Audiência da novela Escrava Mãe aumentou em Pernambuco, na Bahia e no Ceará

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Subiu bem

O horário de verão, ou no caso a falta dele em algumas regiões, vem contribuindo bastante para os resultados de “Escrava Mãe”. A novela observou crescimento importante em estados como Pernambuco, Bahia e Ceará.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Hymne de État de Pernambuco

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Coeur Brésil dans votre ventre

court le sang des héros – est venu rouge

qui est toujours la valeur traduire.

Vous êtes la source de la vie et de l’histoire

ce couvert les gens de gloire,

la première, peut-être à l’avenir.

(Estribilho)

Salut, terre des grands cocotiers,

beautés de séchage superbes,

New Rome braves guerriers,

Pernambuco immortel! Immortal!

Ces collines et des vallées et des rivières,

proclamant la valeur de votre courage,

reproduire des batailles cruelles.

Dans ce sont l’avant-garde,

Sentinel indormida et sacré

défendre la patrie les lauriers.

(Estribilho)

L’avenir est la croyance, espoir,

ce peuple que les silences hautains

que l’athlète après des combats …

Nom de ton était un mythe,

a été le soleil brille dans l’infini,

Ce fut la gloire dans la terre à briller.

(Estribilho)

La république est la fille de Olinda,

étoile du matin fulge et ne se termine pas

de esplender avec ses rayons lumineux.

La liberté d’un ton fils proclame,

esclaves enflamme du sein

avant que le soleil de la terre de la croix!

Comprador de última hora enfrenta preço alto do milho no Recife

Ceasa registrou aumento de 20% a mais nas vendas em relação a 2015.
Baixa oferta e alta procura fizeram preço da espiga decolar.

Bandeira do estado de Pernambuco

Quem deixou para comprar o milho de última hora, achando que encontraria um preço mais em conta no fim do São João, se deu mal. O principal produto da culinária da época, que serve de base para praticamente todas as comidas típicas da festa está com o preço nas alturas. A baixa oferta e a alta procura fizeram o preço decolar. A mão do milho – com 50 espigas – que era vendida no começo do mês por R$ 20 chega a R$ 80 na Central de Abastecimento e Logística dePernambuco (Ceasa). “O consumidor acha caro, mas quem tem um dinheirinho leva”, sentenciou o comerciante José Amaral.

Com encomendas de canjica para entregar, a cozinheira Fátima Martins precisou pagar esse valor. O preço está tão caro que com mais R$ 35 ela compraria uma grama de ouro, do mais puro, o de 24 quilates. “Amanhã eu tenho entrega para fazer. Então, tive que comprar de todo jeito. Agora, não vou poder mudar o preço da encomenda, vou perder [esse dinheiro]”, lamentou.

Para não ter prejuízo, a comerciante Maria de Lourdes vai ter que repassar esse aumento para os clientes na hora da venda mais tarde no Sítio da Trindade. “Eles vão estranhar. Ninguém vai acreditar em mim que o [preço] do milho pulou no fim da festa”.

Até a manhã da sexta-feira (24), a mão do milho era vendida por R$ 40 no Mercado de Água Fria, na Zona Norte do Recife. Já na feira de Rio Doce, em Olinda, o lugar onde deveriam se concentrar as montanhas de milho, só havia palha.

Há quem diga que teve até briga para conseguir uma espiga na véspera de São João. “Vou ficar sem levar o milhozinho. Primeira vez que eu não vou levar o milho”, contou o pintor Hamilton Oliveira.

A falta também preocupa José Martins. Com a mulher grávida desejando comidas de milho, ele parte em uma saga atrás das espigas. ”É um absurdo. É só para quem tem mulher ‘buchuda’”, brincou em tom de crítica.

G1.COM.BR

Polícia investiga casos de extorsão em hospitais no Grande Recife

Golpistas se passam por médicos para extorquir familiares de pacientes.
Casos foram verificados em duas unidades do Recife e de Olinda, na RMR.

Bandeira do estado de Pernambuco

A Polícia Civil iniciou investigações de três casos de extorsão de familiares de pacientes internados em hospitais do Recife e da Região Metropolitana (RMR). De acordo com queixas feitas pelas vítimas, os estelionatários se passam por médicos durante ligações para pedir dinheiro. Segundo os criminosos, a quantia seria utilizada para possibilitar o tratamento dos internados.

De acordo com o delegado Jorge Ferreira, responsável pelos casos, os golpes aconteceram com familiares de pacientes internados no Real Hospital Português (RHP), no Recife, e no Hospital São Salvador, em Olinda. “Segundo os familiares, os falsos médicos falam da necessidade de complementar o pagamento do tratamento com um depósito”, explica.

Para o policial, é preciso considerar todos os profissionais que atuam nas unidades de saúde durante as investigações. “Além dos médicos, existem várias pessoas que atuam junto aos pacientes e que podem ter acesso ao cadastro dos internados, profissionais terceirizados ou profissionais que fazem serviços de limpeza”, explica. Até o momento, ninguém foi preso.

Ainda segundo Ferreira, a orientação inicial é desconfiar de qualquer contato telefônico feito pelos hospitais para pedir quantias financeiras com o objetivo de assegurar o tratamento dos pacientes. “Não existe nenhum registro de transação comercial feito por hospitais através de ligação. Os assuntos sempre são tratados pessoalmente”, sinaliza o delegado.

Procurado pela reportagem, o Real Hospital Português esclareceu que os valores referentes à conta hospitalar devem ser pagos somente na tesouraria da unidade de saúde. De acordo com o RHP, o recebimento de honorários médicos é de inteira responsabilidade desses profissionais de saúde, deixando o hospital isento do acordo. O Hospital São Salvador também foi procurado, mas não deu respostas sobre o assunto.

G1.COM.BR

Lei obriga unidades de saúde de PE a instalarem brinquedotecas

Medida vigora em 180 dias para unidades de alta e média complexidade.
Determinação engloba clínicas e hospitais públicos e particulares.

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Brinquedoteca auxilia no recuperação da saúde dos pacientes (Foto: Wellington Roberto/G1)

Brinquedoteca auxilia na distração e socialização de pacientes, segundo medida legislativa (Foto: Wellington Roberto/G1)

Unidades de saúde de média e alta complexidade que prestam atendimentos pediátricos em Pernambuco deverão, obrigatoriamente, instalar uma brinquedoteca para crianças em suas dependências. A lei, publicada no Diário Oficial do Estado na última quarta (15), foi aprovada pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e entrará em vigor dentro de seis meses.

Autor do projeto, o deputado Zé Maurício (PP) explicou que essa é uma forma de humanizar o atendimento de hospitais e clínicas públicas e particulares. “Essa é uma maneira de distrair a criança e de tranquilizá-la no ambiente hospitalar”, comenta. Segundo o texto da lei, o espaço visa à melhor reabilitação e socialização dos pacientes.

“No caso das unidades de alta complexidade, também é necessário ter profissionais especializados nas brinquedotecas”, explica o deputado. Ainda de acordo com a medida legislativa, os espaços que prestam serviço pediátrico de baixa complexidade devem disponibilizar espaços com brinquedos na sala de espera para crianças que aguardam atendimento.

 

G1.COM.BR

Quadrilha liderada por presidiários é desmontada em operação policial

Ordens para os crimes saíam do Complexo do Curado e Presídio de Igarassu.
Bando praticou homicídios, roubos e tráfico de drogas, segundo a Polícia Civil.

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Uma quadrilha acusada de cometer crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, roubos e homicídios nos municípios pernambucanos de Escada, Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho foi desmontada em uma operação das polícias civis e militares. O bando vinha sendo investigado desde o mês de dezembro do ano passado e tem como principais líderes três presidiários.

“Dois chefes do bando estavam no Complexo do Curado, e outro estava no Presídio de Igarassu. Eles atuavam de dentro dos presídios, onde arquitetavam as ações criminosas. Ainda não sabemos como as ordens chegavam aqui do lado de fora, mas elas partiam de dentro desses dois presídios”, explicou ao G1 o delegado Rogaciano Campos, titular da delegacia de Escada, município da Zona da Mata pernambucana.

Dos 28 mandados de prisão expedidos pela Justiça, foram cumpridos 26, sendo 17 contra presidiários e nove contra suspeitos que estavam em liberdade. “Destes nove presos, seis foram para o Presídio de Vitória de Santo Antão, um para a Cadeia Pública de Escada, e duas mulheres seguiram para a Colônia Penal Feminina, no Recife. Todos são pernambucanos e têm idade entre 19 e 32 anos. Estamos em busca agora de dois foragidos, um homem e uma mulher”, contou o delegado.

Também foram expedidos sete mandados de busca e apreensão domiciliar, mas nenhuma arma ou droga foi apreendida na terça-feira (14), data em que foi deflagrada a Operação Sacrifício, cujos detalhes foram apresentados à imprensa nesta quinta-feira (16). Ao todo, participaram da operação 59 policiais civis, entre delegados, escrivães e agentes, com apoio operacional de 16 policiais militares.

G1.COM.BR

Vereadora e deputado condenados a pagar multa por propaganda irregular

TRE-PE condenou Isabella de Roldão (PDT) e Edilson Silva (PSOL).
Ambos pagarão multa de R$ 5 mil por praticar propaganda paga na internet.

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Vereadora Isabella de Roldão (PDT). (Foto: Reprodução/TV Globo)

Vereadora Isabella de Roldão (PDT) foi condenada por divulgar de maneira patrocinada em rede social uma entrevista produzida pela Câmara de Vereadores do Recife (Foto: Reprodução/TV Globo)

A vereadora Isabella de Roldão, do Partido Democrático Trabalhista (PDT), foi condenada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) a pagar uma multa no valor de R$ 5 mil por ter praticado propaganda eleitoral antecipada na internet. Também nesta quinta-feira (8), o deputado estadual Edílson Silva (PSOL), pré-candidato a prefeito do Recife, foi condenado pelo TRE-PE devido ao mesmo motivo.

A juíza auxiliar da Propaganda Eleitoral, Maria Auri Alexandre de Ribeiro, determinou que ambos retirem da internet quaisquer postagens patrocinadas que façam referência, implícita ou explicitamente, a sua pré-candidatura. No dia 23 de maio, a deputada estadual Priscila Krause, do Democratas (DEM), que também é pré-candidata à prefeitura da capital pernambucana, também recebeu igual condenação.

Isabella de Roldão foi acusada pelo Ministério Público Eleitoral de ter divulgado, mediante pagamento na rede social Facebook, atos de pré-campanha realizando despesas antes do pedido de registro da candidatura, o que é proibido pela Lei Eleitoral. O “anúncio patrocinado” é um recurso do Facebook para impulsionar publicações: a quantidade de pessoas que serão alcançadas pelas postagens varia conforme o valor investido.

De acordo com o TRE-PE, o que resultou na condenação de Isabella de Roldão foi a divulgação de maneira patrocinada de uma entrevista produzida pela Câmara de Vereadores do Recife, uma vez comprovada a responsabilidade da vereadora perante a publicação assim como os benefícios da postagem. Na sentença, a juíza Maria Auri Alexandre destaca que “a propaganda irregular foi veiculada durante período eleitoral, mediante link patrocinado de acesso ao perfil de rede social de coordenador de campanha e, portanto, de conhecimento prévio da candidatura beneficiada”.

Por meio de nota, a assessoria de imprensa de Isabella de Roldão afirmou que “a defesa da vereadora foi fundamentada no argumento de que todo parlamentar precisar divulgar suas ações”. O texto traz ainda que “é clara a legislação eleitoral, só podendo configurar como campanha o pedido explícito de voto, o que  não se configura na postagem notificada”.

A nota possui, ainda, uma declaração da vereadora sobre a condenação: “Considero legítimo o papel do Judiciário no acompanhamento das redes sociais e concordo que esta não é uma ‘terra sem lei’. […] Sem impulsionar nossa página institucional, reduzimos a visibilidade da nossa atuação por parte do público. […] Em tempos de tanta insatisfação com a política brasileira, qual o problema de aumentar o número de pessoas alcançadas pelo nosso conteúdo de prestação de contas? Vamos desconsiderar a forma de funcionamento de uma rede social global? O Direito não possui flexibilidade para entender as novas formas de comunicação?”.

Deputado vai recorrer
Igualmente condenado a pagar R$ 5 mil por divulgação de link patrocinado no Facebook, o deputado estadual Edílson Silva informou, por meio de nota enviada pela assessoria de comunicação, que vai recorrer da decisão da juíza auxiliar. A defesa do pré-candidato pretende alegar que há entendimentos diferentes em outros estado, como o Rio Grande do Sul, sobre publicações patrocinadas nas redes sociais.

Autor do requerimento, o deputado Edilson Silva (Psol) ficaria responsável pela coordenação do trabalho (Foto: Luna Markman/G1)
Pré-candidato à Prefeitura do Recife, Edilson Silva
(PSOL) não informou quem custeou a propaganda
(Foto: Luna Markman/G1)

Edilson Silva foi acusado pelo Ministério Público Eleitoral de ter extrapolado os limites permitidos na fase de pré-campanha, por meio de “publicação patrocinada”. Outro aspecto que foi considerado na sentença, em relação à fase de pré-campanha eleitoral, é o custo. A conta de campanha do candidato somente pode ser aberta após o requerimento do registro de candidatura do candidato, conforme estabelece o art. 3º da Resolução-TSE nº 23.463, de 15 de dezembro de 2015.

No caso, o parlamentar não informou quem custeou a propaganda. Ele apenas limitou sua defesa, afirmando que o documento acostado aos autos não é meio idôneo de prova. “Logo concluiu-se que foi o próprio pré-candidato que arcou com o tal custo”, justifica a Justiça Eleitoral, que entende que o anúncio patrocinado suprime consideravelmente o caráter democrático da rede social.

Isso fere, no caso da pré-campanha eleitoral, o princípio da isonomia entre os pré-candidatos, pois privilegia, no entendimento da Justiça Eleitoral, aquele que dispões de mais vigor financeiro para custear suas publicações. E permite, assim, o pré-candidato atingir um número infinitamente maior de usuários do que conseguiria por meio de um anúncio gratuito.

 

G1.COM.BR

Profissionais de saúde do HC são orientados a evitar anéis e pulseiras

‘Operação Zero Adorno’ visa diminuir riscos de contaminação no hospital.
Chefe de unidade diz que profissionais sabem do risco, mas não evitam.

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Hospital das Clínicas Recife (Foto: HC/Divulgação)

Profissional que não respeitar medida será notificado (Foto: HC/Divulgação)

Profissionais de saúde como médicos e enfermeiros não poderão circular com anéis, brincos, colares ou qualquer tipo de acessório no Hospital das Clínicas (HC), localizado na Cidade Universitária, Zona Oeste do Recife. Com início nesta terça-feira (7) a “Operação Zero Adorno” tem por objetivo diminuir os riscos de contaminação na unidade. Para isso, como forma de conscientização, o hospital distribuirá saquinhos plásticos para guardar os adereços.

De acordo com a chefe da Unidade de Gerência de Riscos Assistenciais (Ugra), Adélia Monteiro, todo profissional sabe que tais objetos se transformam em agentes contaminantes, mas não colocam em prática. “Eles têm conhecimento da Norma Regulamentadora 32 (NR-32), que estabelece medidas de proteção à segurança, mas na prática há um descumprimento. Eles não respeitam”, reclama.

Monteiro ainda menciona que a falta de preocupação em cumprir a norma tem um impacto direto na manutenção de uma rotina de redução de infecções como, por exemplo, no ato de lavar as mãos. Com anéis, por exemplo, há uma maior facilidade das impurezas ficarem depositadas no acessório.

“Somos um hospital escola e, por isso, temos uma preocupação maior em passar esses valores aos estudantes”, completa a chefe do Ugra.

Durante as visitas aos setores do HC, equipes distribuirão panfletos informativos e saquinhos plásticos para guardar dos adornos. Eles ainda irão  reforçar a prática da boa higienização das mãos.

“Depois dessa conscientização, entorno de um mês, o profissional que continuar a entrar na unidade com esses adereços será notificado. Se a atitude persistir, levaremos a reclamação para sua chefia para que tomem providências”, concluiu Monteiro.

G1.COM.BR