Flávio Ricco diz que o novo Zorra caiu no gosto popular , apesar das brincadeiras idiotas com o São Paulo Futebol Clube

 

Após uma resistência no começo, de certa forma natural, o novo “Zorra” acabou pegando…
… Evidente que escorregadas como a cometida contra o São Paulo ou seus torcedores acabaram servindo de lição.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Flávio Ricco diz que hoje o São Paulo Futebol Clube não fede e nem cheira

São Paulo x Vasco Rodrigo Caio (Foto: Miguel Schincariol)Rodrigo Caio comemora seu gol no fim do jogo e o empate do São Paulo (Foto: Miguel Schincariol)

 

Guardadas as proporções

Depois do jogo contra o Chile, sabiamente José Trajano considerou que a seleção brasileira, sem o Neymar, é uma bostinha.

Vendo o jogo contra o Vasco, domingo, no Premiere, se conclui com a mesma certeza que o atual time do São Paulo não fede e nem cheira.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

James Akel comenta a situação política do São Paulo Futebol Clube

UM CLUBE QUE PRECISA DE UM PRESIDENTE

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O São Paulo Futebol Clube está numa situação inédita.

Não tem presidente que renunciou por ter sido colocado na parede por gravações acusatórias.

Carlos Aidar foi com certeza o pior presidente da história do time e quebrou uma tradição de discrição do clube.

Agora resta saber se quem denunciou e acusou Carlos Aidar vai mostrar as gravações oficialmente ou vai jogar a gravação debaixo do tapete.

Só existe um nome de verdade que pode colocar ordem no clube que é Abilio Diniz.
Mas pra isto os conselheiros do clube precisariam querer de verdade o bem do clube e não apenas fazer política.
Futuro vai dizer

 

James Akel no dia 14 de Outubro de 2015

James Akel comment political situation of São Paulo Futebol Clube

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THE São Paulo Futebol Clube is an unprecedented situation.
Has no president who resigned for being placed on the wall accusatory recordings.
Carlos Aidar was certainly the worst president in the history of the team and broke a tradition of discretion of the club.
Now the question is whether those who denounced and accused Carlos Aidar will show the recordings officially or will play the recording under the carpet.
There is only one true name that can bring order to the club which is Abilio Diniz.
But for this the directors of the club need to really want the good of the club and not just politics.

James Akel in 14 October 2015

James Akel é são paulino e critica Carlos Miguel Aidar

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Triste a postura na mídia do presidente do São Paulo FC Carlos Miguel Aidar.

E este colunista tem o defeito de ser admirador do clube.

Então estou à vontade pra escrever.

Carlos Miguel parece separado de qualquer tipo de conhecimento de comunicação.

Não acredito que exista assessoria pra ele nesta área.

Se existisse sua postura seria outra.

A cada dia que passa Aidar está com imagem mais desgastada.

O trabalho de comunicação dele deixa em muito a desejar.

Aliás nem se acha se é que exista.

Vamos combinar que Aidar passou a ser um produto de difícil vendagem desde que resolveu afrontar um senhor muito mais idoso que é Juvenal e que foi seu grande apoiador.

Aidar cometeu erro grosseiro de ser publicamente contra Juvenal.

Poderia ser nos bastidores mas jamais falar contra um senhor de longeva idade o que ele falou.

Aidar precisa de um trabalho novo de estratégia de comunicação pra mudar o jogo nesta altura da partida.


Escrito por jamesakel@uol.com.br às 11h04 no dia 03/02/2015

São Paulo pode ser rebaixado após suspeita de tráfico de drogas

Rogério Ceni chorou ao saber que terá que encerrar sua carreira na série C. Foto: Jóbson

Rogério Ceni chorou ao saber que terá que encerrar sua carreira na série C.
Foto: Jóbson

Nuvens negras rondam um dos mais vitoriosos clubes do Brasil: O São Paulo está sendo investigado pela Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal) sob suspeita de envolvimento com o tráfico internacional de drogas.

Depois de alcançar o segundo lugar na tabela do Brasileirão e empolgar os torcedores do clube, o time paulista pode jogar um verdadeiro balde de água fria em sua apaixonada torcida. É que as negociações de Lucas Evangelista para a Udinese e Douglas para o Barcelona, chamaram a atenção do Ministério Público brasileiro e da Interpol, colocando o tricolor do Morumbi no topo da lista investigava das duas entidades.
Outro ponto que pode complicar ainda mais a situação do tricolor paulista é o flagrante feito pela polícia federal no CT do clube, que encontrou mais cracks no local, como Edson Silva e Ademilson.Segundo Diéqui Bauêr, investigador que cuida do caso, o estopim para a investigação ganhar peso foi a venda do crack Douglas: “Já vi muita gente mexendo com coisa pesada, mas nada nesse nível. E o pior, embaixo do nariz de todo mundo. É esse sentimento de impunidade que as instituições possuem é que faz o mundo ficar como ele está hoje. Imagina crianças do mundo inteiro vendo aquele rapaz fazendo embaixadinhas e cruzamentos? O que vai alegrar o coração dessas crianças?”, disse Bauêr.

A CBF preferiu não se pronunciar até que as investigações sejam concluídas, mas já adiantou em comunicado oficial, que caso o tricolor seja realmente declarado culpado, o clube poderá ser rebaixado diretamente para a série C.

Diante de toda a confusão o técnico Muricy Ramalho preferiu se afastar do clube, e quem deve comandar a equipe nos próximos jogos é o técnico interino Walter White.

 

São Paulo demite Autuori e assina com Muricy

 

Um dia depois da derrota para o Coritiba, Paulo Autuori foi demitido pela diretoria do São Paulo na tarde desta segunda-feira. O Tricolor Paulista, que ocupa a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro, na 18ª posição após 19 rodadas, já anunciou a volta de Muricy Ramalho, tricampeão brasileiro pelo clube de 2006 a 2008.

“O São Paulo Futebol Clube agradece pelo excelente trabalho realizado por Paulo Autuori e pelos profissionais de sua equipe, que nessa segunda passagem pelo Morumbi somente ratificaram o caráter e a qualificação profissional que os levaram a marcar uma página especial na história do clube ao conquistar a Copa Libertadores e o Mundial de Clubes da FIFA no ano de 2005. Para o lugar de Paulo Autuori, o São Paulo Futebol Clube contratou outro nome de peso em sua história, o tricampeão Brasileiro Muricy Ramalho, que retorna ao clube após 5 anos”, diz o comunicado publicado no site do clube.

Muricy Ramalho começa a trabalhar já nesta terça-feira. Sua primeira partida no comando da equipe será na quinta-feira, dia 12, contra a Ponte Preta, no Morumbi.

 

FIFA.com

São Paulo 0 x 2 Santos

Gustavo Henrique, Leandrinho e Neílton como titulares, Giva, Pedro Castro e Emerson entrando no segundo tempo. Com metade do time formado por garotos da base, o Santos venceu o São Paulo por 2 a 0, no Morumbi, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado fez o Peixe dar um salto na tabela – da zona do rebaixamento para a décima posição – e aumentou a pressão da torcida tricolor sobre a diretoria. Gritos de “Muricy” voltaram a ser ouvidos no estádio, no primeiro jogo após a demissão de Ney Franco.

A vitória por 2 a 0 não esconde o nível muito baixo do jogo, principalmente no primeiro tempo. Em vários lances, os jogadores lembraram os do Taiti na Copa das Confederações. Só faltaram os colares dos carismáticos jogadores da Polinésia Francesa para que o futebol praticado pelas equipes se igualasse ao da seleção saco de pancadas do torneio vencido pelo Brasil. O técnico Eddy Etaeta se animaria ao ver o clássico paulista num de seus piores momentos.

 

 Giva gol Santos x São Paulo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Giva comemora seu gol, o primeiro do Santos no Morumbi (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Melhor para o Santos, que se afasta da zona de rebaixamento com uma vitória fora de casa, e fortalece Claudinei Oliveira. Segundo a diretoria, que buscou um técnico estrangeiro, ele não pode mais ser chamado de interino. Caberá a ele dar uma cara ao Peixe órfão de Neymar, seu maior ícone em muitos e muitos anos.

O São Paulo vive situação muito diferente. Milton Cruz não deve ficar até o meio da semana. A diretoria quer Paulo Autuori, e sofre pressão da torcida para contratar Muricy Ramalho. Um dos dois, com currículos vitoriosos no Morumbi, terá a árdua missão de recolocar a casa em ordem, provavalmente, a partir dos próximos dias.

As duas equipes voltarão a campo na próxima quarta-feira. O São Paulo, pelo Brasileirão, recebe o Bahia, em jogo antecipado da 11ª rodada, já que o time paulista vai disputar torneios na Europa no início de agosto. O Peixe enfrentará o Crac, na Vila Belmiro, pela terceira fase da Copa do Brasil. É o primeiro jogo do confronto.

Luis Fabiano Aranha São Paulo x Santos (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Aranha ganha no alto de Luis Fabiano (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Ninguém marca…

Pobre Jadson! Há uma semana, ele entrava em campo ao lado de Neymar, Fred, Thiago Silva, e duelava com Iniesta, Xavi, Sergio Ramos… E no primeiro tempo, ele teve a dura missão e dar gols e mais gols para Luis Fabiano perder, e observar, do outro lado, as travessuras de Galhardo, Willian José e companhia.

O camisa 10 do São Paulo sobrou num clássico pífio, cheio de erros. Além dele, só é possível isentar Arouca, que se multiplicou no meio-campo do Santos, e os goleiros Rogério Ceni e Aranha. As zagas eram verdadeiras peneiras. Tanto que Leandrinho ficou cara a cara com o capitão tricolor e, talvez inspirado pelo corintiano Renato Augusto, tentou encobri-lo. Mas Leandrinho não é Renato Augusto.

Já Gustavo Henrique e Durval, em linha, cansaram de ver os atacantes tricolores receberem bolas em liberdade. A imensa maioria partiu dos pés de Jadson. Osvaldo, que se mexeu mais pelos dois lados do que na época de Ney Franco, deu dois cruzamentos para Luis Fabiano, mas o jovem Gustavo Henrique se recuperou do espaço deixado, e travou o adversário.

Quando conseguiu se livrar dos defensores, o Fabuloso parou em Aranha, que antes já havia feito boa defesa em cabeçada de Rodrigo Caio. Cobrança de escanteio feita por Jadson, é claro, o único que, pelos primeiros 45 minutos, seria titular do Taiti sem contestações.

Com destaque para o duelo entre Galhardo e Juan, em que ninguém saiu ganhando, e a torcida saiu perdendo, a etapa inicial terminou com Lúcio marcando num dos maiores impedimentos de todos os tempos, em cobrança de falta de Rogério, e gritos são-paulinos pela volta de Muricy Ramalho.

Ganso São Paulo x Santos (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Ganso teve atuação apagada, enquanto Montillo deu assistência para gol (Foto: Marcos Ribolli)

Giva marca! E Cícero afunda

Até tu, Jadson? O melhor jogador do clássico recebeu um presente quase inacreditável depois que Lúcio deu dois chapéus, tabelou com Luis Fabiano e lançou o meia. O drible em Galhardo foi lindo, mas o chute passou muito perto do gol de Aranha.

O Santos voltou para o segundo tempo mais compacto no sistema defensivo, com os jogadores mais próximos, e com menos espaço. Faltava resolver o problema ofensivo. Neílton quase fez isso sozinho ao driblar Rodrigo Caio e Lúcio. Wellington, com um carrinho perigoso, mas providencial, acabou com a festa do menino que herdou a 11 de Neymar.

Mas quem resolveu mesmo foi Giva. Segundos depois de entrar no lugar de Willian José, ele correu para a área e completou cruzamento de Montillo. Cabeçada certeira, de fazer inveja aos outros atacantes que se cansaram de perder gols.

Em desvantagem, o interino Milton Cruz trocou Ganso, que não brilhou novamente, em posicionamento mais adiantado, e Denilson por Aloísio e Maicon, que costumam melhorar a equipe quando entram, mas estão sempre no banco. Não adiantou. O buraco entre a zaga e o resto do time do São Paulo aumentou, e o Santos se aproveitou bem. Montillo passou a participar mais da partida, que ficou sob controle.

Tão controlada que, em jogada parecida, cruzamento pela esquerda e cabeçada de dentro da área, Emerson achou Cícero, e o ex-tricolor fechou o placar. Totalmente sem força, os donos da casa nem sequer pressionaram. Totalmente satisfeitos, os visitantes tocaram pra lá e pra cá, gritaram olé, e deixaram a torcida esperançosa de uma campanha digna.

São Paulo 0 x 1 Goiás

Foram quatro longos anos até que Rodrigo conseguisse responder à polêmica saída. Campeão brasileiro em 2008, o zagueiro foi dispensado do São Paulo depois de sofrer uma embolia pulmonar. Hoje, virou algoz tricolor e herói esmeraldino. Graças a um gol dele de cabeça, o Goiás saiu do sufoco ao obter uma surpreendente vitória por 1 a 0 sobre o então líder do Campeonato Brasileiro, nesta quarta-feira, no Morumbi.

O São Paulo voltou a jogar mal como na Libertadores e não chegou ao milésimo gol em casa em Brasileiros – permanece com 999. O time errou demais na defesa, sobretudo o pentacampeão Lúcio, facilmente batido por Rodrigo no lance do gol. Os 8.892 torcedores não perdoaram: voltaram a pedir raça e reforços, exigiram o título nacional e gritaram pelo nome do técnico Muricy Ramalho, demitido do Santos na semana passada. Até a saída do presidente Juvenal Juvêncio foi pedida.

O Tricolor estacionou nos sete pontos e só volta a jogar no dia 12  de junho, quando enfrenta o Grêmio, às 22h, em Porto Alegre.

O triunfo, o primeiro no torneio, alivia a pressão sobre o Goiás, que até agora havia acumulado apenas dois empates e uma derrota no torneio – sobe agora para cinco pontos e se afasta da zona do rebaixamento. No domingo, enfrenta o Fluminense, às 18h30m, em Macaé, no Rio de Janeiro.

Goiás comemora gol sobre São Paulo (Foto: Marcos Bezerra/Agência Estado)
Jogadores do Goiás festejam gol: Rodrigo não comemorou (Foto: Marcos Bezerra/Agência Estado)

 

Tamanho não é documento…

Entra campeonato, sai campeonato, trocam-se os defensores, mas o São Paulo continua incorrigível nas bolas levantadas para a área. A zaga, que parecia melhorar neste início de Brasileirão, voltou a abusar dos erros, principalmente Lúcio, em péssima noite. Com um minuto, o pentacampeão, de 1,88m, perdeu pelo alto para Rodrigo, seis centímetros mais baixo, e viu o Goiás em vantagem. O defensor esmeraldino, bicampeão brasileiro pelo Tricolor, não comemorou.

O tempo de sobra para reagir permitiu que o São Paulo fizesse seu papel de mandante. O time controlou o jogo, teve chances, mas em nenhum momento exerceu uma forte pressão. Com Ganso discreto, Maicon foi o melhor, distribuindo bem o jogo e com um chute que parou no braço de William Matheus, ignorado pela arbitragem. Luis Fabiano e Douglas também chegaram com perigo, porém, erraram o alvo.

O Goiás, por pouco, não termina o primeiro tempo com um placar ainda mais favorável graças aos espaços dados pela defesa rival. Hugo, outro ex-Tricolor, venceu Rogério Ceni, mas as travas da chuteira de Douglas impediram que a bola entrasse. De frente para o goleiro, Araújo mandou para longe a última oportunidade.

Goiás segura vitória, e torcida tricolor protesta

Luis Fabiano - São Paulo x Goiás (Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net)
Luis Fabiano passa em branco no Morumbi(Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net)

O São Paulo voltou para a etapa final com uma substituição e três trocas de posições. Aloísio entrou no lugar de Douglas, passando Rodrigo Caio para a lateral direita e Maicon, para segundo volante. O time ganhou mais força na frente e só não empatou por um milagre de Renan após desvio de Juan quase dentro da pequena área.

O ímpeto, contudo, caiu rapidamente. O bom posicionamento ofensivo e as seguidas faltas para matar as jogadas impediram que o Goiás fosse sufocado. De quebra, a equipe do Centro-Oeste continuou sendo perigosa nos contra-ataques. Ramon acertou o ângulo em chute de fora da área, mas Rogério Ceni conseguiu espalmar para escanteio.

Com o time sem reação, Ney Franco voltou a mexer na lateral direita, com a entrada de Caramelo no lugar de Maicon. Silvinho também entrou em substituição a Juan. Nada mudou. O Goiás, bem fechado, segurou o jogo e praticamente não correu riscos.

A baixa produtividade do São Paulo irritou a torcida, que passou a protestar contra time, treinador e diretoria. Nos minutos finais, a equipe ainda tentou pressionar, mas muito pouco para quem sonha conquistar o sétimo titulo brasileiro.

Fabuloso não descarta saída: ‘Por enquanto, vou cumprir meu dever’

Atacante reprova declarações de Juvenal, não garante permanência no São Paulo e agradece apoio da torcida para que continue no clube

Luis Fabiano já não esconde – ficou muito incomodado com as declarações do presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, que admitiu recentemente a possibilidade de vendê-lo. No intervalo do amistoso contra o Londrina, no estádio do Café, no interior paranaense, o centroavante não descartou ir embora caso receba alguma oferta tentadora.

– As declarações pegaram um pouco de surpresa e agora a coisa está borbulhando. As coisas aconteceram um pouco forçadas pelas perguntas, não sei. Por enquanto, vou cumprir meu dever e vestir a camisa da mesma maneira – afirmou.

Luis Fabiano jogo São Paulo e Londrina (Foto: Agência Estado)
Luis Fabiano, no jogo do São Paulo contra o Londrina (Foto: Agência Estado)

Desde que o mandatário tricolor revelou a possível transferência, Luis Fabiano vem sendo bastante assediado até mesmo por clubes brasileiros. A direção, porém, não acredita que alguma equipe nacional consiga convencê-la a liberar um de seus principais jogadores. Com isso, apenas ofertas do mercado internacional seriam levadas em consideração.

– No futebol tudo pode acontecer, existem muitas coisas, interesses. A partida do momento que o jogador é colocado à venda, surgem coisas. Mas, por enquanto, estou aqui e vou honrar a camisa do São Paulo.

Em entrevista à rádio ESPN, antes do amistoso contra o Londrina, Juvenal mudou de postura e disse que não cogita vender Luis Fabiano.

O Fabuloso foi o jogador mais ovacionado pelos torcedores tricolores no estádio do Café. O jogador teve o nome gritado a todo momento e agradeceu ao incentivo recebido.

– Estou aqui por eles (torcedores). Quero até agradecer. Desde aquela fatídica entrevista, o apoio é incondicional. Existem os descontentes, jamais agradarei a todo mundo. Mas estou aqui pelos que acreditam em mim.