Jefferson Cardoso divulga a sinopse da novela Meu Pedacinho De Chão

Novela de Benedito Ruy Barbosa, com direção geral de Luiz Fernando Carvalho.

A novela narra a história da professora Juliana (Bruna Linzmeyer) que chega à cidadezinha para ensinar as crianças e se depara com um povo humilde, mas acuado com os desmandos do coronel Epaminondas (Osmar Prado), um homem arrogante que resolve tudo no grito e nas armas, e que dita às regras na região. A professora é cortejada por Fernando (Johnny Massaro), filho do coronel, um playboy mau caráter que voltou da capital onde torrou toda a grana que o pai lhe mandava para os estudos. Ao mesmo tempo, Juliana conhece o amor altruísta do peão Zelão (Irandhir Santos), sempre disposto a protegê-la do assédio de Fernando.

Em meio à guerra que se forma no vilarejo, as crianças Pituca, Serelepe e Tuim vivem suas aventuras num mundo à parte, longe das preocupações e interesses dos adultos. A menina Pítuca (Geytsa Garcia) é Liliane, filha mais nova do coronel Epaminondas. E os meninos Serelepe e Tuim, são agregados na fazenda, e por isso o coronel não vê com bons olhos a amizade pura entre sua filha e os dois garotos.

“Meu Pedacinho do Chão” deve ser uma das novelas mais curtas produzida às 18h. A previsão é de 120 capítulos.

Elenco:

Bruna Linzmeyer (Juliana), Johnny Massaro (Fernando); Antonio Fagundes (Giácomo); Juliana Paes (Madame Epa); Rodrigo Lombardi (Pedro Galvão); Bruno Fagundes (Renato); Irandhir Santos (Zelão); Osmar Prado (Coronel Epaminondas); Paula Barbosa (Gina); Inês Peixoto (Dona Tereza); Dani Ornellas (Amância); Tomas Sampaio (Serelepe); Emiliano Queiroz (Padre Santo); Kaue Ribeiro de Souza (Tuim); Teuda Bara (Mãe Benta); Flavio Bauraqui (Rodapé); Raul Barreto (Izidoro); Ricardo Blat (Prefeito); Evandro Melo (Secretário do Prefeito);
Cintia Dicker (Milita); Alice Coelho (Lurdes); Geytsa Garcia (Pituca); Gabriel Sater (Viramundo); Alex Brasil (Jonas); Fernando Sampaio (Marimbondo)

Estreia: 7 de abril, substituindo Joia Rara.

Jefferson Cardoso – O PLANETA TV

“Amores Roubados” não escapou do velho estereótipo do coronelismo

Ísis Valverde (Antônia) e Cauã Reymond (Leandro) (Foto: Divulgação/TV Globo)

Ísis Valverde (Antônia) e Cauã Reymond (Leandro) (Foto: Divulgação/TV Globo)

Em meu texto sobre a estreia da minissérie “Amores Roubados” (AQUI), citei uma certa falta de agilidade naquele primeiro capítulo. A estreia me pareceu mais preocupada em apresentar os personagens do que a trama em si. Impressão completamente dissipada a partir do segundo capítulo, quando a minissérie já mostrou a que veio.

E trama foi o que melhor “Amores Roubados” ofereceu – roteiro assinado por George Moura, adaptado do folhetim “A Emparedada da Rua Nova”, do pernambucano Carneiro Vilela (1846-1913). Uma história de tirar o fôlego, do tipo que deixava o gostinho de quero mais ao final de cada capítulo. A primeira sequência – a da fuga de Leandro (Cauã Reymond) ferido – sugeria o desfecho da história. Mas não, Leandro não morria ao final, mas no meio da trama, para deixar em aberto até o fim se ele estaria mesmo morto ou vivo. “Amores Roubados” não era nada previsível. E foi assim, de surpresa em surpresa, que a minissérie conquistou telespectadores, cativando uma audiência que surpreendeu a própria TV Globo: uma média final em torno dos 28 pontos no Ibope da Grande São Paulo, a maior desde 2010 – e que teria sido maior ainda não tivesse a Globo preterido os quatros últimos capítulos a favor do BBB14.

O apelo erótico de cenas calientes e a curiosidade gerada acerca do suposto romance entre os jovens atores protagonistas (Cauã Reymond e Ísis Valverde) podem ter sido poderosos chamarizes. Mas os méritos de “Amores Roubados” vão além. Afora o ótimo roteiro, tinha a direção (geral de José Luiz Villamarim), a trilha sonora, as tomadas de cena sempre criativas, valorizadas pela fotografia calculada deWalter Carvalho, ao revelar cenários deslumbrantes que representavam a fictícia Sertão e a região de vinícolas no Nordeste brasileiro.

O elenco merece um parágrafo à parte. O sotaque dos atores do horário nobre global em nada comprometeu o bom andamento. A estes, somaram-se excelentes atores regionais, aumentando assim a identificação do público com a história. Atores conhecidos em representações memoráveis (Patrícia Pillar, Murilo Benício, Osmar Prado, Dira Paes, Cassia Kis Magro, Cauã Reymond, Ísis Valverde), e os não tão conhecidos, mas não menos ótimos, Irandhir Santos (João) e Jesuíta Barbosa(Fortunato). E, ainda, o restante do elenco, cada qual uma personificação marcante, apesar de papeis menores – como César Farrario (Bigode de Arame), Germano Hauit (o pai de Isabel), Thierry Tremouroux (o francês), Cláudio Jaborandy (o inspetor) e Walter Breda (o delegado). Elenco bem escalado, direção de atores certeira e um bom roteiro resultam um trabalho de qualidade.

O telespectador mais atento e mais exigente não deixou passar pequenos furos de roteiro. Cito dois do capítulo de quinta-feira (16/01): o sinal de celular poderoso de Fortunato, que, no meio do nada, conseguiu uma ligação com Antônia, para marcar um encontro. E Antônia, ao ir a esse encontro, por uma estrada deserta, não se deu conta de que estava sendo seguida. A meu ver, pequenos detalhes que ajudam no roteiro sem comprometer a obra como um todo ou subestimar a inteligência do público.

Amores Roubados” revelou ao Brasil a riqueza do sertão nordestino, que também é moderno e industrializado. Mas, ao mesmo tempo, não escapou do velho estereótipo do coronelismo tacanho e machista, em que a honra dos poderosos se lava com sangue e em que tudo se resolve com opressão ou bala e com o auxílio de capangas e capachos.

Biscoito fino da dramaturgia da Globo, essa história de paixão, sexo, traição e vingança merece o Emmy, não?

 

Nilson Xavier – UOL

Cordel Encantado irá ao ar em Portugal este ano

– Dois anos depois de sua exibição original no Brasil, a novela “Cordel Encantado” enfim será exibida em Portugal. Ela integrará a grade do canal básico local da Globo, veiculado através da operadora de TV por assinatura Zon, a partir do dia 27 de outubro, na faixa das 20h. E “Saramandaia”, atualmente já veiculada por lá pelo sinal premium da Globo, também ocupará o horário das 22h do canal básico a partir de 14 de outubro.

– Em Portugal, diferentemente de seu sinal internacional em outros países, a Globo divide sua grade em dois canais pagos, um básico e outro premium. No entanto, como a emissora tem uma parceria antiga com o canal aberto SIC para veicular novelas inéditas, o sinal pago não pode as exibir ao mesmo tempo do Brasil e opta por lançar localmente reprises e novelas que não serão aproveitadas no sinal aberto português.

– Atualmente, a Globo Portugal básica exibe quatro faixas de dramaturgia: 19h (“O Cravo e a Rosa”), 20h (“A Vida da Gente”), 21h (a portuguesa “Laços de Sangue”) e 22h (“A Casa das Sete Mulheres”). Já a versão “premium” do canal exibe novelas antigas em horários alternativos: “Da Cor do Pecado” (às 11 da manhã), “Uga Uga” (às 20h) e “Porto dos Milagres” (à meia-noite), além da atual temporada de “Malhação” e de “Saramandaia”, exibida por lá desde meados de julho.
Pesquisador e produtor de projetos para televisão e cinema, Fábio Mendes traz para o NaTelinha as novidades e destaques das programações televisivas pelo mundo. Fale com ele pelo twitter: @fabio_menDS 

Próxima novela de Aguinaldo Silva já tem nomes cogitados

14.abr.2013 - Flávia Alessandra será uma das protagonistas da nova novela de Aguinaldo Silva

 

As gravações de “Em Família”, do Manoel Carlos, substituta de “Amor à Vida” que estreia em janeiro, ainda nem começaram, e já existe um princípio de trabalho envolvendo a sua substituta, escrita por Aguinaldo Silva. A Globo está trabalhando assim.

Ainda no decorrer desta semana vai acontecer a primeira reunião do autor com o diretor Rogério “Papinha” Gomes, para discutir assuntos relativos a toda a produção, inclusive elenco.

De qualquer forma, já existe uma lista de nomes cogitados, com os quais o Aguinaldo gostaria de trabalhar.

São eles Marina Ruy Barbosa, Lília Cabral, Adriana Birolli, Paolla Oliveira, Isis Valverde, Eduardo Moscovis, Rodrigo Lombardi, Eriberto Leão, Osmar Prado e Tony Ramos.

Lembrando que Flávia Alessandra, considerada indispensável – será uma das protagonistas.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Portugal: “Éramos Seis” cresce na audiência e se destaca no Ibope

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Divulgação
Mesmo com quase 20 anos após sua produção, que ocorreu em 1994, e de se tratar de uma reprise, “Éramos Seis” mais uma vez está agradando ao telespectador de Portugal.
A novela do SBT, que foi escrita por Silvio de Abreu e Rubens Edwald Filho, vem crescendo nas tardes da RTP e chegando a ter seus índices comparados ao de novelas inéditas que ocupavam o mesmo horário até pouco tempo atrás.
Nesta última terça-feira (19), por exemplo, o folhetim registrou 4,4 pontos de média com participação de 18,8%, tendo assim um dos melhores resultados desde que começou a ser exibida no país.
O desempenho obtido ontem por “Éramos Seis” é similar ao de “Vidas em Jogo” e superior ao de “Ribeirão do Tempo”, que ocupavam o horário das 14h meses atrás. Ambas estavam em exibição inédita em Portugal.
“Éramos Seis” foi uma das novelas de maior respaldo da dramaturgia do SBT. O folhetim reuniu atores que hoje possuem grande destaque, como Irene Ravache, Othon Bastos, Ney Latorraca, Osmar Prado e Nathalia Timberg, como também ajudou a projetar a carreira de outros, como é o caso de Ana Paula Arósio.
natelinha

Novela “Renascer” é líder na TV paga

Américo Vermelho/Folha Imagem

Adriana Esteves contracena ao lado de Antônio Fagundes na novela "Renascer"

Adriana Esteves contracena ao lado de Antônio Fagundes na novela “Renascer”

A novela “Renascer”, de 1993, escrita pelo Benedito Ruy Barbosa, com Fernanda Montenegro, Adriana Esteves, Antonio Fagundes, José Wilker, Eliane Giardini e Osmar Prado, entre outros, está em primeiro lugar na TV paga.

É exibida no “Viva”, diariamente, às 16h15.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery