O PT quebrou Minas Gerais-Petrobras corta gasolina da Polícia Militar

Resultado de imagem para Policia Militar Minas Gerais

A Petrobras cortou à meia-noite(Horário de Brasília) o fornecimento de combustível para as viaturas da Polícia Militar de Minas Gerais . Um soldado , que pediu anonimato ao blog , disse que estava com 2 colegas na viatura quando chegou a um posto de gasolina localizado na cidade de Uberaba e deu ordem para reabastecer os tanques . A funcionária lhe disse que não poderia fazê-lo por ordem da BR Distribuidora em face do não pagamento do fornecimento do combustível pelo Governo do Estado .

Os policiais foram obrigados a dar dinheiro do próprio bolso para a funcionária colocar R$60 (28 litros de gasolina) nos tanques da viatura . Em Uberlândia , cerca de 100 viaturas estão paradas em um pátio devido a pouca gasolina nos tanques dos automóveis .

Uma tenente , que pediu anonimato , nos informou que populares estão fazendo vaquinha para pagar o conserto e reabastecimento de algumas viaturas em Juiz de Fora . “Nós temos que agradecer ao carinho dessas pessoas . Essa vaquinha nos ajudou a tirar do ‘curral’ 8 viaturas , mas é pouco ! Entendemos o sacrifício popular para nos ajudar. O governo não faz a parte dele , o povo nos ajuda . A corporação agradece a ajuda do povo.

Procurada por nossa reportagem ,a secretaria de Segurança Pública e  o governo do Estado não se pronunciaram .

Cruzeiro tem 24 horas para provar cessão de 10% dos ingressos ao rival

Presidente do STJD informa que Raposa terá de provar até o final da tarde desta terça-feira que liminar da última sexta-feira foi cumprida pelo clube celeste .

Atlético-MG x Flamengo - Mineirão  (Foto: Fernando Martins)

Segundo STJD, Cruzeiro tem de cumprir liminar da última sexta-feira (Foto: Fernando Martins)

A novela dos ingressos para a segunda partida da final da Copa do Brasil não terminou. Após a Policia Militar vistoriar o Mineirão e determinar o número de lugares para a torcida do Atlético-MG, nesta segunda-feira, o clube alvinegro entrou com uma petição na justiça desportiva reclamando do não cumprimento, por parte do Cruzeiro, do que foi estabelecido em liminar concedida na última sexta-feira pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), em relação à carga de ingressos destinadas à torcida visitante. No caso de não cumprimento, o clube vai a julgamento por descumprir uma decisão do órgão. O Cruzeiro alegou que não recebeu a intimação da decisão e que por isso continuará obedecendo a recomendação da Polícia Militar.

A intimação foi realizada pelo presidente do STJD, Caio Rocha, que informou que o atual campeão brasileiro tem um prazo de 24h (que se encerra nesta terça-feira, às 18h) para provar que cumpriu a determinação de ceder os 10% de ingressos para o Atlético-MG e provar que o rival está equivocado.

Após a vistoria realizada pela Polícia Militar, na manhã desta segunda-feira, ficou definido que por questões de segurança, seriam liberados 1.854 ingressos para os atleticanos. O anúncio da PM se choca com uma liminar concedida na sexta-feira pelo STJD, que determinava que 10% da carga (cerca de seis mil) deveriam ser destinados aos visitantes.

Inicialmente, haviam sido disponibilizados 2.754 ingressos para a torcida atleticana. Entretanto, uma primeira vistoria estabeleceu que, por questão de segurança, dois blocos seriam interditados, um deles na área destinada aos atleticanos. A carga caiu para 1.813 ingressos. A diretoria cruzeirense ainda alegou que havia começado a venda – com 40 mil ingressos já comercializados, incluindo o bloco roxo, onde ficariam os visitantes. A cota, então, diminuiu para 923 lugares, fazendo com que o Galo buscasse o STJD e PM marcasse nova vistoria.

 

GLOBO ESPORTE.COM

James Akel transcreve em sua coluna reportagem da Folha sobre falha na segurança da abertura da Copa do Mundo

Uma falha no esquema de segurança quase terminou em morte dentro do estádio do Itaquerão, em São Paulo, durante o jogo de abertura da Copa entre Brasil e Croácia, no último dia 12, visto por mais de 3 bilhões de pessoas em todo o mundo.

Com a bola rolando, um atirador de elite avistou um homem armado próximo à tribuna onde estavam a presidente Dilma Rousseff, chefes de Estado e autoridades da Fifa, e chegou a pedir a autorização de seus superiores para abater o suspeito.

O disparo foi evitado após o homem ter sido reconhecido como um policial, mas o episódio abriu uma crise entre as polícias Civil e Militar, que apresentaram versões diferentes para explicar a presença do agente no local.

Confirmado à Folha pela Secretaria da Segurança Pública paulista, o caso é investigado e resultou num reforço dos protocolos de segurança para os jogos seguintes.

A suspeita foi levantada por um sniper (atirador) do GER (Grupo Especial de Resgate) da Polícia Civil. Ele avistou um homem com um uniforme do Gate (Grupo de Ações Táticas), da Polícia Militar, numa área de acesso proibido.

Além de Dilma Rousseff, estavam lá o vice-presidente, Michel Temer, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, e o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, entre outras autoridades.

TENSÃO

Via rádio, o sniper avisou a seus superiores sobre o suposto intruso. A informação chegou à sala de comando, montada dentro do estádio, de onde veio a resposta de que não havia nenhum PM do Gate na área restrita.

Diante da suspeita de que se tratasse de um criminoso disfarçado de policial, o sniper pediu autorização para fazer o disparo fatal. Temendo causar pânico e tumulto entre torcedores e autoridades, a ordem foi para que o atirador esperasse mais um pouco.

A tensão tomou conta da sala de monitoramento, onde estavam policiais civis, militares e integrantes do Exército, responsável pelo comando das operações no estádio.

Alguns minutos depois, um policial, cuja identidade não foi revelada, analisou as imagens na sala de monitoramento e reconheceu o suspeito como sendo, de fato, um policial do Gate.

O PM que era tratado como suspeito retirou-se do local, provavelmente após receber uma ordem.

EXPLICAÇÕES

O caso fez o secretário da Segurança, Fernando Grella Vieira, pedir relatórios ao comando das duas polícias.

Segundo a Folha apurou, a Polícia Civil diz que o policial do Gate invadiu uma área restrita sem autorização. Já a PM alegou que ele tinha autorização de seus superiores, pois apurava uma suspeita de bomba, que acabou não se confirmando.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública reconheceu que houve um “erro”, mas sem gravidade: “A Secretaria da Segurança Pública esclarece que, no episódio em questão, houve um erro de comunicação que foi rapidamente sanado, sem maiores consequências.”

A pasta não informou se a razão da presença do policial militar no local proibido já foi esclarecida nem confirmou se havia uma suspeita de bomba na área sendo investigada naquele momento. Procurado, o Exército não se pronunciou até a conclusão desta edição.

A SEQUÊNCIA

1.    Preparar – Sniper (atirador de elite) do GER (Grupo Especial de Resgate) da Polícia Civil se posiciona na área destinada aos agentes que protegem as autoridades, separada por um muro

2.    Avistar – Atirador avista suposto intruso na área restrita, vestido como um PM do Gate (Grupo de Ações Táticas); pelo rádio, avisa a seus superiores sobre a presença do suspeito

3.    Apontar – Comando diz não ser possível haver um PM no local; clima fica tenso, e atirador pede autorização para “abater” o suspeito, que poderia ser um criminoso disfarçado

4.    Abortar – Comando pede mais tempo antes de autorizar o disparo; pelas imagens de monitoramento, um policial reconhece o intruso e ele deixa o local, provavelmente após ser contatado

5.    Crise – Secretário pede relatório às polícias. Protocolos de segurança são reforçados para os demais jogos e governo admite falha

PERGUNTAS SEM RESPOSTA

·         O PM do Gate tinha autorização do superior imediato para estar na área restrita? Por que estava ali?

·         Se havia autorização do superior, a presença dele no local foi informada à central de monitoramento?

·         Se a central foi avisada, por que passou informação errada ao atirador de elite?


 Escrito por jamesakel@uol.com.br às 07h09 no dia 27.06.2014

James Akel comenta a inércia de alguns governadores na baderna

 

Vejam que estranha estratégia da Polícia Militar, tudo registrado pelas câmeras de TV de São Paulo e Rio.
Nenhum dos manifestantes que queimou a bandeira brasileira no Rio e no seu lugar colocou uma bandeira de Cuba foi preso.
Ao contrário pelo que mostraram as câmeras de TV, todos ficaram intocáveis.
Nenhum dos manifestantes que quebraram meia dúzia de orelhões e acabaram com muitas fachadas de vidro de bancos em São Paulo foi preso, tudo devidamente mostrado pelas câmeras.
As mesmas câmeras que mostraram policiais militares jogando spray de pimenta em manifestantes não violentos e sem defesa e sem máscara.
Ou o comando da PM não soube transmitir aos seus comandados as instruções militares corretas ou então estamos diante de um quadro político inédito no Brasil e na filosofia militar.
Quem quebra fachada de banco ou de loja ou orelhão comete ato criminoso pela lei, a não ser que a lei tenha mudado e ninguém tenha sido avisado desta mudança da lei.
Quem queima a bandeira brasileira comete ato contra a lei e até agora nada mudou.
Os fatos mostram que os governadores perderam comando das polícias de seus estados.

 

James Akel no dia 10/09/2013

150 pessoas são detidas antes e liberadas depois da final do Cearense

Cerca de 150 pessoas foram detidas pela Polícia Militar (PM) no entorno do estádio Castelão, momentos antes do início da decisão do Campeonato Cearense, entre Ceará e Guarany de Sobral, na Arena Castelão.

Foto: Kid Júnior

De acordo com o comandante do Batalhão de Policiamento de Eventos, major George Benício, eles foram presos e conduzidos à delegacia do estádio acusados de praticar vandalismo contra ônibus e praticar furtos e assalto. No entanto, segundo George Benício, os 150 detidos foram soltos, porque ninguém apareceu para registrar Boletim de Ocorrência (B.O) contra os atos criminosos.

“Foram realizadas as prisões. A maioria dos casos foram pequenos furtos e quebra-quebra de transportes coletivo. Mas ninguém compareceu a delegacia do Castelão para fazer o Boletim de Ocorrência. Fato que lamentamos. Infelizmente tivemos que liberar os presos”, disse o major George Benício.

Foto: Reprodução da web

Um internauta, que preferiu não se identificar, chegou a registrar uma revista policial realizada após confronto entre cerca de 50 torcedores do Guarany de Sobral e torcedores do Ceará.

De acordo com ele, a polícia interveio no conflito, efetuando disparos para o alto e rendendo o grupo ligado ao Cacique do Vale. Durante o episódio, um veículo foi atingido por uma pedra.

Foto: Reprodução da web

Já durante o jogo a delegacia do Castelão recebeu 7 B.Os, mas todos por perda de documentos de torcedores.

Terminais sem ocorrências

Nos terminais o clima foi de tranquilidade. Segundo o coronel Carlos Ribeiro, do Comando de Policiamento da Capital (CPC), não houve ocorrências graves envolvendo torcedores. Alguns insultos entre torcedores sem uma confusão mais séria.

“Nossa equipe trabalhou bem nos terminais e nas principais ruas que dão acesso aos terminais em Fortaleza.Não foi registrado nada de grave e tudo ocorreu na maior tranquilidade”, afirmou Carlos Ribeiro.

 

Diário do Nordeste-Polícia-19 de maio de 2013

Definido esquema de segurança para primeiro Clássico-Rei das semifinais

Ao todo, serão 500 policiais militares para o jogo de domingo, no PV. Número de PMs é menor que o do último Clássico-Rei, na Arena Castelão

Clássico-rei, fortaleza, ceará (Foto: Reprodução/TV Verdes Mares)Clássico-Rei terá 500 policiais militares
(Foto: Reprodução/TV Verdes Mares)

O esquema de segurança para o primeiro Clássico-Rei das semifinais do Campeonato Cearense foi definido na tarde desta terça-feira, em reunião na Federação Cearense de Futebol (FCF), onde estiveram representantes de Ceará, Fortaleza, Polícia Civil e Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, dentre outros.

A partida entre Fortaleza x Ceará, que ocorre no domingo, às 16 horas, no estádio Presidente Vargas, terá um efetivo de 500 policiais militares. O número é menor que o utilizado no último Clássico-Rei na Arena Castelão, no dia 14 de abril, que teve 665 policiais militares em evento-teste da Fifa para a Copa das Confederações 2013.

 

Somente duas torcidas organizadas do Ceará –  a Mofi-Cearáchop e Cangaceiros –  terão acesso ao PV pelo setor laranja. As catracas do estádio estarão livres para os demais torcedores a partir das 13 horas. A torcida do Fortaleza entrará pela avenida dos Expedicionários, enquanto a do Ceará terá acesso pela rua Paulino Nogueira.

Além da Polícia Militar, o Clássico-Rei terá 15 profissionais da Polícia Civil: dois delegados, três escrivães e dez inspetores. A Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e de Cidadania de Fortaleza (AMC) contará com um efetivo de 60 agentes, chegando às 8 horas. De acordo com a AMC, a avenida dos Expedicionários será interditada a partir do meio-dia de domingo.

O Juizado do Torcedor terá um oficial de justiça, um técnico de informática, um conciliador e dois técnicos judiciários. O quadro móvel do estádio terá 70 pessoas, segundo comunicou a Federação Cearense de Futebol.

Carga de ingressos

O Fortaleza, mandante da partida, informou que a carga de ingressos total será de 19400. Serão 18 mil ingressos para a arquibancada, custando R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia). As cadeiras sociais custarão R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia).

Os ingressos começam a ser vendidos na quinta-feira (2), nas lojas oficiais do Fortaleza, lojas oficiais de Ceará e no Alcides Santos. Não haverá venda de ingressos no PV. As gratuidades, no entanto, serão entregues na sexta-feira, a partir das 9 horas, no PV.

Clássico-Rei na Arena Castelão (Foto: José Leomar/Agência Diário)Clássico-Rei na Arena Castelão, no dia 14 de abril, teve mais PMs fazendo a segurança (Foto: José Leomar/Agência Diário)

Torcidas dividirão PV nos dois clássicos-rei

Mais uma vez, a proposta de torcida única no Estádio Presidente Vargas ficou apenas na cogitação

O Clássico-Rei valendo pelas semifinais do Campeonato Cearense será mesmo com a presença de duas torcidas nas duas partidas a serem realizadas no Presidente Vargas (PV), caso todos os laudos fiquem prontos até a data da partida. Fortaleza, Ceará e a Federação Cearense de Futebol (FCF) entraram em acordo e confirmaram a decisão após reunião realizada, ontem, na sede da FCF, que contou também com a presença de representantes de Icasa e Guarany de Sobral.

Decisão tomada mantém o formato do ano passado. O que pesou na decisão foi uma norma do regulamento que não prevê separação de torcidas em jogos entre equipes da mesma cidade fotos: Waleska Santiago

Estiveram presentes os membros da diretoria do Alvinegro, Sérgio Costa e Jocélio da Costa; o presidente Osmar Baquit e o vice Daniel Frota, pelo Tricolor de Aço; o diretor de futebol Fred Gomes, pelo Verdão do Cariri; e o presidente Valdir Fernandes e o supervisor Clécio Souza, pelo Bugre de Sobral.

Na opinião de Osmar Baquit, “os clubes não poderiam tirar o direito dos torcedores de ver o jogo do seu próprio time”, disse.

Contra

Apesar do consenso na reunião, o presidente do Vovô, Evandro Leitão, que não esteve no encontro, declarou, em Porangabuçu, que não era a favor dessa decisão. “A posição do Ceará sempre foi de um jogo de uma torcida só. Desde o ano passado, defendemos este direcionamento. Se dependesse só do Ceará, o que não depende, teríamos o Fortaleza só com sua torcida no primeiro jogo, e no outro, só a nossa. Mas a FCF e o Fortaleza não aceitam esta posição. O clube foi voto vencido mais uma vez”, contou.

O que pesou na decisão pró duas torcidas foi uma norma do regulamento que não prevê separação de torcidas em jogos diferentes entre equipes da mesma cidade e o consenso de seguir a decisão do ano passado do Tribunal de Justiça Desportiva, em repercussão polêmica à época.

Para a FCF, está praticamente descartada a chance de não haver os jogos no PV, já que três dos quatro laudos (Polícia Militar, Bombeiros e Vigilância Sanitária) já foram liberados, restando apenas o laudo do Crea-CE.

Renda

Ceará e Fortaleza jogarão nos dias 5 e 12 de maio, às 16h, com primeiro jogo tendo mando de campo do Leão. Por isso, na primeira partida, os ingressos para a área das sociais serão vendidos apenas para tricolores. No segundo jogo, será a vez da torcida do Vovô ocupar aquela área do PV. O ingresso custará R$ 100 e R$ 50 a meia. Já o bilhete de arquibancada sairá por R$ 40 e R$ 20 a meia-entrada. Contrariando o regulamento – e o que aconteceu nas duas primeiras etapas da competição -, os dois times acordaram em rachar a renda em 50% em ambos os jogos, independentemente do resultado da partida ou de quem for o mandante do jogo.

Reunião

Hoje, haverá uma nova reunião envolvendo Polícia Militar, AMC, Corpo de Bombeiros entre outros órgãos para definir o esquema de segurança do clássico.

Também ficou decidido que a arbitragem das partidas será local. O contrário dos jogos entre Icasa e Guarany. As partidas serão nas mesmas datas e horários do jogo entre Ceará e Fortaleza. A primeira será no Junco e a segunda no Romeirão.

O Verdão exigiu árbitro Fifa, que não seja do Nordeste, para o jogo em Sobral. O time terá de desembolsar R$ 10 mil para o Sindicato dos Árbitros de Futebol do Ceará e até R$ 15 mil de despesas do quarteto de fora.

Torcida única reduziu violência em Minas Gerais

O esquema de torcida única amenizou problemas de brigas entre uniformizadas em Minas Gerais. As duas principais forças do futebol mineiro (Cruzeiro e Atlético) aderiram a esse sistema proposto pela Polícia Militar em 2010. De lá para cá, os jogos realizados em Sete Lagoas e no estádio Independência, em Belo Horizonte, tiveram presença do torcedor de celeste ou alvinegro.

Clássico de Minas com torcida única foi realizado em Sete Lagoas e no estádio Independência FOTO: FUTURA PRESS

Segundo o editor do caderno de Esportes do jornal Estado de Minas, Cláudio Arreguy, a medida reduziu a violência ocasionada por conflitos entre organizadas. “Amenizou bastante. Antes, houve até mortes em dias de clássico”, confirmou o profissional de imprensa esportiva.

Segundo ele, todas as partidas disputadas foram de torcida única. “As confusões que acabaram sendo registradas bem longe do estádios”, acrescentou. Conforme Cláudio Arreguy, a decisão foi tomada a partir da confirmação da Polícia que não teria condições de manter a segurança no trajeto de ambas as torcidas para o município de Sete Lagoas, que fica a cerca de 60 km da capital mineira.

“Já no caso do estádio Independência, o problema da segurança se deve por causa das dimensões. A capacidade é inferior a 20 mil pessoas”, disse.

Opinião contrária

Mesmo admitindo a diminuição dos fatos violentos em dias de clássico, o jornalista acredita que cercear a presença de uma das duas torcidas no estádio é a demonstração da falta de solução das autoridades. “Acho que é a comprovação de que o Estado se exime de sua responsabilidade de dar segurança a todos os torcedores”, lamentou.

 

Diário do Nordeste – 30 de abril de 2013-JOGADA

Bares e restaurantes serão fiscalizados neste fim de semana em Fortaleza

Ação já foi realizada em março

Os bares e restaurantes da Capital vão passar novamente por fiscalização nos  próximos sábado (13) e domingo (14). As blitze fazem parte de uma operação conjunta de órgãos da Prefeitura de Fortaleza e do Governo do Estado para coibir a poluição sonora, o tráfico de drogas reforçar a segurança nesses estabelecimentos, informou a Secretaria de Segurança Cidadã. A ação já foi realizada em alguns fins de semanas de março e abril.

Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), as blitze tem refletido na quantidade de denúncias recebidas contra som alto  pela Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops). Os números reduziram de 1.411, em fevereiro, para 538, em março, comunicou a secretaria. Porém, em abril, o registro voltou a crescer com 768 reclamações. A SSPDS acrescentou ainda que houve queda nos índices de roubo, homicídios, furto de veículos e lesão corporal.

223 estabelecimentos foram fechados durante fiscalizações

Irregularidades com alvará e equipamentos sonoros, por exemplo, levaram ao fechamento 223 bares e restaurantes desde a implantação das fiscalizações, contabilizou a Secretaria de Segurança Cidadã.

O comércio ambulante irregular também passa pela fiscalização. No Centro, por exemplo, foram 11 apreensões de vendedores informais que não estavam cadastrados pela Regional do bairro

As operações reúnem a Guarda Municipal, a Secretaria de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma), as Regionais, a Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e de Cidadania (AMC) e a Polícia Militar.

Diário do Nordeste – CIDADE – 12 de abril de 2013