Figueirense 3 x 1 Londrina

O JOGO

XÔ, JEJUM

Figueirense e Londrina entraram pressionados pelos resultados ruins nos últimos jogos. Melhor para o time catarinense,  que venceu por 3 a 1, em casa, pela 11ª rodada da Série B do Brasileiro. Zé Antônio (em bela cobrança de falta), Henan e Robinho (de pênalti) decretaram a vitória alvinegra – Jonatas Belusso ainda descontou para o Tubarão. Com o resultado, o Figueira quebrou um jejum de oito jogos e saiu da zona de rebaixamento. O Londrina completa o terceiro jogo sem vencer.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

O Figueirense começou o jogo de forma intensa e colocando a bola na rede do Londrina duas vezes em cinco minutos. Na primeira delas, Marquinhos cabeceou após cobrança de escanteio e o árbitro apontou o impedimento. Em seguida, Zé Antônio mandou uma bomba em cobrança de falta e acertou o ângulo. Um golaço.

Jonatas Belusso quase empatou no lance seguinte, mas a bola parou no travessão de Thiago Rodrigues. Robinho e Marco Antônio também tentaram e ficaram no quase em duas boas defesas do goleiro César. Depois disso, boas jogadas, mas nada que levasse mais perigo às duas metas até o apito final.

DESTAQUE

SEGUNDO TEMPO

Na volta do intervalo, o Figueirense dominou as principais jogadas. As boas investidas de Marquinhos e Zé Antônio passaram perto, diferente do chute de Henan, que foi direto na rede do Londrina: 2 a 0. Gol que saiu logo após a expulsão de Ayrton. O lateral cometeu falta em Dudu e recebeu o vermelho direto.

Mesmo com um a menos, o Londrina não desistiu e esboçou reação. Artilheiro da Série B 2017, Jonatas Belusso aproveitou o desvio de Matheus na área, tocou para o fundo das redes e marcou o seu oitavo gol no campeonato. Porém, em noite inspirada, o Figueirense ainda fez mais um, com Robinho, em cobrança de pênalti, decretando a vitória do time da casa: 3 a 1.

DESTAQUE

COMO FICA

O resultado positivo tirou o Alvinegro provisoriamente da zona de rebaixamento. Da 19ª posição, o Figueirense pulou para 15º, mas pode voltar ao Z-4 até o fechamento da rodada, no sábado. O Londrina cai para em 13ª posição, ainda com 13 pontos.

DESTAQUE

PRÓXIMA RODADA

Na próxima rodada, a 12ª da Série B, o Londrina entra em campo na terça-feira, 4 de julho, às 19h15, contra o Paysandu, no Mangueirão. O Figueira terá um tempo maior de preparação antes de enfrentar o Ceará. O duelo de alvinegros está marcado para o dia 8 de julho, às 16h30, em Florianópolis.

 

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Figueirense 2 x 3 Boa Esporte

O JOGO

GOLS SÓ NO PRIMEIRO TEMPO

As duas equipes mostraram todo o arsenal de gols no primeiro tempo e balançaram a rede cinco vezes. Melhor para o Luverdense, que marcou três vezes e venceu o Figueirense por 3 a 2, no Orlando Scarpelli, pela 9ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O time mato-grossense deixa a zona de rebaixamento e joga o Figueira para a vice-lanterna. Os gols do visitante foram marcados por Ricardo, Rafael Silva e Rafael Ratão. Pelo lado Alvinegro, Joãozinho e Robinho descontaram.

DESTAQUE

“CHUVA DE GOLS”

O primeiro tempo foi repleto de chances claras e bola na rede. Os dois times precisavam da vitória e partiram para cima. Logo aos 5 minutos, Ricardo acertou um belo chute de fora da área e abriu o placar para o Luverdense. Três minutos depois Joãozinho aproveitou rebote do goleiro Diogo Silva e empatou. Aos 39 minutos, o Verdão do Norte voltou a ficar à frente do placar com Rafael Silva. Três minutos depois, Robinho cobrou falta com categoria e empatou novamente. Antes do fim do primeiro tempo, Rafael Ratão deixou os visitantes em vantagem novamente.

DESTAQUE

DESESPERO ALVINEGRO

O segundo tempo foi marcado pela intranquilidade do Figueirense, que estava atrás no placar e buscava o gol a todo o custo. O Luverdense se postou na defesa e viu o time adversário tentar lançamentos longos e cruzamentos na área, mas sempre a zaga do Verdão do Norte cortava. O tempo passou o time mato-grossense comemorou a primeira vitória fora de casa.

DESTAQUE

NOME DO JOGO

O volante Ricardo marcou um belo gol de fora da área no começo do jogo. No lance do segundo gol do time mato-grossense ele deu um chapeu no adversário e deixou Rafael Silva livre para marcar o segundo. O volante artilheiro já tem oito gols na temporada e todos em finalizações de fora da área.

DESTAQUE

SITUAÇÃO

Com a vitória, o Luverdense chega aos 11 pontos e deixa a zona de rebaixamento. O Verdão do Norte sobe para a 16ª colocação, mas aguarda o término da rodada. O Figueirense estacionou nos oito pontos e caiu para a vice-lanterna da Série B.

DESTAQUE

SITUAÇÃO

Com a vitória, o Luverdense chega aos 11 pontos e deixa a zona de rebaixamento. O Verdão do Norte sobe para a 16ª colocação, mas aguarda o término da rodada. O Figueirense estacionou nos oito pontos e caiu para a vice-lanterna da Série B.

 

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Cruzeiro 3 x 3 Grêmio

O JOGO

JOGÃO!

Cruzeiro e Grêmio fizeram uma partida que talvez se torne inesquecível daqui há algum tempo. Em um jogo de muita ofensividade e cheio de reviravoltas, o Tricolor gaúcho não conseguiu a vitória que tanto buscava para assumir a liderança do Campeonato Brasileiro, nem a Raposa conseguiu o resultado que a colocaria no G-6. O 3 a 3, entretanto, encheu os olhos de quem acompanhou a partida, mas ficou com um gostinho melhor para o time mineiro, que chegou a estar perdendo por 2 a 0. Os gols do Grêmio saíram com Everton, Michel e Ramiro. O Tricolor continua na segunda colocação, agora com 19 pontos, um a menos que o líder Corinthians. Thiago Neves, Rafael Sobis e Robinho buscaram o empate para a Raposa, agora com 11 pontos, na oitava colocação.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

O Cruzeiro começou em cima na partida, tentando fazer valer o mando de campo, mas com pouca precisão. O Grêmio buscava os contra-ataques com Luan e Pedro Rocha. Alisson, aos quatro, foi quem chegou com mais perigo, acertando a trave de Marcelo Grohe. Aos 15, porém, o Grêmio mostrou o porquê de estar bem na tabela. Em cobrança de escanteio, Kannemann desviou, a bola bateu na trave, e Everton aproveitou o rebote para marcar o primeiro gol. O Cruzeiro sentiu pouco o gol sofrido e foi para cima. Thiago Neves e Rafael Sobis levaram perigo com chutes de fora. Aos 41, outro baque: após reclamação, Mano Menezes foi expulso do jogo. No lance seguinte, o segundo gremista. Luan cruzou na área, Everton recebeu e chutou cruzado para Michel completar para o gol. Não deu tempo do Tricolor comemorar. Aos 45, Kannemann afastou mal a bola, e Thiago Neves aproveitou para diminuir. Jogo ainda vivo e muita reclamação dos cruzeirenses na saída de campo.

DESTAQUE

SEGUNDO TEMPO

O segundo tempo voltou como o primeiro: agitado. O Cruzeiro agitou as arquibancadas logo aos dois minutos. Rafael Sobis recebeu na área passe de Thiago Neves e chutou cruzado, empatando a partida. O Cruzeiro foi para cima em busca de uma virada que entraria para a história. Mas descuidou na retaguarda e sofreu o terceiro. Pedro Rocha partiu com velocidade, invadiu a área e chutou. Fábio espalmou, e Ramiro empurrou para o gol. Mas o Cruzeiro não desistia. Foi para cima e, três minutos depois, empatou de novo o jogo. Robinho triangulou com Sobis e Thiago Neves e chutou, balançando as redes de Marcelo Grohe: 3 a 3. As duas equipes mantiveram a postura ofensiva na partida e procurando o gol. Fábio ainda fez uma boa defesa em cabeceio de Everton na grande área. O Tricolor gaúcho mostrou-se melhor até o fim da partida, em busca do quatro gol que lhe garantiria a liderança, mas foi impedido pela bravura cruzeirense no Mineirão. A Raposa deu último toque especial à partida, levantando o torcedor com uma bola no travessão de Elber, já nos acréscimos.

DESTAQUE

AGORA SIM, DUPLA!

Thiago Neves e Rafael Sobis foram duas das principais contratações recentes do Cruzeiro. Até pelo que os dois jogadores já fizeram no futebol, a torcida celeste deposita muita confiança neles. Tiveram momentos de altos e baixos, bons jogos, outros nem tanto, mas hoje foram, juntos, a dupla que os cruzeirenses querem ver. Thiago Neves guardou o dele e deu assistência para o gol de Sobis, que também foi muito bem no jogo. Com eles, certamente, a Raposa é mais forte.

DESTAQUE

VISITANTE INDIGESTO

O Grêmio de Renato Portaluppi tem se mostrado um visitante dificílimo de ser batido. Também por isso é vice-líder do Brasileirão, com 19 pontos, um a menos que o líder Corinthians. O Tricolor já disputou cinco jogos longe de Porto Alegre. Perdeu apenas um, para o Sport, em outro jogão: 4 a 3. Ganhou da Chapecoense, do Fluminense e do Atlético-PR e empatou com o Cruzeiro.

DESTAQUE

AGENDA

Na próxima quinta-feira, as duas equipes voltam a campo pela nona rodada do Brasileiro. O Cruzeiro enfrenta a Ponte Preta, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, às 19h30 (de Brasília). Já o Grêmio, após dois jogos fora, encara o Coritiba, às 21h, na Arena do Grêmio.

 

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ABC 2 x 2 Figueirense

O JOGO

Sem perder em casa desde março de 2016, o ABC precisou suar para não perder a invencibilidade neste sábado. O Figueirense esteve por duas vezes à frente do placar no Frasqueirão, mas o Mais Querido buscou a igualdade e garantiu o 2 a 2 (gols de Filipe e Dalberto para o time potiguar e de Robinho e Henan para os catarinenses). O resultado, no entanto, não foi bom para nenhum dos dois times ao fim da sexta rodada da Série B, uma vez que o G-4 fica um pouco mais distante.

DESTAQUE

NA TABELA

O empate deixa o ABC com nove pontos e faz a equipe perder uma posição na classificação – agora é o 8º colocado. O Figueirense chega a 7 e está no 14º lugar.

DESTAQUE

PRÓXIMOS CONFRONTOS

ABC e Figueirense voltam a jogar na próxima terça-feira, 20h30. Fora de casa, o Mais Querido visita o líder Juventude. No Orlando Scarpelli, o Furacão recebe o rival Criciúma, em um duelo regional.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

ABC e Figueirense começaram em alta intensidade, com chances de gol desde os primeiros minutos. Mas foi o Figueirense que balançou a rede primeiro, aos seis, com Robinho.  Apesar de ter sofrido o revés, o Mais Querido chegou ao empate aos 14 minutos, depois de uma falta cobrada por Erivélton na cabeça do zagueiro Filipe.

Aos 27 minutos. Joãozinho fez jogada pela esquerda, se livrou da marcação abecedista e deu o passe em profundidade para o atacante Henan, que driblou o goleiro Edson e bateu ao gol. No entanto, enquanto os jogadores do Figueirense comemoravam a virada, o elenco do ABC foi reclamar com o árbitro pernambucano Nielson Nogueira Dias, que não marcou uma falta sobre o centroavante Nando. Além disso, o time criticou a falta de fair play no lance, o que gerou uma confusão próxima ao banco de reservas dos visitantes.

DESTAQUE

SEGUNDO TEMPO

Na etapa final, o ABC voltou com fôlego renovado e chegou novamente ao empate com apenas um minuto. Bocão fez ótima jogada na ponta direita, cruzou para a área e Dalberto matou no peito e chutou firme para deixar tudo igual em campo. A igualdade no placar parece ter deixado as duas equipe satisfeitas com o resultado, que diminuíram o ritmo do jogo e os técnicos Geninho e Márcio Goiano aproveitaram para fazer as três substituições de cada lado.

DESTAQUE

FALTOU FAIR PLAY?

O segundo gol do Figueirense incomodou e muito os jogadores do ABC. Isso porque no contra-ataque, Nando, atacante do Mais Querido, estava caído no chão. A equipe potiguar queria que o Furacão colocasse a bola para fora, mas Joãozinho achou Henan dentro da área, que não perdoou.

DESTAQUE

QUE FASE!

Contratado junto ao Atibaia, Robinho chegou desconhecido, mas garantiu a titularidade desde o início da Série B e tem sido principal destaque da equipe. O atacante de 21 anos marcou seu terceiro gol diante do ABC – um lindo tento por sinal – e tem atraído olhares de outras equipes. O contrato é por empréstimo até o fim da temporada.

DESTAQUE

BORDERÔ

Público total : 5.132 torcedores
Renda : R$ 61.030,00

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Atlético Mineiro 2 x 2 Ponte Preta

O JOGO

LÁ E CÁ!

O Atlético-MG segue sem vencer no Campeonato Brasileiro. Depois de sair ganhando da Ponte Preta, no Independência, com gol de Robinho, o Galo foi surpreendido pelo time de Campinas, que conseguiu a virada com dois gols de Lucca. Na base da pressão, os mineiros ainda buscaram o empate com Rafael Moura, mas não passou disso. Em três rodadas, o Atlético soma dois pontos na competição, empates com Flamengo e Ponte. O clube ainda foi derrotado pelo Fluminense, na rodada passada, no Horto. Já a Macaca chega aos quatro pontos, em um bom resultado por se tratar de um jogo fora de casa contra um dos favoritos.

DESTAQUE

E AGORA?

Agora, o Atlético-MG volta a entrar em campo na próxima quarta-feira, quando enfrenta o Paraná, em Belo Horizonte, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. O Alvinegro precisa vencer para passar de fase. Já a Ponte Preta só joga no próximo domingo, contra o São Paulo, em Campinas, pela quarta rodada da Série A.

DESTAQUE

SEGUNDO TEMPO

A Ponte Preta voltou com outra postura e foi agraciada no início do segundo tempo. Foram dois gols de Lucca em dois minutos. O sistema defensivo do Galo sofreu bastante para tentar marcar os paulistas. Com dois centroavantes em campo, os mineiros passaram a apostar na jogada aérea. E deu certo. O Atlético conseguiu o empata na base do abafa, com Rafael Moura, de cabeça.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

Atlético-MG e Ponte Preta entraram com estratégias bem claras e distintas no Independência. O Galo buscava ter a posse de bola e arrumar espaços na defesa adversária. Já a Macaca estava de olho nos contra-ataques. O curioso é que o primeiro gol do Atlético-MG foi justamente por meio da principal arma dos paulistas: o contra-ataque. Em saída rápida após escanteio da Ponte, Cazares acionou Marcos Rocha, que tocou para Robinho finalizar de primeira. .

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Figueirense 3 x 0 Náutico

O JOGO

O Figueirense não tomou conhecimento do Náutico e “passou o trator” diante da sua torcida. O time alvinegro venceu fácil, por 3 a 0 – gols de Jorge Henrique, Robinho e Henan – e conseguiu emendar a segunda vitória consecutiva na competição. Ao lado do Santa Cruz, é o único 100% na competição. Já o Timbu ainda não conseguiu vencer e só somou um ponto e seis disputados.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

 Um rolo compressor. O Figueirense não deixou o Náutico respirar. Atacava de todas as maneiras enquanto o Timbu, acuado, mal conseguia sair jogando. Em todo o primeiro tempo, os visitantes só chegaram próximos ao gol três vezes. Já o Figueira perdeu as contas. E não demorou para fazer o primeiro, com Jorge Henrique. Naturalmente, o alvinegro cresceu e fez o segundo – um golaço – com Robinho. O técnico dos pernambucanos, Waldemar Lemos, terminou o primeiro tempo mandando todos os jogadores descerem logo aos vestiários sem dar entrevistas. A cobrança foi forte. Mas daria resultado?

DESTAQUE

SEGUNDO TEMPO

Waldemar pode ter dado a maior bronca do mundo nos vestiários. Mas, se ele esperava uma mudança no Timbu, tudo foi por água abaixo. Darlan foi expulso logo aos quatro minutos e colocou em risco qualquer estratégia traçada. O Náutico continuou sendo encurralado pelo Figueirense, que não tomou conhecimento do adversário e ficou quase o tempo todo no campo de ataque. Se o Figueira já era superior, com um a mais ficou melhor. Henan recebeu um bom passe de Robinho e ainda marcou o terceiro aos 28 do segundo tempo. Fechou o caixão.

DESTAQUE

PRÓXIMOS JOGOS

 O Figueirense entra em campo na próxima terça-feira, às 21h30, contra o Guarani, no Estádio Brinco de Ouro. Já o Náutico só volta a jogar no próximo sábado, quando recebe o Ceará, às 16h30, na Arena de Pernambuco.

DESTAQUE

LEI DO EX

 Revelado nas categorias de base do Náutico e campeão pernambucano em 2001 e 2002, o atacate Jorge Henrique reencontrou o Timbu no Orlando Scarpelli. Foi justamente contra o ex-clube que o jogador marcou o primeiro gol com a camisa alvinegra. A última vez que ele tinha balançado as redes tinha sido contra outro pernambucano: o Santa Cruz, na vitória de 3 a 2 do Vasco, no Arruda, pela Copa do Brasil de 2016. A partida foi no dia 20 de julho do ano passado.

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Goiás 0 x 1 Figueirense

Figueira surpreende o Goiás no Serra Dourada e vence na estreia da Série B: 1 a 0

Com time reformulado, Alvinegro conquista os primeiros três pontos na competição com gol de Robinho; Sergio Soares estreia com derrota no Esmeraldino

oiás e Figueirense fizeram suas estreias no Campeonato Brasileiro da Série B na noite deste sábado. Melhor para os catarinenses, que venceram pelo placar de 1 a 0 em pleno Serra Dourada. Com gol único de Robinho, ainda no primeiro tempo, os alvinegros conquistaram os três primeiros pontos na luta pelo acesso à primeira divisão.

O Goiás volta a campo às 21h30 da próxima terça-feira, 16 de maio, contra o Paraná, no Durival Britto. Já o Figueirense enfrenta o Náutico no dia 20, às 16h30, no Orlando Scarpelli, em Florianópolis.

 

Figueirense bate o Goiás no Serra Dourada e larga com o pé direito na Série B

(Foto: O Popular)

O JOGO
Na estreia no Campeonato Brasileiro da Série B, Goiás e Figueirense fizeram um primeiro tempo equilibrado, com leve domínio do time da casa. Por ter uma maior manutenção do time em relação ao estadual, quando foram campeões, os esmeraldinos demonstraram muito mais entrosamento em campo. A melhor chance aconteceu aos dez minutos, quando Jean Carlos arriscou um chute de fora da área e a bola passou perto do gol de Thiago Rodrigues. Sem espaços para criar jogadas, Tiago Luis também arriscou de fora da área para uma boa defesa do goleiro alvinegro.

Se o Goiás dominava as ações, os visitantes foram mais efetivos. Com um time praticamente totalmente reformulado em relação ao estadual, as principais ações do Figueirense envolveram o atacante e estreante Henan. Foi dos pés dele o passe para o primeiro gol do jogo em uma das poucas chegadas dos catarinenses. Jorge Henrique roubou a bola no meio-campo e armou um belo contra-ataque. Henan recebeu e teve calma para encontrar Robinho, que chutou na saída de Marcelo Rangel para balançar as redes.=

Sergio Soares modificou a equipe no intervalo. Precisando mais efetividade nas jogadas de ataque e colocou William no lugar de Jean Carlos, e Elyeser no lugar de Léo Sena. As mudanças demoraram para surtir efeito. Apenas aos 15 minutos, Carlos Eduardo fez uma bela jogada pela direita e cruzou para Michael, que cabeceou como manda a cartilha, forte, para o chão, mas encontrou um inspirado Thiago Rodrigues no caminho. Na sobra, Tiago Luis chutou e Bruno Alves salvou na pequena área. Na sequência, Victo Bolt arriscou, mas o goleiro alvinegro segurou firme.

Poucos minutos depois de salvar o Figueira, Thiago Rodrigues falhou. O goleiro furou ao sair do gol e teve sorte que Léo Gamalho furou na hora da finalização. Com o placar favorável, os visitantes mantiveram a paciência para sair em contra-ataque, mas sem muita eficiência. Tiago Luis ainda teve chance de empatar o jogo, mas chutou para fora. Fim de jogo: 1 a 0 para o Figueirense.

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Atlético Paranaense 3 x 3 Palmeiras

Atlético-PR e Palmeiras protagonizam 3 a 3 emocionante e ruim para ambos

Com cinco gols, segundo tempo teve gol “cego”, polêmicas de arbitragem e empate aos 49. Times ganham um ponto cada e ficam longe do G-4 do Brasileirão

 

Atlético-PR e Palmeiras empataram em 3 a 3 nesta quarta-feira à noite, na Arena da Baixada, em Curitiba, com um segundo tempo polêmico e eletrizante, que teve cinco gols. O resultado, entretanto, foi ruim para as duas equipes, que se mantiveram na metade da tabela, longe do G-4 do Campeonato Brasileiro.

Pela 36ª rodada da competição nacional, no sábado, o Palmeiras recebe o Cruzeiro em sua arena, às 19h30. No domingo, no mesmo horário, o Atlético-PR visita o Sport na Ilha do Retiro.

Atlético-PR x Palmeiras Jackson (Foto: Giuliano Gomes/Estadão Conteúdo)
Jackson corta o lábio ao fazer o segundo gol do Palmeiras
(Foto: Giuliano Gomes/Estadão Conteúdo)

O jogo

Qualquer acerto pré-jogo foi desarrumado logo a um minuto e meio do primeiro tempo: Marcos Guilherme balançou as redes. Deveria ter mudado para melhor para o Atlético-PR, que não conseguiu manter a pressão. Para o Palmeiras, o efeito foi devastador. Desarrumado em campo, o time de Marcelo Oliveira só deu o primeiro chute a gol aos 39, com Rafael Marques.

No segundo tempo, os papéis se inverteram. Quem começou com tudo foi a equipe paulista: Robinho empatou aos oito minutos, após a bola bater no braço de Gabriel Jesus, que deu a assistência. Logo depois, Dudu e Cristaldo perderam chances incríveis. O jogo ficou mais aberto, com os paranaenses comandados por Cristóvão Borges chegando com mais perigo.

Aos 28, o Palmeiras virou o placar em uma jogada inusitada. Após cobrança de escanteio de Zé Roberto, Jackson cabeceou para as redes, mas não viu nem comemorou imediatamente o gol, pois bateu a cabeça com Ricardo Silva e caiu no gramado, de costas para a trave. Somente depois de receber atendimento médico, com o lábio sangrando, é que o zagueiro festejou timidamente com a torcida visitante.

Atlético-PR x Palmeiras Marcos Guilherme (Foto: Heuler Andrey/Dia Esportivo/Estadão Conteúdo)
Jogadores do Atlético festejam o primeiro gol, de Marcos Guilherme
(Foto: Heuler Andrey/Dia Esportivo/Estadão Conteúdo)

Se Ricardo Silva tinha acabado de entrar quando trombou com Jackson na virada alviverde, Ewandro protagonizou o empate rubro-negro logo depois de pisar no gramado, aos 38, em chute da entrada da grande área. Em seguida, quase marcou outro por cobertura. Mas o atacante fez mais…

Aos 41, virou o placar, agora a favor do Atlético-PR, com outra finalização da mesma posição. Os jogadores do Palmeiras reclamaram muito da jogada fatal, pois Ewandro foi lançado em cobrança de falta rápida, que surpreendeu a equipe alviverde.

Mas houve novo empate: aos 49, quando Jacskon já tinha sido expulso por dar uma cotovela em Ricardo Silva, Alecsandro fez o terceiro gol do Palmeiras. Na comemoração, Robinho foi reclamar com o juiz Dewson Freitas da Silva e também recebeu o cartão vermelho. Ufa… 3 a 3!

 

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São Paulo 1 x 1 Palmeiras

Ceni dá gol de presente a Robinho, e Palmeiras empata clássico “perdido”

Após ótima atuação, São Paulo vencia o Choque-Rei até os 47 minutos do segundo tempo. Igualdade mantém Verdão no G-4 e impede Tricolor de voltar ao grupo

Para um, o empate teve o doce sabor da vitória. Para o outro, a igualdade teve o gosto amargo da derrota. O São Paulo dominou a maior parte do clássico contra o Palmeiras neste domingo, no Morumbi. E vencia merecidamente até os 47 minutos, com um gol de Carlinhos. Mas a falha de Rogério Ceni foi fatal. O goleiro saiu jogando errado e levou (outro) gol de cobertura de Robinho, que no Paulistão também tinha feito um golaço no rival. O placar de 1 a 1 manteve o Verdão no G-4, algo que o Tricolor estava conseguindo com o triunfo. Peculiaridades de um Choque-Rei.

Agora com 45 pontos, o Palmeiras segue na quarta colocação, e o São Paulo, com 43, cai para o sexto lugar na tabela. Pelo Campeonato Brasileiro, os dois voltam a campo apenas no fim de semana. No sábado, às 21h, o São Paulo recebe o Atlético-PR, no Morumbi. E no domingo, às 18h30, o Palmeiras visita a Chapecoense, na Arena Condá, em Santa Catarina.

Antes disso, São Paulo e Palmeiras têm duelos pelas quartas de final da Copa do Brasil no meio de semana. O Tricolor vai ao Rio de Janeiro para encarar o Vasco, no Maracanã, quarta-feira, às 22h. No mesmo dia e horário, o Verdão recebe o Internacional, na sua arena.

Rogério Ceni lamenta, e Robinho comemora (Foto: Marcos Ribolli)
Rogério Ceni lamenta, e Robinho comemora nos acréscimos do clássico no Morumbi
(Foto: Marcos Ribolli)

O jogo

O São Paulo dominou o primeiro tempo, mas não conseguia abrir o placar. Culpa de quem? Da falta de pontaria e de Fernando Prass. Michel Bastos, em duas boas oportunidades, mandou para fora em uma e viu o goleiro palmeirense defender na outra. O Tricolor ainda chegou com Pato, Ganso, Rogério… Mas nada de a rede balançar.

Na melhor chance dos donos da casa, uma polêmica. Após chutão do campo de defesa, Rogério disputou com Prass e chutou para fora. A reclamação dos tricolores é que, nesse lance, o goleiro do Palmeiras tocou a bola com a mão fora da área. O árbitro Anderson Daronco, porém, nada marcou. Se Prass não tivesse desviado, a chance ficaria ainda melhor para o atacante.

Carlinhos, gol, São Paulo (Foto: Marcos Ribolli)
Carlinhos comemora o gol do São Paulo no jogo
(Foto: Marcos Ribolli)

Algo parecido ocorreu com o Palmeiras. Se bola na trave em cabeçada de Robinho já tinha assustado o Tricolor, na reta final do primeiro tempo, Rafael Marques finalizou por cobertura em Rogério Ceni, que estava parado e mandou para fora. O problema é que o árbitro marcou falta de Matheus Reis em Gabriel Jesus e não deu vantagem. Se tivesse dado…

No segundo tempo, o Palmeiras tentou ir mais para o ataque. Conseguiu, mas não levou tanto perigo ao rival. Já o São Paulo, logo com cinco minutos, teve ótima chance com Rogério. Ele bateu forte, rasteiro e viu a bola raspar a trave direita de Fernando Prass. O Verdão não desistiu e continuou tentando surpreender no ataque, mas a resposta do Tricolor foi mais forte.

Aos 15 minutos, Gabriel Jesus teve grande chance na grande área, mas escolheu mal: em vez de avançar e chutar, tentou cruzamento para Rafael Marques. O São Paulo ficou com a bola e armou ótimo contra-ataque. Ganso, então, viu Carlinhos aparecer livre para dominar, ajeitar e chutar colocado, sem chance para Fernando Prass: 1 a 0.

Em vantagem, o São Paulo foi menos ofensivo do que antes. Ajustou a defesa, se expôs menos e controlou as tentativas de reação do Palmeiras. Mas não conseguiu evitar que Rogério Ceni falhasse na saída de bola aos 47 minutos e desse de presente para Robinho fazer o gol de empate do Verdão. Empate com gosto de vitória.

São Paulo, Palmeiras, Barrios (Foto: Marcos Ribolli)
Barrios disputa de cabeça na área do São Paulo (Foto: Marcos Ribolli)
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Palmeiras 3 x 3 Corinthians

Palmeiras e Corinthians fazem jogaço e empatam por 3 a 3 na casa alviverde

Dérbi é disputado em ritmo alucinante, com muitos gols e boas jogadas. Verdão toma a iniciativa, fica três vezes à frente do placar, mas cede empates ao Timão

Um Dérbi para ser lembrado por muito tempo. Palmeiras e Corinthians fizeram um jogaço neste domingo, na arena palmeirense, pela 23ª rodada do Brasileirão. O empate, por 3 a 3, poderia ter tido um placar ainda maior, tamanho o volume de jogo e as chances criadas pelas duas equipes.

Para o Verdão, um gostinho amargo. Afinal, o time tomou a iniciativa e esteve à frente do placar três vezes, gols de Lucas, Robinho e Dudu. Para o Timão, uma demonstração de garra para não se entregar em nenhum momento. Os gols corintianos foram de Guilherme Arana, Amaral (contra) e Vagner Love.

O Timão se mantém na liderança, com 50 pontos, mas vê a diferença para o Atlético-MG, que venceu o Vasco no sábado, diminuir para dois pontos. Já o Palmeiras, com 35, fica em sétimo lugar.

Palmeiras x Corinthians Lucas Malcom (Foto: Marcos Ribolli)
Lucas e Malcom disputam bola durante clássico na arena do Palmeiras (Foto: Marcos Ribolli)

O JOGO

O primeiro tempo do Dérbi foi alucinante: cinco gols, várias jogadas de perigo, disputas intensas. Um grande jogo, enfim. O Palmeiras começou em cima, marcando forte as saídas de bola do rival. O Corinthians, bem a seu estilo, se encolhia tentando encaixar o contra-ataque.

O placar começou a ser movimentado aos 18 minutos. Lucas, destaque do Verdão, foi à linha de fundo, pela direita, e cruzou. A bola desviou em Guilherme Arana e encobriu Cássio.

O Corinthians procurou sair com um pouco mais de rapidez após sofrer o gol e conseguiu o empate aos 24. Malcom percebeu o avanço de Arana pela esquerda e deu o passe. O jovem lateral recebeu e, com um leve toque, tirou a bola do alcance de Prass.

O jogo era muito intenso, e a resposta do Verdão foi rápida. Lucas, novamente, foi à linha de fundo e acertou ótimo cruzamento para Robinho marcar o seu primeiro gol no Brasileirão, aos 26.

O jogo tinha uma sequência que parecia ensaiada: Verdão atacando, fazendo gol, e o Corinthians intensificando suas ações quando ficava em desvantagem. Assim, saiu o segundo gol alvinegro.

Logo após Prass salvar o time da casa evitando o que seria um golaço de Renato Augusto, que fez fila, invadiu a área e parou no goleiro, o Timão teve uma falta do lado esquerdo. Na cobrança, Marciel desviou de cabeça, Prass espalmou, e Love chegou para completar. A bola ainda tocou em Amaral antes de entrar. O juiz deu gol contra do volante do Verdão, aos 37.

O Palmeiras não se deixou abater e voltou novamente à frente do placar aos 41. Em cobrança de escanteio da esquerda, de Zé Roberto, Alecsandro desviou, e Dudu apareceu livre para escorar de cabeça.

Após um primeiro tempo tão intenso, os times diminuíram o ritmo no segundo. O jogo se tornou um pouco mais truncado, mas, ainda assim, agradável e com gols. O Palmeiras seguiu comandando as ações, com o Corinthians aguardando espaços para contra-atacar.

O Verdão foi quem criou (e perdeu) as melhores chances: aos 10, com Gabriel parando em Cássio, e aos 29, com Zé Roberto desperdiçando grande chance ao receber livre na área e chutar por cima.

Justamente quando os donos da casa eram melhores, o Corinthians chegou ao gol de empate: em cobrança de falta aos 33, Felipe cabeceou, a bola bateu na cabeça de Vagner Love e entrou.

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