Com direito a gol de mão, Ceará e Paraná duelam pela 14ª vez nesta terça-feira

Paraná venceu o Vovô 4 vezes; alvinegro tem duas vitórias

cearaparana

Este ano o Vovô já venceu o Paraná por 2×1, na Arena Castelão

Kid Jr
Ceará e Paraná fazem na noite desta terça-feira (16), em Curitiba, o 14º duelo entre as duas equipes em competições oficiais. Mesmo com um histórico equilibrado e repleto de empates, a vantagem no confronto é da equipe paranista.O Tricolor paranaense coleciona 4 vitórias contra o Vovô, enquanto o alvinegro venceu o confronto em apenas duas oportunidades. Em outras 7 partidas, houve empate. No total, o Paraná marcou 20 gols e o alvinegro apenas 17.

No 1º duelo entre as equipes, deu Vovô 

O primeiro confronto entre as duas equipes foi em 2001, pela Copa do Brasil, no PV. O Ceará estreava o técnico José Carlos Serrão, que substituira Arnaldo Lira, após a vexatória goleada de 7×0 para o Sergipe.

A chegada de Serrão parece ter realmente mudado os ânimos em Porangabuçu, e o Vovô venceu por 3×1, com gols de Chico Chapecó, Róbson e Zezinho. Reinaldo descontou para o time visitante.

Gol de mão do Paraná impulsionou acesso alvinegro 

Mas, sem dúvida, em se tratando de confrontos entre as duas equipes, o jogo que não sai da cabeça do torcedor alvinegro aconteceu no dia 19 de setembro de 2009, no Castelão.

Embalado pela vitória diante do Vila Nova e dentro do G-4 da Série B, o Vovô esperava vencer o time paranaense para subir ainda mais na tabela de classificação. Porém um erro grosseiro do árbitro alagoano Charles Hebert Cavalcante Ferreira decretou a derrota alvinegra dentro de casa para o Tricolor. Eram jogados 42 minutos do 1º tempo quando, após cobrnça de escanteio, Wellington Silva, com a mão, empurrou a bola para as redes do goleiro Lopes, do Ceará. O árbitro validou o gol e a confusão se generalizou em campo. No intervalo da partida, o próprio atacante paranista reconheceu ter desviado a bola com a mão, entretanto, segundo ele, sem intenção.

Após a derrota e indignado com a situação, o Ceará se disse perseguido pelas arbitragens e adotou o lema “Contra Tudo e Contra Todos, Vamos Subir”, tentando inflamar a torcida e o seu elenco. A tática deu certo. O torcedor alvinegro comprou a ideia e passou a lotar todos os jogos do time, que não mais perdeu no “Gigante da Boa Vista”. No fim daquele ano, o Vovô comemorou o acesso à elite do futebol brasileiro após 16 anos.

Alvinegro já venceu o Paraná este ano 

Voltando ao presente, o Ceará derrotou os paranaenses no último mês de maio, durante o 1º turno da Série B. Magno Alves abriu o placar para os cearenses e Giancarlo empatou para os visitantes. No último minutos de jogo, Yan marcou contra e deu a vitória ao Vovô por 2×1.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 16/09/2014

Tom Barros comenta necessidade do Ceará derrotar o Paraná hoje à noite

Ceará Sporting Club

Hora de flexibilizar

Há muito o futebol cearense não obtém vitória no Paraná. Chegou a hora. A rodada cheia de hoje, Série B, encontra o Ceará pressionado pela Ponte Preta. Basta um empate com o Paraná e vitória da Ponte sobre o ABC para o Vozão sair do G-4. Margem reduzida. O Ceará, quando líder, chegou a colocar seis pontos sobre o segundo colocado. Hoje, padece o aperto dos times em ascensão, fato que o deixa na aflitiva situação de não poder perder. Principal motivo do retrocesso: a sequência interminável de gols evitáveis que o time vem sofrendo. O equívoco é da defesa ou da falta de proteção na frente da área? As duas coisas, creio. Sérgio Soares pode não abrir mão da vocação ofensiva, mas tem de flexibilizar, dando melhor consistência à marcação. Se assim não fizer, terá problemas.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 16/09/2014

Tom Barros comenta desempenho recente do Paraná Clube atuando no Estádio Durival de Brito

Paraná Clube

 

O adversário

O Paraná, em casa, no Estádio Durival Brito, empatou (0 x 0) com o Sampaio Correa, mas, na rodada passada, também em casa, ganhou (3 x 2) do Santa Cruz/PE. Antes fora goleado pelo Joinville (3 x 0) em Santa Catarina. O Paraná é um time oscilante. O técnico Ricardinho, ex-Ceará, estreou justo na vitória sobre o Santa. Um bom começo.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 16/09/2014

Socceroos 2 x 0 Paraná Clube

Oliver Bozanic evades the opposition defence and opened the scoring in win over Clube Parana.
The Australian team’s training base in Vitoria on Monday.

First half goals to Oliver Bozanic and Adam Taggart were enough to clinch the win against the Brazilian second division outfit at the Arena Unimed Sicoo.

The Socceroos now look to Croatia this Friday (Sat, 9am AEST) in Salvador in their final hit-out on Brazilian soil before the World Cup kicks off for them on June 13 against Chile.

With Luke Wilkshire as captain, Australia’s structure looked good early and it was no surprise when the Socceroos took the lead against Parana.

Dario Vidosic with the assist down the left for the Swiss-based Bozanic to open the scoring early in the first half.

Both teams soon took a drinks break in the hot conditions but the Australians didn’t relent after the restart.

Galekovic was called into action from a set piece before the Socceroo skipper set up Taggart brilliantly for the Jets striker – and birthday boy – to finish from inside the box to double the advantage around the half hour mark.

With both Aussie full backs pushing forward constantly, the Socceroos were dominating as they went into the main break 2-0 up.

The second half resumed with James Troisi on for his Victory team-mate Tom Rogic.

Troisi was soon in action forcing a save low down to the left by the Parana keeper on 54 minutes.

A reshuffle in the Socceroos’ structure saw Matt McKay move into midfield and Bozanic go to left back as the Aussies continued to push for a third.

Two long-range efforts by Parana failed to threaten Galekovic’s goal as the game moved into the final 20 minutes.

Troisi was again threatening with a neat one-two on the edge of the box but his shot was blocked as the game began to open up.

Massimo Luongo had a low shot saved and shortly after midfielder James Holland came on for the hard-working Vidosic as the game entered its final 10 minutes.

Troisi again with good lead up play almost put through the dangerous Taggart in the shadows of full-time, but a third goal wasn’t to be.

The line up for the Socceroos: 

Galekovic, Wilkshire, McGowan, Wright, McKay, Bozanic, Luongo, Vidosic (Holland), Halloran, Rogic (Troisi), Taggart

The Socceroos play Croatia in a friendly on Friday night (kick off 9am AEST time Saturday morning live on Fox Sports) ahead of their tournament opener against Chile on June 13.

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Source : Football Federatin Australia

Tom Barros comenta que o Icasa tem contas a acertar com o Paraná

Ajuste de contas

Icasa tem contas a ajustar com o Paraná, seu próximo adversário. Na 19ª rodada, em pleno Romeirão, o Paraná goleou o Verdão por 3 a 0. Sidney Moraes lembra disso. E Dado Cavalcante, técnico do Paraná e ex-técnico do Icasa, idem.

Tom Barros-Diário do Nordeste-Jogada-25/11/2013

América Mineiro 2 x 2 Paraná

Com gols bonitos e muita correria, times procuram vitória até fim. Andrei faz os dois do Coelho. Lucio Flavio e Ricardo Conceição marcam para o Tricolor

 

Na volta da Série B, Paraná Clube e América-MG ficaram no placar de 2 a 2 em uma partida muito movimentada e com todos os ingredientes necessários para um grande jogo. Teve gol bonito dos dois lados, pênalti perdido, grandes defesas e um final arrepiante com correria  e pressão total dos donos da casa.

Os gols do Coelho foram marcados por Andrei, que abriu o placar com um chute de fora da área indefensável. Lucio Flavio, à la Ronaldinho Gaúcho, e Ricardo Conceição viraram para o Paraná. O volante Andrei, na etapa complementar, garantiu o empate para o time mineiro.

Com o resultado, o América-MG fica na terceira colocação e o Paraná na quinta posição. No entanto, os dois times podem mudar suas colocações ao término da rodada, que terá mais seis jogos neste sábado.

O Paraná Clube volta a campo no próximo sábado contra o Avaí, no estádio da Ressacada, em Florianópolis. Já o América-MG recebe o Bragantino no mesmo dia.

Luiz carlos Paraná x América-MG (Foto: Cristiane Mattos / Ag. Estado)
Partida foi movimentada com várias chances para os dois lados  (Foto: Cristiane Mattos / Ag. Estado)

Primeiro tempo equilibrado e de belos gols

A primeira etapa foi bastante equilibrado, e o América-MG começou melhor no belo gramado do estádio Independência, tentando chutes de fora da área para furar a sólida defesa paranista, que havia tomado, até então, apenas três gols.

Willians, Rodriguinho e Doriva martelaram com chutes fortes, mas aquele que entrou foi o de Andrei, aos 19 minutos. O jogador do Coelho aproveitou a bola de fora da área e mandou no ângulo de Luis Carlos abrindo o placar com um belíssimo gol.

Após o gol, ambas os times se abriram para o jogo e as chances vieram dos dois lados. Em um desses lances de velocidade, Edson Sitta foi derrubado na meia lua da entrada da área, local onde o capitão Lucio Flavio não costuma perder.

Exímio batedor de falta, o meia tricolor surpreendeu quem esperava o chute por cima da barreira. À la Ronaldinho Gaúcho, ele esperou o apito do árbitro e a barreira subir para mandar por baixo, rasteirinha e no canto esquerdo do goleiro Matheus.

Após o gol, o Paraná cresceu em campo e as boas chances ficaram mais para o seu lado. O time ainda viu o América-MG perder o atacante Willians, lesionado, para a entrada de Tiago Alves.

Paraná em alta velocidade, mas gol do Coelho muda a história

Com as mesmas escalações, os times voltaram no mesmo ritmo e logo o Paraná Clube tratou de fazer o seu segundo aos quatro minutos com Ricardo Conceição. O jogador pegou de primeira a bola cruzada da esquerda e, de fora da área, mandou para as redes.

O técnico Paulo Comelli tentou mudar a história do jogo com a entrada do meia Kleber no lugar do volante Claudinei e Nikão substituiu Doriva no América-MG. No Paraná, Dado Cavalcanti mostrou que queria ver mais gol e colocou Reinaldo no lugar de Paulo Sérgio que, ao contrário do resto do time, estava pouco inspirado.

O tempo passou e a equipe de casa se mostrava nervosa. Do outro lado, o Paraná desperdiçava boas chances até que o ditado de “quem não faz leva” acabou punindo o Paraná. Em uma falta cobrada por Rodriguinho, a bola encontrou a cabeça de Andrei para fazer o seu segundo e empatar a partida.

Logo após o empate, um banho de água fria para o América-MG. Pênalti de Leandro, que colocou a mão na bola após o chute de Reinado. Lucio Flavio já havia feito um belo gol e chegou cheio de moral. Mas mandou por cima do travessão em uma cobrança terrível. O capitão ainda teve outra chance em seguida, em uma falta perto da linha da área, mas mandou na barreira.

Com tudo empatado, o jogo tomou o mesmo ritmo do final do primeiro tempo, e os últimos dez minutos foram de bastante correria e várias chances dos dois lados. A torcida tricolor se arrepiou com uma soltada de bola de Luis Carlos na área e o chute de Fábio Junior, que quase acabou no gol. A última chance ficou para o América-MG, com Nikão, que bateu forte, mas Luis Carlos fez bela defesa. Fim de jogo e a torcida não pode reclamar do que assistiu.

Paraná 1 x 0 Asa

O Paraná não foi brilhante, novamente pecou nas finalizações, mas conseguiu um gol no segundo tempo e fez por merecer a vitória por 1 a 0 sobre o ASA, na noite desta terça- feira, pela sexta rodada da Série B. Em campo, o Tricolor mostrou disposição e pressionou a equipe de Arapiraca durante praticamente os 90 minutos. O time alagoano não conseguiu sair da boa marcação dos donos da casa. Os visitantes chegaram a ter duas oportunidades de marcar, em contra-ataques, mas não concluíram. O gol da partida foi anotado por Paulo Sérgio.

A vitória deixa o Paraná com dez pontos na tabela. O resultado dá tranquilidade para a equipe trabalhar durante a parada para a Copa das Confederações. No momento, o time está a dois pontos do América-MG, quarto colocado. O Paraná é o sétimo. O ASA quebra a sequência de duas vitórias e permanece com sete pontos, na 11ª posição.

Com a parada, os times têm pouco menos de um mês para treinar e consertar as falhas para a volta da Série B. No dia 5 de julho (sexta-feira), o Paraná enfrenta o América-MG, no Estádio Independência. O ASA tem pela frente o líder da competição. Também no dia 5, a equipe recebe a Chapecoense no Estádio Municipal Arapiraca.

Jorginho e Chiquinho Baiano, Parana e Asa (Foto: Giuliano Gomes / Agência Estado)
Paraná vence por 1 a 0 na Vila Capanema e chega a 10 pontos (Foto: Giuliano Gomes / Agência Estado)

Paraná domina, mas não consegue marcar

A proposta inicial do Paraná seguiu a principal característica do time de Dado Cavalcanti. Com marcação sobre pressão, o time mantinha a posse de bola e mais volume no ataque, enquanto o ASA se defendia e tentava tocar a bola, para diminuir o ritmo dos donos da casa. A primeira chance de perigo veio com Paulo Sérgio, que mandou a bola no travessão. Com o passar do tempo, o ASA começou a gostar do jogo e ter mais espaços para atacar, mas sem efetividade. O Paraná seguia mais perigoso e quase abriu o placar em cabeçada de Anderson, que Gilson defendeu.

As principais jogadas do Paraná eram pelos lados do campo, especialmente com Roniery. Apesar de manter a posse, o time errava muitos passes e desperdiçava boas chances para chegar ao gol. No lado do ASA, a arma para tentar surpreender era o contra-ataque. Mas foi o Paraná que quase marcou em um lance de velocidade. Após falha de Anderson, Luis Carlos teve que dar um chutão e encontrou Edson. O volante bateu no cantinho e exigiu outra grande defesa de Gilson.

Paulo Sérgio marca e dá a vitória ao Paraná

Os dois treinadores optaram pela mesma formação para o segundo tempo. O grande destaque do jogo, até o momento, era Gilson. Logo com quatro minutos, Rubinho fez belo giro e mandou a bomba. Novamente o goleiro salvou o time de Arapiraca. A pressão do Paraná continuou até os 11 minutos, quando o ASA teve a melhor oportunidade da partida. Thalisson bateu de primeira, do bico da grande área, e a bola saiu rente a trave de Luis Carlos. Para tentar solucionar o problema no ataque, Dado sacou Rubinho e colocou Luisinho em campo.

Sem conseguir marcar, o Paraná começou a mostrar nervosismo e deixar o ASA ganhar terreno. Wanderson chegou livre pelo meio e chutou com perigo. Foi então que a estrela de Luisinho brilhou. O meia fez grande jogada e chutou para o gol. Livre, Paulo Sérgio completou para as redes e abriu o placar, aos 17 minutos. O gol incendiou o jogo. O camisa nove do Paraná quase marcou o segundo, mas Gilson, sempre ele, salvou. Para fechar a noite como o nome da partida, o goleiro ainda defendeu chute de Léo, mas não conseguiu evitar a derrota.

Paraná 1 x 0 Figueirense

A chance de voltar a jogar dentro de casa e com piso novo era a arma que o Paraná precisava para voltar a vencer na Série B do Brasileirão. No retorno à Vila Capanema, o Tricolor fez 1 a 0 no Figueirense, após três rodadas de resultados ruins. O gol foi marcado por Anderson, em cobrança de falta. No início, o time mostrou intensidade e pressionou o Figueirense no campo de defesa. O problema era que o time seguia com o mesmo erro dos jogos anteriores, a falta de pontaria. Lucio Flavio e Léo chegaram perto, mas não conseguiram balançar as redes. Já pelo lado do Figueirense a proposta foi de apostar na marcação para sair nos contra-ataques. A equipe chegou a ter mais posse no final do jogo, mas sem efetividade na hora da conclusão.

Apesar do retorno ao estádio, o público foi modesto: apenas 4.468 pagantes, com um total de 5.234 torcedores. A renda bruta foi de R$ 92,220.00.

Os times encerram os jogos antes da parada na terça-feira. O Paraná encara o ASA na próxima rodada, às 21h50m (de Brasília), na Vila Capanema. O Figueirense duela com o Ceará, às 19h30m, no Estádio Domingão.

Anderson comemora vitória do Paraná Clube sobre o Figueirense (Foto: Site oficial do Paraná Clube/Divulgação)
Anderson comemora o gol da vitória tricolor (Foto: Site oficial do Paraná Clube/Divulgação)

Pressão do Paraná e gol de zagueiro

No embalo da torcida, o Paraná começou o jogo pressionando o Figueirense. Antes dos quatro minuto, o time teve duas chances claras para abrir o placar. Na primeira, Lucio Flavio bateu de fora e Ricardo salvou o Figueira, espalmando pela linha de fundo. No escanteio, Léo antecipou a zaga e carimbou a trave. A vantagem do time paranaense era a marcação adiantada com Edson Sitta e Ricardo Conceição. Recuado, o Figueira mantinha a boa marcação atrás e tenta a saída em contra-ataque.

A pressão do Paraná deu resultado aos 24 minutos. Em cobrança de falta, bastante reclamada pelo time do Figueirense, o meia Rubinho cobrou baixo. Anderson cabeceou de costas aporá o gol e abriu o marcador na Vila. Após o gol, os donos da casa continuaram pressionando. As principais jogadas de ataque do Figueirense eram pelo lado esquerdo do campo com Ricardinho, já que Roniery apoiava o setor ofensivo. A equipe chegou a mandar para as redes antes do intervalo com Botti, mas o árbitro marcou impedimento do meia e anulou o gol.

Figueirense asssuta, mas Paraná confirma a vitória

Os dois times voltaram com a mesma formação para o segundo tempo e o panorama do jogo seguia o mesmo. O Paraná quase aumentou, em chute de Edson Sitta, mas a Ricardo fez a defesa. Para tentar dar novo gás ao ataque, Adilson Batista sacou Botti e colocou o atacante Pablo, e tirou Wellington Saci para a entrada de Henrique Miranda. No lado do Paraná, Léo sentiu a perna e teve que dar lugar para Ronaldo Mendes. Sem a mesma intensidade do primeiro tempo, o Tricolor mantinha a posse, mas já não assustava o goleiro Ronaldo.

As alterações de Adilson deixaram o Figueirense com mais volume. O Paraná recuou e, perigosamente, deixou o os visitantes ganhar terreno. Diguinho teve a chance de empatar, mas foi travado em cima da hora por Anderson. O final da partida teve tom dramático. Com o Figueira no ataque, o Paraná apenas se defendia. Mesmo após a entrada de Fernando Gabriel, o time seguia sem ter o mesmo volume. O meia, inclusive, teve a chance de matar o jogo, mas chutou para fora.

Roniery e Wellington Saci, Paraná e figueirense (Foto: Joka Madruga / Agência estado)
Roniery e Wellington Saci disputam a bola no Durival (Foto: Joka Madruga / Agência estado)

 

Paysandu 2 x 0 Paraná

A emoção que faltou no primeiro tempo acabou sobrando na etapa complementar de Paysandu x Paraná. O time paraense, enfim, conseguiu vencer a primeira partida na Série B do Campeonato Brasileiro ao derrotar os tricolores por 2 a 0 nesta terça-feira, no reencontro com sua torcida, que lotou o Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão. Rafael Oliveira, aproveitando escanteio, abriu o placar, e Eduardo Ramos fechou o marcador depois de bela jogada individual. O Papão agora soma cinco pontos e se aproxima das primeiras posições na tabela, enquanto o Paraná segue logo atrás, com quatro.

Após o retorno ao seu estádio, de onde ficou longe por duas partidas cumprindo punição em Paragominas, o Paysandu volta a campo na próxima sexta-feira, para enfrentar o Atlético-GO, em Goiânia, às 19h30m (de Brasília), no Estádio Serra Dourada. Já o Paraná tem duelo contra Figueirense no sábado, em Coritiba, no Estádio Durival Brito, a partir das 16h20m.

Paysandu x Paraná (Foto: Divulgação/ Paraná Clube)
Eduardo Ramos (na marcação) fez o segundo gols do Paysandu na partida (Foto: Divulgação/ Paraná Clube)

Equilíbrio marcou o primeiro tempo

O jogo começou truncado, com as duas equipes se estudando e trocando passes no meio-campo, talvez pela semelhança tática que os times apresentavam no início da partida, com o tradicional 4-4-2 e dois homens de marcação na cabeça de área. Porém, foram os bicolores que chegaram ao ataque pela primeira vez em três oportunidades e, em uma delas, o zagueiro Raul carimbou a trave de Luiz Carlos.

Priorizando os contra-ataques, o Paraná teve sua melhor chance ainda na primeira metade da etapa inicial. Ronaldo Mendes puxou a jogada e cruzou para Paulo Sergio bater cruzado em uma bela oportunidade criada pelos tricolores. Em seguida, Mendes novamente teve a chance de abrir o placar ao bater forte, obrigando Zé Carlos a fazer grande defesa. A bola ainda sobrou Ricardo Conceição colocar para fora.

Na reta final do primeiro tempo, a partida ficou mais equilibrada, com ligeira vantagem para o Paraná, apesar do maior volume de jogo do time da casa, que já demonstrava certo nervosismo e voltava a errar passes, principalmente na saída de bola. Quando o árbitro Rodrigo Batista Raposo encerrou a etapa inicial, a torcida bicolor perdeu a paciência e os jogadores deixaram o gramado sob vaias.

Paysandu volta atirado e marca duas vezes

Houve duas mudanças no Paysandu na volta do segundo tempo. Além de Iarley no lugar de João Neto, o Papão também alterava sua postura em campo e jogava visivelmente no ataque, o que acabou sendo determinante para sair o primeiro gol. Eduardo Ramos cobrou escanteio e Rafael Oliveira subiu sozinho para balançar as redes aos 11 minutos. A chance de ampliar veio em seguida com Yago Pikachu, mas Gaibu desperdiçou.

Com ritmo mais intenso, o Paraná também mudou, passou a arriscar e diminuir as investidas nas bolas paradas com Lúcio Flávio, o articular da equipe paranaense. Dado Cavalcanti tentou dar sangue novo ao time quando colocou JJ Morales no lugar de Ronaldo Mendes. Desde então, a partida ficou mais movimentada e o cenário já era diferente, com o Papão na defensiva em busca dos contra-ataques, enquanto o Tricolor corria atrás do empate.

Eduardo Ramos, o principal jogador do Paysandu na temporada, não fazia grande apresentação, mas era o responsável pelas principais jogadas dos paraenses. Foi dele um chute despretensioso que quase pegou o arqueiro Luiz Carlos de surpresa. O meio-campista acabou ganhando a recompensa num belo passe, por cobertura, de Yago Pikachu, em que ele matou no peito e bateu sem deixar a bola cair no chão: 2 a 0 para fechar o placar da partida..

 

Paraná 0 x 0 São Caetano

Em tarde de grande atuação do goleiro Rafael Santos, do São Caetano, o Paraná não conseguiu furar o bloqueio dos visitantes e o empate de 0 a 0, na Vila Olímpica do Boqueirão, marcou o início da 2ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O goleiro recém-contratado pelo Azulão parou os donos da casa em diversas oportunidades e impediu os torcedores, que driblaram o frio e o horário pouco usual de jogos na terça-feira, de soltarem o grito de gol.

O confronto começou às 15h (de Brasília) devido à falta de iluminação artificial no estádio da capital paranaense – o Paraná ainda aguarda a reforma do gramado da Vila Campanema e, enquanto isso, deverá seguir jogando em horários alternativos.

O resultado desta terça manteve ambos os times invictos na competição, mas a situação do Tricolor é mais confortável após a vitória na estreia. Com quatro pontos, o Paraná viaja para Itápolis, para duelar com o Oeste, na sexta-feira. Já o São Caetano, que soma dois empates na Série B, volta para o Anacleto Campanella, onde recebe a Chapecoense, no sábado.

Rafael Santos, o paredão

Dado Cavalcanti repetiu o time que venceu o ABC fora de casa, pela estreia do Brasileirão. Mas, ao contrário da equipe potiguar, o São Caetano tinha Rafael Santos. Em tarde inspirada, o goleiro que começou a carreira no Corinthians mostrou que o Azulão, após várias tentativas durante o Paulistão, finalmente achou seu camisa 1. Uma série de defesas difíceis garantiram o 0 a 0 no placar durante o primeiro tempo.

Ronaldo e Ricardo Conceição foram os principais homens do Paraná nos 45 minutos iniciais, com duas chances claras de gol para cada um. Os próprios jogadores do tricolor já haviam cobrado poder de definição à equipe mesmo após a vitória sobre o ABC. Apesar dos lances desperdiçados, o nervosismo parecia estar do lado adversário já que três jogadores do São Caetano levaram cartão amarelo na etapa inicial. O técnico Marcelo Veiga também gritava e gesticulava muito à beira do gramado. Dado Cavalcanti, por sua vez, lançou aplausos ao time quando o árbitro apitou o intervalo da partida.

Rubinho e Samuel Xavier Paraná x São Caetano (Foto: Heuler Andrey / Ag. Estado)
Rubinho e Samuel Xavier disputam bola em jogo truncado (Foto: Heuler Andrey / Ag. Estado)

Se não dá para Rafael Santos, Luiz Eduardo salva

Na volta para o segundo tempo, o cronômetro ainda não marcava nem um minuto, quando Ricardo Conceição arriscou de longe e levou perigo, mais uma vez. Parecia que a história da primeira etapa se repetiria, e que o Paraná mandaria no jogo. Mas, ao trocar Dudu por Moradei, o São Caetano aumentou o poder de marcação no meio-campo e equilibrou as ações da partida.

Mesmo assim, continuou sendo do Paraná as melhores chances no jogo. Mas Rafael Santos continuou mostrando trabalho e defendeu chute à queima roupa de Ronaldo. Quando não deu para o goleiro do Azulão, Luiz Eduardo, outro recém-chegado ao clube, salvou ao tirar, em cima da linha, arremate de Fernando Gabriel. Não era mesmo para a rede balançar na matinê entre Paraná e São Caetano.