Rede Record e Televisión Nacional de Chile tem fechado negócios seguidos

 

Record tem fechado negócios seguidos com a TV N, do Chile, para exibição das suas novelas…
… Inclusive com direito a uma faixa fixa na grade de programação.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Rede Record demitiu vários profissionais no Estado de São Paulo

 

As dispensas na Record, neste começo de ano, não se limitaram a São Paulo.

Outras praças, do mesmo Estado, tiveram profissionais demitidos, especialmente do jornalismo. Entre elas, São José do Rio Preto, Franca, Ribeirão Preto, Bauru, Botucatu e Sorocaba.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Rede Record não fala nada sobre exibir novelas às 19h30

 

É o seguinte:
Naquilo que diz respeito ao segundo horário de novelas da Record, às 19h30, embora cogitado pela direção da casa, é possível assegurar que nada existe sobre ele até agora.

E não existe por duas razões: a boa audiência do Marcelo Rezende no horário e o risco de trocar o certo pelo incerto.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Rede Record fez mudanças na sua fazenda em Itu

 

Mudanças em Itu

A Record tirou praticamente tudo de Itu, para permitir que as instalações costumeiramente utilizadas pela “Fazenda” possam receber, muito em breve, o reality “Power Couple”. O formato prevê que 11 casais serão trancados lá dentro.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Rede Record vai precisar de um caminhão de dinheiro para fechar conta de novelas

Ramsés (Sérgio Marone) ouve Nefertari (Camila Rodrigues) dizer a Karoma (Roberta Santiago) que ainda ama Moisés (Guilherme Winter). A rainha se desespera ao notar a presença do faraó. O rei expulsa Karoma do quarto e se mostra decepcionado com a mulher amada. Nefertari tenta se justificar, mas o soberano egípcio acaba perdendo a cabeça e lhe acerta um tapa na cara. A cena está prevista para ir ao ar na próxima quarta-feira (28)
Munir Chatack/TV Record

Não sei, sinceramente, se alguém na Record já parou e fez essa conta, mas admitindo-se que será historicamente possível inventar uma parte 2 de “Os Dez Mandamentos”, com 50 ou 60 capítulos, qual será o preço disso, considerando-se que quase ao mesmo tempo haverá também a obrigatoriedade de se produzir e até iniciar as gravações de “A Terra Prometida”, que entrará imediatamente a seguir?

Esta é uma questão que, além de tempo, envolve dinheiro. E muito dinheiro. Para começar, toda e qualquer novela de época, independente de qual seja, tem sempre um custo de produção superior às demais, com a confecção de figurinos, cenários e outros bem específicos objetos de cena.

Não bastasse tudo isso ou como outro agravante, em se tratando de um conteúdo religioso, a sua capacidade comercial se torna ainda mais limitada. Faturar com merchandising, por exemplo, não será possível de jeito nenhum.

Raciocinando apenas dentro dos aspectos colocados, tudo nos leva a concluir que só mesmo por milagre será possível fechar uma fatura desse tamanho. Vai ser necessário quase um caminhão de dinheiro para enfrentar tão altas despesas.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Rede Record tem que esquecer a existência da Rede Globo

Arão (Petrônio Gontijo) cobra Moisés (Guilherme Winter) pela falta de comida. O libertador ora e pede a Deus que envie provisõe em "Os Dez Mandamentos"

Arão (Petrônio Gontijo) cobra Moisés (Guilherme Winter) pela falta de comida. O libertador ora e pede a Deus que envie provisõe em “Os Dez Mandamentos”

É necessário deixar certas questões esclarecidas, para que ninguém se deixe levar por conclusões precipitadas: bons resultados de “Os Dez Mandamentos” à parte, a diferença entre Globo e Record, no quesito produzir novela e valendo-se de uma referência geográfica, ainda é bem superior à distância do Egito ao Brasil. E isto em todos os itens.

Não existem termos possíveis de comparação, embora vez por outra surjam tentativas de colocar as duas em uma situação de igualdade, a séculos de ser atingida. O mais justo é haver o reconhecimento que, graças aos esforços e ao trabalho dos seus profissionais, hoje a Record chegou ao seu maior sucesso na teledramaturgia. E ponto. Outros, com a mesma repercussão ou brilhantismo serão necessários para o seu esperado estabelecimento neste campo.

O que a Record tem que fazer, e isto já foi aqui colocado zilhões de vezes, é se preocupar com a sua própria existência. Procurar, definitivamente, ser ela mesma e de vez esquecer que a Globo existe. Nem Freud explica tamanha fissura.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Rede Record bem que tentou, mas não conseguiu consertar o erro cometido

A direção da Record, alertada pela necessidade, até chegou a cogitar a imediata substituição de “Os Dez Mandamentos” por “A Terra Prometida”, mas no instante em que não havia mais como fazer isso.
A ficha demorou a cair. Melhor do que ninguém, mesmo porque muitos da sua direção mexem diretamente com isso, seria uma substituição lógica, natural, consequente e com todos os benefícios possíveis.

“Os Dez Mandamentos” está muito bem de audiência – já pode ser considerado o maior sucesso da Record na teledramaturgia, e o que se esperava, como único caminho lógico possível, era só um trabalho de simples continuidade. Inclusive histórica. Mas não. Como um curativo, meio que “band-aid” à bobagem feita, foi inventado e solicitado a autora Vivian de Oliveira que outros 20 capítulos antecedam a estreia de “A Terra Prometida”. Talvez nem Deus saiba de onde ela poderá tirar essa história.

Falta de planejamento dá nisso.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery