Assembleia Legislativa de Rondônia prova lei que vai multar quem passar trote à PM e Samu, em Rondônia

Multa por trote será de R$ 1 mil; lei precisa ser sacionada pelo governador
Lei também vai valer para trotes contra o Corpo de Bombeiros do estado.

Bandeira do estado de Rondônia

Plenário Assembléia Legislativa de Rondônia (Foto: José Hilde/ Decom ALE-RO)

Votação unânime aprova projeto de lei contra
trote (Foto: José Hilde/ Decom ALE-RO)

A Assembleia Legislativa de Rondônia aprovou de forma unânime, durante a semana, um projeto que criminaliza qualquer pessoa que passe trote na Polícia Militar (PM), Serviço de Atendimento Móvel (Samu) e Corpo de Bombeiros. O Projeto de Lei 416/16, que ainda precisa ser sancionado pelo governador, prevê multa de R$ 1 mil por cada trote passado aos órgãos policiais e de socorro. A aprovação do projeto foi unânime entre os deputados.

Segundo a ALE, a identificação de quem passar trote por telefone será feitas através de um identificador de chamadas, que vai permitir chegar até o proprietário do telefone de origem.

A lei já funciona em outra cidades como São Paulo (SP) e Goiânia (GO). A ideia é tentar inibir a prática que atrapalha os serviços do socorro e segurança. Segundo a ALE, um trote passado às autoridades pode impedir que uma vida seja salva, já que enquanto a ambulância estiver atendendo uma ocorrência inexistente, uma pessoa pode estar precisando de socorro ou atendimento policial.

Caso seja sancionada pelo governador, a pessoa que passar trote poderá ser multada em R$ 1 mil. Se a falsa ligação for feita por uma criança, a responsabilidade do trote cairá sobre os pais. Em caso de reincidência, o valor da multa vai dobrar.

 

G1.COM.BR

Operários se agridem com pá e cano e acabam presos em Porto Velho

Briga teria começado do nada, segundo narraram os dois envolvidos.
Um dos operários diz ter sido agredido sem motivo com uma pá.

Bandeira do estado de Rondônia

Dois homens, que estariam trabalhando em uma obra de Porto Velho, foram presos nesta sexta-feira (2) depois de se agredirem com uma pá e um pedaço de cano. Um dos envolvidos é haitiano. À Polícia Militar (PM), ele teria dito que reagiu a agressão com o cano porque foi atacado com uma pá pelo suspeito, sem nenhum motivo. Ele sofreu cortes no rosto e em um dos braços, tendo que ser socorrido a Unidade de Porto Atendimento (UPA) da Zona Leste.

Segundo consta no boletim de ocorrência, a confusão aconteceu dentro de uma construção, nas imediações da Avenida Rio Madeira com Tiradentes, no Bairro Embratel.

Os dois homens estavam em horário de almoço quando a briga teve início. O operário agredido com o cano alegou que caminhava ao lado do colega, quando esse o atacou desferindo golpes em sua cabeça, então teria revidado à agressão com uma pá.

A PM foi acionada e ouviu a versão dos dois trabalhadores. Como cada um alegou legitima defesa, o caso foi parar na Central de Polícia, onde a dupla acabou autuada em flagrante por lesão corporal recíproca.

 

G1.COM.BR

Após 4 dias, travessia de turistas é liberada entre Guajará-Mirim e Bolívia

Transporte de cargas e passageiros foi normalizado na fronteira.
Cerca de 2 mil pessoas passam pelo local diariamente, diz Porto Oficial.

Bandeira do estado de Rondônia

Depois de quatro dias de interdição, a travessia de turistas brasileiros e bolivianos foi liberada no início da tarde de quarta-feira (1), nos Portos Oficiais de Guayaramerín (Bolívia) e Guajará-Mirim(RO), a cerca de 330 quilômetros de Porto Velho. O acesso ao Porto Boliviano havia sido suspenso desde o último sábado (28) como forma de protesto pela falta de energia elétrica e o racionamento geral no município boliviano.

De acordo com o Consulado Boliviano no Brasil, a liberação aconteceu por volta das 14h, após uma reunião entre autoridades bolivianas sobre a crise no setor energético de Guayaramerín. Na reunião foi estipulado um prazo de sete dias para que o problema do racionamento seja resolvido, caso contrário há possibilidade de uma nova paralisação.

Ainda de acordo com o Consulado, as aulas nas escolas estão acontecendo normalmente e os postos de combustíveis reabriram, além do tráfego nas rodovias e aeroportos que também já foram normalizados em Guayaramerín.

porto de guajará-mirim (Foto: Júnior Freitas/G1)
Porto de guajará-mirim (Foto: Júnior Freitas/G1)

Com a paralisação ocorrida, o comércio local registrou queda de 80% nas vendas, além de acúmulo de cargas das empresas brasileiras que exportam para a Bolívia. Segundo a direção da única empresa responsável pelo transporte fluvial em Guajará-Mirim, os prejuízos chegaram a R$ 40 mil, pois diariamente são transportadas cerca de 2 mil passageiros.

A intervenção parcial iniciou no sábado (28), mas ainda existia a possibilidade de brasileiros que estavam na Bolívia retornarem e de bolivianos que estavam no Brasil também voltarem ao seu país, mediante apresentação de documento de identidade. Já no domingo (29) o acesso foi totalmente bloqueado e ninguém estava autorizado a cruzar o Rio Mamoré para o país vizinho, o que gerou desconforto para moradores e turistas.

Na manhã desta quinta-feira (2), o transporte de cargas e passageiros voltou a funcionar normalmente nos dois portos. Para a doméstica Lidiane Araújo Freitas, a liberação veio em boa hora, pois uma vez por mês necessita ir até uma farmácia de Guayaramerín para comprar um remédio para a mãe, de 54 anos.

“Minha mãe tem que tomar esse medicamente e lá é mais barato, enquanto lá custa R$ 22, aqui eu pagaria R$ 60, então vale a pena. Ainda bem que já liberaram, senão ia ficar complicado para eu conseguir atravessar, esperamos que isso não volte a ocorrer, senão vai nos prejudicar muito”, conta.

Já o estudante de administração e representante comercial Odair Caballera, de 24 anos, necessita cruzar o Rio Mamoré diariamente para fazer vendas e o estágio do curso em Guayaramerín. O jovem universitário ficou satisfeito com a notícia, apesar de manter a desconfiança de que o Porto Oficial boliviano possa ser fechado de novo.

“Fiquei praticamente uma semana sem poder cruzar e perdi alguns estágios. Isso me gerou um contratempo muito grande, mas eu sabia que uma hora ou outra ia ser liberado. Vou tratar de aproveitar o resto da semana para resolver os meus assuntos e deixar tudo em dia, pois a gente nunca sabe o dia de amanhã, vai que fecham de novo”, declarou o rapaz.

 

G1.COM.BR

Cabeça de bezerro de aptidão leiteira custa, em média, R$ 764,17, em Rondônia

Confira a cotação de alguns produtos agrícolas em municípios do estado.
Valores se referem a preços pagos diretamente ao produtor, diz Emater.

Bandeira do estado de Rondônia

A Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) realizou, entre os dias 16 a 20 de maio, a pesquisa de preços dos produtos agrícolas vendidos no estado. A cotação se refere ao valor pago diretamente ao produtor agrícola, nas unidades produtivas.

Confira abaixo a lista de alguns itens:

Preço Bezerro GRU (Foto: Reprodução / Globo Rural)
Cabeça de bezerro de aptidão leiteira custa
R$ 700,00 em Jaru  (Foto Reprodução/Globo Rural)

–  Bezerro de aptidão leiteira (cabeça)
Preço médio: R$ 764,17
Porto Velho: R$ 800,00
Guajará-Mirim: R$ 800,00
Ariquemes:  R$ 750,00
Jaru: R$ 700,00
Rolim de Moura: R$ 700,00
Machadinho D’Oeste: R$ 750,00
Ouro Preto do Oeste: cotação não divulgada
Ji-Paraná: R$ 700,00
Colorado do Oeste: R$ 750,00
São Miguel do Guaporé: R$ 870,00
Costa Marques: R$ 750,00
Cacoal: R$ 800,00
Vilhena: R$ 800,00
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Embrapa realiza pesquisa para controlar verminoses em ovinos (Foto: Reprodução/TV Morena)
Quilo de carne ovina custa R$ 4,50 em Ariquemes
(Foto: Reprodução/TV Morena)

– Ovino (quilo)
Preço médio: R$ 7,28
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: cotação não divulgada
Ariquemes: R$ 7,50
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: cotação não divulgada
Machadinho D’Oeste: R$ 6,80
Ouro Preto do Oeste: R$ 7,00
Ji-Paraná: cotação não divulgada
Colorado do Oeste: cotação não divulgada
São Miguel do Guaporé: R$ 7,10
Costa Marques: cotação não divulgada
Cacoal: R$ 8,00
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Mandioca Globo Repórter (Foto: Reprodução TV Globo)
Quilo da mandioca custa R$ 1,20 em Vilhena
(Foto: Reprodução TV Globo)

– Mandioca de mesa (quilo)
Preço médio: R$ 1,23
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: R$ 1,20
Ariquemes: R$ 1,00
Jaru: R$ 1,20
Rolim de Moura: cotação não divulgada
Machadinho D’Oeste: R$ 1,70
Ouro Preto do Oeste: R$ 1,00
Ji-Paraná: R$ 1,00
Colorado do Oeste: R$ 1,15
São Miguel do Guaporé: R$ 1,60
Costa Marques: R$ 1,50
Cacoal: R$ 1,00
Vilhena: R$ 1,20
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Nutricionista ensina a preparar creme de mamão, em Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Caixa com 20 quilos de mamão custa R$ 20,00 em
Ouro Preto do Oeste
(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

– Mamão (caixa com 20 quilos)
Preço médio: R$ 20,50
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: R$ 22,00
Ariquemes: cotação não divulgada
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: cotação não divulgada
Machadinho D’Oeste: R$ 20,00
Ouro Preto do Oeste: R$ 20,00
Ji-Paraná cotação não divulgada
Colorado do Oeste: cotação não divulgada
São Miguel do Guaporé: cotação não divulgada
Costa Marques: cotação não divulgada
Cacoal: R$ 20,00
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

G1.COM.BR

Quadrilha é presa vendendo drogas na Zona Sul de Porto Velho

Pai e filho comercializavam com ajuda de amigos dentro da residência.
Adolescente de 16 anos também foi apreendido com a quadrilha.

Bandeira do estado de Rondônia

Central de flagrantes em Porto Velho - RO (Foto: Angelina Ayres/Rede Amazônica)
Quadrilha foi levada à Central de Flagrantes em
Porto Velho (Foto: Angelina Ayres/Rede Amazônica)

Seis homens foram presos e um adolescente de 17 anos foi apreendido na noite da última terça-feira (31) suspeitos de vender drogas no bairro Castanheira Zona Sul de Porto Velho. De acordo com a Polícia Militar (PM), uma denúncia anônima informou que uma casa na rua Saxofone servia de ponto de vendas de entorpecente.

Segundo o boletim de ocorrência, a PM chegou até o local e cercou os suspeitos dentro do terreno com duas casas. Na primeira foram encontrados três suspeitos, na segunda mais quatro. Dois tentaram fugir, mas foram detidos pelos policiais. Um adolescente foi apreendido junto com o pai que é dono das residências. No local foram encontrados quatro tabletes de cocaína, 10 porções de maconha além de facas e sacolas plásticas para embalar os entorpecentes.

Dois homens e o infrator confessaram que a droga pertencia a eles. Quando os policiais estavam se retirando do local com os suspeitos, um casal chegou à residência e informou a PM que eram usuários e que há cerca de um mês a casa serve de ponto de vendas.

Os homens foram presos e o adolescente apreendido, eles foram encaminhados a Central de Flagrantes de Porto Velho. Após busca pessoal, a PM verificou que dois suspeitos possuíam mandando de prisão em aberto.

 

G1.COM.BR

Cabeça de galinha caipira custa, em média, por R$ 19,50 em Rondônia

Confira a cotação de alguns produtos agrícolas em municípios do estado.
Valores se referem a preços pagos diretamente ao produtor, diz Emater.

A Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) realizou, entre os dias  16 a 20 de maio, a pesquisa de preços dos produtos agrícolas vendidos no estado. A cotação se refere ao valor pago diretamente ao produtor agrícola, nas unidades produtivas.

Confira abaixo a lista de alguns itens:

galinha (Foto: Reprodução/TV Gazeta)
Cabeça de galinha caipira custa R$ 20,00 em
Ariquemes(Foto: Reprodução/TV Gazeta)

–  Galinha Caipira (cabeça)
Preço médio: R$ 19,00
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: cotação não divulgada
Ariquemes:  R$ 20,00
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: R$ 20,00
Machadinho D’Oeste: R$ 18,00
Ouro Preto do Oeste: R$ 20,00
Ji-Paraná: R$ 20,00
Colorado do Oeste: R$ 22,00
São Miguel do Guaporé: R$ 20,00
Costa Marques: cotação não divulgada
Cacoal: R$ 16,00
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Milho  (Foto: Reprodução/RBS TV)
Saca de milho custa R$ 35,00 em Rolim de Moura
(Foto: Reprodução/RBS TV)

– Milho em grãos (saca de 50 quilos)
Preço médio: R$ 33,50
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: cotação não divulgada
Ariquemes: cotação não divulgada
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: R$ 35,00
Machadinho D’Oeste: R$ 32,00
Ouro Preto do Oeste: cotação não divulgada
Ji-Paraná: cotação não divulgada
Colorado do Oeste: cotação não divulgada
São Miguel do Guaporé: cotação não divulgada
Costa Marques: cotação não divulgada
Cacoal: cotação não divulgada
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Colheita do abacaxi este ano deve ser recorde em Turiaçu (Foto: Reprodução/TV Mirante)
Unidade do abacaxi custa R$ 1,00 em Cacoal
(Foto: Reprodução/TV Mirante)

– Abacaxi (unidade)
Preço médio: R$1,32
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: cotação não divulgada
Ariquemes: R$ 1,80
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: R$ 1,50
Machadinho D’Oeste: R$ 1,50
Ouro Preto do Oeste: cotação não divulgada
Ji-Paraná: cotação não divulgada
Colorado do Oeste: cotação não divulgada
São Miguel do Guaporé: cotação não divulgada
Costa Marques: R$ 1,00
Cacoal: R$ 1,00
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Cada urucum produz aproximadamente 15 quilos de sementes (Foto: Reprodução/ TV TEM)
Quilo do urucum custa R$ 4,10 em Colorado do
Oeste (Foto: Reprodução/ TV TEM)

– Urucum em grãos (quilo)
Preço médio: R$ 3,88
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: cotação não divulgada
Ariquemes: R$ 4,00
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: cotação não divulgada
Machadinho D’Oeste: cotação não divulgada
Ouro Preto do Oeste: cotação não divulgada
Ji-Paraná cotação não divulgada
Colorado do Oeste: R$ 4,10
São Miguel do Guaporé: R$ 3,80
Costa Marques: R$ 4,00
Cacoal: cotação não divulgada
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

 

G1.COM.BR

Hospital Regional de Cacoal, RO, recebe novos equipamentos

Cerca de 3 mil pessoas devem ser atendidas por mês pelos equipamentos.
Pacientes que precisavam dos serviços eram encaminhados para capital.

Novos equipamentos de hospital em Cacoal, RO (Foto: Rogério Aderbal/G1)
Novos equipamentos de tomografia computadorizada chega a hospital em Cacoal
(Foto: Rogério Aderbal/G1)

O Hospital Regional de Cacoal (HRC), a 480 quilômetros de Porto Velho, passou a contar com os serviços de tomografia computadorizada, ecocardiograma, raio-X,  teste ergométrico, oftalmologia e outros. Antes, os pacientes que precisavam desses serviços eram encaminhados para a capital ou tinha que recorrer à rede particular.

Novos equipamentos de hospital em Cacoal, RO (Foto: Rogério Aderbal/G1)
Sala de ultrassonografia também recebeu novos
equipamentos (Foto: Rogério Aderbal/G1)

Os equipamentos foram adquiridos com recursos federais, através de uma emenda parlamentar no valor de R$ 4 milhões e mais R$ 2 milhões do Governo de Rondônia.

De acordo como secretário de estado de saúde, Williames Pimentel, com a instalação dos equipamentos, além de diminuir o trafego de ambulância para Porto Velho afim de fazer exames, o diagnóstico de doenças passa a ser mais rápido e preciso.

“Como esses equipamentos são modernos, os resultados dos exames são divulgados com muita rapidez. Com isso, pode-se iniciar o tratamento do paciente o mais rápido possível, fator fundamental para a cura de muitas doenças. Antes, era preciso esperar o resultado do exame feito na capital para iniciar o diagnóstico”, aponta.

Conforme o diretor do complexo hospitalar regional de Cacoal, Marco Aurélio Vaaquez, cerca de três mil pessoas serão atendidas por mês pelos equipamentos. “Esse é um grande benefício para a população do interior de Rondônia, pois pacientes de mais de 15 municípios serão encaminhados para realizar exames e tratamento aqui em Cacoal”, revela.

O Hospital Regional de Urgência e Emergência (Heuro) também recebeu novos equipamentos.

 

G1.COM.BR

Professores e universitários de Porto Velho são presos em Ji-Paraná

Distribuíam panfletos com acusações contra ações de policiais.
Segundo PM, eles foram conduzidos à delegacia por denunciação caluniosa.

Bandeira do estado de Rondônia

Quatro presos prestaram depoimento na delegacia de Ji-Paraná (Foto: Samira Lima/G1)

Os cinco presos foram levados para a delegacia
de Ji-Paraná (Foto: Samira Lima/G1)

Cinco jovens foram detidos por denunciação caluniosa em Ji-Paraná (RO), cidade situada a 370 quilômetros de Porto Velho. Eles estariam entregando panfletos com acusações contra a ação da Polícia Militar (PM) na Operação Mutatis Mutandis, que atuou contra atos de invasão ilegal de terras. Os cinco jovens, entre eles uma menor, são naturais de Porto Velho.

Os panfletos estavam sendo entregues na Avenida Marechal Rondon, próximo ao centro da cidade, e traziam acusações contra Coronel Ênedy, comandante geral da PM no estado e contra o Capitão Braguin, da Polícia Militar de Ji-Paraná. Acusando os polícias pela morte de dois camponeses durante a ação de desocupação de terra.

“Eles estavam praticando a distribuição com denúncias contra a ação da PM durante a operação Mutatis Mutandis, de combate as invasões de terras de forma violenta. Porém, é um panfleto sem autoria, o que é vedado pela constituição federa. Não informaram quem eram os idealizadores dos panfletos, assumindo apenas a distribuição”, informou o comandante da PM, Capitão Braguin.

Segundo a PM, os jovens foram encaminhados à Delegacia por denunciação caluniosa e por distribuírem panfletos de autoria anônima. Os manifestantes detidos são naturais de Porto Velho, um deles é professor e os outros são universitários na capital do estado, entre eles havia uma menor de idade. Na delegacia eles asinaram um termo circunstanciado, foram liberados e deverão responder pelo crime de “Calúnia”, em liberdade. Já a adolescente foi encaminhada ao Abrigo Municipal, pois viajou sem autorização dos pais.

 

G1.COM.BR

Menino é assaltado e jogado em buraco quando vendia picolés em Rondônia

Criança foi encontrada por casal amarrada após quase 2h, em Vilhena.
Ao G1, garoto disse que teve medo de morrer e só pensava na família.

Bandeira do estado de Rondônia

Menino mostra marcas após sofrer assalto. (Foto: Eliete Marques/ G1)
Menino mostra marcas após sofrer assalto, em Vilhena (Foto: Eliete Marques/ G1)

Um menino de 11 anos foi assaltado enquanto vendia picolés, no Bairro Belém, em Vilhena (RO), a 700 quilômetros de Porto Velho. Depois de ser ameaçado e ferido com uma faca, a criança foi deixada amarrada junto ao carrinho dentro de um buraco, no último sábado (21). Enquanto estava amarrado, uma forte chuva caiu na região. Depois de duas horas, ele foi localizado por um casal. “Achei que ele fosse me matar. Senti muito frio e chorei”, relata a vítima

O menino, que estuda o 5º ano, contou ao G1 que empurrava o carrinho, quando um homem de bicicleta o parou. “Ele disse que se eu chamasse a polícia, iria me matar. Ele me empurrou, cai no chão. Queria meu dinheiro e eu não queria dar. Passou a faca no meu braço e daí eu dei o dinheiro, R$ 30. Depois cortou meu calção e minha camiseta e me amarrou na roda do carrinho. Daí me deixou no buraco, chupou os picolés e foi embora”, conta.

O garoto lembra que gritava por socorro, mas ninguém passava na rua naquele momento. Para dificultar a situação, uma chuva forte começou a cair na região. Após duas horas, um casal passou pelo endereço, viu o menino e chamou a polícia. “Pensava em casa, na minha mãe, no meu pai e nos meus irmãos. Pensei em Deus e chorei”, diz o garoto emocionado.

Garoto ficou dentro de buraco por cerca de duas horas (Foto: Eliete Marques/ G1)
Garoto ficou dentro de buraco por cerca de duas
horas (Foto: Eliete Marques/ G1)

A mãe da vítima, Ivone Ribeiro da Cruz, de 41 anos, conta que trabalha com diárias enquanto não consegue um emprego fixo e o marido é repositor de uma empresa. O casal tem quatro filhos, mas dois já são casados. Os outros, de 11 e 15 anos, moram em casa e vendiam picolés para ajudar na renda da família.

A diarista relata que esta é a segunda vez que o menino, de 11 anos, é assaltado. O rapaz, de 15 anos, também foi roubado duas vezes. No entanto, ela ressalta que a venda de picolés não é imposição da família, mas que o dinheiro ajudava nas despesas da casa.

“Eles nos pediram para vender picolés. Eu não imaginava que uma coisa dessas iria acontecer. A gente cria os filhos, dá educação, mas eles querem trabalhar e ter as coisas deles. Mas dessa forma não compensa”, salienta.

A mãe afirmou que os filhos foram proibidos de voltar com as vendas de picolés depois do assalto.

Legislação
O auditor fiscal do trabalho Renato Coutinho explica que a legislação só permite que adolescentes trabalhem a partir dos 14 anos como menores aprendizes. Maiores de 16 anos podem trabalhar, mas devem ter carteira assinada e não podem ser em serviço insalubre até os 18 anos.

“A empresa que contratar um menor de 16 anos, sem ser menor aprendiz, pode sofrer sanção tanto no ponto de vista civil, quanto criminal, por trabalho infantil. Temos uma equipe no Ministério do Trabalho que trabalha só com essa questão de menores e trabalho. Vamos continuar combatendo e averiguar esse caso”, enfatiza.

O nome da sorveteria para a qual o menino vendia os picolés não foi informado pela família. A ocorrência foi registrada na Delegacia de Polícia Civil, que vai investigar o caso. O suspeito de ter assaltado o garoto ainda nã foi localizado.

 

G1.COM.BR

Mulher é presa ao tentar entrar com celular no Urso Panda em Porto Velho

Aparelho e chips estavam escondidos dentro de um sandália da suspeita.
Agentes penitenciários prenderam a mulher durante revista pessoal.

Bandeira do estado de Rondônia

Detentos tentam fugir  do presídio Urso Panda, em Porto Velho (Foto: Rede Amazônica/Reprodução)

Mulher tentou entrar com um celular no presídio
Urso Panda, (Foto: Rede Amazônica/Reprodução)

Uma mulher de 31 anos foi presa após tentar entrar com um celular e chips na Penitenciária Edvan Mariano Rosendo (Urso Panda) na manhã deste sábado (21) em Porto Velho. De acordo com agentes penitenciários a mulher foi presa após revista de rotina.

Os agentes revistaram a mulher e logo depois sua sandália arrebentou. Foi quando encontarram o aparelho celular com dois chips, um cartão de memória e uma bateria estavam escondidos dentro do calçado. A mulher estava indo visitar um reeducando na penitenciária.

Os agentes penitenciários encaminharam a mulher para Central de Flagrantes para prestar depoimento. Ela não disse o motivo de estar levando os objetos.

 

G1.COM.BR