‘Vertical’ Socceroos can surprise, say Croatia

Croatia boss Niko Kovac is expecting a tough hit-out against the Socceroos.

Croatia coach Niko Kovac is looking forward to playing ‘serious opponents’ in the form of Australia and says an ‘aggressive’ Socceroos side can cause shocks at the World Cup.

The two countries meet at Itaipava Arena Fonte Nova in Bahia on Friday (Saturday morning AEST) in what is the final friendly for both sides before the tournament begins in Brazil.

Kovac’s men defeated Mali 2-1 before leaving for South America and he feels the encounter with Ange Postecoglou’s players will prove a more valuable run-out.

“Against Australia we will get the answer to one or two more questions,” he said.

“There is always the chance of injury, but there is that chance in training too.
“We wanted the match primarily to adjust to the climate as it’s one thing to train in Austria and play in Osijek as opposed to playing serious opponents in Brazil.”

While the Socceroos’ hopes of getting positive results  against Chile, the Netherlands and Spain have largely been written off, Kovac – who must lead his team against hosts and favourites Brazil in the tournament opener – believes Australia are capable of defying the odds.

“Australia play nice, vertical and aggressive and can surprise at the World Cup. We’re striving for a positive result.”

The Socceroos play Croatia in a friendly on Friday night (kick off 9am AEST time Saturday morning live on Fox Sports) ahead of their tournament opener against Chile on June 13.

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Source : Football Federation Australia

Os altos e baixos da Croácia pela vaga na Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014

Os altos e baixos da Croácia pela vaga

© Getty Images

Depois de participar em 1998, 2002 e 2006, e de se ausentar em 2010, a Croácia reservou lugar na Copa do Mundo da FIFA 2014. Membro da FIFA apenas desde 1992, o país já vai para o seu quarto Mundial. No entanto, o caminho não foi fácil, e a vaga só veio após dois jogos complicados com a Islândia na repescagem. O FIFA.com analisa os momentos mais marcantes da Croácia no torneio classificatório.

Duelo cheio de história
Em julho de 2011, o sorteio do Grupo A chamou atenção por colocar lado a lado Croácia e Sérvia, dois países assolados por guerras civis durante muitos anos. “É sempre um confronto muito especial, porque todos conhecem a história”, explicou Ivan Perisic ao FIFA.com. “É um jogo importante para o povo de ambos os países.”

“Quero enfatizar que, apesar da nossa rivalidade, a história entre os dois países não tem lugar no campo”, acrescentou o capitão Darijo Srna. “Nós jogamos futebol. Nenhum de nós pode mudar o passado, mas podemos influenciar o presente. Temos de dar um bom exemplo e jogar uma grande partida, sem escândalos.”

E foi exatamente o que eles fizeram. As duas equipes jogaram duas partidas acirradas, mas os croatas se mostraram mais maduros. A vitória em casa por 2 a 0, com gols de Mario Mandzukic e Ivica Olic, e o empate em 1 a 1 (gols de Aleksandar Mitrovic e Mandzukic) acabaram com as esperanças de classificação da Sérvia e mantiveram vivas as chances croatas.

Grupo qualificado
O plantel da Croácia conta com uma série de craques. O artilheiro Mandzukic, que também abriu o marcador na repescagem contra a Islândia, está em um momento de muito sucesso. Na última temporada, ele não só contribuiu significativamente para a tríplice coroa do Bayern de Munique, como também ficou entre os melhores jogadores das eliminatórias para a Copa do Mundo.

Também em grande forma está Luka Modric, que subiu de patamar desde a transferência para o Real Madrid em 2012 e tem sido o cérebro do meio-campo da Croácia. Mas a liderança dentro de campo vem há muitos anos do capitão Srna, que tem 31 anos e atua no ucraniano Shakhtar Donetsk.

Mesmo com tantos destaques, o técnico Niko Kovac sabe que o sucesso não se baseia apenas na habilidade individual, como explicou ao FIFA.com pouco depois de ser contratado para a disputa da repescagem. “Está nos faltando aquilo que fez a Croácia ter tanto sucesso: antes éramos um só em campo, e agora não parece mais ser assim”, disse. Em função do sucesso contra a Islândia, Kovac parece ter conseguido transmitir a mensagem à sua equipe.

Derrotas sem impacto
A tabela final do Grupo A é bastante clara, com nove pontos separando a líder Bélgica da Croácia. Só o Grupo D mostrou uma grande diferença como essa, entre a Holanda e a Romênia. No entanto, as posições nem sempre foram tão óbvias. Depois de seis de dez partidas classificatórias, com cinco vitórias e um empate, a Croácia estava em direção à liderança do grupo. No entanto, em seguida só obteve um empate e três derrotas, duas delas em casa, contra Escócia (1 a 0) e Bélgica (2 a 1). A Croácia só conseguiu terminar em segundo, três pontos à frente da Sérvia, graças ao ótimo início.

Mudança na hora certa
Um dia depois do fim da fase de grupos, Igor Stimac renunciou ao cargo de técnico da seleção croata. Quem o substituiu foi Kovac, que já tinha comandado o selecionado sub-21. O treinador assumiu juntamente com o irmão Robert, que é assistente.

“É claro que é um ótimo desafio, mas é muito difícil”, comentou o técnico de 42 anos após a contratação. “Esperam muito de nós na Croácia. A minha equipe e eu estamos cientes disso, e acho que estamos razoavelmente confiantes.” Tanta confiança provou ser bem fundamentada.

Islândia é páreo duro
Os croatas receberam com bons olhos o sorteio que os colocou em um confronto na repescagem com a Islândia, 46ª colocada no Ranking Mundial da FIFA/Coca-Cola. No entanto, o país nórdico acabou sendo um adversário difícil, algo que já tinha insinuado ao derrotar a Eslovênia e a Noruega na fase de grupos, perdendo apenas da Suíça.

As equipes ficaram em um empate sem gols em Reykjavik, apesar de os anfitriões terem disputado a maior parte do jogo com dez homens. No duelo de volta, em Zagreb, brilhou a maior experiência internacional dos jogadores croatas. Srna e Mandzukic fizeram os gols da vitória e da classificação. Este último, porém, levou um cartão vermelho que o tirará da estreia na Copa do Mundo.

Após a festa da vitória, agora a Croácia pode fazer planos para a viagem ao Brasil. “Vai ser um grande espetáculo”, prevê Kovac. “A Copa do Mundo é sempre um espetáculo de qualquer maneira, mas vamos jogar em um país que é louco por futebol. Provavelmente todo mundo vai viver futebol 24 horas por dia.”

“É bem longe da Europa, e certamente vamos precisar viajar bastante depois de chegar, mas não vejo a hora. Já passei por isso como jogador, mas muitos dos meus atletas ainda não participaram de uma Copa do Mundo, e ela será certamente um marco para a carreira deles.”

 

FIFA.com

Niko Kovac: We need to provide the spark

Niko Kovac: We need to provide the spark

© Foto-net

Just days before the draw for the 2014 FIFA World Cup Brazil™ play-offs, the Croatian FA (HNS) accepted the resignation of former head coach Igor Stimac. His successor, 42-year-old Niko Kovac, is the man tasked with overcoming Iceland in the two-legged play-off and leading the Vatreni to Brazil.

Born in Berlin, the former midfielder says he has adopted a half-Croatian, half-German mentality. He certainly knows a thing or two about winning: Kovac played in the Bundesliga for Hertha Berlin, Bayer Leverkusen, Hamburger SV and Bayern Munich. He also made 83 appearances for the 1998 World Cup bronze-medalists, scoring 14 goals.

After retiring as a player in 2009, the former national team captain worked as a youth coach at RB Salzburg, before becoming assistant coach of the Austrian first-division side. In January this year, he was appointed head coach of Croatia’s U-21s.

FIFA.com spoke exclusively with Kovac about his new role as national head coach, as well as the upcoming play-offs, his expectations of Brazil 2014 and his special relationship with his brother Robert, who made one more international appearance than Niko and is now the national team’s assistant coach.

FIFA.com: You have just been appointed head coach of the Croatian national team. How do you feel?
Niko Kovac: It’s a great job, of course, but also a very difficult one. Here in Croatia, everyone expects great things from us – we’re all aware of that. I think we’re pretty confident. We’re in the middle of a trip through Europe to gauge the mood of the players and to find out what exactly went wrong.

Croatia’s qualifying campaign actually got off to a very good start…
That’s true! We started well, although the matches themselves weren’t that great. The victories papered over the cracks a little bit. Ultimately – and unfortunately for us – the inevitable happened: We lacked many things that used to make Croatia such a force. We used to be a unit on the pitch and I have to admit that we don’t even resemble one at the moment. In footballing terms, we’re definitely a very, very good team. But that counts for nothing unless the team is set up correctly.

Are you planning on making any wholesale changes?
No, not at all. After all, it’s not as if we had 100 players at our disposal. We have to get inside the players’ heads, because the mental side affects things greatly. If we manage to do that, I am sure we’ll have a good chance of reaching the World Cup.

What exactly can you do between now and the play-offs?
We will make sure we know our opponents inside out. We will scout them and analyse them. That’s very important. On top of that, we will watch our team’s last few matches to establish what went wrong. The togetherness was missing on the pitch and we have to rectify that. If we manage that, I’m sure we won’t have too much work to do. The players can obviously play football, they haven’t forgotten how to play well. We have to get inside their heads and I hope we can do that.

You played at the 2002 and 2006 World Cup finals. To what extent does that help you with the job at hand?
I hope the experience that my brother and I bring to the team will make a difference. The lads have to understand what they could miss out on [in Brazil]. Once they do, they are certain to give their all to win.

You’re brother Robert is now the assistant coach. Is that an advantage?
It’s always an advantage! I was lucky enough to play with Robby for Bayer Leverkusen, Bayern Munich and the Croatian national team. He always had my back and he still has now. We work very well with one another and compliment each other. We understand each other implicitly. With the rest of my staff behind me, we’ll be absolutely fine. I am full of confidence, I trust my brother – things couldn’t be better.

What do you think of your play-off opponents?
Iceland are definitely the underdogs, along with Romania. But it doesn’t matter which of the eight teams you play – you still have to beat them. That is sure to be difficult, because they all know they have an opportunity to achieve something great. It will be difficult!

You start away from home, then play the second leg in front of your own fans…
The atmosphere between the team and the fans hasn’t been great in Croatia recently. But, as is always the case in football, that’s down to the performance. If it’s there, the fans will always be 100 per cent behind the team. If it isn’t, you can’t pretend that you played well. We need to be the spark to light the fuse – then the entire country will be behind us. We will try to rediscover the spark that we had during our playing days.

If it was up to me, I would always choose to play the away leg first. Both teams are always a little more cautious, because the home team doesn’t want to concede a goal. You have to be careful and feel the opposition out, as you might not know them very well at all. Things are a lot clearer in the second game – you know the score and know what to do to qualify. That is always an advantage in front of your own fans.

What do you expect from Brazil 2014?
It will be a spectacular tournament. A World Cup is always a spectacle anyway. It’s a football-mad country. It’ll be non-stop football, 24 hours a day. It’s far away from Europe, we are bound to have to adjust a little. But I’m looking forward to it. I have experienced it all as a player and would be happy if we manage to qualify. For my players’ sake, I hope we do, as many of them haven’t experienced a World Cup yet and it would be a special achievement in their careers.

 

FIFA.com

Paulo Bento: “Conscientes e confiantes”

Paulo Bento: "Conscientes e confiantes"

Paulo Bento encarou com serenidade o sorteio da repescagem europeia para a Copa do Mundo da FIFA O selecionador português reconhece a importância de Zlatan Ibrahimovic na seleção sueca, mas sabe que a equipa das Quinas tem valor para ultrapassar a eliminatória e estar no Brasil em 2014.

Fernando Santos foi o outro treinador português presente no sorteio desta segunda-feira em Zurique, com o selecionador da Grécia a descobrir que a equipa helénica vai ter de medir forças com aRomênia. O FIFA.com resume as reações dos selecionadores antes dos jogos dos dias 15 e 19 de novembro que vão definir as quatro últimas seleções europeias classificadas para a Copa.

Paulo Bento (Portugal)
“Vai ser uma eliminatória equilibrada, competitiva, com uma equipa que tem uma grande referência no seu jogo de ataque, como é Ibrahimovic. Mas a Suécia não vale só por esse jogador e é muito forte coletivamente. A Suécia tem estado em grandes eventos e nós vamos ter de competir da melhor maneira, para estarmos no Brasil 2014. Estamos cientes das dificuldades, mas confiantes que vamos estar no Mundial.”

“Vamos começar a preparar estes dois jogos. Temos algum conhecimento da equipa da Suécia, mas vamos aprofundá-lo. Depois, vamos definir qual a melhor estratégia, sabendo que temos o primeiro jogo em casa. Em função desse resultado, pensar no segundo encontro, já que poderemos ter de optar por estratégias diferentes. Vamos esgotar todas as nossas possibilidades.”

Erik Hamren (Suécia)
“É um desafio complicado, mas teria sido assim contra qualquer adversário, é claro. Portugal é, com certeza, um time muito bom. Vimos isto na Euro. Eles quase se classificaram para a final e têm um nível altíssimo, mas como vimos nas eliminatórias, eles também fazer jogos ruins. Serão duas partidas empolgantes. CR7 e Zlatan? É um extra. São dois astros e são muito importantes para suas equipes. Será um confronto extra dentro do confronto.”

Fernando Santos (Grécia)
“A Romênia vai ditar um Play-off muito aberto, entre duas seleções com as mesmas capacidades. A Roménia está de volta ao bom futebol que já mostrou no passado e julgo que vai ser uma eliminatória muito difícil para os dois. Mas acredito que a Grécia pode seguir em frente. Preferia jogar fora primeiro, mas isso nem é muito significativo. Que os nossos adeptos nos apoiem.”

Victor Piturca (Romênia)
“O adversário é extremamente difícil, e a Romênia será o azarão, isto é muito claro. A Grécia é um time muito experiente, com jogadores que conquistaram vitórias e só perderam uma vez em seu grupo, conquistaram 25 pontos e estão em 15º no ranking mundial. É um time formidável na minha opinião.”

Lars Lagerback (Islândia)
“Qualquer adversário seria difícil para nós, mas não me importo de defrontar a Croácia. Já os defrontei algumas vezes ao serviço da Suécia. Não somos os favoritos, mas já surpreendemos alguns rivais e espero que o possamos fazer outra vez. Confio no carácter dos meus jogadores. Tudo vai depender do primeiro jogo e espero não sofrer gols em casa.”

 
Niko Kovac (Croácia)

“Estou feliz com o resultado do sorteio, mas sabemos que será uma partida cheia de desafios, porque a Islândia também ficou em segundo lugar no seu grupo. Por isso, a nossa expectativa é por uma disputa muito acirrada. Mas felizmente vamos jogar a partida de volta em Zagreb. Já estamos viajando para ver os jogadores e observar o seu estado mental e físico. Obviamente, agora precisamos analisar o adversário e o seu estilo de jogo para aprontar a equipe.”


Didier Deschamps (França)

“Terá sido um bom sorteio se nos classificarmos! Mas é claro que, como não éramos cabeças de chave, tínhamos o risco de enfrentar Portugal ou Croácia, duas equipes com história e experiência. Mas também não será fácil encarar a Ucrânia. Os ucranianos estão invictos há sete jogos, não costumam sofrer muitos gols, e nós teremos que fazer uma longa viagem. Mas disputar o jogo de volta em casa é uma vantagem. O fato de termos derrotado a Ucrânia na Eurocopa não terá muita importância. Toda partida tem que ser analisada dentro de um contexto. Aquele jogo foi na fase de grupos e agora estamos falando de um duelo de mata-mata. Todo o nosso futuro será decidido num intervalo de quatro dias. Precisamos ter confiança, mas também mostrar respeito pela Ucrânia, que certamente vai dar tudo de si.”
FIFA.com

Confira os confrontos da repescagem das eliminatórias da Europa para a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014

Suécia no caminho de Portugal

© AFP
Portugal – Suécia

Ucrânia – França

Grécia – Romênia

Islândia – Croácia

O sorteio da repescagem europeia para a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, realizado na sede da FIFA nesta segunda-feira, definiu o destino dos oito melhores segundos colocados da fase de grupos das eliminatórias.

As seleções ainda vivas na disputa pelas últimas quatro das 13 vagas do continente para o Mundial foram distribuídas nos seguintes confrontos:

Os oito países foram divididos em dois potes de acordo com a posição de cada um no Ranking Mundial da FIFA/Coca-Cola divulgado no dia 17 de outubro de 2013. Portugal (14º colocado), Grécia (15ª),Croácia (18ª) e Ucrânia (20ª) entraram no Pote 1, reservado aos cabeças de chave, enquanto França(21ª), Suécia (25ª), Romênia (29ª) e Islândia (46ª) ficaram no Pote 2.

O sorteio foi conduzido por Gordon Savic, diretor da FIFA para as eliminatórias da Copa do Mundo, com a assistência de Alexander Frei, ex-jogador e maior artilheiro da história da Suíça, que participou dos últimos dois Mundiais e marcou 42 gols em 84 jogos com o uniforme nacional.

Todos os treinadores das oito seleções estiveram presentes na cerimônia: Niko Kovac (Croácia), Didier Deschamps (França), Fernando Santos (Grécia), Lars Lagerbäck (Islândia), Paulo Bento (Portugal), Victor Piturca (Romênia), Erik Hamren (Suécia) e Mikhail Fomenko (Ucrânia).

Os confrontos de ida e volta da repescagem serão disputados nos dias 15 e 19 de novembro respectivamente.

A seleção que marcar o maior número de gols nas duas partidas estará classificada. Em caso de empate, vence a equipe que tiver anotado o maior número de gols fora de casa. Se ainda assim não for possível determinar um vencedor, o segundo jogo terá uma prorrogação com dois tempos de 15 minutos cada, valendo a regra do gol qualificado para os visitantes. Caso nenhum gol seja marcado durante a prorrogação, a decisão será feita por cobranças alternadas de pênalti, de acordo com as Regras do Jogo.

FIFA.com