Nova Zelândia decide em votação manter bandeira atual

24/03/2016 às 15:10 – Atualizado em 24/03/2016 às 15:10

Nova Zelândia
A bandeira da Nova Zelândia e sua concorrente no plebiscito(Fiona Goodall/Getty Images)

De nada bastou todo o barulho e publicidades feitas para a Nova Zelândia escolher uma nova bandeira. A população decidiu em uma votação conservar sua bandeira atual. A Comissão Eleitoral informou em comunicado que a consulta popular, que começou em 3 de março, conseguiu 56,6% de apoios à insígnia atual, contra os 43,2% para a nova proposta. Mais de 2,1 milhões de neozelandeses, 67,3% dos aptos a votar, participaram do referendo.

O primeiro-ministro neozelandês, John Key, promoveu o longo processo de consulta para a mudança de bandeira, que custou 17,4 milhões de dólares, e que começou há alguns meses. Em sua opinião, e na dos que apoiam a mudança, a atual bandeira se confunde com a da Austrália e representa o passado colonial do arquipélago.

 

A atual bandeira neozelandesa é de cor azul, tem em seu canto superior esquerdo a “Union Flag” da Grã-Bretanha, que combina os cruzamentos dos padrões de Inglaterra, Escócia e Irlanda do Norte. Além disso, tem quatro estrelas vermelhas com bordas brancas que representam o Cruzeiro do Sul. A bandeira é o símbolo nacional desde 1902. Ela competia, na votação, com um desenho selecionado entre mais de 10.000 propostas do público.

Os defensores da manutenção do status quo apontaram que o desenho novo não era inspirador o bastante ou ainda que a mudança seria apenas uma tentativa de John Key de deixar um legado em seu mandato. O custo do processo de consulta para a mudança das bandeiras também afastou alguns apoiadores.

(Da redação)

 

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Nova Zelândia escolhe possível substituta para a bandeira nacional

Resultados preliminares de referendo apontam que emblema preto, azul e branco foi o mais votado entre cinco opções

11/12/2015 às 09:58 – Atualizado em 11/12/2015 às 09:58

Silver Flag azul, preta e branca da Nova Zelândia
Silver Flag azul, preta e branca da Nova Zelândia(Divulgação/govt.nz/VEJA)

Em março de 2016, os cidadãos da Nova Zelândia vão decidir se querem que a bandeira do país seja trocada. O emblema atual é muito semelhante ao da Austrália – ambos têm fundo azul e a bandeira da Grã-Bretanha em um dos cantos superiores -, o que gera descontentamento nas duas ex-colônias britânicas. Caso os neozelandeses decidam ter uma nova bandeira, é provável que ela seja azul, preta e branca, já que essa opção foi a mais votada por um referendo realizado no país, segundo resultados preliminares divulgados nesta sexta-feira.

De 20 de novembro até essa sexta-feira, a população pôde escolher em uma entre cinco opções de novas bandeiras nacionais. Segundo a comissão eleitoral, dos 552 827 primeiros votos contabilizados, pouco mais da metade optou pela chamada Silver Fern (ou Samambaia de Praia) azul, preta e branca. Se a candidata de fato for a escolhida pelos neozelandeses, vai disputar a vaga de bandeira nacional contra o atual emblema no referendo de março.

O resultado ainda pode mudar, já que a segunda colocada, que tem o mesmo desenho da primeira, mas com as cores azul, vermelho e branco, teve até agora 49% dos votos.

A iniciativa de mudar a bandeira da Nova Zelândia começou há sete meses, quando o primeiro-ministro, John Key, convidou os cidadãos a enviarem possíveis candidatas à eleição – ao todo, houve mais de 10 000 inscrições.

 

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A elite europeia de olho no Mundial da Nova Zelândia

A elite europeia de olho no Mundial da Nova Zelândia

© Getty Images

A recém-concluída Copa do Mundo da FIFA contou com a presença de vários jogadores que disputaram a Copa do Mundo Sub-20 da FIFA. Isso acontece há várias décadas. Nomes como Diego Maradona, Lionel Messi, Ronaldinho, Cesc Fàbregas, Luis Figo, Andrés Iniesta, Sergio Agüero e, mais recentemente, James Rodríguez e Paul Pogba, já disputaram o segundo torneio mais importante de futebol masculino da FIFA.

Agora, a nova geração de talentos na Europa está na busca de dar o próximo passo em direção ao estrelato, ajudando as suas seleções a passarem pelas eliminatórias e disputarem o torneio do ano que vem, que ocorrerá na Nova Zelândia. Nas próximas duas semanas, a Hungria será a sede do torneio continental europeu, que terá oito seleções. No Grupo A, além da anfitriã, estão Áustria, Israele Portugal; no B, Bulgária, Alemanha, Sérvia e Ucrânia. Seis desses países estarão na Nova Zelândia2015.

O torneio começa sábado e ocorrerá em quatro sedes: Budapeste, Gyor, Papa e Felcsut — esta última escolhida por sediar a Escola de Futebol Ferenc Puskás, uma homenagem ao maior jogador húngaro de todos os tempos. O campeão continental será conhecido no dia 31 de julho, e os três primeiros de cada grupo irão à Nova Zelândia 2015. Assim, a rodada final da fase de grupos, que ocorrerá em 25 de julho, será absolutamente decisiva.

Ex-campeões medem forças 
O Grupo B terá vários jogadores de alto nível. A Sérvia, campeã da última edição, sobreviveu à dureza das eliminatórias para chegar de novo à fase decisiva. O grupo conta também com a campeã de 2008 (Alemanha) e a de 2009 (Ucrânia). Nenhuma dessas duas equipes, porém, chegou à fase final da Eurocopa desde os títulos conquistados.

Completa a chave a Bulgária, considerada um azarão por muitos. Porém, embora a equipe esteja sem disputar torneios sub-19 da UEFA desde 2008, o técnico Aleksandar Dimitrov acredita que o status de zebra pode ser uma vantagem para a equipe búlgara. “O lado bom é que não haverá pressão sobre nós”, explica. “Se eu estivesse na pele dos outros treinadores, não deixaria que subestimassem nenhum adversário. Sinto muita gana neles. Eles têm força mental e querem ir mais longe.”

A Alemanha entra no torneio certamente fortalecida pela grande conquista da sua seleção principal no Brasil. O novo técnico Marcus Sorg (que substitui Christian Ziege desde o ano passado) ajudou o time a crescer e acabar com a surpreendente ausência de seis anos da competição, eliminando inclusive a poderosa Espanha, seis vezes campeã continental. “Como todas as seleções alemãs, damos ênfase à disciplina e à organização”, ressalta Sorg. “Claro que também temos jogadores de qualidade excepcional, em especial no ataque. Queremos jogar um futebol qualificado, do mais alto nível, e acho que é isso o que se espera de nós”.

Israel na busca de um novo patamar 
O Grupo A reúne países com graus variados de sucesso em competições de base. A principal éPortugal, bicampeã mundial sub-20 em 1989 e 1991. Áustria e Hungria disputaram a Copa do Mundo Sub-20 da FIFA em diversas ocasiões. Já Israel tenta fazer história e chegar ao torneio pela primeira vez.

Treinada pelo ídolo israelense Eli Ohana, a equipe de 2014 quer atingir novos patamares, pois nunca o futebol do país se classificou para um Mundial de base. “Isso significa muito para o futebol israelense, pois não temos grandes conquistas e cada vez que atingimos algum sucesso é um motivo para festa”, frisa Ohana. “É bom para a experiência dos jogadores. Se nos classificarmos para a Copa do Mundo, eles ganharão em personalidade, e o futebol de base em Israel certamente dará um salto.”

Muito do foco na chave estará sobre a anfitriã Hungria, uma das maiores seleções do mundo no passado. O técnico Geza Meszoly quer ajudar a produzir uma nova geração de craques para que os magiares voltem aos dias de glória. “Os nossos jogadores vão disputar mais e mais jogos internacionais, o que é muito importante para as suas carreiras”, avalia Meszoly. “Para o futebol húngaro, é muito importante que estes jogadores possam subir ao time profissional e nos ajudar a atingir o máximo: disputar a Copa do Mundo. Temos consciência disso e podemos assumir esta responsabilidade.”

 

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Fifa divulga detalhes da venda de ingressos para o Mundial de Clubes

Competição começa em 11 de dezembro, e Atlético-MG estreia no dia 18.

 

A Fifa anunciou neste sábado, no site oficial da entidade, as primeiras informações sobre a venda de ingressos para o Mundial de Clubes, em dezembro, no Marrocos. A pré-venda começará no dia 14 de outubro, apenas para quem tem cartão Visa, e irá até o dia 27. Nesta primeira fase, estarão disponíveis para compra todas as categorias de ingressos, inclusive a “categoria 3”, exclusiva para pessoas residentes no Marrocos.

Marrakesh (Foto: Marcos Eduardo / TV Globo Minas)Estádio de Marrakesh recebe os jogos do Atlético-MG (Foto: Marcos Eduardo / TV Globo Minas)

A segunda fase de vendas das entradas, aberta para o público em geral, começará no dia 28 de outubro e também incluirá todas as categorias. Clientes com cartões de todas as bandeiras poderão adquirir os bilhetes.

A partir do mês de novembro até a decisão do Mundial, os torcedores poderão comprar ingressos nas bilheterias do estádio de Agadir e de Marrakesh, além de outros locais a serem confirmados. Os preços não foram divulgados.

Chance do Galo

O Mundial de Clubes começará no dia 11 de dezembro, com a partida entre Raja Casablanca, do Marrocos, e Auckland City, da Nova Zelândia. Campeão da última edição da Taça Libertadores, o Atlético-MG estreia somente no dia 18, em Marrakesh, contra adversário ainda a ser definido. O sorteio das chaves será realizado no dia 9 deste mês. Principal concorrente do Atlético-MG, o Bayern de Munique, da Alemanha, estreia um dia antes, em Agadir. O Monterrey, do México, também já está classificado.