Pegadinhas com atores usando uniforme da Polícia Federal fez 4 pessoas serem demitidas

 

Confusão  Aquele lamentável episódio em que atores de pegadinhas da Rede TV! foram detidos e levados para uma delegacia, por estarem usando uniforme da Polícia Federal em gravações, não ficou apenas na saída do diretor Rafael Paladia.

Segundo o que se comenta na emissora, outras quatro pessoas foram demitidas.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

O PT quebrou Minas Gerais- Marco Antônio Rezende Teixeira é investigado pela PF

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 Empresa de consultoria dos dois é suspeita de ter sido utilizada para “lavar” R$ 1,7 milhão que abasteceu o caixa dois da campanha do petista em 2014

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta sexta-feira (23/09) a nona fase da Operação Acrônimo, que tem como principal alvo o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, do PT. Essa nova etapa das investigações mira o Secretário da Casa Civil e Relações Institucionais do Governo de Minas, Marco Antônio Rezende Teixeira, e o presidente da Companhia de Processamento de Dados do Estado de Minas Gerais (Prodemge), Paulo Moura Ramos.

Amigos íntimos do governador mineiro, Marco Antônio Rezende Teixeira e Paulo Moura Ramos são sócios da MOP Consultoria e Assessoria Empresarial. Matéria publicada pelo jornal O Globo em dezembro do ano passado mostrou que em 2013 e 2014, esta empresa recebeu, numa transação suspeita, cerca de R$ 1,7 milhão do escritório de um escritório de advocacia de BH. Há indícios de que os serviços não foram prestados e que a MOP foi uma das várias empresas utilizadas no amplo esquema de caixa dois da campanha petista, que foi abastecido com recursos oriundos de propinas recebidas por Pimentel no período em que ele era ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

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Amigos de Pimentel na mira da PF: Marco Antônio Teixeira, Otílio Prado e Paulo Moura

Propina de R$ 3 milhões da OAS

Além da MOP, na operação desta sexta-feira (23/09) há mandados contra pessoas ligadas à consultoria OPR, que tem como sócio Otílio Prado, outro amigão e antigo assessor do governador mineiro. A PF suspeita que Pimentel seja o verdadeiro dono de ambas as empresas. A OPR, por exemplo, foi sucedânea da P-21, empresa que Pimentel utilizou para receber recursos de supostas palestras que teria proferido.

A nona fase da Operação Acrônimo também tem como alvo a empreiteira OAS. De acordo com matéria publicada pela Folha de S. Paulo, em sua delação, o operador do caixa dois de Pimentel, Benedito de Oliveira Neto, o Bené, informou que a empresa doou R$ 3 milhões em espécie para a campanha de Pimentel em 2014. “Os valores teriam sido pagos em seis parcelas de R$ 500 mil na sede da MOP, em Belo Horizonte, nas mãos de Otílio Prado, assessor de Pimentel”, diz um trecho da matéria.

 

Site Minas de Verdade

Rodrigo Janot denuncia Aníbal Gomes ao STF sob acusação de receber propina

Deputado do PMDB é suspeito de ter recebido R$ 3 mi desviado da Petrobras.
Defesa do peemedebista afirmou que provará ‘improcedência das acusações’.

Bandeira do estado do Ceará

Anibal Gomes (Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados)

O deputado licenciado Aníbal Gomes
(Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados)

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou o deputado Aníbal Gomes(PMDB-CE) ao Supremo Tribunal Federal(STF) por suposto envolvimento no esquema de corrupção que atuava na Petrobras.

Janot também pediu ao Supremo, nesta quinta,o arquivamento de uma investigação sobre o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), num dos inquéritos de que é alvo na Operação Lava Jato. Renan é alvo de 9 inquéritos abertos para investigar os desvios na Petrobras.

O Ministério Público investigava o deputado do PMDB por supostamente ter atuado em nome de Renan para obter propina numa negociação entre a Petrobras e uma entidade que representa a categoria dos práticos, profissionais que conduzem os navios em portos. As defesas do presidente do Senado e de Gomes negam as suspeitas.

O deputado peemedebista havia sido indiciado pela Polícia Federal (PF) no início do mês pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro em um dos inquéritos da Operação Lava Jato que tramitam na Suprema Corte. Na ocasião, um ex-assessor de Gomes que teria recebido em sua conta pessoal R$ 3 milhões, também havia sido indiciado.

O esquema foi revelado na delação premiada do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, que disse que Aníbal Gomes era o representante de Renan nas negociações.

O inquérito de Anibal Gomes – no qual também era investigado o presidente do Senado – é um dos 44 da Operação Lava Jato que tramitam no Supremo.

Em nota enviada ao G1, a defesa de Aníbal Gomes disse que ainda não tinha tomado conhecimento da denúncia de Janot contra o deputado do PMDB.

“Em sendo confirmado o oferecimento da denúncia, o deputado apresentará então sua defesa no momento oportuno posterior de forma a demonstrar a total improcedência das eventuais acusações que possam lhe ser dirigidas pelo MPF/PGR”, escreveram os advogados de Gomes.

Recurso contra indiciamento
Nesta quinta, a defesa de Aníbal Gomes pediu ao STF para derrubar o indiciamento da Polícia Federal sobre o deputado.

O indiciamento torna o suspeito formalmente um investigado e só pode ser efetivado por um ato policial. Significa que a polícia encontrou indícios suficientes contra um investigado.

Os advogados do peemedebista alegam que um delegado não tem competência para imputar um parlamentar nessa categoria, usualmente usada para investigados sem o chamado foro privilegiado.

A questão, no entanto, tende a ser superada devido à nova condição de Aníbal. Como foi denunciado pela PGR, logo poderá se tornar réu numa ação penal caso a denúncia seja formalmente aceita no STF.

Caberá agora ao relator da Lava Jato na Corte, ministro Teori Zavascki, formular um voto e levar o caso à Segunda Turma, formada também pelos ministros Celso de Mello, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Dias Toffoli, a quem cabe a decisão sobre a denúncia.

G1.COM.BR

Tribunal Superior Eleitoral manda apurar 77,4 mil casos de voto de eleitor que justificou ausência

Cruzamento de dados identificou ocorrências nas eleições de 2014.
Presidente do TSE, Gilmar Mendes, pediu investigação à PGR e à PF.

Bandeira do estado do Maranhão

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Gilmar Mendes, pediu nesta semana ao comando da Polícia Federal e à Procuradoria Geral da República que investiguem indícios de supostos crimes nas eleições de 2014 (para presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual).

Ao cruzar justificativas de ausência e votos processados, o TSE identificou 77,4 mil ocorrências suspeitas (40,4 mil no primeiro turno e 37 mil no segundo turno) em todos os estados e no Distrito Federal. Esses eleitores, embora tenham justificado, tiveram voto computado na urna.

Os dois municípios com mais ocorrências são do Maranhão – Centro do Guilherme, com 74 casos no primeiro turno e 149 no segundo; e Bom Lugar, com 69 casos no primeiro turno e 94 no segundo, informou o TSE (veja lista das dez cidades com mais ocorrências ao final desta reportagem).

O estado com mais ocorrências é São Paulo, maior colégio eleitoral do país, com 17,4 mil na soma dos dois turnos, seguido de Minas Gerais (9,1 mil) e Bahia (8,1 mil) – veja a lista de todos os estados ao final desta reportagem.

“Ao efetuar cruzamento entre as justificativas por ausência na votação com a base de dados dos eleitores que efetivamente votaram, foi possível constatar o registro de voto por parte de eleitores que justificaram o não comparecimento”, afirmou o ministro Gilmar Mendes em ofício ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot.  A Polícia Federal e a PGR não têm prazo para concluir as investigações.

No primeiro turno, as 40,4 mil ocorrências identificadas correspondem a 0,035% do total de votos. O primeiro turno da eleição de 2014contabilizou 115,1 milhões de votos, dos quais 104 milhões foram considerados votos válidos. Nosegundo turno, foram registradas 37 mil ocorrências (0,032% dos 112,6 milhões de votos, dos quais 105.5 milhões, válidos).

“Diante da gravidade das ocorrências identificadas, com fortes indícios de prática criminosa, comunico o fato para a devida apuração”, afirmou o presidente do TSE no pedido ao procurador Janot.  A Polícia Federal e a PGR não têm prazo para concluir as investigações.

Os dez municípios com mais casos
Confira abaixo a lista dos dez municípios com mais ocorrências de eleitores que justificaram a ausência mas também têm registro de voto na urna.

Primeiro turno
1. Centro do Guilherme (MA): 74 ocorrências
2. Bom Lugar (MA): 69
3. Maranhãozinho (MA): 56
4. Almeirim (PA): 49
5. Demerval Lobão (PI): 27
6. Novo Airão (AM): 18
7. Lagoa do Piauí (PI): 9
8. Antonio Almeida (PI): 8
9. Peritiba (SC): 7
10. Pracinha (SP): 4

Segundo turno
1. Centro do Guilherme (MA): 149 ocorrências
2. Bom Lugar (MA): 94
3. Pendências (RN): 72
4. Joselândia (MA): 63
5. Maranhãozinho (MA): 57
6. Alto do Rodrigues (RN): 36
7. Melgaço (PA): 34
8. Guajará (AM): 21
9. Grupiara (MG) e Luciara (MT): 4 cada

Os registros por estado
Veja abaixo a soma de ocorrências no primeiro e segundo turno por estado de eleitores que justificaram a ausência mas também têm registro de voto na urna.

São Paulo: 17.420
Minas Gerais: 9.130
Bahia: 8.114
Rio de Janeiro: 4.830
Pernambuco: 3.907
Maranhão: 3.837
Rio Grande do Sul: 3.376
Paraná: 3.335
Pará: 2.875
Ceará: 2.832
Santa Catarina: 2.818
Espírito Santo: 1.939
Goiás: 1.829
Piauí: 1.527
Paraíba: 1.474
Rio Grande do Norte: 1.422
Amazonas: 1.136
Alagoas: 844
Mato Grosso: 783
Distrito Federal: 726
Mato Grosso do Sul: 701
Sergipe: 589
Rondônia: 558
Acre: 363
Amapá: 217
Tocantins: 184
Roraima: 115

 

G1.COM.BR

Polícia Federal em Alagoas prende sete suspeitos de crimes contra a Previdência Social

Polícia diz que envolvidos tentavam obter benefícios de amparo ao idoso.
Presos em Girau do Ponciano podem ter agido em outros estados, diz PF.

Bandeira do estado de Alagoas

Documentos foram apreendidos pela PF em Girau do Ponciano (Foto: Divulgação/Ascom PF)

Documentos apreendidos pela PF com os suspeitos em Girau do Ponciano, Alagoas
(Foto: Divulgação/Ascom PF)

A Polícia Federal (PF) divulgou nesta quinta-feira (9) que prendeu sete pessoas em flagrante por crimes contra a Previdência Social, na cidade de Girau do Ponciano, no Agreste alagoano. Os suspeitos, que não tiveram os nomes divulgados, foram atuados por tentativa de estelionato, uso de documento público falso e formação de quadrilha.

As prisões aconteceram um dia antes, resultado de um trabalho de investigação da Delegacia de Repressão aos Crimes Previdenciários da Superintendência de Polícia Federal de Alagoas. Segundo a PF, os envolvidos tentavam obter benefícios de amparo ao idoso na agência da Previdência Social daquele município, e também podem ter cometido crimes semelhantes em outros estados.

De acordo com a Polícia Federal, durante a abordagem, os intermediários entraram em contradição no que diz respeito a suas relações com os beneficiários.

Os presos foram levados para a sede da PF, em Maceió, onde serão submetidos à identificação criminal papiloscópica.

A fraude consistia na utilização de certidões de nascimento e carteiras de identidade falsas para requerer benefício assistencial de amparo ao idoso.

Com eles foram apreendidas certidões de nascimento falsas, além de documentos de identidade, carteiras de trabalho, CPFs e títulos de eleitor emitidos de forma fraudulenta com base nessas certidões falsas. A polícia informou que eles não tinham residência fixa.

Entre o materal apreendido, certidões falsas com o carimbo de cartórios do interior da Bahia. Por isso a polícia suspeita de que eles tenham agido também em municípios naquele estado.  Novas diligências estão sendo realizadas com o objetivo de identificar outras pessoas envolvidas nos crimes.

As prisões aconteceram depois que servidores do INSS de Girau do Ponciano suspeitaram de três pessoas, entre elas uma mulher, que tentavam obter benefícios de amparo ao idoso na agência da Previdência daquele município.

“Foi comprovado que as certidões que eles apresentaram eram falsas e depois disso montamos uma operação, os três foram chamados à agência quando aconteceu a prisão em flagrante”, disse o delegado Luiz Ribeiro Filho, responsável pelas investigações. A partir deles, a polícia chegou aos outros quatro.

Caso semelhante em Delmiro Gouveia
Segundo , em um caso semelhante registrado em Delmiro Gouveia, foram apreendidas certidões de um município pernambucano.

“O caso em Delmiro Gouveia deu um prejuízo de 83 mil reais aos cofres públicos. Pela forma com que ele foi feito, semelhante a esse de Girau do Ponciano, acreditamos que podem estar relacionados”, disse o delegado.

 

G1.COM.BR

CPI da Operação Pecúlio deve pedir colaboração da Assembleia do Paraná

Vereadores querem que seja investigada relação de citados com a Sanepar.
PF e Câmara apuram esquema de propina na Prefeitura de Foz do Iguaçu.

Bandeira do estado do Paraná

Vereadores que integram a CPI da Operação Pecúlio, em Foz do Iguaçu, iniciaram nesta quarta-feira (8) a análise dos dados e depoimentos colhidos até agora (Foto: Câmara Municipal de Foz do Iguaçu / Divulgação)

Vereadores que integram a CPI da Operação Pecúlio, em Foz do Iguaçu, iniciaram nesta quarta-feira (8) a análise dos dados e depoimentos colhidos até agora
(Foto: Câmara Municipal de Foz do Iguaçu / Divulgação)

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Operação Pecúlio, aberta pela Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, deve encaminhar para a Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) um relatório preliminar solicitando a colaboração nas investigações. Tanto a comissão como a Polícia Federal apuram um suposto esquema de propina na prefeitura por meio de contratos para a realização de obras e serviços de Saúde.

Os vereadores querem que a Assembleia investigue a relação entre algumas empresas e funcionários e ex-funcionários da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) citados na operação conduzida pela PF. Entre os dias 19 de abril e 3 de maio dez pessoas foram presas temporariamente e seis preventivamente. O inquérito policial foi concluído e encaminhado para a Justiça Federal e o Ministério Público Federal nesta quarta-feira (8).

De acordo com o presidente da CPI, vereador Dilto Vitorassi (PV), informações apontam que em há indícios de que servidores se beneficiavam de contratos entre o poder público e a Sanepar. “Tudo leva a crer que funcionários ligados à empresa Sanepar se especializou em serem donos ou ‘testas de ferro’ de um pequeno grupo de empresa para fazer contratos com o setor público. Isso precisa ser investigado em todas as dimensões”, destacou.

Procurada pelo G1 a assessoria de imprensa da Sanepar informou que ainda não foi notificada sobre as suspeitas da CPI, mas que em breve deve comentar o assunto.

Depoimentos
Desde o dia 1º, a CPI ouviu 12 pessoas. E, a partir desta quarta iniciou o trabalho de análise dos depoimentos colhidos de convocados e colaboradores. Para segunda-feira (13), foi chamado para prestar esclarecimentos aos vereadores da comissão o superintendente do Instituto de Habitação de Foz do Iguaçu (Fozhabita), Valmir Griten.

 

G1.COM.BR

PF diz que prefeito de Foz do Iguaçu tentou neutralizar Operação Pecúlio

Gravações mostram Reni Pereira negociando cargos para evitar denúncias.
Segundo polícia, ele e ex-secretários encabeçavam esquema de corrupção.

Bandeira do estado do Paraná

Gravações telefônicas feitas com autorização da Justiça mostram o prefeito de Foz de Iguaçu, Reni Pereira (PSB), tentando neutralizar o trabalho da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Finanças, realizada em 2015, na Câmara dos Vereadores.

As conversas foram gravadas durante a Operação Pecúlio, que investiga desvio de dinheiro na prefeitura.

Segundo a Polícia Federal (PF), cargos de empresas com contratos municipais eram usados como moeda de troca para impedir investigações de desvios em licitações em obras na área da saúde.

A PF diz que o prefeito “envidou esforços pessoais no sentido de acalmar os ânimos da Câmara Municipal, a de evitar o avanço da CPI. Várias pessoas ligadas a vereadores ou indicadas por eles foram nomeadas por Reni Pereira, para agradá-los, afirma a polícia.

Em um dos grampos, o prefeito fala com Melquizedeque Souza, ex-secretário de Tecnologia e considerado o operador do esquem de corrupção, sobre as indicações.

Pereira diz: “Consegui resolver metade das nomeações dos vereadores”. O ex-secretário questiona: “Conseguiu?”. O prefeito continua: “É, mas vamo ter que arrumar função para eles. Ficou tudo como assessor especial (sic)”.

Segundo as investigações, quem centralizava as indicações era o ex-secretário de governo, Sérgio Beltrame, conhecido como Serginho.

Várias ligações apontam Beltrame negociando cargos com vereadores e atribuindo ao prefeito a responsabilidade de autorizar ou não a contratação de servidores.

A vereadora que presidiu a CPI, Anice Gazzaoui (PTN), disse que a investigação foi concluída e enviada ao Ministério Público (MP). A abertura de uma Comissão Processante contra o prefeito, no entanto, não foi possível porque a oposição era minoria na Câmara.

“Lembrando que para constituir uma Processante para investigação de um prefeito nós precisaríamos de dez votos. E somos quatro vereadores na oposição. Então, com certeza, nunca teríamos esses votos necessários”, afirma.

Outro lado
A reportagem tentou contato com o prefeito Reni Pereira, mas o advogado dele afirmou que ele só se pronunciaria ao vivo.

A defesa de Melquizedeque Souza diz que aguarda o desfecho das investigações e que não vai se manifestar sobre as ligações telefônicas interceptadas.

O advogado de Sergio Beltrame afirma que ele prestou depoimento à Polícia Federal e que, na ocasião, deu os esclarecimentos necessários para a investigação.

 

G1.COM.BR

Tropas simulam combate ao terrorismo no estádio Mineirão

Treinamento em Belo Horizonte foi preparatório para os Jogos Olímpicos.
Participaram o Exército, a Polícia Federal e a Polícia Militar.

Bandeira do estado deMinas Gerais

O Exército, a Polícia Federal e a Polícia Militar fizeram um treinamento de enfretamento ao terrorismo no estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão, em Belo Horizonte, nesta quinta-feira (2). As equipes de segurança simularam o combate a um ataque no estádio, que vai sediar dez partidas do futebol masculino e feminino durante os Jogos Olímpicos.

As tropas de operações especiais demonstraram o momento da chegada ao local, por terra e por helicóptero, para dominar os invasores e resgatar possíveis vítimas. O armamento usado estava adaptado para disparar balas de festim e tinta. Houve a encenação de vítimas mortas e criminosos fazendo ameaças. Ao todo, participaram cerca de 60 pessoas.

A Olimpíada vai de 5 a 21 de agosto, com a disputa de 42 esportes.

Com pessoas vestindo camisetas do Brasil se passando por detidos no chão, Equipes táticas do Exército Brasileiro e das polícias Militar e Federal de MG fazem simulação no estádio Mineirão, em Belo Horizonte, em preparação para a Olimpíada (Foto: Denilton Dias/O Tempo/Estadão Conteúdo)
Com pessoas vestindo camisetas do Brasil se passando por detidos no chão, Equipes táticas do Exército Brasileiro e das polícias Militar e Federal de MG fazem simulação no estádio Mineirão, em Belo Horizonte, em preparação para a Olimpíada (Foto: Denilton Dias/O Tempo/Estadão Conteúdo)
Equipes táticas do Exército Brasileiro e das polícias Militar e Federal de Minas treinam no estádio Mineirão, na Pampulha, em Belo Horizonte. As ações de enfrentamento ao terrorismo fazem parte da preparação para a Olimpíada (Foto: Denilton Dias/O Tempo/Estadão Conteúdo)
Equipes táticas do Exército Brasileiro e das polícias Militar e Federal de Minas
(Foto: Denilton Dias/O Tempo/Estadão Conteúdo)
G1.COM.BR

PF prende líder de quadrilha de tráfico internacional de drogas em Fortaleza

Outro mandado de prisão preventiva foi cumprido contra a mulher dele.
Organização criminosa traficava cocaína entre Brasil e Paraguai.

Bandeira do estado do Ceará

A Polícia Federal prendeu em Fortaleza, na manhã desta quinta-feira (2), um homem suspeito de ser o líder de uma quadrilha internacional de drogas. A mulher dele também foi presa, em uma casa no Bairro Lagoa Redonda. A organização criminosa que eles integravam é suspeita de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Segundo a PF, o grupo comprava cocaína na fronteira do Brasil com o Paraguai e revendia no Nordeste brasileiro, tendo Recife como base operacional. A organização lavava o dinheiro do tráfico adquirindo veículos, apartamentos e terrenos, onde eram construídos empreendimentos para revenda. Por isso, o nome da operação é ”Construtor”.

Na capital cearense, além dos dois mandados de prisão preventiva, foram cumpridos um mandado de busca e apreensão e o sequestro de seis imóveis.

A Polícia Federal informou que o líder da organização reside atualmente em Fortaleza com a mulher. Em nome deles, estão registrados alguns dos imóveis sequestrados nesta quinta. O homem já foi preso e indiciado por homicídio, por causa de um acidente de carro, supostamente causado por embriaguez, que resultou na morte da motorista do veículo atingido, uma mulher que estava grávida de oito meses.

Operação Construtor
Os mandados da operação são cumpridos simultaneamente, também, no Recife, João Pessoa eFoz do Iguaçu (PR). No total, 45 policiais federais atuaram.

Na operação, três veículos foram apreendidos, além do bloqueio de oito contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas, e do afastamento de sigilo fiscal de quatro pessoas físicas e jurídicas. Todas as medidas cautelares foram expedidas pela 13ª Vara da Justiça Federal de Pernambuco.

Investigações
As investigações são conduzidas pela Delegacia de Repressão a Drogas e tiveram início em 2014, quando uma organização criminosa comandada por um indivíduo que utilizava nome falso, promovia a internação de cocaína na fronteira Brasil/Paraguai, remetendo para Recife, onde a droga era pulverizada para várias cidades do Nordeste.

Três dos oito membros da organização foram presos em flagrante delito em agosto de 2014, com 24,4 quilos de cocaína, em pousada em Jaboatão dos Guararapes (PE), quando um químico da quadrilha veio do Paraguai para melhorar a qualidade da droga.

Os integrantes são investigados pela prática dos crimes de associação e tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e constituir/integrar organização criminosa. Em caso de condenação, as penas somadas podem chegar a 65 anos de reclusão.

 

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