Tom Barros repudia os erros de arbitragem que prejudicaram o Ceará contra o Figueirense no Orlando Scarpelli

Maylson comemora gol do Figueirense contra o Ceara (Foto: Eduardo Valente / Agência estado)Maylson empatou para o Figueirense, que virou com Zé Roberto (Foto: Eduardo Valente / Agência Estado)

 

Árbitro de futebol, quando incompetente, tem o poder de destruir não apenas um jogo, mas todo um projeto ou planejamento anual de um time de futebol. Árbitro ruim é comparável a um cancro maligno no organismo do esporte. É um tumor fétido a transmitir podridão pelos estádios onde atua. Pior que árbitro incompetente é quem o escala. O árbitro Márcio Chagas da Silva (RS) estragou a reação do Ceará. Foi um absurdo a expulsão de Potiguar no início da segunda fase diante do Figueirense. Com sua desastrosa decisão, Márcio Chagas desmontou o modelo tático do Vozão e influenciou no resultado final desfavorável ao Ceará. Pior de tudo: Márcio vai em frente, lépido e fagueiro.

 

Coluna redigida pelo jornalista Tom Barros para o jornal cearense Diário do Nordeste no dia 26/09/2013

Renato Maurício Prado comenta o Botafogo que enfrentará o Flamengo depois de amanhã

 

Assim como Vítor brilhou no Atlético-MG, Jefferson foi a estrela solitária do Botafogo, na quarta-feira passada, no Orlando Scarpelli. O Glorioso jogou mal, podia até ter perdido por dois gols de diferença para o Figueirense (e teria sido eliminado), mas o goleiro salvou a pátria, na decisão por pênaltis.

Após as saídas de Andrezinho e, principalmente, de Fellype Gabriel, apesar da boa campanha no Brasileiro e da classificação na Copa do Brasil, algo parece ter se perdido no fluente ritmo de jogo alvinegro. Daí, o sofrimento para ultrapassar adversários bem mais fracos, como o Figueirense e o Náutico.

A falta de um centroavante de ofício continua a ser sentida pois embora Rafael Marques tenha melhorado é nítido que rende muito mais como segundo atacante do que como homem de área.

O clássico de domingo, contra o Flamengo, será um teste importante. O rubro-negro é tecnicamente mais fraco, mas o peso de sua camisa equilibra as coisas e Mano Menezes vem arrumando taticamente o time. Tem tudo pra ser um jogão.

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 26 de julho de 2013

Flamengo 0 x 1 Náutico

O Náutico se defendeu bravamente e conseguiu aproveitar uma das poucas chances que teve para arrancar na raça uma vitória por 1 a 0 sobre o Flamengo em Florianópolis, pela quarta rodada do Brasileiro, duelo que acabou custando o cargo de Jorginho. O treinador foi demitido pela diretoria do clube da Gávea após a partida. Com o resultado, o time pernambucano quebra um jejum de seis jogos contra o Rubro-Negro (o último triunfo havia sido em 2007, nos Aflitos), conquista seu primeiro resultado positivo na competição e se coloca fora da zona de rebaixamento, em 16º lugar com quatro pontos. Rogério marcou o gol, aos 37 minutos do segundo tempo, diante de 5.033 pagantes (5.241 presentes), para uma renda de R$ 263.189.

Do lado rubro-negro, mais preocupante do que os resultados é a atitude do time e a total falta de capacidade de se impor em campo, mesmo diante de rivais de baixa qualidade técnica. O Fla segue sem vencer no nacional e está na penúltima colocação, com apenas dois pontos ganhos. O Flamengo já enfrentou três das outras equipes que estão nas últimas posições na tabela (Náutico, Ponte Preta e Santos) e não ganhou de nenhuma delas.

– Estamos jogando bem independentemente da formação, mas não estamos conseguindo fazer os gols. Não tem explicação. Os times vêm fechados, e não conseguimos superar isso. Precisamos esquecer essa pressão e ganhar os jogos – afirmou Luiz Antonio.

Os cariocas fazem uma última partida pelo Brasileiro, antes da paralisação em razão da Copa das Confederações, diante do Criciúma, no sábado, às 16h20m, no estádio Heriberto Hülse. Já o Náutico joga novamente fora de casa, desta vez contra o Coritiba, no domingo, às 18h30m, no Couto Pereira.

– Jogamos bem e fizemos o que o Levi (Gomes) pediu. Conseguimos a vitória com determinação – afirmou o atacante Rogério na saída de campo no Scarpelli.

João Paulo jogo Flamengo contra Náutico (Foto: Alexandre Vidal / Fla Imagem)O lateral-esquerdo João Paulo recebe forte marcação do Náutico (Foto: Alexandre Vidal / Fla Imagem)

O técnico Jorginho vive uma situação complicada. Seu único armador mais clássico, Carlos Eduardo, não consegue render. Sem ele, o meio-campo se enche de volantes, o que se traduz em menos criatividade e velocidade. Com três atacantes, o time deveria ser agudo, mas Rafinha, Gabriel e Paulinho não emplacam, e os centroavantes sofrem. Em quatro jogos, são quatro escalações diferentes, e o time não se encaixa.

Insistência pelo meio atrapalha o Fla

Contra o Náutico, o treinador sacou Carlos Eduardo e Gabriel e voltou com Renato e Rafinha. Assim, Elias ganhou mais liberdade para aparecer como elemento surpresa, como na primeira boa chance rubro-negra, na qual o volante fez boa jogada com Léo Moura, e Hernane desperdiçou, logo aos sete minutos. Pouco depois, o próprio Elias concluiu com perigo, para fora. O Náutico, muito limitado tecnicamente, justificava sua posição na tabela e, recuado, basicamente se defendia.

Pouco inteligente, no entanto, o Rubro-Negro mais uma vez empacava diante de um sistema de marcação mais postado. O time insistia nas bolas pelo meio, facilitando o trabalho da zaga pernambucana. A posse de bola era toda do Flamengo (64% contra 36% no primeiro tempo), e o Náutico pouco ameaçava – ainda assim, a superioridade não era tão clara. Tanto que a chance mais perigosa foi do Timbu, em contra-ataque de Jones Carioca que Felipe salvou com o pé. No fim da primeira etapa, o Flamengo até ensaiou uma pressão, mas não impediu as fortes vaias no intervalo.

Hernane perde chance; Rogério não perdoa

O panorama seguiu complicado para o Rubro-Negro no segundo tempo. Lento e sem inspiração, o time mal chegava ao gol de Gideão. Diante da inércia, Jorginho lançou Val e Gabriel no lugar de Rafinha e Paulinho. Impaciente, a torcida vaiou forte, e gritos de “burro” ecoaram no Orlando Scarpelli. Os catarinenses até tentavam empurrar a equipe, mas o que era apresentado em campo esfriava qualquer entusiasmo.

Quando a situação é difícil, é fundamental aproveitar as poucas oportunidades que aparecem. Mesmo desordenado, o Flamengo teve uma excelente chance de abrir o placar. Mas Hernane conseguiu furar uma cabeçada quase na pequena área, sozinho, de frente para o goleiro. Depois, ele saiu para entrada de Adryan, deixando o time sem uma referência na área. Rogério teve uma oportunidade semelhante, não perdoou e abriu o placar depois de cruzamento de Hugo. A torcida foi ao desespero, e o Flamengo também. Renato foi expulso e o Timbu conseguiu segurar um resultado muito comemorado pelos jogadores.

Em palco inédito, Flamengo e Náutico jogam pela primeira vitória

Rubro-Negro conta com histórico positivo para desbancar pernambucanos, que tentam superar semana conturbada. Partida será em Florianópolis

 

Flamengo e Náutico entram em campo com objetivos em comum nesta quarta rodada de Campeonato Brasileiro: conquistar a primeira vitória e expulsar a pressão que ronda os clubes para bem longe. Contra a parede, os jogadores vão atrás dos três pontos em um palco que jamais recebeu o confronto. Nada de Maracanã ou Aflitos. Sem ‘casa’ no início de competição, o Rubro-Negro está sendo obrigado a mandar suas partidas em outros estados. Desta vez, o local escolhido foi o estádio Orlando Scarpelli (cujo dono é o Figueirense), em Florianópolis. O jogo começa às 22h.

Ainda sem conseguir uma sequência de boas atuações e sem repetir uma vez a mesma escalação, o técnico Jorginho sonha com os três pontos diante de um adversário que costuma ser bom para o clube da Gávea. Em toda a história do Brasileirão, os cariocas só perderam três vezes em 25 confrontos para os pernambucanos. A última vez que isso aconteceu foi em 2007. De lá para cá, seis jogos foram disputados com cinco vitórias do Flamengo e um empate.

Sem conseguir vencer ainda na Série A – foram duas derrotas e um empate -, o Náutico chega para o jogo diante do Flamengo com Levi Gomes no lugar de Silas, que foi demitido após o empate com a Portuguesa, no último domingo. O técnico interino assumiu, mas mandará a campo um time que sequer conseguiu observar nos treinos. Além da demissão de Silas, a semana começou com uma grande mexida no elenco. Cinco jogadores foram dispensados e o meia Giovanni Augusto foi afastado para treinar separadamente. Os atletas mandados embora foram o lateral-esquerdo Bruno Collaço, os zagueiros Alemão e Luís Eduardo, o atacante Adeílson e o goleiro Andrade, que nem estreou.

A TV Globo transmite a partida ao vivo apenas para Pernambuco. O PremiereFC 1 também exibe o jogo, que será acompanhado pelo GLOBOESPORTE.COM em Tempo Real.

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Flamengo: sem revelar o time, o técnico Jorginho foi forçado a fazer duas mudanças em relação ao jogo com o Atlético-PR na rodada passada. O chileno Marco González e o boliviano Marcelo Moreno se apresentaram as suas seleções para a disputa das eliminatórias para a Copa do Mundo e serão substituídos por Wallace e Hernane. No meio, a tendência é de que Renato Abreu volte a ser titular na vaga de Carlos Eduardo. Paulinho e Rafinha disputam quem será companheiro de Hernane na frente. A provável escalação do Flamengo terá: Felipe, Léo Moura, Renato Santos, Wallace e João Paulo; Luiz Antônio, Elias e Renato; Paulinho (Rafinha), Gabriel e Hernane.

Náutico: apesar de não ter conseguido comandar nenhum treinamento, o técnico Levi Gomes já definiu a equipe, mas preferiu guardar o mistério até a hora do jogo. Em entrevistas, deu a entender que pretende colocar em campo um time mais cauteloso, abrindo mão do terceiro atacante para a entrada de um volante, que seria Rodrigo Souto. O Náutico deve entrar em campo com Felipe; Maranhão, William Alves, João Filipe e Josa; Auremir, Martinez, Rodrigo Souto e Marcos Vinícius; Rogério e Jones Carioca (Caion).
quem esta fora (Foto: arte esporte)

Flamengo: convocados para suas seleções, o chileno Marco González e o boliviano Marcelo Moreno, assim como Cáceres, se recuperando de uma cirurgia no quadril, e Ramon, com pancada no tornozelo direito, estão fora.

Náuticoa situação do Náutico é tão ruim que o técnico Levi Gomes não terá nenhum reforço para o jogo contra o Flamengo. Jean Rolt, Alison, Marcos Paulo, Elicarlos e Elton seguem entregues ao departamento médico. Dos dispensados, apenas o lateral-esquerdo Bruno Collaço vinha jogando como titular.

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Flamengo: Luiz Antonio.

Náutico: Rogério.

header o árbitro (Foto: ArteEsporte)

André Luiz de Freitas Castro (GO) será o árbitro do jogo. Os auxiliares serão João Patrício de Araújo (GO) e Marco Mello Moreira (GO). André Luiz de Freitas Castro apitou Atlético-PR x Cruzeiro pela segunda rodada. Ele assinalou 28 faltas e aplicou três cartões amarelos e nenhum vermelho. O campeonato tem média de 3,80 amarelos, 0,1 vermelho, 32,1 faltas e 0,25 pênalti.

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Flamengo: esta é a terceira vez na era dos pontos corridos que o Flamengo não obtém vitória logo nas três primeiras rodadas. A ocasião, agora, parece propícia. Em último, o Náutico é vítima frequente do Fla quando este é o mandante. Em dez jogos, foram dez vitórias rubro-negras. O detalhe é que dessa vez, o mando será exercido bem longe do Rio de Janeiro, no Orlando Scarpelli, em Santa Catarina, na região Sul do Brasil, onde o time da Gávea tem baixo aproveitamento.

Náutico: lanterna, o Timbu optou por trocar de técnico, mas outra mudança importante seria caprichar mais nos passes. Só o atacante Rogério errou nove no empate em 2 a 2 com a Portuguesa, no único ponto conquistado pelo Alvirrubro em três rodadas.

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No dia em que completou 114 anos de história, 15 de novembro de 2009, o Flamengo ganhou de presente a vitória sobre o Náutico. Petkovic e Adriano marcaram os gols do 2 a 0 em pleno Estádio dos Aflitos, no Recife. Com o resultado, o time rubro-negro chegou a quatro partidas sem perder para o rival no Brasileirão. Léo Moura é o remanescente daquele time comandado por Andrade, que três jogos depois, se consagraria hexacampeão brasileiro. Veja a ficha do jogo na Futpédia clicando aqui.

Flamengo confirma confronto com o Náutico em Florianópolis

Para facilitar logística visando à partida contra o Criciúma, no dia 8 de junho, Rubro-Negro enfrentará o Timbu três dias antes no Orlando Scarpelli

Orlando Scarpelli, Figueirense (Foto: Luiz Henrique/Figueirense FC)

Orlando Scarpelli será o palco de Fla x Náutico
(Foto: Luiz Henrique/Figueirense FC)

O Flamengo confirmou que mandará a partida contra o Náutico, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro, dia 5 de junho, no estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis. Sem casa por conta da interdição do Engenhão, o Rubro-Negro optou pela casa do Figueirense para facilitar a logística visando o confronto com o Criciúma, três dias depois. Com isso, a delegação passará toda a última semana antes da paralisação da competição para Copa das Confederações em Santa Catarina.

Antes, o clube joga com a Ponte Preta, quarta-feira, em Juiz de Fora, e o Atlético-PR, sábado, em Joinville. Depois do Furacão, os jogadores voltam para o Rio e terão folga no domingo. Já a viagem para Floripa está marcada para terça-feira seguinte, dia 4. Após a maratona, o elenco será recompensado e terá dez dias de folga, com reapresentação marcada para o dia 18. Não há confirmação de intertemporada fora do Rio de Janeiro no período sem jogos.

 

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