James Akel comenta cumprimentos de Kim Jong-un a Nícolas Maduro

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ASSASSINO DA COREIA DO NORTE CUMPRIMENTA ASSASSINO DA VENEZUELA

O assassino que comanda a Coréia do Norte mandou cumprimentos ao assassino da Venezuela por sua eleição de domingo e espera receber como presente petróleo da Venezuela agora pra ter mais independência da China.

 

James Akel no dia 03/08/2017

Nícolas Maduro manda demitir servidores públicos de oposição a ele.

O semi-ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, deu 48 horas de prazo para que funcionários públicos favoráveis ao referendo para tirá-lo peçam demissão. Quem nao o fizer, será demitido. Maduro mandou identificar servidores públicos entre os venezuelanos que aderiram ao abaixo-assinado pedindo a sua destituição.

Apesar de a legislação local proibir a demissão de servidores por motivos políticos, Maduro determinou a saída de empregados dos ministérios de Alimentação, Indústrias Básicas, Finanças, Trabalho e do Gabinete da Presidência que assinaram a petição pelo referendo.

Dirigente do Partido Socialista Unido de Venezuela (Psuv) e prefeito de Caracas, Jorge Rodríguez, afirmou que serão divulgadas listas com os nomes das pessoas que defenderam publicamente o referendo.

Eleito em 2013, Nicolás Maduro é acusado pela oposição de má administração. Atualmente, o país passa por uma séria crise política e econômica. A Venezuela sofre com uma inflação galopante (a maior da América Latina), acompanhada de uma crise produtiva, problemas de distribuição de produtos de primeira necessidade, mercado afetado por medidas de restrição e regulamentação. O país também atravessa enfrenta séria crise de abastecimento de energia.

 

Site Diário do Poder

Venezuela expropria armazéns de alimentos de empresas privadas

Tropas bolivarianas invadiram depósitos da empresa local de alimentos chamada Polar e das multinacionais Cargill, Nestlé e Pepsi. Até chavistas protestaram contra a invasão

31/07/2015 às 08:27 – Atualizado em 31/07/2015 às 11:53

Soldado da Guarda Nacional Bolivariana em um dos armazéns expropriados
Soldado da Guarda Nacional Bolivariana em um dos armazéns expropriados
(Carlos Garcia Rawlins/VEJA)

Tropas venezuelanas ocuparam nesta quinta-feira um complexo de armazéns em Caracas utilizado pela gigante local de alimentos chamada Empresas Polar e pelas multinacionais Cargill, Nestlé e Pepsi. O movimento de ocupação acontece depois de meses de acusações do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, de que a Polar, maior empregadora privada do país, está trabalhando para sabotar a economia.

A decisão de Maduro, que despertou a rejeição dos grupos de oposição e de trabalhadores, incluindo muitos chavistas, ocorre em plena campanha para as eleições parlamentares, marcadas para 6 de dezembro. As pesquisas mostram que o chavismo pode, pela primeira vez em muitos anos, perder o controle da Assembleia Nacional. Uma devastadora crise econômica, com uma aguda escassez de bens essenciais e inflação de 100% nos últimos doze meses, contribui para o esfarelamento da popularidade de Maduro.

Cerca de 50 funcionários protestaram dentro do complexo, localizado num bairro pobre no oeste de Caracas. “Se nós não trabalhamos, nós não comemos”, disse Carlos Muñoz, motorista de caminhão, de 43 anos, um funcionário terceirizado da Polar. Ele transporta comida e bebida do armazém para lojas e distribuidoras. “Não há comida na Venezuela e agora eles fazem isso! Como as pessoas vão comer?”, completou.

Funcionários disseram que dezenas de soldados da Guarda Nacional e da polícia tomaram os armazéns e agora controlam a entrada e saída de pessoas e bens. Pichações contra a ocupação nas paredes próximas do complexo diziam “Não à expropriação” e “A Venezuela passa fome”.

Não é a primeira vez que o governo expropria armazéns de distribuição de alimentos. O antecessor de Maduro, Hugo Chávez, expropriou vários depósitos da Polar argumentando que o espaço deveria ser usado para construir casas para os pobres.

(Da redação)

VEJA.COM

James Akel comenta vexame que a urna eletrônica fez Nícolas Maduro passar na Venezuela

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Venezuelanos protestam contra a armadilha

Parece que todos que navegam pela web e se interessam por política já viram o vídeo em que Maduro, ao vivo na Venezuela, demonstra que a urna eletrônica é inviolável.

E o que aconteceu na frente de todo mundo é que a urna se mostrou totalmente fraudável.

Ao vivo, quando Maduro mostrava que a urna não poderia ser digitada por alguém que não fosse o eleitor certo, a urna se abriu a voto.

No Brasil foram inúmeros casos de urnas que foram fraudadas e ninguém fez nada.

Eu explico aqui.

Muitos eleitores foram votar e ao chegarem ao local da votação foram avisados que não poderiam votar porque seus nomes constavam como se já tivessem votado.

Isto é fraude em qualquer lugar do mundo, menos no Brasil onde a oposição é de faz de conta e o presidente do TSE fez apuração secreta.

 

 

Escrito por James Akel às 09h56no dia 06 de julho de 2015

James Akel comenta o fato de Nícolas Maduro ter mandando derrubar avião brasileiro com narcotricantes

 


Maduro, aquele nobre presidente da Venezuela, deu ordem pra sua turma abater a tiros um avião com dois traficantes brasileiros.

A carga de cocaína foi salva.

Maduro é um homem de negócios.

Não admite concorrente.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 08h23 no dia 29/05/2015

James Akel comenta calote bilionário de Nícolas Maduro e investimentos chineses no Brasil

Bandeira da República Popular da China

A China emprestou 60 bilhões de dólares para Venezuela e não sabe o que fazer pra receber. Maduro, o chantagista assassino, sempre dá uma justificativa socialista para não pagar.

Então agora a China resolveu investir no Brasil em ferrovias para exportação de matéria prima pelo Peru e também comprar mais participações de exploração de petróleo.

Ou seja, as obras que poderiam ser feitas com dinheiro brasileiro que foi desviado no governo vão ser feitas pela China que aos poucos toma o poder econômico aqui.


Escrito por jamesakel@uol.com.br às 09h50 no dia 13/05/2015
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James Akel comenta que Hugo Chávez e Nícolas Maduro mandaram 12 bilhões de dólares para um banco na Suílça

 

Chávez e Maduro criaram um banco com dinheiro do povo da Venezuela, colocaram um general na presidência e mandaram 12 bilhões pra Suiça com todo sigilo.

Bandidos seria o termo mais suave pra descrever estas pessoas.

Nobres cavaleiros do bolivarianismo que igual aos comunistas antigos roubavam do povo pra fazer fortuna.

 

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 09h00 no dia 23/03/2015