James Akel comenta proteção de tucanos a Luís Inácio Lula da Silva

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LULA PROTEGIDO POR TUCANOS NA ELEIÇÃO DE AGORA

FHC disse que Lula tem que ser candidato.
João Dória diz que Lula tem que ser candidato.
O PT protege Aécio Neves no Senado.
O leitor nem precisa que se desenhe nada.
O leitor é inteligente e sabe o que estes políticos fazem.
Futuro vai dizer.

 

James Akel no dia 06/10/2017

James Akel comenta postura de PT e PSDB na votação da denúncia contra Michel Temer

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PT E PSDB VOTAM CONTRA TEMER

Mas o PSDB não entrega os cargos.
O PPS vota contra o governo mas o Ministro da Defesa não entrega o cargo.
São uns brincalhões pra não dizer outro nome.
Uma coisa fofa.

 

James Akel no dia 03/08/2017

James Akel critica estratégia do PSDB para as #Eleições2018

TUCANOS PREFEREM PERDER ELEIÇÃO DE 2018 A ENTREGAR PRA JOÃO DÓRIA

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A cúpula tucana comandada por Aécito Neves prefere perder a eleição de 2018 do que dar legenda a João Dória pra que ele vença.
Quem sabe os democratas ofereçam legenda.

 

James Akel no dia 07/04/2017

Apresentadora de telejornal troca cores do PT pelas do PSDB

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Coisas do coração

A gosto da ocasião, uma apresentadora de telejornal, ainda em início de jornada, acaba de trocar as cores do PT pelas do PSDB. É, como se observa, uma carreira amorosa das mais conflituosas. Nos resta esperar pela próxima vítima.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Com três prefeitos eleitos, PSDB se fortalece na região Norte

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O PSDB elegeu três prefeitos de capitais no Norte do país nas eleições municipais deste ano, consolidando a força do partido nos grandes municípios da região. Em Manaus (AM) e Belém (PA), as duas maiores cidades do Norte brasileiro, dois tucanos vão governar as capitais pelos próximos quatro anos: Artur Neto e Zenaldo Coutinho. A Prefeitura de Porto Velho (RO) também será comandada pelo PSDB, que elegeu Dr. Hildon no segundo turno.
Candidato à reeleição, Artur Neto conquistou 55, 46% dos votos em Manaus, com mais de 120 mil votos de vantagem sobre o seu adversário Marcelo Ramos (PR). Ao comemorar o resultado das urnas, o tucano disse que sua vitória é consequência da “aliança” que firmou com a população manauara. “Lá atrás, em 1988, eu me elegi prefeito e foi contra todo mundo. E agora de novo. O que havia de cacique, gente que se imaginava dona de voto, a gente não podia nem contar com as mãos, mas eu preferi fazer uma aliança com o povo, porque eu não loteei jamais e não lotearei nunca cargos, secretarias. Não faço acordo desse tipo. Não confundo Manaus com uma fazenda, nada de vender ou alugar Manaus de porteira fechada, nada disso”, afirmou.
O tucano agradeceu o “apoio expressivo” da população e ressaltou que sua campanha venceu a “baixaria e coisas de pouca importância” protagonizadas pelo seu adversário, no que chamou de “massacre pessoal”. “Estamos aqui, redobrados na força, redobrados no esforço e reforçados pela presença do deputado Marcos Rotta, que será o encarregado pela mobilidade urbana no nosso governo. Um grande reforço nessa aliança entre o PSDB aqui e o PMDB como vice”, afirmou.

Em Belém, o tucano Zenaldo Coutinho recebeu 396.770 votos, o que corresponde a 52,33% dos votos válidos, contra 361.376 de Edmilson Rodrigues (PSOL), que alcançou 47,67% dos votos válidos. Em pronunciamento após a vitória, Zenaldo destacou a “virada” em sua campanha que permitiu a vitória. “Nós começamos e diziam que nós não tínhamos chance nem de ir para o 2º turno. Saímos nessa grande caminhada e eu quero aproveitar para agradecer às milhares de pessoas que nos ajudaram, militantes nos mais diferentes bairros e eles se somaram em um grande esforço”, afirmou.
Com uma larga vantagem sobre o adversário, o tucano Dr Hildon Chaves foi eleito prefeito de Porto Velho para os próximos quatro anos com 65,1%, o que corresponde a 145.279 votos válidos. O adversário Léo Moraes (PTB) obteve 34,8% dos votos válidos, o que representa 76.989 votos de eleitores.

 

Site do PSDB

Com 807 prefeitos eleitos, sendo sete de capitais, o PSDB desponta com grande vitorioso das eleições municipais

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O PSDB se consolidou neste domingo (30) como o grande vitorioso das eleições municipais deste ano. Dos 19 candidatos tucanos que disputaram o segundo turno, o partido elegeu 14, sendo cinco de capitais: Porto Alegre (RS), Maceió (AL), Belém (PA), Manaus (AM) e Porto Velho (RO). Ao todo, serão 807 cidades em todo o país governadas por tucanos, o que mostra a força da “Onda Azul” que tomou conta do país nas disputas municipais, recebendo mais de 21 milhões de votos nos dois turnos.

Sete capitais brasileiras terão prefeitos do PSDB nos próximos quatro anos: São Paulo, Porto Alegre (RS), Maceió (AL), Manaus (AM), Belém (PA), Teresina (PI) e Porto Velho (RO). É o maior êxito de um partido político nas urnas em 2016, comprovando o desejo da população brasileira de eleger candidatos do PSDB.

“Uma segunda onda azul está tomando conta do país como já havia acontecido no primeiro turno. O PSDB será, na história do Brasil, o partido político que governará o maior número de brasileiros. Isso é uma resposta clara da sociedade brasileira ao papel que o PSDB vem desempenhando ao denunciar as irregularidades e irresponsabilidades do governo petista”, disse o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG).

Em 2012, o PSDB elegeu 695 candidatos na disputa municipal, o que comprova o crescimento de 15,5% do partido nas urnas em 2016. Numericamente, o PMDB foi o partido que elegeu o maior número de prefeitos este ano, no total de 1.038, mas o partido cresceu apenas 1,6% nas urnas no comparativo com as eleições de 2012 – em que foram eleitos 1.021 candidatos peemedebistas.

O PSDB também elegeu nove prefeitos no segundo turno nas cidades com mais de 200 mil habitantes: Blumenau (SC), Caruaru (PE), Contagem (MG), Jundiaí (SP), Ribeirão Preto (SP), Santa Maria (RS), Santo André (SP), São Bernardo do Campo (SP) e Vila Velha (ES).

Além dos candidatos às prefeituras, o PSDB também elegeu sete vice-prefeitos no primeiro e segundo turnos das eleições municipais. Só neste domingo, foram eleitos os vice-prefeitos tucanos de Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Juiz de Fora (MG) e Cariacica (ES).

Derrocada

Ao contrário do PSDB, o PT não conseguiu eleger nenhum dos sete candidatos que disputaram o segundo turno. A trajetória de queda do partido ganhou força este ano após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e as crescentes denúncias da Lava Jato contra o ex-presidente Lula. Mas desde 2008, quando elegeu o maior número de prefeituras nos municípios com mais de 200 mil habitantes, a sigla vem em trajetória de queda.

Em 2008, foram 20 prefeitos do PT eleitos no país nas maiores cidades, contra 17 em 2012. Este ano, apenas um prefeito do PT foi eleito em todo o país. A queda do partido foi de 94,1% na comparação com as eleições municipais de 2012.

 

Site do PSDB

Página 300 de 366-Hoje faz 2 anos que Dilma Rousseff foi reeleita #EIDILMAVAITOMARNOCU

Dilma Rousseff acena para apoiadores celebrando sua reeleição ao lado do ex-presidente Lula em Brasília (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)

Dilma acena para militantes em hotel de Brasília onde fez o discurso da vitória

(Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)

26/10/2014 20h30 – Atualizado em 04/11/2014 22h25

Dilma é reeleita presidente e amplia para 16 anos ciclo do PT no poder

Com 100% das urnas apuradas, ela obteve 51,6% dos votos; Aécio, 48,3%.
Governo do PT (2003-2018) terá o dobro do período tucano (1995-2002).

Dilma Rousseff (PT) venceu Aécio Neves (PSDB) na disputa em segundo turno e foi reeleita neste domingo (26) para um novo mandato como presidente da República (2015-2018). Segundo o sistema de apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o resultado foi confirmado às 20h27min53, quando 98% das urnas estavam apuradas e não havia mais possibilidade matemática de virada.

Com 100% das urnas apuradas, Dilma obteve 54.501.118 votos (51,64%) e o tucano, 51.041.155 votos (48,36%). As abstenções totalizaram 30.137.479 (21,1% do total).

Uma hora depois da confirmação do resultado, Dilma fez um discurso de agradecimento, com 26 minutos de duração, em um hotel de Brasília. Saudou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a quem chamou de “militante número 1 das causas do Brasil”, afirmou que está “disposta ao diálogo” e conclamou os brasileiros a se unirem em favor do país. “Não acredito que estas eleições tenham dividido o país ao meio”, afirmou. “O calor da disputa pode agora ser transformado em energia construtiva de um novo momento no Brasil”, declarou. A presidente disse que priorizará a discussão com o Congresso e com a sociedade de uma reforma política a ser aprovada por meio de plebiscito.

Aécio Neves fez um pronunciamento em Belo Horizonte cerca de 40 minutos depois de confirmado o resultado. Disse ter cumprimentado Dilma pela vitória e afirmou que agora a prioridade é unir o Brasil. “Considero que a maior de todas as prioridades é unir o Brasil em torno de um projeto honrado e que dignifique todos os companheiros”, afirmou, em uma fala de cerca de dois minutos.

Com a vitória, Dilma completará um período de 16 anos do PT no comando do governo federal, desde a primeira eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002. É o dobro do tempo do PSDB, que teve dois mandatos com Fernando Henrique Cardoso (1995-1998 e 1999-2002). Desde antes da reeleição de Dilma, o PT trabalha com a hipótese de uma nova candidatura de Lula em 2018, conforme voltou a defender neste domingo o presidente do partido, Rui Falcão.

A presidente se reelegeu na disputa considerada a mais acirrada desde a redemocratização. No início da campanha, a petista manteve-se na dianteira nas pesquisas de intenção de voto, mas depois chegou a ter a liderança ameaçada por Marina Silva (PSB), derrotada no primeiro turno, e Aécio, que chegou a aparecer numericamente à frente dela no segundo turno.

Foi também a sexta eleição marcada pela polarização entre PSDB e PT, que desde 1994 sempre chegaram nas duas primeiras posições na corrida presidencial. Assim como em 2010, a candidatura de Marina despontou neste ano como terceira força, alcançando 21,3% dos votos no primeiro turno.

Campanha
Tanto no primeiro quanto no segundo turno, a campanha eleitoral para a Presidência neste ano foi marcada pelas críticas entre os candidatos. Se na primeira fase da disputa, os ataques do PT se concentraram em Marina – apontada como inconsistente – na segunda, a campanha petista mirou a candidatura de Aécio, associando-a ao “retrocesso”.

Marina passou a ser alvo tanto do PT quanto do PSDB com sua rápida ascensão nas pesquisas após a morte de Eduardo Campos, candidato do PSB até agosto, quando morreu em acidente aéreo que vitimou outras seis pessoas, entre assessores e tripulantes.

Até então, as pesquisas indicavam uma situação de estabilidade, com Dilma à frente e Aécio em segundo. O tucano já havia enfrentado denúncias de suposta concessão irregular para um tio de um aeroporto na cidade de Cláudio (MG), mas a candidatura dele começou a perder fôlego após a morte de Campos.

Uma das principais críticas do PT a Marina Silva foi a defesa da independência do Banco Central, que propunha mandatos fixos para diretores condicionado ao combate à inflação. Nas propagandas e discursos, a campanha petista dizia que a medida favoreceria os banqueiros; na TV, foi mostrada uma família sem comida no prato. Marina respondia dizendo que a rival tentava “ressuscitar o medo” na campanha e fazia “terrorismo eleitoral”.

Pelo lado do PSDB, Marina era atacada por ter sido filiada ao PT, inclusive nos períodos em que o partido enfrentava escândalos de corrupção, como o mensalão. A candidatura de Marina também foi posta em xeque após mudanças em seu programa de governo. Quando o programa foi lançado, em 29 de agosto, havia defesa do casamento gay e da energia nuclear. No dia seguinte, os tópicos foram retirados, sob alegação de erro na edição do documento.

Marina foi perdendo pontos nas intenções de voto e acabou ultrapassada por Aécio na semana que antecedeu o primeiro turno. Nas urnas, Dilma obteve 41,6% dos votos válidos e Aécio 33,5%, resultado que levou a disputa para o segundo turno.

Nas três semanas de disputa direta entre a petista e o tucano, as críticas se concentraram na corrupção e na economia. Aécio explorou o escândalo na Petrobras, responsabilizando o governo pelos supostos desvios e propina pagos a políticos pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa. Dilma reagiu dizendo que a oposição tentava dar um golpe ao explorar o caso. Defendeu-se ainda afirmando que a PF teve autonomia para investigar, e os casos de corrupção não eram escondidos “debaixo do tapete”.

No campo da economia, a petista insistiu que o retorno do PSDB ao poder seria uma “volta ao passado”, segundo ela, com arrocho salarial, desemprego e queda na renda dos trabalhadores. O tucano, por sua vez, enfatizou a alta da inflação no governo Dilma aliado ao baixo crescimento da economia; como solução, pregou mais credibilidade e transparência nas contas públicas para atrair de volta o investimento produtivo ao país.

Nas duas últimas semanas da campanha, os ataques se intensificaram nas propagandas, debates na TV e atos de campanha pelas ruas do país. Além de criticar a política econômica do PSDB, Dilma passou a dizer que os tucanos não governavam para os pobres, apontando uma menor abrangência dos programas sociais na época de FHC. O discurso foi reforçado por Lula, que participou ativamente da campanha e chamou Aécio de “filhinho de papai”, o acusou de ser agressivo com mulheres e o condenou por recusar o teste do bafômetro numa blitz em 2012.

Além da Petrobras, Aécio acusou o PT de promover uma divisão no país, entre ricos e pobres e Sudeste-Sul contra Norte-Nordeste. O tucano recebeu apoio de Marina Silva e outros candidatos derrotados na eleição e passou a se queixar da “campanha de desconstrução”, segundo ele, feita pelo PT. Num dos debates mais tensos da TV, Aécio ainda rebateu a acusação de ter empregado a irmã no governo de Minas ao dizer que um irmão de Dilma também havia sido nomeado pela Prefeitura de Belo Horizonte durante administração do PT.

G1.COM.BR