Nova temporada de As Canalhas terá elenco de estrelas

Débora Falabella e Viviane Pasmanter estão cofirmadas.

A terceira temporada de As Canalhas, uma das séries de maior sucesso do GNT, terá um elenco de estrelas. Débora Falabella e Viviane Pasmanter (foto) são os destaques. Giselle Itié, Helena Ranaldi, Roberta Rodrigues, Thayla Ayala, Paloma Bernardi, Mônica Torres, Letícia Lima (Porta dos Fundos) e Júlia Rabello também foram confirmadas no site oficial do canal. Danielle Winits, Lavínia Vlasak, Marília Gabriela e até Joana Fomm já estrelaram episódios das temporadas anteriores.

Os roteiros  inéditos prometem protagonistas ainda mais canalhas. Baseada no livro de Martha Mendonça e produzida pela Migdal Filmes, a série volta ao ar dia 3 de março. Vicente Amorim, que também assina a direção geral, Anne Guimarães e Gigi Soares se revezam na direção dos episódios.

O PLANETA TV

Giselle Itié e Thaila Ayala estarão na próxima edição de “As Canalhas”

Giselle Itié estará em "As Canalhas"

Giselle Itié, Thaila Ayala, Fabiana Karla, Letícia Lima, Mônica Torres, Paloma Bernardi, Débora Falabella, Viviane Pasmanter, Oscar Magrini e Roberta Rodrigues gravaram participação em “As Canalhas”, do GNT.

A série terá os seus trabalhos interrompidos na segunda-feira (22), para retomar em 3 de janeiro.  Exibição em março.
Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Repetitiva, Geração Brasil parece novela de um personagem só

Por RAPHAEL SCIRE, em 08/07/2014 · Atualizado às 06h03

Picotada durante a primeira fase da Copa, a novela Geração Brasil (Globo) aproveitou a oportunidade para lançar um aplicativo de vídeos disponível para download no site oficial da trama. A tentativa era a de promover a história também em outras telas, já que a novela caminha para a interatividade. Foi um tempo também de limpeza, uma vez que os autores suavizaram as referências tecnológicas e o inglês usado nas falas de alguns personagens.

Mas é importante notar que, apesar dos avanços transmídias, a história que está sendo contadana tela principal gira em círculos. Completamente centrada no protagonista, Jonas Marra (Murilo Benício), Geração Brasil não segue adiante.

A novela começou com a vinda da família Marra para o Brasil. Jonas logo promoveu um concurso para encontrar seu novo sucessor e agora enfrenta o drama de uma doença incurável. Com isso, as histórias românticas foram deixadas em segundo plano, apesar de os autores já terem esboçado o romance entre ele e a jornalista Verônica (Taís Araújo), destaque de todo o folhetim até então. O casal protagonista Manu (Chandelly Bras) e Davi (Humberto Carrão), passado o tal concurso, não encontra impeditivo e precisa deslanchar.

Outra prova dessa concentração de história no protagonista é que até mesmo o mais cômico dos personagens tenta emular o magnata da tecnologia. Barata (Leandro Hassum) é apaixonado por Verônica e chegou a promover um concurso para encontrar um gerente para sua loja de varejo, tal como Jonas. O figurino, aos poucos, também está sendo copiado. O personagem rouba a cena quando entra no ar e parte desse sucesso se deve ao carisma de seu intérprete.

Apesar de ter resgatado o humor para o horário, Geração Brasil não anda lá muito engraçada. Tem em cena um inspirado Lázaro Ramos (Brian Benson), em dobradinha com Luís Miranda (Dorothy), mas ainda assim é pouco.

Nota-se também a ausência de grandes vilões, mesmo que o horário peça malvados com um pé no riso. Glaucia Beatriz (Renata Sorrah) ainda não disse a que veio. Em compensação, há um excesso de minimonólogos – quase todos os personagens já tiveram a chance de falar sozinhos. Cansa.

O elenco está bem, ainda mais com a saída dos dois piores personagens da história: Alex (Fiuk) e Maria Vergara (Debora Nascimento), mortos em um acidente de carro, cujas circunstâncias ainda não foram explicadas e podem render desdobramentos interessantes, o que esperamos que aconteça logo. Mas bons atores encontram papéis aquém de seus talentos. É o caso de Aracy Balabanian (Iracema), Marcelo Airoldi (Elias) e até mesmo Claudia Abreu (Pamela).

Apesar de uma direção adequada, atores que defendem bem seus personagens e um texto bom, Geração Brasil precisa de um chacoalhão. E para isso não basta só diminuir as referências tecnológicas da trama, é preciso contar uma história mais empolgante.