TV Globo vende “O Rebu” para República Dominicana

Patrícia Pillar e Sophie Charlote do elenco de "O Rebu"

Patrícia Pillar e Sophie Charlote do elenco de “O Rebu”

Está programada para dia 31 de março a estreia de “O Rebu” na República Dominicana, com exibição pela Rede Antena Latina, de Santo Domingo, que exibe novelas, séries e programas de variedades.

“O Rebu” reúne em seu elenco Daniel de Oliveira, Tony Ramos, Patrícia Pillar, Sophie Charlotte e José de Abreu, entre outros.

Exibida pela Globo, entre 14 de julho e 12 de setembro de 2014, a série foi vista por 24 milhões de pessoas, segundo o Ibope.

A novela, além de outros países, já passou pela Coreia do Sul, Costa Rica, Uruguai e Portugal (SIC), onde esteve entre os 20 programas mais vistos do país, de acordo com o GfK. Reparou? GfK. Lá, ela funciona.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Verdades Secretas e O Rebu fizeram sucesso na MipCom

 

Na MipCom, encerrada ontem em Cannes, do estoque da Globo, a novela “O Rebu” continuou sendo a mais procurada…
… Mas já foram iniciados negócios também para a venda de “Verdades Secretas”…
… De acordo com informações vindas de lá, em termos de negócio para a emissora brasileira, o saldo será dos mais interessantes…
… Além do que já foi transacionado, outras negociações foram iniciadas.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Rede Globo reduz “Em Família” e “O Rebu” para vender novelas no exterior

e6d71-rede-globo

Uma das maiores exportadoras de novelas do mundo, a Globo promoveu algumas edições de seus produtos para o exterior.

Segundo informações da coluna Outro Canal, a novela “Em Família”, de Manoel Carlos, foi enxugada e está sendo oferecida para o mercado externo com apenas 75 capítulos, quase a metade dos 143 originais.

Por lá, a trama ganhou o nome de “Helena’s Shadow” (A Sombra de Helena).

Já “O Rebu”, novela das 23h exibida no ano passado com 36 capítulos pela Globo, ficou com apenas 10 capítulos e está sendo oferecida como minissérie.

Por outro lado, outras produções tiveram menos cortes, como “Império” e “Geração Brasil”.

 

Logotipo Na Telinha

O Rebu termina hoje

Logo mais, a Globo exibe o último capítulo de “O Rebu”…
… Que por razões que aqui não cabe explicar, por questão de espaço mesmo, não teve o sucesso que merecia.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

História confusa e sem suspense afasta telespectador de O Rebu

Tony Ramos ‘passa mal’ em cena de O Rebu; novela afasta público por história confusa e sem suspense
Por RAPHAEL SCIRE, em 10/09/2014 · Atualizado às 19h04 

Quando O Rebu estreou, em 14 de julho, chamaram a atenção o arrojo estético da direção, a luxuosidade cênica e a trilha sonora pra lá de elogiada pelos telespectadores. Mas nem tudo deu certo ao longo dos 36 capítulos da novela, como a narrativa confusa e a falta de suspense, que afastaram o público. Confira três pontos positivos e três negativos da história que se encerra nesta sexta-feira (12).

 

O que deu errado:

1. Confusão narrativa – A curta duração da história se encaixou dentro do padrão que as novelas da faixa das 23h na Globo buscaram nos últimos anos e possibilitou aos autores contar uma história mais concisa, sem necessidade de girar em círculos. Mas a narrativa fragmentada causou estranheza no público. O modo como a história foi contada confundiu quem assistia e não estava acostumado a esse tipo de thriller. Foi um erro, visto que televisão é um meio de comunicação de massa e deve ser compreensível pelos mais diversos públicos.

Ao modificar a lógica do tempo real, a fragmentação narrativa trouxe um respiro ao telespectador sedento por novidades. Exatamente por isso, confundiu boa parte do público mais conservador e acabou por afugentá-lo. Para tentar dissolver essa confusão, os autores investiram na reiteratividade, recurso característico das telenovelas, com inserção de uma cena ou outra já mostrada em capítulos anteriores. Para completar, a falta de um horário fixo de exibição atrapalhou ainda mais o acompanhamento da história.

2. Crítica social superficial – O diretor-geral da novela, José Luiz Villamarim, afirmou que pretendia também discutir ética através da alta sociedade representada na trama. É uma afirmação um pouco pretensiosa, uma vez que o panorama da elite brasileira, ao longo de O Rebu, foi superficial, focado mais nas relações pessoais de Angela Mahler e Carlos Braga (Tony Ramos) do que em referências ao establishment nacional. Houve, sim, a acusação do envolvimento de Braga em um esquema fraudulento de desvio de verbas governamentais e uma menção ou outra às relações dos dois com políticos e poderosos, mas nada além.

3. Brilho apagado – O grande brilho de O Rebu era a megafesta promovida por Angela Mahler, evento no qual o crime que desencadearia os fatos da novela ocorreu. Mas na metade da trama, a história ficou concentrada na investigação criminal e em cenas aleatórias de flashback que explicavam as conexões entre os personagens _alguns casos até irrelevantes que só serviram para despistar o telespectador. O suspense em torno do crime foi deixado de lado e a demora para abrir as histórias só fez desagradar ao público.

O que deu certo:

1. Os medalhões – Em termos de elenco, o trabalho de Tony Ramos é desde já um dos destaques da produção, assim como o de Cássia Kis Magro, visceral e intensa em todas as cenas em que atua. Ramos não surpreendeu com mais uma atuação primorosa, mas vê-lo como vilão foi um brilho a mais à produção, por se tratar de um ator tão carismático. Patricia Pillar também segurou bem sua personagem e Sophie Charlotte desponta como estrela de sua geração.

2. A direção – Ainda que tenha sido suavizada na metade da novela, a fotografia fosca, algo que azulada, incomodou boa parte do público, mas era um charme a mais. Como no cinema, a direção de O Rebu deixou sua marca. Planos mais ousados, câmera na mão que seguia a efervescência da pista de dança e o frescor do olhar do “estreante” em telenovela Walter Carvalho (de O Canto da Sereia e Amores Roubados) contribuíram positivamente para a novela.

3. Os detalhes – O esmero cenográfico _repararam no quadro do pintor italiano Modigliani na parede do escritório de Angela (Patricia Pillar)?_ e a luxuosidade do figurino também foram relevantes e completamente adequados à proposta da festa da alta sociedade. E a trilha sonora foi impecável, um personagem a mais na badalação, que, infelizmente, aos poucos foi sendo deixada de lado.

O Rebu foi uma novela policial interessante, com elenco bem escalado e direção cinematográfica, mas a fuga da audiência é um preço alto demais que a história pagou por ser cult em um veículo tão popular como a televisão.

 

Tony Ramos é, mais uma vez, um ator impressionante em “O Rebu”

Tony Ramos na pele de Braga, de "O Rebu"

Tony Ramos na pele de Braga, de “O Rebu”

Quem acompanha “O Rebu” desde o começo, com toda certeza tem observado o desempenho do Tony Ramos, a cada capítulo mais derrubado com os problemas do seu personagem. Quase uma destruição.

Só um grande ator é capaz de tanto. Impressionante.

A novela das 23h termina nesta sexta-feira (12).

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Flávio Ricco comenta a audiência claudicante de O Rebu

“O Rebu” tem a sua audiência prejudicada porque a sua exibição sempre acontece em horários alternados…

A Globo, ciente do problema que já atingiu outras produções das 23 horas, desta vez decidiu cancelar os capítulos de quarta-feira, dia de futebol…
… Mas nos outros, esta alternância também acontece e o telespectador fica meio que de gaiato no navio…
… É uma pena, porque em termos de realização é um dos melhores produtos que a Globo tem atualmente no ar.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

“O Rebu” atinge boa audiência em Fortaleza

Escrita por George Moura e Sérgio Goldenberg, os mesmos de “Amores Roubados” e “O Canto da Sereia”, o remake de “O Rebu” tem tido bons números de audiência em todo o Brasil.

Segundos dados consolidados do Ibope, em pelo menos três capitais a trama se destaca.

A primeira delas é Florianópolis. A RBS TV, afiliada da Globo em Santa Catarina, tem marcado médias de 23,8 pontos e 51,1% de participação. O desempenho é 2,3 pontos superior à novela antecessora no horário, “Saramandaia”, ou seja, houve um acréscimo de 10,7%.

Já em Salvador, a Rede Bahia também tem ido bem. Na capital baiana, a novela vem registrando 21 pontos de audiência, e atinge cerca de 600 mil telespectadores na cidade.

E em Fortaleza, a TV Verdes Mares também vai bem. “O Rebu” marca 23 pontos de média e 50% de participação. A trama subiu em 7% os números no horário para a emissora, em comparação às atrações que eram exibidas anteriormente.

Os números refletem a preferência de um seleto grupo de telespectadores da Grande Florianópolis, Grande Fortaleza e Salvador e Região Metropolitana.

NaTelinha

Flávio Ricco comenta a luz do seriado O Rebu

Assim não dá
A Globo está demorando demais para resolver os problemas de “O Rebu”. Existe um engano na luz e a duração dos capítulos segue com inexplicável irregularidade.
É uma judiação ver uma novela tão boa pendurada em questões tão fáceis de resolver.
Existe uma diferença…
Enorme entre a luz do cinema e a luz da TV. Aliás, quem dizia e explicava isso com muita propriedade era o craque Peter Gasper, recentemente falecido.
Não adianta querer misturar ou inventar que não dá certo e é bem isso que acontece em “O Rebu”.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery