A reação do rádio é tão inesperada quanto bem-vinda

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Raimundo Gomes Farias  chegou à Rádio Verdes Mares na década de 1970 e desde então seu nome passou a ser praticamente indissociável da cobertura esportiva da emissora.

Quando meio mundo chegava a imaginar o rádio morto, sepultado a sete palmos, eis que ele aos poucos vai ressurgindo, sabendo se reinventar graças ao bom uso dos novos e mais modernos meios de comunicação. Hoje, as principais emissoras brasileiras, as que heroicamente souberam resistir à tentação de não se entregar aos braços de uma igreja e não se vender por 30 moedas, têm boa parte das suas programações transmitidas em vídeo e para as mais diferentes partes do mundo, via internet. É o rádio verdadeiro, sabendo usar a força que tem, inclusive com algumas mudanças de comportamento bem significativas. Se antes era muito comum a apresentação de informativos esportivos no final de tarde, começo da noite, hoje verificamos que este espaço passou a ser ocupado por programas políticos, com a abordagem de assuntos que interessam não só a uma faixa de ouvinte, mas ao público em geral. São sinais de avanço e uma reação tão inesperada quanto bem-vinda.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Igreja: a dominação das rádios é quase total. Poucas ainda estão livres

Música ou informação virou raridade no dial de São Paulo

Música ou informação virou raridade no dial de São Paulo

 

Ainda sobre essa dominação das igrejas, chega a ser apavorante virar o botão de sintonia das emissoras de AM ou FM em São Paulo.

São muito raras aquelas que ainda mantém programações musicais ou jornalismo. O resto é só pregação.

Com todo o lado nefasto que tais “pregações” podem oferecer, prometendo resolver qualquer cosia, desde unha encravada até problemas de ordem financeira.

Um verdadeiro atentado. Tão nocivo e perigoso quanto a propaganda de remédios, com o hipócrita aviso “se persistirem os sintomas procure um médico”. Quando o correto teria que ser “procure o médico antes e compre o remédio depois”.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Rádio Vozão estreia com sucesso entre ouvintes

Homenagem, interação de torcida e discurso do Presidente marcaram o primeiro dia de transmissão

Site do Ceará Sporting Club

Transmissões esportivas do rádio precisam voltar ao passado

No começo deste ano se colocou em prática a junção das rádios Globo e CBN nas transmissões do futebol. Agora, quando a bola rola, o que vale é “Futebol Globo/CBN” –nome até bonito, mas ainda rejeitado por alguns integrantes da sua equipe. Ou se referem a ele com extrema má vontade, ou falam errado, caracterizando um tipo de atitude ou protesto que não se ajusta ao momento.

O mercado do rádio esportivo se estreitou demais nos últimos anos e os que dele participam, mesmo às custas de algum sacrifício ou contrariedade, devem batalhar pela sua preservação. A concorrência com os outros meios, e os prejuízos que vieram com ela, se acentuou muito nos últimos tempos. Atitudes como a acima descrita só jogam contra. A saída mais recomendável é batalhar pelo que ainda existe.

Pouco restou do que foi conquistado no passado. O que se deseja é ter de volta um rádio atuante, presente, com o seu dinamismo próprio e característico. Resgatar, enfim, um mínimo do que ele já foi. E não mais a acomodação de levar aos ouvintes o que os seus narradores, comentaristas e repórteres assistem na televisão.

Momento do rádio

O que se deseja é ter de volta a garra de antigas gerações do rádio esportivo e fazer com que aqueles que ainda arregaçam as mangas não continuem como exceções.

Aliás, é de se louvar a existência desses poucos, que ao contrário da grande maioria, não fogem dessa luta.

Conflitante

A modernização dos meios de comunicação, por mais paradoxal possa parecer, facilitou os movimentos do rádio.

Antes, o que era só possível fazer com pedidos de linhas muito caras das companhias de telefone, hoje se faz por preços incomparavelmente menores. No lugar das centenas de metros de fios, vieram os celulares.

No sentido oposto de todas essas facilidades, as rádios se trancafiaram nos estúdios. Querem ainda o mais barato, mas que não é bom.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Qual rádio é dona da maior rede de emissoras no Brasil? Band ou Jovem Pan ?

 

Falando em rádio, tanto a Pan – há mais tempo, como a Bandeirantes têm se proclamado donas “da maior rede de emissoras no Brasil”…

… A única certeza que fica é que uma está mentindo. E agora?

 

Flávio Ricco com  colaboração de José Carlos Nery

Projeto propõe fim da propaganda eleitoral no rádio e na televisão

O fim da propaganda eleitoral no rádio e na televisão é o que propõe o projeto apresentado pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF) na última segunda (23).

Segundo a Agência Senado, a criação do dispositivo surge da ideia do senador de que a grave crise política vivida atualmente requer a adoção de medidas que representem mudanças concretas nas instituições políticas e a extinção da propaganda eleitoral no rádio e na televisão significaria a redução expressiva dos custos de campanha e maior igualdade entre os partidos e candidatos concorrentes, durante as eleições.

Para o senador, o marketing utilizado na propaganda eleitoral veiculada no rádio e na televisão estimula os candidatos a apresentarem cenários que, muitas vezes, não correspondem à realidade socioeconômica vivida pela sociedade e são passíveis de contribuir para distorções e manipulações do processo eleitoral, conforme apontam diversos analistas.

Além disso, a campanha das ruas perdeu seu espaço. “É preciso estimular os partidos e candidatos a voltarem às ruas para um contato maior com a população, o que está deixando de ocorrer em face do excesso de ‘marketagem’ promovido pela propaganda no rádio e na televisão”, afirmou Cristovam. Já os debates televisivos, segundo o projeto, não devem acabar.

Por outro lado, na opinião do senador, não haverá grande perda de espaço para a discussão política, pois, além do contato nos comícios e nas ruas, a internet continuará com o seu papel fundamental de informar. “Hoje boa parte do debate político é travado por intermédio das redes sociais”, conclui.

Ainda conforme o projeto, os partidos permanecerão com direito ao acesso gratuito ao rádio e à televisão em período não-eleitoral, para apresentar seus programas partidários, conforme determina a Constituição Federal.

Na Tellinha

Flávio Ricco elogia o rádio brasileiro

AM 810 Verdinha

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O rádio…

Mesmo combalido, judiado em alguns casos, é e sempre se colocará entre os principais meios de comunicação.
Aparece como uma das escolas mais importantes, especialmente quando é necessário usar o improviso.
Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Rachel Sheherazade assina contrato com a Rádio Jovem Pan; âncora continua no SBT

Sheherazade assina contrato com a Rádio Jovem Pan; âncora continua no SBT

Conhecida nacionalmente por ser apresentadora do “SBT Brasil”, a jornalista Rachel Sheherazade acaba de aceitar um novo desafio em sua carreira.

Segundo o colunista Flávio Ricco, Rachel assinou contrato com a Rádio Jovem Pan, onde será uma das comentaristas fixas do tradicional “Jornal da Manhã”, apresentado por seu colega de bancada, Joseval Peixoto.

Sheherazade será uma das comentaristas do programa, juntamente com os jornalistas José Nêumanne Pinto e Reinaldo Azevedo. Ou seja, ela fará no rádio o que lhe foi tirado na televisão.

Rachel voltou ao Brasil recentemente, depois de tirar alguns dias de férias nos Estados Unidos, e no seu retorno acertou os últimos detalhes do contrato.

A sua contratação ainda não está confirmada, porém, algo oficial não deve demorar muito, já que chamadas deverão ser feitas a partir deste fim de semana.

A jornalista continuará, tranquilamente, ancorando o principal telejornal do SBT, que vai ao ar diariamente a partir das 19h45. A intenção da Pan é trazer cada vez mais polêmica e repercussão para o programa, que é líder de audiência nas manhãs de São Paulo há 15 anos.

Rachel Sheherazade provoca muita polêmica desde começou a trabalhar em rede nacional, em 2010. Neste ano, devido a um comentário polêmico sobre Justiça com as próprias mãos, a jornalista parou de dar opiniões no “SBT Brasil”.

NaTelinha

Sabrina Parlatore brinca: “me contratem e me botem na geladeira”

Conhecida pelos seus trabalhos na MTV e na Band, a apresentadora Sabrina Parlatore falou sobre estar fora da TV, e brincou com o fato de alguns artistas estarem na geladeira e reclamarem.

Em entrevista para o programa “Pânico”, da Rádio Jovem Pan, Sabrina disse que nunca ganhou dinheiro na televisão e que até deseja voltar, mas não para trabalhar muito e ganhar pouco: “Convites aparecem, mas, nada que me interesse. Tem que bater um projeto que tenha a ver comigo. Trabalhar muito e ganhar pouco… Não estou mais nessa fase. Nunca ganhei dinheiro na TV. Não sei aonde estão essas cifras altas que tanto falam!”.

Parlatore também brincou com o fato de alguns artistas reclamarem de ganhar muito dinheiro e não trabalharem, dizendo que não tem papeis na TV: “Esse povo que fica reclamando que está na geladeira… Me contratem e me botem na geladeira, por favor! Quer coisa melhor do que ganhar dinheiro e não fazer nada?! Por mim, eu ficaria tranquilamente”.

Recentemente, Sabrina Parlatore teve seu contrato encerrado pelo Glitz*, e se lançou na carreira musical como cantora, fazendo uma temporada de shows no Tom Jazz, em São Paulo.

NaTelinha

Flávio Ricco critica as rádios que transmitem o mesmo toque do comunicador de mensagem

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Isso não acontece na Rádio Verdes Mares
Inventa outra
Quem dirige não pode falar ao celular, escrever ou receber mensagens, sob penas da lei, certo?
Bem que as emissoras de rádio também poderiam dar a sua contribuição no caso. Algumas delas, para passar recados dos seus ouvintes, transmitem o mesmo toque do comunicador de mensagem. Qual é o santo, que numa hora dessas, inconscientemente, não é levado a olhar para o telefone? E aí…
Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery