Renato Maurício Prado elogia mudança feita no estatuto do Flamengo

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Exemplar

A mudança feita no estatuto do Flamengo, passando a responsabilizar os dirigentes, com possível perda do patrimônio pessoal, em caso de loucuras financeiras no comando do clube, é o maior gol feito pela atual diretoria. Golaço de placa. Já imaginou quanto Patrícia Amorim, Márcio Braga, Kleber Leite, Edmundo Santos Silva e que tais teriam que desembolsar para cobrir os rombos deixados em suas administrações? Que pena que não dá pra fazer isso retroativamente…

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 10/04/2015

Renato Maurício Prado usa lamentação para cutucar a Patrícia Amorim

 

 

Ah, Patrícia…

E Ronaldinho acabou campeão da Libertadores…

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 26 de julho de 2013

Renato Maurício Prado comenta nomeação do marido da Patrícia Amorim

 

Patrícia Amorim deixou o Flamengo com R$ 750 milhões de dívida, mas seu marido (e braço direito na desastrosa gestão) acaba de ser nomeado chefe de gabinete da Suderj. Deve ser pela competência nos três últimos anos de trabalho…

Somente de impostos sonegados na última gestão foram R$ 86 milhões! E de empréstimos bancários, apenas em 2012, R$ 80 milhões. Um despautério!

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 12 de abril de 2013

Renato Maurício Prado comenta que Capitão Léo está na marca do pênalti

 

Os conselheiros do Fla decidem hoje se o Capitão Léo e a turma de Patrícia Amorim continuarão a se meter nas contas rubro-negras ou se a atual diretoria terá a necessária autonomia para modernizar o clube. Zico vai à Gávea votar. Na chapa azul.

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 26 de março de 2013

Renato Maurício Prado comenta mais uma das trapalhadas da Patrícia Amorim à frente do comando do Flamengo

 

Dívida de R$ 3,5 milhões com Ibson (luvas e direitos de imagem atrasados), R$ 700 mil com Liedson (bônus de participações!), algo em torno de R$ 50 milhões com Ronaldinho (cobrança judicial), salários de mais de R$ 600 mil para Dorival Jr. (com aumento de R$ 200 mil no mês que vem) e por aí vai… Dá realmente pra chamar de administração o que houve nos últimos três anos no Flamengo? A cada dia é uma nova e assustadora revelação…

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 17 de março de 2013

Renato Maurício Prado comenta que Patrícia Amorim precisa se explicar

 

A reprovação das contas de Patrícia Amorim no Conselho Deliberativo do Flamengo é absolutamente compreensível e amplamente justificada.
Por uma postura corporativista, esse tipo de cobrança não costuma existir nos nossos clubes de futebol porque os presidentes que estão no poder não querem criar atritos políticos para que, depois, seus sucessores não fiquem tentados a fazer algo parecido com eles.
Tudo errado. Essa é uma prática viciada, que só faz fortalecer a impunidade e aumenta nos clubes a sensação do “posso fazer o que bem quiser que depois ninguém vai me cobrar”.
Por isso mesmo, a reprovação das contas de Patrícia Amorim é mais um golaço da atual administração Bandeira de Mello. E não tem nada a ver com perseguição política, como quer fazer crer a ex-mandatária.
Se Patrícia fez tudo dentro das regras e foi vítima apenas de erros contábeis, que vá ao clube e explique tudo direitinho. Tintim por tintim. É sua obrigação e, afinal, quem não deve não teme.
Mas, curiosamente, o que se lê nas reportagens de hoje?
Patrícia Amorim dizendo que nunca mais vai botar os pés na Gávea…
Pano rápido.

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 28 de fevereiro de 2013

Renato Maurício Prado revela mais um escândalo da gestão de Patrícia Amorim

Patrícia Amorim transformou o FLAMENGO nisso aí na foto

Que a administração de Patrícia Amorim tinha sido desastrosa todos já se sabia. Mas a sucessão de escândalos administrativos que têm sido revelados é impressionante! Há poucos dias foi a tal história de um camarote no Engenhão alugado para cada vice-presidente.

Eis o último…

 


Conta de celulares da antiga gestão assusta e bate R$ 220 mil por mês

Nova diretoria revê questão de telefonia e discute contrato com operadora. Número de linhas chegou a 120 e será reduzida para conter gastos

Por Janir Júnior Rio de Janeiro

Na semana passada, o presidente do Flamengo Eduardo Bandeira de Mello publicou no site oficial do clube uma carta aberta que só confirma a caótica situação financeira do clube. A auditoria contratada pelo clube faz uma análise minuciosa, e alguns casos vem à tona. Como por exemplo, a conta de telefones celulares disponibilizados para funcionários e vice-presidentes de Patricia Amorim que tinham direito a uma linha da mesma operadora que patrocina o clube.

O gasto mensal chegou a atingir R$ 220 mil, com contas de até R$ 8 mil por mês. Muitos documentos do antigo departamento de finanças também têm deixado integrantes da nova diretoria intrigados e em breve as questões devem ser expostas. Procurada pelo GLOBOESPORTE.COM, a ex-presidente Patricia Amorim e outros membros da diretoria dela não foram encontrados.

A nova diretoria está revendo a questão da telefonia e reduzirá o número de aparelhos disponibilizado para funcionários, que chegava a cerca de 120 linhas, além do corte de aparelhos Nextel.

Além disso, o contrato com a TIM que vai até 2015 e que estampa a marca no número da camisa, será rediscutido. Pelo primeiro ano de parceria, que será completado em março, foi depositado R$ 2 milhões nos cofres do clube. No contrato consta que, a partir do segundo ano, os valores seriam reajustados.

E já é consenso no clube que, ao fim da auditoria que é realizada pela empresa Ernst & Young, o relatório detalhado das finanças do Flamengo serão levadas a público.

No clube, existe a certeza que os números, documentos e o balanço das finanças do clube atingirão em cheio a ex-presidente Patricia Amorim e Michel Levy, então responsável pela pasta na última gestão.

A nova diretoria já trouxera a público o fato de os responsáveis pelo Flamengo nas últimas gestões não terem repassado o Imposto de Renda de funcionários à Receita Federal, utilizando o dinheiro para outros fins, o que caracterizaria apropriação indébita ou sonegação de impostos.

 

Coluna redigida pelo Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 31 de janeiro de 2013

Renato Maurício Prado pergunta o que feito do dinheiro do pay-per-view pela Patrícia Amorim

Tenho lido nos jornais e nos sites especializados que a nova diretoria do Flamengo, que será empossada em janeiro, só terá R$ 8 milhões a receber do contrato de R$ 86 milhões pela venda dos direitos de transmissão de seus jogos no Brasilerão 2013, pela TV aberta — fora isso, o clube tem participação no “pay-per-view” do mesmo torneio, o que levaria a cifra a cerca de R$ 100 milhões.

É isso mesmo? De toda essa fortuna que o Flamengo faz jus a receber da televisão pelo ano de 2013 só restaram R$ 8 milhões, após vários adiantamentos pedidos por Patrícia Amorim e seus pares?!?

Está aí uma história que precisa ser bem contada. Pelos atuais dirigentes e pelos que assumem em janeiro. Por que se isso for verdade, é uma vergonha. Um escândalo de má administração.

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 14 de dezembro de 2012

Renato Maurício Prado comenta que as eleições no Flamengo estão desfavoráveis para Patrícia Amorim

Apenas três candidatos disputarão a presidência do Flamengo, no próximo dia 3 de dezembro. Depois de Lysias Itapicurú e Maurício Rodrigues terem fechado com a chapa de Jorge Rodrigues, a chapa de Ronaldo Gomlesky acaba de aderir à de Eduardo Bandeira de Mello, a chapa azul, que era encabeçada por Wallim Vasconcellos.

Desta forma, disputarão a presidência apenas Patrícia Amorim, Eduardo Bandeira de Mello e Jorge Rodrigues, situação que, ao menos teoricamente, parece favorecer a oposição.

Das três chapas que acabaram aderindo a outras, a de Ronaldo Gomlesky era a que aparecia mais bem colocada nas pesquisas, o que reforça ainda mais a candidatura de Eduardo Bandeira de Mello, também sempre líder nas pesquisas, seguido por Patrícia Amorim.

 A união das oposições reforça também a impressão de que a maioria do clube é contra a reeleição da atual presidenta.

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 27 de novembro de 2012

Renato Maurício Prado analisa os bastidores da eleição no Flamengo

Não há como deixar de considerar golpe o que aconteceu na sexta-feira à noite no Conselho de Administração do Flamengo, na Gávea.

À fria luz do estatuto do clube, nenhuma das três chapas que corriam riscos de impugnação poderia ter sido validadas. Nem a de Patrícia Amorim, que até hoje não teve aprovadas as contas de 2011, nem a de Jorge Rodrigues, que, através de sua empresa (Triunfo), é patrocinador do time de futebol, nem a de Wallim Vasconcelos, que não tem cinco anos consecutivos de vida associativa desde que voltou a ser sócio.

As três chapas, contudo, já tinham sido analisadas e aprovadas nas comissões jurídica e eleitoral do Flamengo. O correto, portanto, seria que fossem aceitas no Conselho de Administração e disputassem, nas urnas, a presidência no triênio de 2013 a 2015.

Mas aí houve o golpe. As chapas de Patrícia e Jorge foram aprovadas, sem sustos (não custa lembrar, foi a atual diretoria quem indiciou 48 dos 100 membros do conselho)e as candidaturas de Wallim e Rodolfo Landim, impugnadas.

Por que? Pelo simples fato de que Wallim era visto como a maior ameaça à reeleição da atual mandatária. Além do apoio maciço da torcida, já contava com crescente simpatia entre os sócios e as pesquisas indicavam que era o favorito da oposição.

Diante disso, a tropa de choque da situação jogou pesado para tirar do caminho o maior obstáculo à reeleição de Patrícia Amorim.

A guerra, porém, ainda não acabou. A chapa “Flamengo campeão do mundo” apenas trocou de candidatos e o administrador de empresas Eduardo Bandeira de Mello, de 59 anos e há 35 como executivo do BNDES, se tornou o substituto de Wallim Vasconcelos. Ele é membro do Conselho Deliberativo do clube e sócio-proprietário desde 1978.

Os próximos capítulos dessa novela na qual vale-tudo e não faltam vilões de todos os tipos, prometem deixar os rubro-negros de cabelos em pé…

Pobre Flamengo!

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO