Avilez (Paulo Rocha) e Dulcina (Joana Solnado) são casados na novela “Novo Mundo”

Raquel Cunha/Globo/Divulgação

A atriz portuguesa Joana Solnado, especialmente chamada para ser a Dulcina em “Novo Mundo”, próxima das 18 horas na Globo, se adaptou bem ao ritmo puxado das primeiras gravações da novela.

Casada com o general Avilez (Paulo Rocha), ela será alvo de investidas frequentes do mulherengo príncipe Dom Pedro, Caio Castro.

Joana, se alguém não sabe, é neta de Raul Solnado.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Gravações da novela Império no Carnaval foram realizadas neste domingo

Pessoal de “Império” trabalhou até altas horas do domingo…

… Foram feitas cenas do Carnaval da novela, com a participação de praticamente todo o elenco.
Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Império:Carmem vai dar um fim em Salvador!

A advogada está se sentindo cada vez mais encurralada e, para se livrar, ela pensa em acabar com o pintor misterioso

Carmem fala com Orville sobre fim de Salvador (Foto: Isabella Pinheiro / Gshow)
Carmem fala com Orville sobre fim de Salvador (Foto: Isabella Pinheiro / Gshow)

Carmem (Ana Carolina Dias) e Orville (Paulo Rocha) falam ao telefone sobre Érika (Letícia Birkheuer) e Helena (Julia Fajardo), que estão cada vez mais próximas de descobrir toda a verdade sobre Salvador (Paulo Vilhena).

“Nós criamos um monstro, Carmen. E estamos prestes a ser devorados por ele. Quanto mais fama o Salvador tem como artista misterioso, nós ficamos mais encurralados, ao passo que também ficamos mais ricos… Temos que saber a hora de parar…”, fala Orville.

Orville se assusta com decisão de Carmem (Foto: Isabella Pinheiro / Gshow)Orville se assusta com decisão de Carmem (Foto: Isabella Pinheiro / Gshow)

Inocente, Orville não percebe que Carmem já está com a solução: “Por isso não adianta pensar só na Helena e na Érika… Elas são consequências… A gente tem que se livrar é da raiz dos problemas: o próprio Salvador!”.

A advogada explica que é preciso sumir com o pintor misterioso e Orville não entende: “Sumir… como, Carmen? Das nossas vidas?”. Ela faz questão de explicar: “Não, meu querido… Da vida em geral!”.

Não perca a cena, que vai ao ar nesta segunda-feira, 19 de janeiro.

 

GSHOW

Império 28/11/2014

José Alfredo interroga José Pedro e Danielle

José Alfredo exige que Maria Marta justifique sua certeza sobre a vingança de Danielle. Téo tenta organizar o dossiê sobre o Comendador. Carmen conversa com Orville sobre Salvador. Juliane comenta com Xana que aceitará o convite de Antoninho. Salvador engana Carmen. Robertão pede para Érika guardar seu dinheiro. Enrico tenta falar com Maria Clara. Cláudio afirma a Beatriz que não quer mais saber de Leonardo. Um mendigo rouba a mochila de Leonardo. João Lucas se declara para Du. Cora diz a Cristina que tem uma reunião com José Alfredo na joalheria Império e leva Jairo como seu segurança. José Alfredo interroga José Pedro e Danielle.

Globo está apostando alto na novela Falso Brilhante

 

O ator português Paulo Rocha deverá viver um presidiário em “Falso Brilhante”, substituta de “Em Família”.

E numa dessas reviravoltas, Eri Johnson, também poderá aparecer no elenco da próxima novela das nove.

Como tudo que sobe, desce, tem gente apostando nesse efeito, também na área de direção de núcleo da Globo.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Andreia Horta e Paulo Rocha são escalados para Falso Brilhante

Falso Brilhante, trama que sucederá Em Família, é prioridade na Globo. A trama, de Aguinaldo Silva, que estreará entre o fim de agosto e início de setembro, começa a ter seu elenco definido.

Andreia Horta, que interpreta uma ex-prostituta na série A Teia, e o ator português Paulo Rocha foram escalados para o folhetim.

A novela será protagonizada por Lília Cabral, Alexandre Nero e Leandra Leal.

O Planeta TV

“Guerra dos Sexos” acerta ao focar no melodrama

Guilhermina Guinle e Reynaldo Gianecchini em “Guerra dos Sexos” (Foto: TV Globo)

Muita coisa rolou depois de mais de três meses da estreia do remake de “Guerra dos Sexos“. A trama de Silvio de Abreu enfrentou o Horário Político, enfrenta o Horário de Verão e a atual fraca audiência em todo o horário nobre na TV aberta brasileira. Teve a rejeição do público órfão da novela anterior, o sucesso “Cheias de Charme”. Lidou com todas as comparações possíveis com a versão original da novela, de 1983 – de elenco a tramas. Foi criticada pelo tema anacrônico (feminismo versus machismo), pela comédia sem graça, por algumas atuações do elenco, etc.

Mas, apesar dos percalços, a novela parece ter encontrado seu caminho. Quase em sua metade, “Guerra dos Sexos” já não causa mais o estranhamento do início. Talvez parte do público tenha se acostumado com a interpretação dos atores e embarcado na trama. Talvez os atores tenham encontrado o ponto de seus personagens. Reynaldo Gianecchini já não parece mais imitar o Pascoal, seu papel em “Belíssima”. Drica Moraes está mais à vontade em sua Nieta. Tony Ramos já soa menos histriônico. Edson Celulari não parece mais tão bobalhão com seu Felipe. Bianca Bin já não faz mais caras e bocas.

O elenco de “Guerra dos Sexos”, com poucas exceções, está afinado com a trama de Silvio, que já desce mais redonda, está agradável de se acompanhar. O autor tem focado nos romances e no melodrama, em detrimento ao humor, o que é um acerto. Nos últimos capítulos, vimos o caso de Wânia (Luana Piovani) e Felipe (Edson Celulari) ser descoberto por Charlô (Irene Ravache), que demitiu sua funcionária. Tudo pelas mãos da ardilosa Carolina (Bianca Bin). Em seguida, foi a vez de Juliana (Mariana Ximenes) ter seu caso com Fábio (Paulo Rocha) descoberto pela mulher dele, a neurótica Manuela (Guilhermina Guinle), que brindou o público com um barraco daqueles. Manuela ainda sofreu um acidente de carro que envolveu sua filha pequena, Cissa (Jesuela Moro). E Felipe não quer perdoar a filha Juliana, por se sentir traído. Quanto drama!

É claro que o horário da sete pede humor. Mas folhetim, independente da proposta, é folhetim: o melodrama ainda é a base. E, historicamente falando, em raras exceções, é sempre o drama que pode socorrer uma novela. Silvio já tem experiência com isso. Em 1990, “Rainha da Sucata” entrou para a história porque o autor percebeu a tempo que tinha que focar no melodrama, em detrimento ao humor que vinha aplicando. Na verdade, não existe uma receita para o sucesso. Mas certas premissas devem ser respeitadas. Janete Clair já pregava a boa dosagem do drama e comédia. E – parece – “Guerra dos Sexos” encontrou seu ponto certo.

 

Nilson Xavier com colaboração de Fábio Dias