Novo lote do Imposto de Renda vai pagar mais de R$ 19 milhões na Paraíba

Este é o penúltimo lote deste ano; valores serão pagos em 16 de setembro.
Consulta ao lote vai ser aberta na terça-feira (10).

Bandeira do estado da Paraíba

O sexto lote de restituição do Imposto de Renda 2015 (IRPF) e lotes residuais de anos anteriores vão pagar R$ 19,386 milhões a contribuintes da Paraíba, segundo informou a Receita Federal na tarde desta segunda-feira (9). A consulta ao penúltimo lote deste ano vai ser aberta na terça-feira (10), a partir das 9h. Este é o penúltimo lote do ano.

As consultas poderão ser feitas no site da Receita, em:
http://www.receita.fazenda.gov.br/Aplicacoes/Atrjo/ConsRest/Atual.app/paginas/index.asp

Também poderão ser feitas pelo telefone 146 (opção 3) ou por aplicativo para dispositivos móveis (smartphones e tablets).

Os valores serão creditados no próximo dia 16 nas contas de 16.153 contribuintes da Paraíba. Dos contribuintes incluídos neste lote, 15.793 são referentes a declarações apresentadas em 2015, e a soma das restituições deste ano chega a R$ 18,4 milhões. Entre os contribuintes que vão receber a restituição neste lote ainda estão 221 que vão receber valores referentes à declaração apresentada em 2014, 62 contribuintes de 2013 e outros 77 de anos anteriores.

O valor da restituição fica disponível para resgate no banco indicado pelo contribuinte durante um ano.

Caso o valor não seja creditado, é possível entrar em contato através de qualquer agência do Banco do Brasil ou  através da Central de Atendimento por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Para fazer a consulta, o contribuinte pode acessar o site da Receita ou ligar para o Receitafone 146. Pela internet, é possível verificar se há inconsistência e fazer os ajustes através da entrega da declaração retificadora.

Malha fina
Quem não estiver neste lote de novembro do Imposto de Renda, e nem no de dezembro, que é o último deste ano, está automaticamente na malha fina do Leão, ou seja, quando a declaração é retida para verificação de inconsistências.

 

G1.COM.BR

Arrecadação federal registra pior resultado em 5 anos

No mês passado, arrecadação federal caiu 4,12%, para R$ 95,23 bilhões.
De janeiro a setembro, somou R$ 901 bilhões, com queda real de 3,72%.

Atual cédula de 100 reais anverso.jpg

A arrecadação federal continua capengando neste ano, em meio ao cenário de recessão na economia brasileira, apesar do aumento de vários tributos autorizado desde o início de 2015. Segundo informou a Receita Federal nesta sexta-feira (23), a arrecadação teve, em setembro, o pior desempenho em cinco anos.

No acumulado dos nove primeiros meses deste ano, a arrecadação somou R$ 901,05 bilhões – com queda real de 3,72% frente ao mesmo período do ano passado. Este foi o pior resultado para este período desde 2010, informou a Receita Federal.

Apenas no mês passado, de acordo com dados oficiais, o governo arrecadou, em impostos e contribuições federais, além das “demais receitas”, R$ 95,23 bilhões – uma queda real de 4,12% sobre o mesmo mês de 2014. É também o pior valor para meses de setembro desde 2010, quando chegou a R$ 90,98 bilhões.

“A arrecadação está sofrendo forte impacto da desaceleração da atividade econômica, que não está nos níveis esperados. Você tem um potencial para desenvolver uma certa atividade e diversas incertezas estão contribuindo para um cenário de redução da atividade. E tem a questão das desonerações que foram concedidas e que não foram revertidas até o momento”, avaliou o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias.

Segundo ele, a recuperação da arrecadação virá com a reversão da perspectiva para a atividade econômica, quando houver um equilíbrio maior nas contas públicas. “As expectativas dos agentes é muito importante. Se caminha para resgatar o equilíbrio fiscal, gera condições para melhorar a atividade e a arrecadação”, avaliou Malaquias.

Os números do Fisco mostram que o recuo da arrecadação, em 2015, aconteceu apesar de receitas extras, neste ano, de R$ 13,1 bilhões (R$ 4,6 bilhões de transferência de ativos entre empresas, R$ 1 bilhão de remessas para residentes no exterior e R$ 7,5 bilhões pela recuperação de débitos em atraso).

Alterações em tributos
O governo também informou que a a arrecadação também se ressente, em 2015, das desonerações de tributos feitas nos últimos anos – parcialmente revertidas, em alguns casos. De acordo com informações da Receita Federal, as reduções de tributos realizadas nos últimos anos tiveram impacto de queda na arrecadação de R$ 79,5 bilhões nos nove primeiros meses de 2015, contra R$ 72,15 bilhões no mesmo período do ano passado.

O governo, entretanto, começou a aumentar impostos em 2015 como parte do ajuste fiscal para tentar reequilibrar as contas públicas. Neste ano, o governo já subiu tributos sobre empréstimos, carros, cosméticos, cerveja, vinhos, destilados, refrigerantes, bancos, receitas financeiras das empresas, taxas de fiscalização de serviços públicos, gasolina, importações, e exportações de manufaturados, entre outros. A maior parte destes aumentos já está valendo.

Arrecadação por tributos
A Receita Federal informou que o Imposto de Renda arrecadou R$ 246 bilhões de janeiro a setembro deste ano, com queda real de 2,40% sobre o mesmo período do ano passado (R$ 252 bilhões). Os números foram corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial.

No caso do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), a arrecadação somou R$ 91,43 bilhões de janeiro a setembro, com queda real de 12,29% sobre o mesmo período ano anterior.

Sobre o IR das pessoas físicas, o valor arrecadado totalizou R$ 23,58 bilhões na parcial de 2015, com recuo real de 5,49%. Já o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) arrecadou R$ 131,02 bilhões nos primeiros nove meses do ano, com alta real de 6,62% sobre igual período de 2014.

Com relação ao Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), os números do Fisco mostram que o valor arrecadado somou R$ 37,91 bilhões nos nove primeiros meses deste ano, com queda real de 7,11% sobre o mesmo período do ano passado.

No caso do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), houve uma alta real de 9%, para R$ 26,32 bilhões, de janeiro a setembro deste ano. Neste caso, a arrecadação foi influenciada pela alta do tributo, que já foi recomposto no início deste ano.

A Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins), por sua vez, arrecadou R$ 154 bilhões nos nove primeiros meses deste ano, com queda real de 2,89%, enquanto a Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) registrou arrecadação de R$ 48,9 bilhões no acumulado de 2015, com recuo real de 12,66%.

Meta fiscal
O fraco comportamento da arrecadação neste ano, apesar do aumento de tributos autorizado pelo governo no começo de 2015, não facilita o cumprimento da meta de superávit primário (a economia para pagar juros da dívida pública e tentar manter sua trajetória de queda) em 2015 e o governo deve anunciar, nos próximos dias, uma nova revisão para baixo da meta fiscal.

Inicialmente, a meta foi fixada pela equipe econômica em R$ 66,3 bilhões para todo o setor público (governo, estados, municípios e empresas estatais) em 2015. No mês passado, porém, o governo anunciou que a meta foi reduzida para 0,15% do PIB, ou R$ 8,74 bilhões.

Nesta quinta-feira, o ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, informou que o déficit pode ficar em cerca de R$ 50 bilhões neste ano. Isso sem incluir o pagamento das chamadas “pedaladas fiscais” – que consistiram no atraso de pagamentos da União para bancos públicos por conta de benefícios sociais. Se as pedaladas forem incluídas, o valor do resultado negativo das contas públicas de 2015 tende a superar R$ 70 bilhões.

Além de aumentar tributos, para tentar cumprir a meta fiscal, o governo também atuou na limitação de benefícios sociais, como o seguro-desemprego, o auxílio-doença, o abono salarial e a pensão por morte, medidas já aprovadas pelo Congresso Nacional e sancionadas pela presidente da República. Além disso, também elevou tributos sobre a folha de pagamentos – revertendo parcialmente a desoneração autorizada nos últimos anos.

O governo também está atuando do lado da contenção de gastos, principalmente de investimentos. Em maio, foi anunciado um bloqueio de R$ 69,9 bilhões em recursos do orçamento de 2015 e, em julho, a equipe econômica informou que foi autorizado um bloqueio adicional de R$ 8,6 bilhões nos gastos dos ministérios. Para 2016, defende ainda a retomada da CPMF.

 

G1.COM

Dólar fecha em queda nesta sexta, mas termina semana no azul

Moeda caiu 0,43% frente ao real, a R$ 3,8906 na venda.
Mercado seguiu atento a desdobramentos da crise política e econômica.

O dólar fechou no vermelho nesta sexta-feira (23), em queda pelo segundo dia seguido, após altas e baixas guiadas ora pelo corte da taxa de juros na China, ora pela preocupação dos investidores com a situação fiscal e política do Brasil.

A moeda norte-americana caiu 0,43%, a R$ 3,8906 para venda, após cair mais de 1% na mínima da sessão, a R$ 3,8664. Na máxima, foi a R$ 3,9319. Veja a cotação do dólar hoje.

Moeda Compra (R$) Venda (R$) Variação (%)
Dólar Comercial 3,8889 3,8901 -0,45%

Na semana, o dólar acumulou alta de 0,44%. No mês de outubro, a moeda caiu 1,88%. Em 2015, avançou 46%.

Veja a cotação ao longo do dia:
Às 9h09, subia 0,24%, a R$ 3,917.
Às 9h39, caía 0,71%, a R$ 3,8795.
Às 10h09, caía 0,5%, a R$ 3,8878.
Às 10h49, caía 0,17%, a R$ 3,9008.
Às 11h29, subia 0,51%, a R$ 3,9276.
Às 12h09, subia 0,21%, a R$ 3,9159
Às 12h39, caía 0,62%, a R$ 3,8832.
Às 13h43, caía 0,20%, a R$ 3,8995.

Às 14h09, caía 0,11%, a R$ 3,9031.
Às 14h29, caía 0,33%, a R$ 3,8944.
Às 15h05, caía 0,13% a R$ 3,902.

Às 15h29, caía 0,03%, a R$ 3,9064.
Às 15h59, caía 0,19%, a R4 3,90.
Às 16h29, caía 0,57%, a R$ 3,8854

“O mercado aproveitou preços mais baixos logo cedo e saiu comprando. A cautela com anúncio do déficit fiscal fez o mercado se defender”, disse à Reuters o operador da corretora Spinelli José Carlos Amado.

Investidores temem que a deterioração das contas públicas possam levar o Brasil a perder seu selo de bom pagador com outras agências além da Standard & Poor’s, o que afastaria ainda mais capitais do país em um momento de intensa incerteza política.

Pela manhã, a moeda norte-americana registrou quedas firmes após o banco central da China afrouxar a política monetária para enfrentar a fraqueza na economia. O Banco do Povo da China reduziu suas principais taxas de juros e cortou a taxa de compulsório para todos os bancos, em um momento em que a fraqueza na segunda maior economia do mundo vem reduzindo a demanda por ativos de mercados emergentes.

Segundo o economista da 4Cast Pedro Tuesta, além de favorecer mercados emergentes por si só, os cortes são evidência de fraqueza na China e podem levar o Federal Reserve, banco central norte-americano, a manter os juros perto de zero por mais tempo. “O mercado vai acreditar que o Fed vai continuar ‘dovish'”.

Nesta manhã, o Banco Central deu continuidade à rolagem dos swaps cambiais que vencem em novembro, vendendo a oferta total de até 10.275 contratos, equivalentes a venda futura de dólares. Até agora, a autoridade monetária já rolou US$ 8,193 bilhões, ou cerca de 80% do lote total, que corresponde a US$ 10,278 bilhões.

Na véspera, a moeda norte-americana recuou 0,9%, a R$ 3,9075 na venda, após acumular alta de 3,75% em quatro sessões em meio a pressões internas e externas.

 

G1.COM

A mania de culpar CBF e federações pelo mal do futebol brasileiro

No Brasil, temos a mania de culpar os políticos pela corrupção que acontece no País. Como se só eles cometessem atos de corrupção. No futebol, não é diferente. CBF e Federações são as vilãs.

Na última sexta-feira, o até então presidente do Corinthians, Mário Gobbi (houve eleição no dia seguinte e o candidato dele foi escolhido, Roberto de Andrade), em uma entrevista histórica,surpreendeu a todos com um discurso duro, populista e realista.

Ele garantiu que se a Federação Paulista não permitisse a venda de ingressos para o Corinthians, o time não entraria em campo no clássico diante do Palmeiras. 20 minutos depois, a FPF recuou e aceitou a exigência do maior clube do Estado de São Paulo.

Foi o gancho para muitos afirmarem que CBF e Federações não têm peito para impor nada aos clubes e que já está passando da hora de haver a criação de uma Liga, com os times tomando conta do futebol, e a CBF cuidando apenas da Seleção Brasileira.

Sem querer tirar a culpa das federações e da CBF, que acabam trocando, muitas vezes os pés pelas mãos, mas qual a moral (no sentido real da palavra), a ética e o poder financeiro para os clubes pelo menos levantarem o dedo para sugerirem a criação de uma liga?

Só os 12 maiores clubes do Brasil (Atlético/MG, Cruzeiro, Inter, Grêmio, Flamengo, Vasco, Botafogo, Fluminense, Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos) juntos, devem quase R$ 3 bilhões (três bilhões de reais) à União. Não declara R$ 100 à Receita Federal para tu ver o que acontece!

Não vou entrar nem na seara das dívidas trabalhistas. Onde a irresponsabilidade financeira e principalmente a falta de planejamento reina há décadas. Se não bastasse, praticamente todos os anos, vários desses clubes conseguem de maneira insaciável aumentar suas respectivas dívidas, sem nenhuma punição.

São esses aí, que vão estar à frente da Liga Nacional de Clubes. Que vão cuidar do futebol brasileiro?

O grande problema é que a CBF e as federações viraram o nosso salvo-conduto de tudo que é ruim no futebol brasileiro.

Se o futebol padece, a culpa é delas. 7×1 para a Alemanha? CBF que nunca olhou para as categorias de base. Pouco público nos estádios? CBF ou Federação que não sabem fazer um calendário adequado. Briga de torcedores nos Estádios? Retrato do futebol brasileiro comandando por entidades que têm dirigentes se perpetuando no poder. Jogo às 10 horas da noite? CBF e federações que viram reféns e se vendem para a TV.

Aí, eu pergunto: E quem são essas pessoas que comandam a CBF e as federações? De onde elas vêm? Quem as escolhem?

São os próprios clubes que escolhem os presidentes das respectivas entidades. Por interesse, politicagem ou até por birra mesmo, os dirigentes dos times se esforçam para que a conjuntura do futebol siga sem alterações.

CBF, federações e clubes estão no mesmo barco, com raras exceções, alguns pulam fora e desistem ou até mesmo gritam, mas são abafados pela esmagadora maioria. Os que permanecem gostam de navegar em águas calmas, com todo o conforto e luxo de um grande navio.

Então, o que pode ser feito? Só os jogadores podem mudar essa situação. São também por eles que o futebol existe e é apaixonante. Mas assim como em outras profissões, assim como na política, para modificar esse cenário é necessário virar refém de tubarões, ceder, engolir sapos e sofrer grandes consequências.

O Bom Senso FC foi o primeiro passo de uma verdadeira revolução, mas o silêncio da maioria é o que preocupa. Talvez precisasse só de 10, daqueles que já saíram de cena ou não precisam de tapinhas nas costas: Pelé, Zico, Rivelino, Ronaldo, Falcão, Romário, Neymar, Hulk … pudessem ajudar.  O grito deles, juntos, daria um peso maior, traria um clamor maior.

Já imaginou, Paulo André, Alex, Pelé, Romário, Ronaldo, Falcão e Zico, juntos, numa coletiva de imprensa para exigir mudanças no futebol brasileiro?

Os pessimistas dirão: Sonha, Alice! Os realistas: Complicado demais. Os otimistas: Um dia, quem sabe!

“O futebol é o retrato do nosso País. Triste. Não tem educação, não tem cultura, não tem saúde, não tem justiça. O Estado é uma figura de ficção”, Mário Gobbi.

 

Blog do Mário Kempes – Diário do Nordeste – 12/02/2015

Globo perde ação contra a Receita Federal e terá que pagar R$ 1 bilhão

Processo cabe recurso

https://i0.wp.com/natelinha.ne10.uol.com.br/imagem/noticia/626fffe817762d4cbc25cd8ced91fbdc.jpg

 

Depois de ser processada pela TelexFree, a Rede Globo se envolve em mais uma polêmica nesta semana.

Segundo o jornalista Lauro Jardim, da revista “Veja”, a emissora carioca perdeu a ação movida pela Receita Federal que cobra da emissora impostos por operações financeiras feitas entre 2005 e 2008.

As movimentações tiveram algumas irregularidades, segundo a Receita, e com isso o recolhimento de impostos na emissora nestes anos foi menor. O processo original, movido em 2009, diz que a Globo deve cerca de 700 milhões de reais, mas com a correção monetária que deve acontecer este ano, tal quantia deve ultrapassar a casa de R$ 1 bilhão.

O caso se arrasta há quatro anos e deve se alongar por mais um tempo, pois a decisão da Justiça ainda cabe recurso.

Esta não é a primeira acusação de sonegação que a Globo sofre. Meses atrás, o canal da família Marinho foi autuada por não pagar impostos devidos na aquisição da Copa do Mundo de 2002.

 

NaTelinha

James Akel comenta que as dívidas da Globo com a Receita Federal não podem ser comentadas na emissora

ca48e-rede2bglobo_452banos

aea49-100valdemiro_santiago

 

As notícias veiculadas esta semana na imprensa sobre mais dívidas da TV Globo com a Receita Federal e até processos criminais de sonegação causaram muita movimentação nos bastidores da TV Globo.
O assunto ali é proibidíssimo e as paredes tem ouvidos.
Mas as mesmas paredes que tem ouvidos também falam.
O mais interessante é que quando uma empresa é inadimplente com o Fisco ela nem pode receber dinheiro de publicidade do governo.
Este é um detalhe de 500 milhões ao ano.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 12h51 no dia 31 de julho de 2013

Arrecadação no Ceará já soma R$ 4,51 bi

O dado supera em 2,81 pontos percentuais a evolução registrada em todo o País em junho deste ano

Brasília/Fortaleza. A arrecadação de receitas federais no Ceará, em junho último, somou R$ 643,7 milhões – desconsiderando a receita previdenciária -, o que representa um crescimento de 8,45% em relação ao total recolhido em igual mês de 2012, R$ 593,5 milhões. Nos seis primeiros meses deste ano, foram arrecadados, no Estado, R$ 4,51 bilhões em tributos federais. O montante significa aumento de 16,7% frente ao registrado no primeiro semestre do ano passado – R$ 3,86 bilhões.

Segundo estimativa divulgada ontem pela Receita Federal, a arrecadação bruta de impostos e contribuições federais, excluindo as receitas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), deverá crescer 8,9% em 2013 Foto: Kelly Freitas

Tributo com maior participação nas arrecadações federais no Ceará, o imposto sobre a renda registrou um aumento de 10,04% em junho último, em comparação com igual mês de 2012, passando de R$ 185,1 milhões para R$ 203,7 milhões.

Cofins

Já a arrecadação da Cofins aumentou de R$ 186,2 milhões, em junho do ano passado, para R$ 198,5 milhões no último mês, crescendo 6,6%. Por sua vez, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) se manteve quase constante no período, ampliando o recolhimento em 0,6%, variando de R$ 33 milhões para R$ 33,2 mihões. A contribuição para o Programa de Integração Social (PIS/PASEP) aumentou de R$ 54,9 milhões para R$57,9 milhões, registrando elevação de 5,46%.

No País

O aumento da arrecadação no Estado, frente a junho de 2012, supera em 2,81 pontos percentuais a evolução em todo o País no período, que foi de 5,64%. A arrecadação total nacional foi de R$ 543,98 bilhões, com elevação real de apenas 0,49% ante o registrado na primeira metade de 2012.

Previsão da Receita

Segundo estimativa divulgada ontem pela Receita Federal, a arrecadação bruta de impostos e contribuições federais, excluindo as receitas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), deverá crescer 8,9% em 2013, chegando a R$ 726,15 bilhões. Em comparação com o ano passado, a arrecadação de tributos deve registrar um crescimento de R$ 59,4 bilhões neste ano, de acordo com o órgão.

A previsão de aumento da arrecadação acontece mesmo com as desonerações de tributos – estimadas em cerca de R$ 70 bilhões para 2013, dos quais R$ 35 bilhões já aconteceram no primeiro semestre – e, também, da crise financeira internacional, a qual impacta para baixo o nível de atividade da economia brasileira e reduz a arrecadação de impostos e contribuições.

A expectativa do Fisco também leva em conta um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 3% neste ano, enquanto o Banco Central e o mercado financeiro estimam uma expansão menor, de 2,7% e de 2,3%, respectivamente, em 2013.

A Receita Federal considera ainda o possível ingresso de R$ 13 bilhões em “receitas extraordinárias” no segundo semestre do ano, o que pode não vir a acontecer. O valor previsto de aumento de arrecadação em 2013, de cerca de R$ 60 bilhões, é quase o triplo daquele registrado em 2012 – quando as receitas de tributos avançaram R$ 22 bilhões sobre o ano anterior, ou 3,41%, em termos nominais. No ano passado, a arrecadação já foi impactada pelas desonerações de tributos, embora isso tenha acontecido em menor proporção, totalizando em torno de R$ 45 bilhões.

Já em 2011, arrecadação avançou R$ 99,4 bilhões, representando aumento de 18,22% em termos nominais. Mesmo com as desonerações ligadas aos automóveis e à linha branca, o IPI deverá registrar crescimento neste ano, de acordo com a previsão da Receita.

 

Diário do Nordeste-Negócios-26 de julho de 2013

James Akel transcreve em sua coluna notícia sobre pagamento realizado pela TV Globo

 

O blogueiro Miguel do Rosário teve acesso a todos os documentos que comprovam ter sido a TV Globo autuada por suposta sonegação fiscal pela Receita Federal com relação aos direitos de transmissão da Copa 2002.
A TV Globo acabou pagando algo superior a 600 milhões de reais de multa.
Apenas para dar um parâmetro no ano passado a TV Globo teve recebimentos de 12 bilhões de reais, o que deve ter dado 15% de lucro

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 20h03 no dia 29 de junho de 2013

James Akel voltou a falar sobre apresentadores que estão com problemas com a Receita Federal

 

Continua sério o problema dos impostos dos apresentadores de TV que foram obrigados pela emissora a ser pessoa jurídica pra poder receber seus proventos.
A Receita Federal está cobrando o que considera de diferença de impostos sobre o que foi recolhido do apresentador sendo pessoa jurídica e o que a Receita acredita que deveriam pagar.
Tem caso em que a Receita quer receber mais de 50 milhões.
Engraçado que a cobrança deveria ser contra quem os obrigou a ser pessoa jurídica e não contra eles.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 09h07 no dia 06 de junho de 2013