James Akel ironiza estratégia de Paulo Skaf para ser governador de São Paulo

 

Em recente encontro com dois jornalistas dirigentes de entidades, o presidente da FIESP Paulo Scaf deixou escapar que com determinada estratégia ele seria eleito com tranquilidade governador do Estado.

A estratégia, que esta coluna prefere não citar, é tão surreal que chega ser insólita.

Primeiro estamos bem longe de uma eleição de governo.

Depois a gente precisa saber se vai ter eleição porque do jeito que a economia está, precisa saber se o Brasil vai existir até lá.

Um Brasil sem partido de oposição e sem políticos interessados em fazer algo pelo povo, ninguém sabe o que pode haver até 2018 ou antes.

Paulo Skaf é o mesmo candidato do PMDB, partido de Renan Calheiros, que aceitou de última hora o apoio de Paulo Maluf e Gilberto Kassab.

Vamos combinar que a chance de Skaf ganhar eleição com apoio de Maluf e Kassab é a mesma possibilidade do coelho da Páscoa botar ovo.


Escrito por jamesakel@uol.com.br às 01h29 no dia 28/05/2015

James Akel ironiza promessa de Paulo Skaf para a educação

O candidato Skaf dedicou seu programa de hoje pra falar de escola pública e contar o que todo mundo sabe que é a falta de base de educação e péssimo modelo de ensino.

Skaf acredita de verdade que se acabar com a aprovação automática ele vai criar um bom ensino.

Vamos agora desconstruir a teoria de Skaf com base em realidade de mercado.

Primeiro Skaf não vai conseguir ter um grupo de professores do porte dos professores do SESI por razões de verba comprometida com a educação para o ano de 2015 que não vai ser o bastante pra pagar professores de nível.

E professores tem que passar por concurso.

Vamos mais pra frente pra mostrar a realidade de tudo.

Vamos supor que Skaf daqui a alguns anos consiga a verba pra pagar dignamente os professores no padrão que paga o SESI.

Então a gente vai ver professores de bom padrão dando aulas em escolas sem qualquer proteção de segurança.

Mesmo se Skaf colocar professores bons e acabar com a aprovação automática, vão continuar a existir alunos armados em sala de aula, traficantes passeando pela escola e estudantes armados ameaçando professores que não os derem nota.

O leitor acredita que exista um professor que vai ter coragem de reprovar aluno armado e traficante?

Skaf não tem noção do que fala porque é ingênuo em seu raciocínio.

E pra falar de segurança, o antigo secretário de segurança de Geraldo está ao lado de Skaf dando parâmetros pra plano de segurança.

Eu só posso achar engraçado um fato destes.

Skaf deve achar que pode governar igual preside o SESI.

Sabe nada inocente.


Escrito por jamesakel@uol.com.br às 10h52 no dia 28/08/2014
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James Akel comenta a curiosa campanha de Paulo Skaf

Paulo Skaf tinha tudo pra ser a grande alternativa de candidatura pra governo.

Um nome novo, com excelente trabalho desenvolvido no comando da Federação da Indústria, SENAI e SESI.

Estava até com bons números de pesquisa e caminhava pra uma boa campanha.

Então no último momento aceitou a adesão de Maluf e Kassab, sob argumento de que teria mais tempo de tv nesta campanha.

Uai, de nada adianta bastante tempo se nada se tem a falar.

Skaf não pode dizer que vai fazer algo pela segurança do Estado se no seu grupo está o antigo secretário de segurança do Estado que é Ferreira Pinto de triste ideia e insucessos no ramo.

E a segurança é o que mais agride a população.

A falta de segurança, além de gerar problemas reais, ainda reduz a atividade comercial noturna entre teatros, restaurantes, shoppings além de causar pânico em alunos que tem que voltar tarde pra casa.

Skaf não pode falar de desenvolvimento de turismo porque Kassab mandava multar ônibus de turistas que paravam na frente dos hotéis pra embarcar turistas.

Não pode falar determinadas coisas por ter Maluf entre seus pares, sendo Maluf acusado e respondendo a processos difíceis de se livrar.

Agora me digam uma coisa.

Maluf antes um mês de se aliar a Skaf gravou declarações de elogios a Padilha do PT e a Lula e Dilma.

Maluf pediu favor ao ministro da Justiça pra interceder por ele nos EUA pra acabar com o pedido de prisão contra Maluf ali.

Ninguém vai me convencer que a mudança de Maluf não foi ordem de Lula exatamente pra deixar Skaf sem ação.

Mas algum leitor vai me dizer que os números do Skaf mostram que ele não tem condições de ser eleito.

Eu concordo com isto mas Lula é um homem inteligente.

Lula quer acabar com Skaf agora e derrubar seus números mais ainda.

Se Skaf fizesse uma campanha combativa contra PT e Geraldo, Skaf mesmo perdendo agora seria o favorito pra prefeitura em 2016 quando Lula quer fazer outra pessoa seu prefeito.


Escrito por jamesakel@uol.com.br às 08h29 no dia 29.07.2014

James Akel comenta a candidatura de Paulo Skaf ao governo do Estado de São Paulo

SISTEMA SKAF
A pré-candidatura de Paulo Skaf (PMDB-SP) ao governo de SP, com 16% das intenções de voto, segundo o Datafolha, já sofre bombardeio em seu próprio partido. “Ele pode fazer propaganda política com dinheiro do Sistema S, até com ataques ao Congresso Nacional? Temos que discutir isso”, diz Eduardo Cunha, líder do partido na Câmara dos Deputados.

COMPETIR É PRECISO
Skaf é presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de SP) e do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de SP) e responsável pelo Sesi e pelo Senai, que integram o Sistema S. E já estrelou campanhas de TV pedindo, por exemplo, a aprovação da MP dos Portos. “Todas as minhas ações como presidente da Fiesp, do Ciesp, do Sesi e do Senai visam defender a competitividade do Brasil”, diz ele.

FISCAL
Segundo Cunha, a discussão ganhará fôlego na aprovação da LDO, a lei orçamentária do governo, de 2014. Danilo Forte, do PMDB do Ceará e relator da proposta, confirma: “As entidades do Sistema S receberam, só em 2011, mais de R$ 21 bilhões, recursos públicos que são gastos sem fiscalização do Congresso Nacional. Isso precisa mudar”, afirma ele.

COMENTÁRIO DESTA COLUNA
Bem no começo da campanha publicitária de Skaf feita com dinehiro do SESI SENAI e criada por Duda Mendonça esta coluna já havia alertado que Skaf estava agindo de maneira questionável por ser político militante ativo e ser postulador de cargo eleitoral.
Não se pode fazer política com dinheiro do da entidade que tem destino certo para ensino profissional e lazer da população.
Embora o deputado do PMDB Danilo Forte esteja equivocado com sua declaração de que o dinheiro do SESI SENAI seja dinheiro público porque é um dinheiro exclusivamente pago pelo empresariado e não pelo povo por impostos.
O dinheiro de todo SIstema S é do empresariado que contribui mensalmente para destinar a verba para ensino profissionalizante e lazer dos industriários.
O SESI SENAI não é do Governo e não recebe dinheiro do Governo ou de imposto.
Agora cabe ao Paulo Skaf vir a público mostrar a origem do dinheiro.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 07h06 no dia 03 de julho de 2013

James Akel comenta que Paulo Skaf fez reunião com elite das forças armadas

 

Paulo Skaf fez reunião dia 19 na sede da Federação das Indústrias com uma parte da elite das Forças Armadas.

Na ocasião Skaf, que é do PMDB, falou sendo presidente da FIESP e declarou que o setor produtivo espera que as Forças Armadas sejam garantia de continuidade de produção do Brasil que precisa continuar produzindo.
É uma fala que pode ter muitas interpretações.
Mas a mais direta é a preocupação das áreas produtivas do Brasil com a futura política de Dilma que tende ao chavismo.
Todas as atitudes governamentais de Dilma e as atitudes pessoais mostram que a ainda prasidente Dilma continua com espírito de guerrilheira e querendo colocar a toda força suas ideias utópicas de uma guerrilheira de 1970 que se inspirava no regime cubano.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 09h00 no dia 27 de junho de 2013

Flávio Ricco comenta as frequentes aparições de Paulo Skaf na televisão

Divulgação

Paulo Skaf conversa com o José Junior, do AfroReagge, no programa “Esquenta!”

A intensidade de horas no ar, horário político e programas diversos – até o “Esquenta” imagine só, nos leva a concluir que Paulo Skaf, presidente da Fiesp e candidato a qualquer coisa no ano que vem, já é quase um artista.

Te cuida, Tony Ramos!

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

James Akel comenta uma possível candidatura de Paulo Skaf ao governo do Estado de São Paulo

 

A tentativa de Paulo Skaf, presidente da FIESP, em querer disputar o governo, não causa preocupação nem no PT e menos ainda no PSDB.
Os dois partidos devem fazer a grande disputa.
De um lado o tucano Geraldo e de outro talvez Lula.
Quanto a Paulo Skaf o detalhe é simples.
Se Paulo Skaf disputar sem adversários é capaz de perder a eleição.
Ele não foi feito pra eleição majoritária
.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 02h16 no dia 19 de março de 2013

James Akel comenta atitudes recentes de Paulo Skaf

 

Todo mundo viu Duda Mendonça declarando na Bahia que faria Paulo Skaf governador do Estado.
Paulo Skaf é presidente da Federação das Indústrias.
Eis que ele começou a fazer anúncios maciços de suas administração nos horários nobres de tv.
Paulo Skaf vai dizer que está fazendo comercial da FIESP.
Mas ao personalizar o comercial com sua figura e tendo Duda Mendonça pago pela FIESP, e ainda mais nestes tempos de divulgação em comerciais de seu partido PMDB, é lógico que Paulo Skaf está fazendo campanha política com o dinheiro da FIESP, o que é proibido por lei.
Se ele vier a ser candidato pelo PMDB e tiver boa votação, sua campanha é passível de anulação se os partidos adversários tiverem um pouco de conhecimento eleitoral para fazer a denúncia

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 10h22 no dia 15 de março de 2013

James Akel comenta atitude de Paulo Skaf

 

Vejam que curioso.
O Paulo Skaf, do PMDB, que é também presidente da Federação das Indústrias, quer ser candidato ao governo do Estado.
Isto nem é segredo.
Mas é proibido por lei que instituições sindicais patrocinem política.
E está acontecendo algo estranho neste assunto.
Na tv entrou comercial do PMDB, em horário regulamentar gratuito a que o partido tem direito.
E logo em seguida entra um comercial da FIESP, com o Paulo Skaf fazendo propaganda dele mesmo.
Vamos lembrar que durante o Carnaval na Bahia o Duda Mendonça, que tem contrato com a FIESP para criar uma boa imagem da entidade, declarou que quer eleger o Paulo Skaf governador em 2014.
Isto pressupõe que Paulo Skaf use dinheiro do SESI, SENAI e FIESP para se autopromover no seu desejo de se mostrar alternativa de candidato.
Os tucanos perceberam isto e devem entrar com representação contra Skaf.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 08h43 no dia 07 de março de 2013

James Akel comenta que Duda Mendonça quer presidente da FIESP no governo

Duda Mendonça que há muito tempo recebe da FIESP para dar assessoria para o presidente da entidade Paulo Skaf, já conversou com Lula sobre a possibilidade de lançar Skaf ao governo de São Paulo, pelo PMDB, no lugar de Chalita.
Mas o que ainda está pegando é que Michel Temer não abre mão de ser candidato a vice na presidência no ano que vem.
É muito cedo para este pessoal ficar fazendo intriga de um lugar ao outro.
No começo do ano que vem, então eles podem começar a falar o que acham que desejam.
Até lá deveriam ficar mais quietos.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 00h36 no dia 18 de fevereiro de 2013

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