James Akel ironiza comentário de Henrique Meirelles sobre aumento de impostos

ATITUDE SEM PROPÓSITO DO MINISTRO DA FAZENDA

O antigo empregado da JBS que agora é ministro da Fazenda Henrique Meirelles diz que pode aumentar os impostos se precisar fazer.
A gente pode dar outras ideias pra ele.
Por exemplo ele pode ir à merda também.
Pode contar o que ele fazia quando era empregado de Joesley Batista.
Pode contar quanto Joesley pagava pra ele por mes e quanto a JBS recebeu do BNDES enquanto ele era empregado dele.
Mas pra começar vamos apenas mandar ele a merda.

 

James Akel no dia 04/07/2017

Governo precisa enfrentar questões estruturais, e não adotar medidas rápidas, diz Meirelles

Notícia Publicada em 25/07/2016 12:19

Ministro da Fazenda defendeu, por exemplo, que as receitas sejam desvinculadas das despesas

Em evento no Rio de Janeiro, ele disse ser natural que haja "ansiedade" por medidas rápidas (Reuters/Ueslei Marcelino)
Em evento no Rio de Janeiro, ele disse ser natural que haja “ansiedade” por medidas rápidas
(Reuters/Ueslei Marcelino)

RIO DE JANEIRO – O governo precisa enfrentar questões estruturais para resolver os problemas do Brasil, afirmou o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, nesta segunda-feira (25).

Em evento no Rio de Janeiro, ele disse ser natural que haja “ansiedade” por medidas rápidas, mas que apenas lidando com as causas estruturais os problemas do país serão resolvidos. Para tanto, ele defendeu, por exemplo, que as receitas sejam desvinculadas das despesas.

(Reportagem de Rodrigo Viega Gaier)

O Financista

Única maneira de evitar aumento de impostos é aprovar teto para despesas, diz Meirelles à Folha

Notícia Publicada em 25/07/2016 07:45

Ministro defendeu controle do avanço da dívida e prometeu cumprir o déficit de R$ 170 bi

Para Meirelles, com o fim da incerteza sobre o impeachment de Dilma Rousseff, a recuperação da economia virá de forma mais rápida (Reuters/Ueslei Marcelino)
Para Meirelles, com o fim da incerteza sobre o impeachment de Dilma Rousseff, a recuperação da economia virá de forma mais rápida (Reuters/Ueslei Marcelino)

SÃO PAULO – O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que a única maneira de evitar um aumento dos impostos é o Congresso aprovar o teto para os gastos públicos.

Em entrevista à Folha de S.Paulo, Meirelles afirmou que sem o limite a elevação dos tributos será a única saída para financiar o contínuo aumento das despesas. “O Brasil terá feito uma opção que acho errada, grave, de não controlar a evolução de sua dívida pública, e pagará um preço por isto nos próximos anos.”

O ministro declarou que irá cumprir a meta de fiscal deste ano de rombo de R$ 170,5 bilhões e que é contrário a um novo programa de refinanciamento de dívidas das empresas. Segundo ele, com o fim da incerteza sobre o impeachment de Dilma Rousseff, a recuperação da economia virá de forma mais rápida.

O Financista

Michel Temer enfrenta dificuldades para encontrar Ministro da Fazenda

Temer está em busca de equipe econômica consistente para restabelecer credibilidade do governo em relação ao mercado (Evaristo Sa/AFP)
Temer está em busca de equipe econômica consistente para restabelecer credibilidade do governo em relação ao mercado (Evaristo Sa/AFP)

SÃO PAULO – No primeiro dia após a aprovação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) na Câmara dos Deputados, o vice-presidente Michel Temer (PMDB) viajou a São Paulo para conversar com interlocutores do mercado financeiro para ouvir sugestões para compor sua equipe econômica.

O peemedebista teria decidido recorrer ao mercado após ter queimado suas primeiras opções na última semana. De acordo com fonte próxima ao assunto, “Temer já recebeu três respostas negativas de pessoas que ela gostaria de ter no comando Ministério da Fazenda”.

Os ex-presidentes do Banco Central Henrique Meirelles e Armínio Fraga e o governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, teriam preferido ficar de fora da equipe econômica de Temer neste primeiro momento.

Segundo fonte ouvida por O Financista, Meirelles e Armínio estariam aguardando para assumir um cargo relevante mais adiante. “Eles estão de olho em 2018, porque a economia estará um pouco melhor”, explicou.

Procurados por O Financista, a assessoria de Meirelles afirmou que o ex-presidente do BC não comenta boatos, enquanto Armínio reforçou a negativa aos rumores da semana passada.

No mesmo sentido, assessores do governador do Espírito Santo afirmaram que, ainda que considere o projeto tentador, Hartung está comprometido em cumprir seu mandato à frente do governo do estado.

“Tudo indica que Hartung permanecerá no governo até 2018, quando concorrerá ao Senado e poderá ser nomeado a algum ministério. Ele não quer antecipar as coisas”, afirmou uma fonte familiarizada com o assunto.

Ainda na equipe econômica, os principais cotados para o comando do BC (Banco Central) também devem declinar caso sejam convidados.

A O Financista, o ex-diretor da autoridade monetária e economista-chefe do Itaú Unibanco, Ilan Goldfajn, disse, por meio de sua assessoria, que prefere não comentar boatos, enquanto o ex-secretário de política econômica do ministério da Fazenda Amaury Bier afirmou que não há fundamento em especulações sobre sua participação em um eventual governo Temer. Além de não ter sido procurado, Bier foi contundente ao dizer que não pretende voltar ao setor público.

Já o ex-diretor do BC e sócio do banco Brasil Plural Mário Mesquita afirmou por meio de assessoria de imprensa que não comentaria o assunto.

As dificuldades apresentadas pelos dois últimos ministros da Fazenda, Joaquim Levy e Nelson Barbosa – que ocupa a pasta atualmente – para aprovar medidas que estabeleçam o reequilíbrio das contas públicas e coloquem o país de volta aos trilhos do crescimento atribuíram aos cargos da equipe econômica, principalmente da Fazenda, um caráter de “indesejado”.

De acordo com fonte próxima ao residente do Palácio do Jaburu, entre os nomes que estão mais próximos de bater o martelo figuram José Serra, que deve ser ministro da Saúde, e Luiz Fernando Figueiredo, que pode ser nomeado como secretário do Tesouro.

 

O FINANCISTA

Barbosa diz que ações do governo para estabilizar a economia dependem do Congresso

Notícia Publicada em 24/03/2016 20:20

Ministro diz que tudo o que governo precisa fazer nesse momento envolve autorização do Congresso

"Precisamos atuar com algumas medidas de crédito", acrescentou Nelson Barbosa (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
“Precisamos atuar com algumas medidas de crédito”, acrescentou Nelson Barbosa
(Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

SÃO PAULO – O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, disse nesta quinta-feira (24) que o governo federal depende do Congresso Nacional para adotar medidas que busquem a estabilização da economia e retomada do crescimento.

“Todas as coisas que o governo precisa fazer nesse momento envolvem autorização do Congresso para que possamos manter alguns programas e manter alguns investimentos em uma situação em que a receita está caindo”, disse Barbosa em entrevista exclusiva ao canal de televisão do governo federal NBR.

“Precisamos atuar com algumas medidas de crédito”, acrescentou, sem especificar quais seriam essas medidas.

Nesta semana, o governo anunciou que enviaria ao Legislativo proposta para flexibilizar a meta fiscal, para que possa fechar o ano com um déficit primário de até 96,65 bilhões de reais. Sem essa flexibilização da meta fiscal, o governo diz que não tem condições de manter alguns investimentos e programas.

“Se o Congresso Nacional nos der os instrumentos, nós vamos estabilizar a economia ainda nesse ano”, disse Barbosa, acrescentando que o desemprego pode parar de subir em meados do ano e a economia poderá crescer a partir do quarto trimestre.

(Reportagem de Natália Scalzaretto; Texto de Raquel Stenzel)

VA

 

O FINANCISTA

Governo propõe flexibilização de meta fiscal

Notícia Publicada em 21/03/2016 18:01

PIB menor que 1% por quatro trimestres justificará economia menor para o pagamento do juro da dívida pública

Nelson Barbosa anunciou medidas estruturais de reforma fiscal (Wilson Dias/Agência Brasil)
Nelson Barbosa anunciou medidas estruturais de reforma fiscal (Wilson Dias/Agência Brasil)

SÃO PAULO – O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, anunciou nesta segunda-feira (21) a proposta de flexibilização da meta fiscal anual conforme o desempenho da atividade econômica. A medida é uma das propostas de reforma estrutural da política fiscal de médio e longo prazo e deve ser encaminhada amanhã (22) ao Congresso.

Chamado de REC (Regime Especial de Contingenciamento), a medida deve ser acionada quando a economia tiver baixo crescimento. O critério adotado pelo governo para acionar o REC é de crescimento menor que 1% por quatro trimestres consecutivos.

Além disso, Barbosa também anunciou a proposta de impor um limite para despesas primárias do governo, também como uma proporção em relação ao PIB previsto para cada ano. “Assim, o governo poderá preservar despesas para não ter que cortar água e luz de escola e de hospital”, disse.

Barbosa explicou que se as despesas estiverem se aproximando do limite estabelecido, alguns mecanismos para redução de gastos serão acionados, como a redução de despesas em cargos comissionados e limitação para aumento real de salários de funcionários públicos, entre outros.

O salário mínimo continuará sendo reajustado com base na inflação. “Está garantida a manutenção do poder de compra, como diz a Constituição”, enfatizou o ministro.

 

O FINANCISTA

 

James Akel comenta que Dilma Rousseff convidou Garotinho para ser vice do Banco do Brasil sem avisar Joaquim Levy

Dilma mandou convidar Antony Garotinho, derrotado no Rio, pra ser vice no Banco do Brasil.

Esqueceram de perguntar ao futuro Ministro Joaquim Levy que vai comandar a Fazenda sabe-se lá por quanto tempo.

Em qualquer lugar do mundo o Ministro da Fazenda tem que aprovar o grupo que vai comandar o Banco Estatal.

Menos no Brasil do PT e de Dilma.

Aqui tanto faz quem vai ser presidente do que porque quem manda é a presidenta


Escrito por jamesakel@uol.com.br às 06h12 no dia 10/12/2014