C´est fini-Thaís Bonizzi gravou o Som Brasil-Flávio Ricco volta amanhã ás 12h00 de Fortaleza

 

A cantora Thaís Bonizzi, participante do “Ídolos – 2009”, gravou segunda-feira o “Som Brasil”, na Globo, ao lado de Mariana Belém, Fafá de Belém e Ângela Maria. Com apresentação de Patrícia Pillar, o programa fará uma homenagem à “Era do Rádio”. A data de exibição ainda não foi definida.

Ficamos assim. Mas amanhã tem mais. Tchau!

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Patrícia Pillar volta a apresentar o “Som Brasil” na Globo

Tatau, Patricia Pillar, Sarajane e Netinho nos bastidores. Foto: TV Globo/ Frederico Rozario
Diretor e apresentadora do Som Brasil receberam jornalistas no estúdio de gravação do programa para falar sobre a nova temporada, que tem estreia prevista para o dia 26 de abril. Luiz Gleiser e Patrícia Pillar contaram aos jornalistas a alegria e dedicação que destinam à produção da atração.

– A ideia inicial, e que se mantém viva até hoje, é a de que o programa celebra a música nacional e aproveita esta plataforma para lançar grupos novos e trazer grandes nomes ao palco. Estamos no sétimo ano, e este é um caso exemplar de qualidade que a Rede Globo dedica à nossa música brasileira e que nós fazemos com um esmero técnico inacreditável, diz Gleiser.

Patrícia Pillar retoma o posto que já ocupou algumas vezes, sendo inclusive a primeira apresentadora da atração, há sete anos. A atriz comemora esta reestreia e não esconde a felicidade que sente por ser parte do projeto:

– É uma delícia voltar a apresentar o Som Brasil. Tenho orgulho de fazer um programa que fala da nossa história na música, sem esquecer as novidades. É uma festa com uma pluralidade de ritmos.

O primeiro programa do ano é dedicado ao estilo samba malandro e tem a participação de Sergio Lorosa, Diogo Nogueira, Aline Calixto e Flávia Menezes. Está previsto para ir ao ar pela Rede Globo na sexta-feira, dia 26 de abril, após o Programa do Jô .
O PLANETA TV!

C´est fini-VIVA define data de estreia da novela As Noivas De Copacabana-Flávio Ricco volta amanhã ás 12h00 de Fortaleza

 

Está confirmada no Viva a estreia da série “As Noivas de Copacabana”, dia 21.
O elenco, além do Miguel Falabella, tem Christiane Torloni, Patrícia Pillar, Tássia Camargo, Ana Beatriz Nogueira e Reginaldo Faria, entre outros.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Final não combina com o que “Lado a Lado” mostrou em seis meses

De longe a melhor novela que a Globo exibiu nos últimos meses, “Lado a Lado” terminou com a punição ou redenção de todos os vilões. A decisão dos autores faz sentido se você pensar no horário da trama, a faixa das 18h, mas não deixa de ser um desvio na rota traçada com coerência ao longo de seis meses.

Um atrás do outro, todos se deram mal: a baronesa Constância (Patrícia Pillar) e seu filho Albertinho (Rafael Cardoso), o senador Bonifácio (Cassio Gabus Mendes) e seu filho bastardo Fernando (Caio Blat), a cantora lírica Catarina (Alessandra Negrini), bem como os moradores da favela Berenice (Sheron Menezes) e Caniço (Marcelo Melo Jr.),

Por meio de quatro vilões, em especial, Claudia Lage e João Ximenes Braga, autores de “Lado a Lado”, mostraram algumas das mazelas que atormentavam o Brasil em 1910.

Constância personificou a elite arrogante, incapaz de aceitar o fim da escravatura. Bonifácio representava o político e empresário de origem social humilde que, uma vez rico e poderoso, passava por cima da lei para alcançar o seu projeto de poder. Berenice e Caniço não viram outra forma de superar a miséria do que servir aos propósitos maldosos de Constância e Bonifácio.

“Lado a Lado” mostrou, ao longo de 154 capítulos, o confronto entre uma certa visão de progresso, baseada em valores liberais, e outra fundada em termos conservadores. Muita gente viu nos conflitos exibidos pela novela reflexos de situações atuais, que o país ainda vive: preconceito racial, corrupção, caos urbano, conflitos morais etc.

O fato de todos os vilões terminarem mal pode dar a impressão de que o que eles personificavam ficou para trás – o que está longe de acontecer, como se sabe.

Várias novelas foram mais ousadas – e realistas – no tratamento final dado a seus vilões. Para lembrar apenas de duas: Marco Aurélio (Reginaldo Farias), o vilão de “Vale Tudo”, de Gilberto Braga, deu uma “banana” para o público antes de fugir do Brasil num jatinho. Bia Falcão (Fernanda Montenegro) termina seus dias de maldade bebendo champanhe em Paris, em “Belissima”, de Silvio de Abreu.

Um detalhe, porém, ficou como sugestão dos autores de “Lado a Lado” ao público. Depois da cena de final, ambientada na favela, onde os heróis Isabel (Camila Pitanga) e Zé Maria (Lazaro Ramos) se casam, a câmera se afasta lentamente, revelando a imagem do Rio atual. Em primeiro plano, o espectador vê uma favela gigantesca e, ao fundo, o centro da cidade. Fica a dica.

Leia mais: Escrevi há duas semanas, na “Folha”, um texto, chamado A regra do jogo,  no qual discuto a dificuldade que “Lado a Lado” enfrentou para encontrar seu público. A novela teve uma das mais baixas médias de audiência do horário. Também recomendo o texto de Nilson Xavier, Faltou coesão a “Lado a Lado”, no qual ele apresenta uma visão diferente da minha, mas com bons argumentos. Vale a pena, ainda, ler a entrevista com Patrícia Pillar, feita pelo repórter James Cimino, na qual ela compara a vilã da novela “à atual elite que tem horror da classe média“. Informações sobre a audiência do capítulo final, que será reprisado neste sábado, podem ser lidas aqui.

 

Maurício Stycer

Faltou coesão a “Lado a Lado”

Cena do último capítulo de “Lado a Lado” (Foto: TV Globo)

Lado a Lado”, a novela das seis da Globo – escrita por João Ximenes Braga e Cláudia Lage – que terminou nesta sexta-feira (08/03), foi muito mais do que um folhetim de época. Retratar eventos históricos do Rio de Janeiro da década de 1910 (poucas vezes vistos anteriormente em TV) foi o seu grande trunfo. E dos mais louváveis.

É bom quando um programa de televisão, cujo principal objetivo é o entretenimento, se propõe também a ensinar e informar. Neste quesito, “Lado a Lado” saiu-se muito bem. Direção competente, produção bela e requintada, em uma reconstituição de época das mais perfeitas.

Ótima sacada fazer do personagem Zé Maria, de Lázaro Ramos, uma espécie deForrest Gump (Tom Hanks no filme homônimo) que acompanha ou protagoniza os fatos históricos narrados na novela – entre outros, as revoltas da Vacina e da Chibata, o advento do futebol e do samba, o fim dos cortiços e o processo de favelização do Rio (o Bota Abaixo).

Por outro lado, a novela desviou-se do foco histórico ao desenhar um estilo que dialogou muito com o nosso tempo. Para o seu bem – como a excelente trilha sonora contemporânea – e para o seu mal – como gírias e expressões atuais e personagens muito fincados em 2013 (como a espevitada Neusinha, interpretada por uma Maria Clara Gueiros que abusou dos “adoooro!” e só faltou soltar um “vem cá, eu te conheço?”).

Apesar de seus perfis de “mulheres à frente de seu tempo”, as heroínas Isabel e Laura (Camila Pitanga e Marjorie Estiano) soaram modernas demais para o período da novela: pareciam mulheres de 2013 que foram catapultadas para o passado. Por um lado é bom porque intensifica o perfil das personagens. Por outro, fez – por exemplo – soar estranhos os embates entre a vilã Constância e sua filha moderninha Laura. O tom empostado dos argumentos retrógrados e preconceituosos da ex-baronesa (totalmente condizente com a personagem e sua época) fez Laura parecer um ET quando proferia o seu discurso libertário. Faltou sutileza.

Diga-se de passagem, Patrícia Pillar e Marjorie Estiano brilharam a novela inteira com suas interpretações. Suas personagens representaram bem os extremos dessa ponte entre o passado mostrado na novela e a contemporaneidade. No elenco de “Lado a Lado” destacaram-se também Caio Blat, Milton Gonçalves, Christiana Guinle, Isabela Garcia, Débora Duarte e o novato em televisão Álamo Facó (o Quequé).

Marjorie Estiano e Thiago Fragoso em “Lado a Lado” (Foto: TV Globo)

Dentro de sua proposta histórica, o didatismo de “Lado a Lado” incomodou apenas nos momentos em que o folhetim falhou. As idas e vindas das amigas Laura e Isabel se arrastaram pelos seis meses da novela. O horário e a época pediam uma trama mais ágil. Prejudicada pelas eleições no ano passado e pelo Horário de Verão, a audiência em São Paulo não correspondeu ao capricho da produção: uma média de 18 pontos, muito abaixo do esperado.

Também as personagens protagonistas enervaram em algum momento. Baluartes na luta pelos direitos das mulheres, a negra Isabel e a descasada Laura (muito bem defendidas por suas intérpretes) em algum momento deixaram para trás seus discursos para mostrar um lado bem egoísta, quando defendiam seus interesses particulares. O vai-e-vem de Laura e Edgar (Thiago Fragoso) cansou, pela intransigência dela. E a insistência de Isabel em afastar o filho da avó Constância quase fez com que se torcesse pela vilã.

Em sua fase final, “Lado a Lado” andou em círculos e só despertou na última semana. O último capítulo apresentou uma situação um tanto quanto clichê demais para uma novela que tinha a pretensão de se apoiar em fatos históricos e assim criar links com a realidade: todos os vilões se deram mal.

É necessário um mínimo de coesão e sutileza ao misturar folhetim com História, passado com presente e diálogos entre personagens rebuscados de 1910 com personagens coloquiais atuais. Ainda que uma obra bem acabada – acima da média até – pareceu que “Lado a Lado” não escapou do chavão da metralhadora desgovernada, a que atira para todos os lados sem se preocupar com o foco.

 

Nilson Xavier UOL

Filme baseado em livro de Jorge Amado está sem data de lan

O longa-metragem “As Fantásticas Aventuras de um Capitão”, baseado no livro “Os Velhos Marinheiros”, de Jorge Amado, parceria Total Filmes e Warner, continua no aguardo de recursos para sua finalização. Foi rodado no ano passado, com participações do ator português Joaquim de Almeida, mais Patrícia Pillar, José Wilker, Carlo Briani, Sandro Rocha, Anderson Muller, Carolina Chalita e Cláudia Raia.  Mas nada se sabe ainda sobre o seu lançamento.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

“Lado a Lado” é o “Direito de Nascer” da vez

Milton Gonçalves, Cauê Campos e Camila Pitanga em “Lado a Lado” (Foto: TV Globo)

A primeira novela a causar comoção generalizada no público, considerada um fenômeno de repercussão, foi “O Direito de Nascer”, em 1965, apresentada em São Paulo pela TV Tupi e no Rio de Janeiro pela TV Rio (bem como no resto do país, pelas suas retransmissoras).  Foi a partir dela que os executivos de televisão se deram conta do poder que o gênero telenovela podia exercer sobre as massas.

A história importada (o original é do cubano Felix Caignet) era o mais puro folhetim, repleto de ingredientes que hoje servem de base para qualquer telenovela. Amores impossíveis, ódio entre famílias, paternidade desconhecida, nada disso é original, mas a forma diferente de se contar uma mesma história garante a sobrevivência das telenovelas até hoje.

Lado a Lado”, o atual folhetim das seis horas da Globo, é a “O Direito de Nascer” da vez. Existe muita similaridade entre as duas tramas. O menino Elias (Cauê Campos), o filho da heroína Isabel (Camila Pitanga), foi tomado dos braços da mãe no nascimento e criado por outra. A mocinha foi renegada pelo pai, por sua desonra – ficou grávida sem ter se casado, e de um homem que a abandonou – Albertinho (Rafael Cardoso). A criança teve seu crescimento custeado, mas mantido em segredo, longe de seus verdadeiros pais. Depois de crescido, o menino foi desprezado pelo pai, que não sabia que ele era seu filho. Segredos, revelações, choro, mágoa, corações dilacerados.

A trama que atualmente vai ao ar em “Lado a Lado”, apresenta quase a mesma história de “O Direito de Nascer”, com alguns detalhes diferentes, aqui e ali. E, não por menos, foi nesta fase da novela das seis – em que o melodrama fala mais alto – que ela conquistou sua melhor audiência e está chamando a atenção de toda a mídia especializada. “Lado a Lado” vinha amargando o título de “a menor média de audiência da história”. Produção requintada, bem dirigida, elenco afiado e texto vigoroso não pareciam o suficiente para cativar o telespectador.

Antes, um tanto quanto didática demais, mais preocupada em mostrar fatos históricos e em traçar um panorama da sociedade carioca da década de 1910. Foi só mexer na base dos sentimentos humanos que a trama passou a chamar a atenção. A novela é escrita pela dupla de iniciantes João Ximenes Braga e Cláudia Lage. Mas tem a supervisão de texto de Gilberto Braga, que, ao que parece, exerce uma forte influência sobre seus pupilos.

Quem conhece a obra de Gilberto, consegue enxergar em “Lado a Lado” várias de suas nuances. Só para exemplificar: foi na trama de época que ele se lançou como novelista (“Helena”, “Senhora”, “Escrava Isaura”, e – mais tarde – “Força de um Desejo”), e a vilã carreirista e preocupada com a sua posição perante a sociedade (Baronesa Constância/Patrícia Pillar) é o tipo mais recorrente em sua galeria de personagens.

Mas os autores acabaram por cometer em “Lado a Lado” o mesmo erro da trama anterior de Gilberto, “Insensato Coração” (da qual João Ximenes Braga foi colaborador): cozinharam a novela em fogo brando por mais de cem capítulos para só depois, a partir do entrecho folhetinesco, a trama fluir de verdade – quando Isabel descobre que seu filho está vivo. “Insensato Coração” só conquistou a audiência quando a personagem Norma (Glória Pires) deixou a prisão e iniciou seu plano de vingança, após o centésimo capítulo.

Nathalia Timberg e Amilton Fernandes em “O Direito de Nascer” (Foto: Divulgação)

Talvez se, desde o início, os autores de “Lado a Lado” tivessem dosado melhor o melodrama com o panorama histórico, quem sabe a média de audiência hoje estaria mais alta. Resta saber se, em sua reta final, a novela se manterá neste mesmo patamar melodramático e de audiência. A preocupação primordial em contar uma boa história foi o que garantiu a repercussão uniforme de “O Direito de Nascer”, lá na década de 1960.

Nilson Xavier – UOL

“As Noivas de Copacabana” é a próxima minissérie a estrear no canal Viva

Patrícia Pillar e Miguel Falabella em “As Noivas de Copacabana” (Foto: TV Globo)

O canal Viva já tem a minissérie substituta de “Um Só Coração” na faixa das 23h15. É “As Noivas de Copacabana”, originalmente exibida em junho de 1992 (em 16 capítulos).

Uma das minisséries de maior repercussão na década de 1990, “As Noivas de Copacabana” é um thriller policial escrito por Dias GomesFerreira Gullar eMarcílio Moraes, com direção geral de Roberto Farias. Dias baseou-se em uma história real, sobre um assassino que matava suas vítimas vestidas de noiva.

A História

Donato Menezes (Miguel Falabella), um conceituado restaurador de arte, acima de qualquer suspeita, que leva uma vida pacata ao lado da noiva Cinara (Patrícia Pillar), é na realidade um serial killer que usa um método bastante peculiar com suas vítimas: ele as seduz, leva para a praia, pede para colocarem um vestido de noiva, e as estrangula durante o sexo. Donato caça as mulheres pelos classificados de jornal: ele as procura através de anúncios de vestido de noiva. Uma de suas vítimas era conhecida do detetive França (Reginaldo Faria), que fica obcecado em descobrir a identidade do assassino.

No elenco, também Christiane TorloniRaul CortezHugo CarvanaYara Lins,Zezé PolessaBranca de CamargoTássia CamargoAna Beatriz Nogueira,Ricardo PetrágliaNelson DantasChica XavierPatrícia PerroneMarcelo Fariae outros.

As Noivas de Copacabana” estreia no Viva em 21 de março, às 23h15.

Lado a Lado 31-01-2013

Zé Maria confessa a Laura sua angústia por não ser o pai de Elias

Zé Maria aceita o desafio e diz a Isabel que lutará pelo seu povo e pela capoeira. Praxedes liberta Luciano,Mário e Frederico da prisão. Luciano tenta convencer Diva de que não gosta de teatro. Zé Maria confessa a Laura sua angústia por não ser o pai de Elias.

Constância pede a Albertinho para Umberto procurá-la para ser seu advogado. Bonifácio se interessa por Berenice. Caniço avisa a Catarina que fará o serviço encomendado porela. Sandra tenta convencer Percival a colocar os filhos na escola. Mário avisa a Isabel que a bilheteria do teatro foi fraca. Isabel conclui que terá que adiar a inauguração da escola. Umberto promete a Constância que vai defendê-la até o fim.

Lado a Lado 30-01-2013

Zé Maria aceita desafiar lutador de jiu-jítsu, quando Isabel chega para tentar impedir

Laura interpreta mal a conversa com Edgar e conclui que o ex-marido está com Heloísa. Isabel deixa claro para Albertinho que vigiará sua aproximação de Elias. Celinha e Constância discutem. Praxedes dá voz de prisão para Mário, Frederico e Luciano. Edgar conta para Jurema que escreverá uma matéria no jornal e pede segredo, revelando que assinará o texto com nome falso. Zé Maria aceita desafiar o lutador de jiu-jítsu, quando Isabel chega para tentar impedir.