Seca e excesso de chuva ameaçam estoques de café no Espírito Santo

Enquanto o Espírito Santo tem seca, Minas sofre com excesso de chuvas.
Por conta dos extremos climáticos, qualidade da produção também caiu.

Bandeira do estado do Espírito Santo

A estiagem já provocou a perda de metade da safra do café conilon no Espírito Santo (Foto: Reprodução / TV Gazeta)

A estiagem no ES prejudica produção do café (Foto: Reprodução / TV Gazeta)

Uma combinação desastrosa de excesso de chuva em alguns estados produtores de café  e de seca extrema, em outros, tem acarretado na menor oferta dos grãos no país e já provoca disputa interna pelo produto na indústria. Em todo o país, os estoques de café  estão quase zerados.

“Estamos tendo uma dificuldade muito grande na aquisição da matéria-prima para abastecer as indústrias”, afirma Egídio Malanquini, presidente do Sindicato da Indústria do Café (Sincafé-ES).

A safra do arábica deve superar a do ano passado, mas as chuvas vão provocar uma quebra de qualidade de parte do produto. Já a produção do conilon despenca pelo segundo ano consecutivo nas duas principais regiões produtoras: Espírito Santo e Rondônia.

“O que mais preocupa é que havia uma forte expectativa de suprir a falta do conilon com a oferta do arábica, mas as regiões produtoras de arábica, como Minas Gerais, estão tendo excesso de chuva, ao contrário da seca no Espírito Santo”, explica Malanquini.

O presidente do Centro do Comércio de Café de Vitória (CCCV), Jorge Luiz Nicchio, acredita que a disputa pelo café é algo pontual. Ele prevê que, nos próximos dias, com o andamento da colheita em Minas Gerais, deve ter início a recuperação dos estoques para suprir o mercado interno.

“Esse momento é pontual. Como a produção mineira é muito grande, a oferta para a indústria deve aumentar nos próximos dias”.

Apesar do temor do desabastecimento, Egídio também acredita ser “prematuro” dizer que vai faltar café no mercado, mas ele aponta que as indústrias nacionais terão dificuldade para manter o volume de vendas, já que o preço do produto deve continuar a subir.

Só em 2015 a alta foi de 17% nas prateleiras do supermercado, enquanto neste ano o aumento é de 6%. “Com certeza quando você tem um aumento de custo, você vai ter um repasse para o consumidor”, assinala.

A baixa produção já provocou alta de 73% nos preços pagos pelo café conilon nos últimos 12 meses. No caso do arábica, a alta foi de 8% no período. Mesmo assim, esse aumento não tem sido a altura dos prejuízos sofridos pelos produtores.

“O que mais nos preocupa são os municípios do interior, quem em sua maioria tem a economia centrada na cafeicultura”, frisa Egídio.

Em 2016, a perda da produtividade também já interferiu na exportação, que teve queda de 17% em maio. “2014 foi um ano muito bom de produção no Estado. Esse café , que estava armazenado pelo produtor, foi colocado no mercado externo por causa da desvalorização do real frente ao dólar. Agora estamos com um estoque remanescente muito baixo”, completa Nicchio.

Produção tem queda de 50%
O Centro do Comércio de Café de Vitória estima que a queda na produção de café conilon do Estado deva chegar a 50%, em 2016, em relação à sua capacidade produtiva. Além do menor volume de grãos colhidos nas lavouras, o café está chegando às processadoras com qualidade inferior e com menor capacidade de rendimento no memento da pilagem.

Nas alturas
As dificuldades de acesso ao crédito, apontadas por 36% dos clientes do comércio de Vitória, continuam no governo Temer. A Selic não mudou. Por óbvio, a taxa básica de juros em 14,25% afeta o crediário. O reflexo se vê em pesquisa da Fecomércio-ES: 74% dos clientes consideram o cenário inadequado para comprar bens duráveis.

Custo do conilon
Pela primeira vez, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apurará o custo da produção do café conilon no maior produtor do país, o Espírito Santo. As pesquisas, iniciadas nesta semana, se restringirão ao município de Jaguaré – destaque nacional em conilon.

Preço mínimo
Os relatórios sobre custos de produção do conilon englobam mais de 300 itens. Investigam preparo de solo, plantio, adubação, tratos culturais, mecanização etc. Os valores servirão de base para o cálculo do preço mínimo fixado pela Conab. Produtores esperam patamares mais realistas.

Guerra dos custos
O Conselho Nacional do Café faz duras críticas aos desembolsos dos produtores causados pelas legislações ambiental e trabalhista. “Vietnã – segundo maior produtor mundial de   café  –, Indonésia e Colômbia, que não possuem nenhuma legislação ambiental ou social, são concorrentes do Brasil com um custo infinitamente menor“, diz o boletim da CNC. Na verdade, produzir no Brasil é muito caro. Seja no campo, na indústria ou nos serviços.

 

G1.COM.BR

Operários se agridem com pá e cano e acabam presos em Porto Velho

Briga teria começado do nada, segundo narraram os dois envolvidos.
Um dos operários diz ter sido agredido sem motivo com uma pá.

Bandeira do estado de Rondônia

Dois homens, que estariam trabalhando em uma obra de Porto Velho, foram presos nesta sexta-feira (2) depois de se agredirem com uma pá e um pedaço de cano. Um dos envolvidos é haitiano. À Polícia Militar (PM), ele teria dito que reagiu a agressão com o cano porque foi atacado com uma pá pelo suspeito, sem nenhum motivo. Ele sofreu cortes no rosto e em um dos braços, tendo que ser socorrido a Unidade de Porto Atendimento (UPA) da Zona Leste.

Segundo consta no boletim de ocorrência, a confusão aconteceu dentro de uma construção, nas imediações da Avenida Rio Madeira com Tiradentes, no Bairro Embratel.

Os dois homens estavam em horário de almoço quando a briga teve início. O operário agredido com o cano alegou que caminhava ao lado do colega, quando esse o atacou desferindo golpes em sua cabeça, então teria revidado à agressão com uma pá.

A PM foi acionada e ouviu a versão dos dois trabalhadores. Como cada um alegou legitima defesa, o caso foi parar na Central de Polícia, onde a dupla acabou autuada em flagrante por lesão corporal recíproca.

 

G1.COM.BR

Após 4 dias, travessia de turistas é liberada entre Guajará-Mirim e Bolívia

Transporte de cargas e passageiros foi normalizado na fronteira.
Cerca de 2 mil pessoas passam pelo local diariamente, diz Porto Oficial.

Bandeira do estado de Rondônia

Depois de quatro dias de interdição, a travessia de turistas brasileiros e bolivianos foi liberada no início da tarde de quarta-feira (1), nos Portos Oficiais de Guayaramerín (Bolívia) e Guajará-Mirim(RO), a cerca de 330 quilômetros de Porto Velho. O acesso ao Porto Boliviano havia sido suspenso desde o último sábado (28) como forma de protesto pela falta de energia elétrica e o racionamento geral no município boliviano.

De acordo com o Consulado Boliviano no Brasil, a liberação aconteceu por volta das 14h, após uma reunião entre autoridades bolivianas sobre a crise no setor energético de Guayaramerín. Na reunião foi estipulado um prazo de sete dias para que o problema do racionamento seja resolvido, caso contrário há possibilidade de uma nova paralisação.

Ainda de acordo com o Consulado, as aulas nas escolas estão acontecendo normalmente e os postos de combustíveis reabriram, além do tráfego nas rodovias e aeroportos que também já foram normalizados em Guayaramerín.

porto de guajará-mirim (Foto: Júnior Freitas/G1)
Porto de guajará-mirim (Foto: Júnior Freitas/G1)

Com a paralisação ocorrida, o comércio local registrou queda de 80% nas vendas, além de acúmulo de cargas das empresas brasileiras que exportam para a Bolívia. Segundo a direção da única empresa responsável pelo transporte fluvial em Guajará-Mirim, os prejuízos chegaram a R$ 40 mil, pois diariamente são transportadas cerca de 2 mil passageiros.

A intervenção parcial iniciou no sábado (28), mas ainda existia a possibilidade de brasileiros que estavam na Bolívia retornarem e de bolivianos que estavam no Brasil também voltarem ao seu país, mediante apresentação de documento de identidade. Já no domingo (29) o acesso foi totalmente bloqueado e ninguém estava autorizado a cruzar o Rio Mamoré para o país vizinho, o que gerou desconforto para moradores e turistas.

Na manhã desta quinta-feira (2), o transporte de cargas e passageiros voltou a funcionar normalmente nos dois portos. Para a doméstica Lidiane Araújo Freitas, a liberação veio em boa hora, pois uma vez por mês necessita ir até uma farmácia de Guayaramerín para comprar um remédio para a mãe, de 54 anos.

“Minha mãe tem que tomar esse medicamente e lá é mais barato, enquanto lá custa R$ 22, aqui eu pagaria R$ 60, então vale a pena. Ainda bem que já liberaram, senão ia ficar complicado para eu conseguir atravessar, esperamos que isso não volte a ocorrer, senão vai nos prejudicar muito”, conta.

Já o estudante de administração e representante comercial Odair Caballera, de 24 anos, necessita cruzar o Rio Mamoré diariamente para fazer vendas e o estágio do curso em Guayaramerín. O jovem universitário ficou satisfeito com a notícia, apesar de manter a desconfiança de que o Porto Oficial boliviano possa ser fechado de novo.

“Fiquei praticamente uma semana sem poder cruzar e perdi alguns estágios. Isso me gerou um contratempo muito grande, mas eu sabia que uma hora ou outra ia ser liberado. Vou tratar de aproveitar o resto da semana para resolver os meus assuntos e deixar tudo em dia, pois a gente nunca sabe o dia de amanhã, vai que fecham de novo”, declarou o rapaz.

 

G1.COM.BR

Agricultor captura jaguatirica após montar armadilha no quintal, em Rondônia

Segundo polícia, sitiante colocou gaiola após animal comer suínos.
Armadilha foi feita usando carretinha de moto e caneca de alumínio.

Bandeira do estado de Rondônia

Após cair em armadilha, animal foi levado pela Polícia Ambiental (Foto: Alto Alegre/ Reprodução)
Após cair em armadilha, animal foi levado pela Polícia Ambiental
(Foto: Alto Alegre/ Reprodução)

Uma jaguatirica foi capturada em uma armadilha montada por um agricultor de Alto Alegre dos Parecis (RO), na região da Zona da Mata. De acordo com a Polícia Militar Ambiental (PMA), o sitiante percebeu que os porcos e galinhas da propriedade estavam sumindo. Desconfiado que algum animal silvestre estivesse comendo a criação, ele decidiu montar uma armadilha no quintal. Para a surpresa, no início da semana o felino foi capturado pela gaiola.

Conforme a PMA, o animal chegou a ser confundido com uma onça-pintada. De acordo com o jornalista João Pinheiro, que foi acompanhar o resgate, o agricultor ligou na manhã da terça-feira (31) avisando que havia capturado uma onça pintada e que era para ele ir até o sitio tirar umas fotos do bicho.

“Quando cheguei à propriedade, que fica a cerca de 30 quilômetros do perímetro urbano e próximo de uma reserva de mata, ele me disse que resolveu fazer uma armadilha do tipo arapuca, usando a carretinha de sua moto. Como isca, utilizou uma galinha.  Para descobrir o momento em que o animal entraria na gaiola colocou uma corda com um caneco para fazer barulho”, contou o jornalista.

Pouco depois de preparar a armadinha, o agricultor escutou o barulho do animal sendo capturado. Com isso, correu para saber de que bicho se tratava. Quando chegou ao local, levou um grande susto ao descobrir que era a jaguatirica.

Ainda na terça-feira, o agricultor ligou para a Polícia Militar Ambiental em Alta Floresta D’Oeste (RO), que recolheu o animal e encaminhou para uma clínica veterinária em Rolim de Moura (RO), onde passou por exames. O animal deve ser solto na floresta nos próximos dias.

 

G1.COM.BR

Cabeça de bezerro de aptidão leiteira custa, em média, R$ 764,17, em Rondônia

Confira a cotação de alguns produtos agrícolas em municípios do estado.
Valores se referem a preços pagos diretamente ao produtor, diz Emater.

Bandeira do estado de Rondônia

A Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) realizou, entre os dias 16 a 20 de maio, a pesquisa de preços dos produtos agrícolas vendidos no estado. A cotação se refere ao valor pago diretamente ao produtor agrícola, nas unidades produtivas.

Confira abaixo a lista de alguns itens:

Preço Bezerro GRU (Foto: Reprodução / Globo Rural)
Cabeça de bezerro de aptidão leiteira custa
R$ 700,00 em Jaru  (Foto Reprodução/Globo Rural)

–  Bezerro de aptidão leiteira (cabeça)
Preço médio: R$ 764,17
Porto Velho: R$ 800,00
Guajará-Mirim: R$ 800,00
Ariquemes:  R$ 750,00
Jaru: R$ 700,00
Rolim de Moura: R$ 700,00
Machadinho D’Oeste: R$ 750,00
Ouro Preto do Oeste: cotação não divulgada
Ji-Paraná: R$ 700,00
Colorado do Oeste: R$ 750,00
São Miguel do Guaporé: R$ 870,00
Costa Marques: R$ 750,00
Cacoal: R$ 800,00
Vilhena: R$ 800,00
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Embrapa realiza pesquisa para controlar verminoses em ovinos (Foto: Reprodução/TV Morena)
Quilo de carne ovina custa R$ 4,50 em Ariquemes
(Foto: Reprodução/TV Morena)

– Ovino (quilo)
Preço médio: R$ 7,28
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: cotação não divulgada
Ariquemes: R$ 7,50
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: cotação não divulgada
Machadinho D’Oeste: R$ 6,80
Ouro Preto do Oeste: R$ 7,00
Ji-Paraná: cotação não divulgada
Colorado do Oeste: cotação não divulgada
São Miguel do Guaporé: R$ 7,10
Costa Marques: cotação não divulgada
Cacoal: R$ 8,00
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Mandioca Globo Repórter (Foto: Reprodução TV Globo)
Quilo da mandioca custa R$ 1,20 em Vilhena
(Foto: Reprodução TV Globo)

– Mandioca de mesa (quilo)
Preço médio: R$ 1,23
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: R$ 1,20
Ariquemes: R$ 1,00
Jaru: R$ 1,20
Rolim de Moura: cotação não divulgada
Machadinho D’Oeste: R$ 1,70
Ouro Preto do Oeste: R$ 1,00
Ji-Paraná: R$ 1,00
Colorado do Oeste: R$ 1,15
São Miguel do Guaporé: R$ 1,60
Costa Marques: R$ 1,50
Cacoal: R$ 1,00
Vilhena: R$ 1,20
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Nutricionista ensina a preparar creme de mamão, em Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Caixa com 20 quilos de mamão custa R$ 20,00 em
Ouro Preto do Oeste
(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

– Mamão (caixa com 20 quilos)
Preço médio: R$ 20,50
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: R$ 22,00
Ariquemes: cotação não divulgada
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: cotação não divulgada
Machadinho D’Oeste: R$ 20,00
Ouro Preto do Oeste: R$ 20,00
Ji-Paraná cotação não divulgada
Colorado do Oeste: cotação não divulgada
São Miguel do Guaporé: cotação não divulgada
Costa Marques: cotação não divulgada
Cacoal: R$ 20,00
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

G1.COM.BR

Cabeça de galinha caipira custa, em média, por R$ 19,50 em Rondônia

Confira a cotação de alguns produtos agrícolas em municípios do estado.
Valores se referem a preços pagos diretamente ao produtor, diz Emater.

A Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) realizou, entre os dias  16 a 20 de maio, a pesquisa de preços dos produtos agrícolas vendidos no estado. A cotação se refere ao valor pago diretamente ao produtor agrícola, nas unidades produtivas.

Confira abaixo a lista de alguns itens:

galinha (Foto: Reprodução/TV Gazeta)
Cabeça de galinha caipira custa R$ 20,00 em
Ariquemes(Foto: Reprodução/TV Gazeta)

–  Galinha Caipira (cabeça)
Preço médio: R$ 19,00
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: cotação não divulgada
Ariquemes:  R$ 20,00
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: R$ 20,00
Machadinho D’Oeste: R$ 18,00
Ouro Preto do Oeste: R$ 20,00
Ji-Paraná: R$ 20,00
Colorado do Oeste: R$ 22,00
São Miguel do Guaporé: R$ 20,00
Costa Marques: cotação não divulgada
Cacoal: R$ 16,00
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Milho  (Foto: Reprodução/RBS TV)
Saca de milho custa R$ 35,00 em Rolim de Moura
(Foto: Reprodução/RBS TV)

– Milho em grãos (saca de 50 quilos)
Preço médio: R$ 33,50
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: cotação não divulgada
Ariquemes: cotação não divulgada
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: R$ 35,00
Machadinho D’Oeste: R$ 32,00
Ouro Preto do Oeste: cotação não divulgada
Ji-Paraná: cotação não divulgada
Colorado do Oeste: cotação não divulgada
São Miguel do Guaporé: cotação não divulgada
Costa Marques: cotação não divulgada
Cacoal: cotação não divulgada
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Colheita do abacaxi este ano deve ser recorde em Turiaçu (Foto: Reprodução/TV Mirante)
Unidade do abacaxi custa R$ 1,00 em Cacoal
(Foto: Reprodução/TV Mirante)

– Abacaxi (unidade)
Preço médio: R$1,32
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: cotação não divulgada
Ariquemes: R$ 1,80
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: R$ 1,50
Machadinho D’Oeste: R$ 1,50
Ouro Preto do Oeste: cotação não divulgada
Ji-Paraná: cotação não divulgada
Colorado do Oeste: cotação não divulgada
São Miguel do Guaporé: cotação não divulgada
Costa Marques: R$ 1,00
Cacoal: R$ 1,00
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Cada urucum produz aproximadamente 15 quilos de sementes (Foto: Reprodução/ TV TEM)
Quilo do urucum custa R$ 4,10 em Colorado do
Oeste (Foto: Reprodução/ TV TEM)

– Urucum em grãos (quilo)
Preço médio: R$ 3,88
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: cotação não divulgada
Ariquemes: R$ 4,00
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: cotação não divulgada
Machadinho D’Oeste: cotação não divulgada
Ouro Preto do Oeste: cotação não divulgada
Ji-Paraná cotação não divulgada
Colorado do Oeste: R$ 4,10
São Miguel do Guaporé: R$ 3,80
Costa Marques: R$ 4,00
Cacoal: cotação não divulgada
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

 

G1.COM.BR

Taxa de coleta de lixo vai aumentar 3% em Vilhena, RO, segundo Saae

Valor da taxa, que era R$ 5,45, passa para R$ 6,24.
Conforme autarquia, atualização é estabelecida por decreto municipal.

Bandeira do estado de Rondônia

A taxa de coleta do lixo de Vilhena (RO) sofrerá reajuste de 3%, segundo informou o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae), na região do Cone Sul. De acordo com a autarquia, a ação se deve por causa de uma atualização anual da Unidade Padrão Fiscal Municipal (UPFM), definida pelo decreto 32.932/2016.

A UPMF é cobrada desde setembro de 2014 junto com a conta mensal de fornecimento de água. Nos últimos dois anos não houve reajuste no valor, mas agora o valor passará de R$5,45 para R$6,24.

Conforme o Saee, a conta de água permanece com a taxa mínima de R$ 26,45, não sofrendo alterações como da taxa de recolhimento de lixo.

 

G1.COM.BR

Mulher é presa ao tentar entrar com celular no Urso Panda em Porto Velho

Aparelho e chips estavam escondidos dentro de um sandália da suspeita.
Agentes penitenciários prenderam a mulher durante revista pessoal.

Bandeira do estado de Rondônia

Detentos tentam fugir  do presídio Urso Panda, em Porto Velho (Foto: Rede Amazônica/Reprodução)

Mulher tentou entrar com um celular no presídio
Urso Panda, (Foto: Rede Amazônica/Reprodução)

Uma mulher de 31 anos foi presa após tentar entrar com um celular e chips na Penitenciária Edvan Mariano Rosendo (Urso Panda) na manhã deste sábado (21) em Porto Velho. De acordo com agentes penitenciários a mulher foi presa após revista de rotina.

Os agentes revistaram a mulher e logo depois sua sandália arrebentou. Foi quando encontarram o aparelho celular com dois chips, um cartão de memória e uma bateria estavam escondidos dentro do calçado. A mulher estava indo visitar um reeducando na penitenciária.

Os agentes penitenciários encaminharam a mulher para Central de Flagrantes para prestar depoimento. Ela não disse o motivo de estar levando os objetos.

 

G1.COM.BR

Salário comercial no interior de Rondônia aumenta 10,1% e chega a R$ 965

Empresas que aderiram ao Repis têm reajuste menor, valor é de R$ 900.
Na capital, o reajuste será discutido em fevereiro, segundo a Fecomércio.

Bandeira do estado de Rondônia

Economistas dizem que 13° pode ser usado para pagar contas (Foto: Jonatas Boni/ G1)

Salário comercial de R$ 965 é válido para o interior
do estado (Foto: Jonatas Boni/ G1)

Entrou em vigor na última sexta-feira (1º) o salário comercial de R$ 965. De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO), o valor é 10,1% maior do que em relação a 2015, de R$ 876, e é válido para todos os municípios do interior do estado.

A quantia foi definida após convenção realizada entre o Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Bens e Serviços de Rondônia (Sitracom-RO), a (Fecomércio-RO) e sindicatos representantes das categorias.

Para as empresas que aderirem ao Regime Especial de Piso Salarial (Repis), o salário será de R$ 900 mensais para estabelecimentos que tenham até 10 empregados. Os trabalhadores que ganham acima do piso definido, devem ter reajuste de 9%.

A coordenadora sindical da Fecomércio, Rosalva Ferreira, explica que em 2015 os valores para interior e capital ficaram definidos em R$ 815 mensais, para empresas que aderiram ao Repis. “A diferença salarial é uma forma de incentivo as micro e pequenas empresas de garantirem a sobrevivência e manutenção dessas vagas de emprego”, diz.

Conforme o Sitracom-RO, durante a convenção ficou definida multa de quatro pisos salariais, R$ 3.860,00, para as empresas que descumprirem o valor acordado.

Capital
Rosalva Ferreira conta que os valores para a capital ainda serão debatidos. “O reajuste para quem trabalha em Porto Velho deve permanecer o mesmo, mas ainda será concedido após a convenção sindical, com o sindicato da categoria da capital, que acontece dia 1º de fevereiro”, informa.

A coordenadora alega que o reajuste, às vezes, varia da capital para os demais municípios devido o Índice de Preço de Consumidor (INPC) que, segundo ela, pode variar da por causa da data em que é realizada a convenção.

Salário mínimo
Também no dia 1° de janeiro passou a vigorar em todo o território nacional o salário mínimo de R$ 880. Quase 11,6% a mais que o valor de 2015, de R$ 788,06. O reajuste, com pagamento em fevereiro, representará o incremento de R$ 51,5 bilhões na renda dos trabalhadores, segundo o Ministério do Trabalho. O impacto total do reajuste custará R$ 30,2 bilhões para as contas do governo federal.

 

G1.COM.BR

Cachorro que teve focinho arrancado é adotado: ‘ele é muito vivo’, diz dona

Poodle teve focinho cortado após fugir para a rua, em Porto Velho.
Ao ver foto de Théo, médica de RO foi até a clínica e adotou cão.

Bandeira do estado de Rondônia

Larissa adotou Théo em outubro deste ano, após ver foto do cachorro mal tratado em rede social (Foto: Mary Porfiro/G1)
Larissa adotou Théo após ver foto do cachorro maltratado em rede social (Foto: Mary Porfiro/G1)

Após ver a foto de um cachorro com o focinho dilacerado, publicada em uma rede social, a médica Larissa Tames não pensou duas vezes no que deveria ser feito: a adoção. Moradora de Porto Velho, Larissa conta que a ex-dona do poodle o abandonou depois que ele teve o focinho cortado enquanto andava sozinho na rua, em setembro. Desde que foi atacado, Théo passou por cinco cirurgias de reconstrução facial e hoje tenta se adaptar com a nova rotina. “Ele come papinha e coisas moles. Ele é muito vivo”, diz.

Em entrevista ao G1, Larissa relembra o exato momento em que se encantou por Théo. “Vi a foto no Facebook com o focinho cortado e liguei pra minha mãe chorando muito, falando que precisávamos ajudar aquele cachorro. Procuramos a clínica onde estava internado e descobrimos que as despesas da primeira cirurgia já estavam pagas, então deixamos nossa ajuda em papinha, porque ele não estava se alimentando com outra coisa. Desde então comecei a acompanhar o caso do Théo e descobri que a dona não o queria mais”, relembra.

Larissa conta que logo depois a ex-dona de Théo a procurou pedindo para que ela o adotasse, alegando que trabalhava o dia inteiro e não poderia dar os cuidados especiais ao animal.

A mãe de Larissa, Gabriela Tamis, diz que ajudou de imediato, mas ficou receosa quando a filha decidiu levar o cachorro para casa. “Quando ela me pediu eu relutei. Fiquei muito chocada com o caso dele e queria conseguir um lugar legal pra ele. O combinado foi que ele ficasse aqui em casa apenas dois dias. Mas os dois dias foram suficientes para que ele não saísse mais daqui. Ele nos conquistou”, afirmou Gabriela.

Além de Théo, a família de Larissa possui Jolie, uma shitzu que também foi adotada quando tinha um ano e meio. Jolie ainda não se acostumou a dividir a atenção da casa com o novo filhote. Théo foi castrado há pouco mais de um mês e fica separado de Jolie porque é necessário um tempo maior para a recupeação das cirurgias.

Larrisa ao lado do noivo Lucas, com os cachorros Jolie e Théo (Foto: Mary Porfiro/G1)
Larrisa ao lado do noivo Lucas, com os cachorros
Jolie e Théo (Foto: Mary Porfiro/G1)

De acordo com Larissa, Théo ainda precisa de uma atenção especial, principalmente na hora da alimentação. Somente ração de filhote, por ser mais macia, e pedaços de carnes pequenos fazem parte do cardápio. Algumas refeições são trituradas e dadas para o animal.

“Sempre me perguntam se ele bebe água exageradamente por ficar com a língua exposta, mas não. Ele bebe bastante água como um cachorro que brinca muito. Na alimentação damos carne moída, papinha e coisas mais macias e pequenas”, diz a médica.

Reação das pessoas
Sempre que a família leva Théo para passear, algumas pessoas estranham ao ver que ele não possui focinho. “Passeamos todos os dias porque se não ele morre de chorar. As pessoas ficam impressionadas e muitas vezes geram uma comoção, porque nós deduzimos que foram pessoas que o maltrataram e sempre perguntam a história do Théo. As crianças aceitam muito melhor que os adultos”, conta Gabriela, mãe de Larissa.

Segundo Larissa, cada dia ela fica mais encantada com a força de vontade de Théo para viver alegre e resistir as dores das cirurgias. “Ele é muito vivo e tem muita força. Ele aprende rápido, vai se adaptando. Não tem dificuldade pra nada e isso dele é incrível”, diz.

Maus-tratos
A antiga dona de Théo disse a Larissa que o poodle tem seis meses, mas segundo o veterinário que cuida de Théo, ele tem entre 1 e 2 anos, porque um cachorro de seis meses possui a arcada incompleta, bem diferente de Théo, que tem a arcada dentária definitiva.

Théo passou por cinco cirurgias após perder o focinho (Foto: Mary Porfiro/G1)
Théo passou por cinco cirurgias após perder o focinho (Foto: Mary Porfiro/G1)

A história contada para a família foi de que a antiga dona estava trabalhando e, quando chegou em casa, não encontrou Théo. Ao sair pelas ruas para procurá-lo, o encontrou ensanguentado e com o focinho pendurado.

 

G1.COM.BR