Rafael Cardoso vai participar da novela À Flor do Pele

 

Rafael Cardoso, recém-saído de “Além do Tempo”, fará “À Flor da Pele”, a próxima novela de Glória Perez na faixa das 21h.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Problema renal de Alinne Moraes fez roteiros de Além do Tempo serem alterados

Teve que mexer

Estevam Avellar/TV Globo

Lívia (Alinne Moraes) e Felipe (Rafael Cardoso) se reencontram no século 21 em “Além do Tempo”

Por causa do problema de saúde da Alinne Moraes, algumas modificações foram feitas no texto e no roteiro de gravações de “Além do Tempo”.

Alinne, com problemas renais, se afastou logo após as externas realizadas em São José dos Ausentes, no Rio Grande do Sul. Voltou a gravar na quarta-feira (21).

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Substituta de “Sete Vidas”, “Além do Tempo” estreia em 13 de julho na Globo

Alinne Moraes e Louise Cardoso nos bastidores de "Além do Tempo"

Alinne Moraes e Louise Cardoso nos bastidores de “Além do Tempo”

A Globo fixou para o dia 13 de julho a data de estreia de “Além do Tempo”, novela de Elizabeth Jhin que substituirá “Sete Vidas” na faixa das 18h.

As gravações seguem num ritmo bem interessante, com belas locações no interior do Rio Grande do Sul.
No elenco, estão nomes como Irene Ravache, Alinne Moraes, Louise Cardoso, Rafael Cardoso e Paolla Oliveira.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Rafael Cardoso e Alinne Moraes vivem amor proibido em Além do Tempo

A nova novela das seis da Globo estreia dia 13 de julho.

Rafael Cardoso e Alinne Moraes. Foto: Fábio Rocha/Gshow

Rafael Cardoso será um rapaz disputadíssimo em Além do Tempo, próxima novela das 18h. Ele irá viver o Conde Felipe, um homem charmoso, que desperta o interesse das mulheres na trama. O personagem ganha esse título de Conde porque foi criado pela tia Vitória, personagem de Irene Ravache, uma Condessa.

Se no jogo da vida ele se dá bem, no amor ele tem mais sorte ainda. O personagem será disputado por duas gatas. “Ele vive uma relação de amor com a personagem da Alinne Moraes, mas será um amor proibido, por conta das classes sociais. E ela também é uma noviça. Ele se apaixona por Lívia, mas estará noivo de Melissa, personagem de Paolla Oliveira. E ele vai ficar dividido entre as duas”, conta o ator.

Além do Tempo é escrita por Elizabeth Jhin. A trama tem direção de núcleo de Rogério Gomes e a direção geral de Pedro Vasconcelos. O elenco conta com Paolla Oliveira, Alinne Moraes, Ana Beatriz Nogueira, Felipe Camargo, Julia Lemmertz, Irene Ravache, Nivea Maria, entre outros.

A novela tem data de estreia confirmada para o dia 13 de julho.

 

O Planeta TV

Irene Ravache viverá vilã aristocrata em próxima novela das 18h

Irene Ravache como condessa

 

Irene Ravache recebeu a missão de viver a grande vilã de “Além do Tempo”, de Elizabeth Jhin que substituirá “Sete Vidas” na faixa das 18h da Globo.

Na novela, ela será a Condessa Vitória, mãe de Bernardo (Felipe Camargo) e tia de Felipe (Rafael Cardoso).
É descrita como vaidosa, prepotente e extremamente orgulhosa de sua origem nobre.
“Além do Tempo” vai reunir um elenco pequeno, mas fortíssimo, com pouco mais de trinta personagens, tendo Alinne Moraes – a mocinha da história –, e Paolla Oliveira – desta vez agora na função de vilã –, à frente de todos.
Promessa de folhetim total, com tudo aquilo que tem direito e uma roubando o noivo da outra – interpretado por Rafael Cardoso – logo no começo.
As locações estão divididas entre o Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.
Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

O verdadeiro final de Império

Vinicius Braga e Letícia Souza
Gshow, Rio

Você achou que acabou? Está muito enganado!!! O Troll conseguiu ter acesso ao desfecho secreto de alguns personagens de Império… Quer saber? Role a página e CUIDADO: você pode ser surpreender com algumas informações!!!

Depois de deixar Téo Pereira publicar sua biográfia, o Comendador virou amigo do blogueiro. Téo apresenta um novo candidato a mordomo que deixa Zé Alfredo balançado… Seu nome?

Crodoaldo Valério, o “Crô”!

Maria Marta decidiu se afastar da família Medeiros e recomeçar sua vida do zero! Sem dinheiro, sem império… A Imperatriz decide trabalhar de “marido de aluguel”, sabe? Aquele faz tudo em casa? Então… É ela:

Após sofrer poucas e boas na mão de José Pedro, Cris decidiu largar o mundo empresarial e se dedicar à carreira artística. A loira deu um pulinho ali em Sete Vidas, pegou sua amiga Júlia, e voltou para o grupo Empreguetes:

 

 

João Lucas também não quis saber da Império! O caçula da família Medeiros resolveu apostar em seu antigo sonho: jogar futebol! E não há lugar melhor que no Divino para começar essa carreira, né não?!

José Pedro se arrependeu de todas as maldades que fez e decidiu virar monge! ACREDITE…

Maria Isis só provou seu amor pelo Comendador após dar a vida por Zé Alfredo! Mas nós amamos muito a “sweet child” para ficar sem sua ilustre presença! Dizem que, nas noites de lua cheia, Isis aparece na mansão da família Medeiros!

Amanda volta ao passado, mas precisamente Genève, e tenta mudar o futuro de Maria Marta ao se passar pela tia!

Tuane termina com Elivaldo e decide morar no Morro do Alemão! Essa mulher é tão malandra que já tem até convite para trabalhar no exterior, é mole?! Isso dá até uma novela à parte…

 

Após seu romance com Leonardo não vingar, Cláudio foi até uma numeróloga que disse que o amor da vida dele é uma tal de Helena. Desde então, o cerimonialista estaciona, atravessa a rua, sempre a procura seu grande amor… Pelo Leblon, claro!

Xana… Não precisa de outro final! É diva do jeito que é…

And… FIM!

GSHOW

Bom elenco e direção não conseguiram livrar “Império” da trama irregular

Comendador é morto no último capítulo (Foto: Ellen Soares/ Gshow)

Uma novela irregular. Assim “Império” poderá ser lembrada no futuro. Aguinaldo Silva montou sua trama de altos e baixos repleta de apelos que despertaram curiosidade no público. Personagens complexos, bem dirigidos e bem interpretados (a maioria), com histórias que tinham tudo para render ótimos entrechos, enlaces e ganchos. Alguns conseguiram. Outros ficaram na promessa ou decepcionaram.

Império” terminou nesta sexta-feira, 13 de março, com o desfecho da trajetória do Comendador José Alfredo, o grande protagonista da trama. Uma brilhante caracterização de Alexandre Nero, que cumpriu a contento a missão de protagonizar, pela primeira vez, a principal novela da Globo – e produto de maior audiência da TV aberta brasileira.

Um anti-herói, amado e odiado, o Comendador foi um personagem cheio de nuances, qualidades e defeitos. Um dos melhores anti-heróis de nossa Teledramaturgia, desde Beto Rockfeller (Luiz Gustavo na novela homônima de 1968) e Carlão (Francisco Cuoco em “Pecado Capital“, 1975-1976). Pena que sua trama andou e desandou várias vezes ao longo da novela. Nas últimas semanas, o Comendador quase acabou enlouquecido, com mania de perseguição e medo da própria sombra.

Como apoio ao personagem de Nero, outra grande interpretação: Lília Cabral, que apaga de vez a sombra de Pereirão, a infeliz personagem que Aguinaldo Silva deu à atriz em “Fina Estampa”, seu trabalho anterior. Ainda que Maria Marta tivesse tido uma trajetória incerta: começou como uma dondoca arrogante e terminou bastante humanizada para quem desprezava os próprios empregados no início. Teve até reza! Mas o ótimo desempenho da atriz releva qualquer deslize no roteiro.

Infelizmente não pudemos ver Drica Moraes transformar Cora numa personagem memorável. Na pele da atriz, Cora ficou na promessa, e seu afastamento foi um corte brusco no prosseguimento da personagem. Marjorie Estiano (em substituição) trouxe uma Cora mais visceral, que, talvez, tivesse rendido bem mais se tivesse sido ela a intérprete desde o começo. No fim, Cora em nada lembra a megera das primeiras chamadas de “Império“. Apenas não morreu na praia literalmente.

Além de Maria Marta, outros personagens tiveram seguimentos que os distanciaram de suas personalidades iniciais. Ou cujos desfechos resultaram pouco coerentes com suas trajetórias. Téo Pereira (Paulo Betti), o jornalista fofoqueiro e maldoso, quem diria, fez seu mea-culpa e se transformou num “jornalista de respeito”. Enrico (Joaquim Lopez), o odioso homofóbico, passou a amar e a aceitar o pai gay, Cláudio (José Mayer), depois que este quase morreu – tudo muito repentinamente. Cláudio e Leonardo (Klebber Toledo) reataram no final – um desfecho forçado e incoerente para a história que eles haviam mostrado. Orville (Paulo Rocha), de escroque mau-caráter, regenerou-se e passou a ajudar o pintor que ludibriava (Salvador de Paulo Vilhena).

O casal de pilantras Magnólia e Severo (Zezé Polessa e Tato Gabus Mendes) parece ter se redimido depois de tantos golpes: nessa última semana, Magnólia revelou-se uma mulher até sábia (oi?), enquanto Severo, coitado, descobriu-se, de uma hora para outra, com Alzheimer. Xana (Aílton Graça), que suspirava por rapazes no início, lutou pela guarda de uma criança e, por fim, aceitou viver de boa com um casal. O mordomo Silviano (Othon Bastos), de discreto e servil, revelou-se o grande vilão da história, ensandecido em uma trama de vingança pessoal contra o Comendador que envolvia o próprio filho dele, José Pedro (Caio Blat) – a revelação de que José Pedro era o misterioso Fabrício Melgaço acabou por deixar pontas soltas e mal explicadas na trama e um desfecho bastante questionável.

Aguinaldo Silva teve muita sorte com “Império”. Trocou de diretor: deixou de lado a parceria com Wolf Maya, cujos últimos trabalhos foram pouco inspirados (“Fina Estampa”, “Lara com Z”, “Cinquentinha”, “Duas Caras”). O novo diretor de núcleo, Rogério Gomes, deu uma identidade mais sóbria à obra de Aguinaldo, que andava um tanto quanto carnavalesca. Um grande acerto.

Além da direção, o elenco foi outro fator importante para que “Império” não desandasse. Além de Alexandre Nero e Lília Cabral, merecem destaque os esforços de Leandra Leal, Drica Moraes, Marjorie Estiano, José Mayer, Suzy Rêgo, Zezé Polessa, Tato Gabus Mendes, Caio Blat, Othon Bastos e Dani Barros (a Lorraine). Paulo Betti, Paulo Vilhena e Aílton Graça dividiram opiniões. Muitos torceram o nariz para o histrionismo de Betti, como o fofoqueiro Téo Pereira, para os o exageros do pintor maluquinho Salvador (de Vilhena), e para a caracterização surreal de Aílton Graça, como Xana. Sou do time dos que defendem os três: não passam de personagens de ficção, e – guardadas as devidas proporções – até que bastante críveis.

Império” foi uma novela com uma boa direção e uma galeria de bons personagens nas mãos de um elenco afiado. Faltou um melhor desenvolvimento nas tramas desses personagens. Por isso chamá-la de irregular. Não é o Aguinaldo memorável de “Senhora do Destino”, onde quase tudo se encaixou perfeitamente. Mas, tampouco, o Aguinaldo de “Fina Estampa”, que nem o elenco conseguiu sustentar uma história tão estapafúrdia. “Império” escapou por bem pouco.

 

Maurício Stycer – UOL