Foto: Rodrigo Villalba / Agência estado)

O jogo

A correria para dificultar a saída do Bragantino deu a impressão de que a Ponte pressionaria no início. Mas a atitude era uma sem a bola e outra com ela. Quando tinha a posse, a Macaca não agredia. Faltava aproximação entre os jogadores. O estreante Rodnei e Cafu, pela direita, eram os mais ousados. Muito pouco para ameaçar Renan. Apenas em dois cruzamentos fechados a Macaca chegou com perigo, mas faltava um pé para empurrar para as redes. As demais finalizações e cobranças de falta passavam longe. O Braga estava na dele. Depois de priorizar a marcação no começo, percebeu que, com a limitação adversária, poderia se arriscar mais. Gustavo, em chute da entrada da área, colocou Roberto para trabalhar. Em um primeiro tempo fraco tecnicamente, foi a principal jogada, o que resume o que Ponte e Braga fizeram. Ou não fizeram, principalmente a Ponte.

Nominalmente, não houve mudanças em nenhum dos lados para o segundo tempo. Mas a Macaca voltou do intervalo com outra postura. Mais agressiva, mais incisiva. Mais eficiente. Logo na primeira chance que teve, Rafael Costa mandou no cantinho de Renan para abrir o placar, aos cinco minutos. A equipe manteve o ritmo e, com o Bragantino mais aberto, criou chances para ampliar a vantagem em contra-ataques. Cafu estava inspirado. Deu três dribles da vaca em lances diferentes. No fim, o Bragantino foi para o abafa, na base dos cruzamentos. Parou na valentia da zaga da Macaca e também numa linda defesa de Roberto em chute da entrada da área. Vitória na conta, para abrir as festividades de aniversário. Os parabéns são da torcida para a Ponte. Mas também poderiam ser da Ponte para a torcida.

Ponte Preta x Bragantino (Foto: Victor Haffner/PontePress)
GLOBO ESPORTE.COM

Joinville 3 x 1 Sampaio Corrêa

      

15ª RODADA
JAEL DÁ PASSE, FAZ GOL E LIDERA JEC NA VITÓRIA SOBRE O SAMPAIO NA ARENA
Atacante tem noite inspirada em partida dura contra os maranhenses e ajuda a dar fim à sequência de três derrotas dos catarinenses na Série B
Artilheiro da Série B, Jael, o Cruel, ameaçou viver uma terça-feira diferente. Dono da camisa 9, o atacante do Joinville adotou o espírito de um 10. Deu assistências, passes de três dedos, saiu da área para organizar a criação, mas também esteve nela quando o time mais precisou. Diante de um Sampaio Corrêa organizado e perigoso, o JEC precisou da inspiração de seu principal jogador para fazer 3 a 1 e acabar com a sequência de três derrotas na competição.

Os gols de Marcelo Costa, Fabinho e Jael fizeram com que o JEC siga como a única equipe que ainda não saiu do G-4 após 15 rodadas da Segundona. O Tricolor catarinense segue em quarto lugar, agora chega aos 26 pontos e pode até deixar o posto, mas precisa ser ultrapassado pelo Avaí no saldo de gols. O Sampaio, que marcou com Willian Paulista, de pênalti, segue a três pontos de entrar no grupo de acesso e em sexto. Ao final da rodada, porém, pode cair até três posições.

Se o fã de futebol estava com saudade da Copa do Mundo, não chegou a se saciar por completo com o primeiro tempo na Arena Joinville, mas viu uma movimentação e um futebol de bom nível. O JEC encontrou dificuldades contra um Sampaio Corrêa que não se limitou a marcar e foi agressivo. Assustou o goleiro Ivan e chegava pelos lados do campo, sempre com muita velocidade. Coube ao time catarinense a eficiência. Com Jael de garçom, Marcelo Costa e Fabinho – em um lindo toque de cobertura sobre o goleiro Luiz Müller – marcaram. Motivos suficientes para o camisa 9 evitar o papel de vilão após cometer pênalti, convertido por Willian Paulista, antes ainda do segundo tento dos mandantes e que levou a vantagem para o vestiário.

Os 45 minutos iniciais foram uma exceção, e o futebol das duas equipes diminuiu na segunda etapa. Disposto a ver o tempo passar, o Joinville tentava envolver o Sampaio no toque de bola. Mesmo com a vontade, os maranhenses não assustaram o goleiro Ivan, e a situação se complicou aos 18, quando Willian Paulista foi expulso. O atacante foi agredido por Edson Ratinho e revidou, mas o árbitro Wagner do Nascimento Magalhães expulsou apenas o jogador visitante. Com um a mais, ainda houve tempo para o papel do goleador no JEC voltar ao normal. Após cruzamento da direita, Jael balançou a rede e chegou ao seu nono tento na competição, colocando fim ao jejum pessoal de duas partidas sem marcar.

O Joinville vai ter agora mais de uma semana de treinamento para acertar os erros e voltar a emplacar uma sequência de vitórias. O time catarinense só volta a campo no dia 15, uma sexta-feira, contra a Ponte Preta, em Campinas. O Sampaio Corrêa segue longe do Maranhão. A equipe do técnico Lisca volta no dia seguinte, sábado, diante do Boa Esporte, em Varginha, ainda atrás de uma vaga entre os quatro primeiros.

Joinville x Sampaio Corrêa (Foto: José Carlos Fornér/JEC)
Joinville comemora o segundo gol, marcado por Fabinho, após passe de Jael (Foto: José Carlos Fornér/JEC)
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