Cruzeiro 3 x 3 Grêmio

O JOGO

JOGÃO!

Cruzeiro e Grêmio fizeram uma partida que talvez se torne inesquecível daqui há algum tempo. Em um jogo de muita ofensividade e cheio de reviravoltas, o Tricolor gaúcho não conseguiu a vitória que tanto buscava para assumir a liderança do Campeonato Brasileiro, nem a Raposa conseguiu o resultado que a colocaria no G-6. O 3 a 3, entretanto, encheu os olhos de quem acompanhou a partida, mas ficou com um gostinho melhor para o time mineiro, que chegou a estar perdendo por 2 a 0. Os gols do Grêmio saíram com Everton, Michel e Ramiro. O Tricolor continua na segunda colocação, agora com 19 pontos, um a menos que o líder Corinthians. Thiago Neves, Rafael Sobis e Robinho buscaram o empate para a Raposa, agora com 11 pontos, na oitava colocação.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

O Cruzeiro começou em cima na partida, tentando fazer valer o mando de campo, mas com pouca precisão. O Grêmio buscava os contra-ataques com Luan e Pedro Rocha. Alisson, aos quatro, foi quem chegou com mais perigo, acertando a trave de Marcelo Grohe. Aos 15, porém, o Grêmio mostrou o porquê de estar bem na tabela. Em cobrança de escanteio, Kannemann desviou, a bola bateu na trave, e Everton aproveitou o rebote para marcar o primeiro gol. O Cruzeiro sentiu pouco o gol sofrido e foi para cima. Thiago Neves e Rafael Sobis levaram perigo com chutes de fora. Aos 41, outro baque: após reclamação, Mano Menezes foi expulso do jogo. No lance seguinte, o segundo gremista. Luan cruzou na área, Everton recebeu e chutou cruzado para Michel completar para o gol. Não deu tempo do Tricolor comemorar. Aos 45, Kannemann afastou mal a bola, e Thiago Neves aproveitou para diminuir. Jogo ainda vivo e muita reclamação dos cruzeirenses na saída de campo.

DESTAQUE

SEGUNDO TEMPO

O segundo tempo voltou como o primeiro: agitado. O Cruzeiro agitou as arquibancadas logo aos dois minutos. Rafael Sobis recebeu na área passe de Thiago Neves e chutou cruzado, empatando a partida. O Cruzeiro foi para cima em busca de uma virada que entraria para a história. Mas descuidou na retaguarda e sofreu o terceiro. Pedro Rocha partiu com velocidade, invadiu a área e chutou. Fábio espalmou, e Ramiro empurrou para o gol. Mas o Cruzeiro não desistia. Foi para cima e, três minutos depois, empatou de novo o jogo. Robinho triangulou com Sobis e Thiago Neves e chutou, balançando as redes de Marcelo Grohe: 3 a 3. As duas equipes mantiveram a postura ofensiva na partida e procurando o gol. Fábio ainda fez uma boa defesa em cabeceio de Everton na grande área. O Tricolor gaúcho mostrou-se melhor até o fim da partida, em busca do quatro gol que lhe garantiria a liderança, mas foi impedido pela bravura cruzeirense no Mineirão. A Raposa deu último toque especial à partida, levantando o torcedor com uma bola no travessão de Elber, já nos acréscimos.

DESTAQUE

AGORA SIM, DUPLA!

Thiago Neves e Rafael Sobis foram duas das principais contratações recentes do Cruzeiro. Até pelo que os dois jogadores já fizeram no futebol, a torcida celeste deposita muita confiança neles. Tiveram momentos de altos e baixos, bons jogos, outros nem tanto, mas hoje foram, juntos, a dupla que os cruzeirenses querem ver. Thiago Neves guardou o dele e deu assistência para o gol de Sobis, que também foi muito bem no jogo. Com eles, certamente, a Raposa é mais forte.

DESTAQUE

VISITANTE INDIGESTO

O Grêmio de Renato Portaluppi tem se mostrado um visitante dificílimo de ser batido. Também por isso é vice-líder do Brasileirão, com 19 pontos, um a menos que o líder Corinthians. O Tricolor já disputou cinco jogos longe de Porto Alegre. Perdeu apenas um, para o Sport, em outro jogão: 4 a 3. Ganhou da Chapecoense, do Fluminense e do Atlético-PR e empatou com o Cruzeiro.

DESTAQUE

AGENDA

Na próxima quinta-feira, as duas equipes voltam a campo pela nona rodada do Brasileiro. O Cruzeiro enfrenta a Ponte Preta, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, às 19h30 (de Brasília). Já o Grêmio, após dois jogos fora, encara o Coritiba, às 21h, na Arena do Grêmio.

 

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Chapecoense 3 x 6 Grêmio – Serie A 2017

O JOGO

QUE NOITE EM CHAPECÓ

Por Cahê Mota
Direto de Chapecó

Bonito e eficiente. O Grêmio aclamado pelo próprio Renato Portaluppi como melhor time do Brasil na atualidade mostrou na Arena Condá que inteligência também faz parte de seu repertório. Bem postado defensivamente e certeiro nas investidas ao ataque, o Tricolor fez 6 a 3 na antes líder Chapecoense na noite desta quinta-feira, em partida válida pela quinta rodada do Brasileirão. Michel, duas vezes, e Everton, três, marcaram para os gaúchos, enquanto Luiz Antonio e Reinaldo descontaram.

DESTAQUE

COMO FICOU?

Com a vitória, o Grêmio chegou aos 12 pontos, na segunda colocação, atrás somente do Corinthians, que tem 13. Segunda-feira, às 20h (de Brasília), o compromisso é contra o Bahia, na Arena, em Porto Alegre. Já a Chape saiu até mesmo do G-4. Com 10 pontos, está em quinto, atrás do Fluminense nos gols marcados. Domingo, a equipe viaja até Campinas para encarar a Ponte Preta, no Moisés Lucarelli, às 16h.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

De um lado, todo ímpeto da Chape, líder surpreendente no início da rodada. Do outro, o Grêmio e o “melhor futebol do Brasil”, de acordo com Renato. E os 45 minutos iniciais foram de quem joga mais com a razão do que com a emoção. Os gaúchos seguraram a intensidade inicial dos donos da casa, colocaram a bola no chão e abriram o placar aos 20, com Michel. O volante tentou lançar para o ataque, mas acabou surpreendendo Jandrei, adiantado, e marcou um golaço.

 

A vantagem deu ainda mais tranquilidade a um Grêmio que precisou de somente mais cinco minutos para ampliar, novamente com Michel. Desta vez, por querer, ao escorar de cabeça cruzamento de Luan. A Chape sentiu o golpe, mas se mandou ao ataque e contou também com a sorte para diminuir. Luiz Antonio cobrou falta, ninguém desviou, e Grohe vacilou, caindo dentro do gol ao fazer a defesa: 2 a 1.

DESTAQUE

CHUVA DE GOLS NO SEGUNDO TEMPO

 

Embalada pelo bom fim da primeira etapa, a Chape se jogou ao ataque. O empate parecia questão de tempo. Kanneman quase fez contra, Wellington Paulista desperdiçou boa chance, mas o Grêmio também sabe sofrer. Segurou novamente o ímpeto inicial e precisou de somente dois ataques para definir o jogo. Everton precisou de apenas dois minutos após substituir Barrios para ser o herói.

 

A defesa da Chape cochilou aos 14, Pedro Rocha encontrou espaço e serviu Everton, que tocou por cima de Jandrei. Mal foi dada a saída de bola e a cena se repetiu, agora com assistência de Luan: 4 x 1 Grêmio. De pênalti, Reinaldo descontou aos 27. Mas o Tricolor seguiu melhor, tanto que Everton fez mais um aos 35. E os gols não pararam por ai. Com 44 minutos, Arthur, de cabeça, fez outro para a Chape. Um minuto depois, Luan entrou na na área e tocou na saída do goleiro para fazer o sexto, e o conto de fadas do Verdão na liderança chegava ao fim. Festa gaúcha em Chapecó.

DESTAQUE

O CARA DO JOGO!

Luan colocou a partida no bolso na Arena Condá. O atacante foi o cérebro de um Grêmio que usou toda inteligência para encontrar os espaços nas costas da zaga da Chape. Foram quatro assistências e um gol. Atuação de gala! De quebra, mitou no Cartola.

DESTAQUE

SINCERO!

Michel foi o responsável por mudar os rumos da partida. Aos 20, ajeitou o corpo e bateu cheio de estilo na bola para superar Jandrei do meio-campo. Golaço! Mas…sem querer. E o próprio volante admitiu:

– Sabia que jogava adiantado. Mas não chutei, vou ser sincero, fui fazer um lançamento. Mas fui feliz de ele estar adiantado e a bola ir para o gol. Foi sem querer.

 

O volante marcou ainda um gol de cabeça, dessa vez por querer. Recompensa merecida!

DESTAQUE

PENEIRA

Determinante para a surpreendente liderança da Chape, o setor defensivo decepcionou muito na noite de quinta-feira. Mal postada, deu os espaços que o Grêmio, em especial Luan, precisava para criar e deixou Jandrei em maus lençóis. Se o goleiro vacilou no primeiro gol, foi exposto e não teve o que fazer nos cinco seguintes. Noite para ser esquecida.

 

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A inacreditável eliminação do Ceará para o Botafogo na Arena Castelão

Ceará ganhava por 3x2 até os 48min do 2º tempo (Foto: Bruno Gomes/Diário do Nordeste)

Ceará ganhava por 3×2 até os 48min do 2º tempo (Foto: Bruno Gomes/Diário do Nordeste)

 

Em qualquer jogo, quando o cronômetro marca 40 minutos do 2º tempo, é comum e rotineiro, o treinador, ou auxiliar, ou alguém do banco do time, que está vencendo, começar a grita: acabou! É só segurar!

Tomar dois gols depois dos 40 minutos da etapa final é algo que surpreende, independentemente de quanto está o placar. Levar dois gols, após o tempo regulamentar é ainda mais surpreendente. Você imagina tomar dois gols em dois minutos depois dos 45 minutos do 2º Tempo?

Para deixar bem claro, o árbitro mineiro, Emerson Almeida Ferreira, influenciou no resultado final da partida Ceará 3×4 Botafogo. Um pênalti não marcado para os dois times, um gol mal anulado e não acabar a partida após os 49min do 2º tempo (com quatro minutos de acréscimos) foram cruciais para a eliminação do time cearense.

Creio que a arbitragem foi danosa ao jogo e prejudicou, principalmente, o final do espetáculo.

Agora, como bem disse o querido e competente repórter Danilo Queiroz, da Tribuna Band News FM, na entrevista coletiva, pós-jogo, com o presidente do Ceará, Robinson de Castro: O árbitro não colocou a bola para dentro do gol. Foram os jogadores do Botafogo, que souberam aproveitar os vacilos do time do Ceará.

Minutos antes do 3º gol do Botafogo, o volante Michel estava machucado, mancando com dores no joelho. Fazia apenas número e não conseguia marcar ninguém. O meia Eduardo também estava sentindo dores e corria com dificuldades.

O 3º gol do Botafogo saiu aos 48min22seg. Sérgio Soares foi até o quarto árbitro e afirmou: “Já acabou o jogo. Foram quatro minutos de acréscimos”. Todos os jogadores do banco do Ceará se levantaram e foram para a borda do campo gritar e acenar pelo fim da partida.

Antes de bater o centro, o volante Michel dá um chute na bola para longe, como querendo ganhar tempo e leva cartão amarelo.

Após recomeçar e por pouco Magno Alves não marcar o quarto gol, o cronômetro chegara aos 50min. O goleiro do Botafogo foi bater o tiro de meta, momento tradicional em que os árbitros terminam a partida, todos esperavam o apito final. Não ocorreu.

O lateral-esquerdo Vicente, que disputa bola com o atleta do Botafogo, que cruzou para o zagueiro André Bahia marcar o gol da classificação carioca, poderia ter feito falta ali e com isso cobrar o fim do jogo.

Se o árbitro errou, algo que acredito que todos devem concordar, o time do Ceará também errou. É inacreditável e injustificável levar dois gols em dois minutos nos acréscimos da partida.

O argumento de todos no Ceará é de que o jogo já tinha acabado e, por isso, eles esperaram o encerramento por parte do árbitro.

Dentro de campo: Souza, Michel, Anderson, Vicente, João Marcos e Magno Alves são jogadores tarimbados, experientes e que já devem ter passado pelas mais diversas situações em que um árbitro deu um, dois ou três minutos a mais do tempo indicado aos acréscimos.

Com o terceiro gol do Botafogo, era necessário que um desses experientes do time alvinegro caíssem no chão (Michel estava machucado e Eduardo estava mancando), segurassem a bola, derrubassem um adversário ou fizessem uma falta.

Se o imponderável e a arbitragem entraram em campo e prejudicaram o time cearense, pode-se dizer também que dentro de campo a ausência de uma simples catimba e um pouco mais de atenção e competência do setor defensivo ajudaram a provocar a derrocada cearense.

 

Diário do Nordeste

Boa Esporte x Avaí

 2 x 0 

7ª RODADA
NO CONTRA-ATAQUE, BOA ESPORTE DOMINA O AVAÍ E GARANTE VITÓRIA: 2 A 0
Com resultado, time de Varginha deixa a zona de rebaixamento e pula para a 10ª posição; com um jogo a menos, catarinenses caem para 13º na tabela .
Uma partida vencida estrategicamente. É o que define a vitória do Boa Esporte sobre o Avaí em partida válida pela 7ª rodada da Série B do Brasileiro. Com maior volume de jogo e várias chances no primeiro tempo, parecia que os catarinenses estavam jogando na Ressacada. No entanto, uma falha no setor defensivo no início da segunda etapa mudou totalmente o rumo da partida. O oportunismo do estreante Diego, que abriu o placar para o Boa após Antônio Carlos e Pablo perderem a bola na zaga, obrigou ainda mais os jogadores do Avaí subirem ao ataque. Na frente no placar, os mineiros apenas se fecharam e aproveitavam os contra-ataques. Foi assim até os 42 minutos, quando Michel Douglas, que entrou no lugar do próprio Diego, conseguiu ampliar para os donos da casa e fazer 2 a 0.

Com o resultado, o Boa Esporte deixou a zona de rebaixamento e deu um salto para a 10ª posição, com 8 pontos. Já o Avaí caiu duas colocações e agora é o 13º(lembrando que a tabela pode sofrer alterações ao fim da rodada).

Pela 8ª rodada, na próxima terça-feira, o Boa Esporte recebe o Santa Cruz às 19h30 no Estádio Municipal de Varginha. No mesmo dia, às 21h50, o Avaí vai a Recife onde enfrenta o Náutico nos Aflitos.

Domínio do Avaí

Com sete alterações no Boa Esporte em relação à equipe que enfrentou o Luverdense, parecia que os catarinenses estavam jogando em casa. Com maior volume de jogo, o Avaí dominou praticamente toda a primeira etapa. Cleber Santana e Eduardo Costa arriscaram alguns chutes de longe, mas a pontaria não estava muito boa. Já Antônio Carlos conseguiu fazer o goleiro Leandro ter um pouco de trabalho após chutar rasteiro no canto direito. Quem se aproximou mais do gol no primeiro tempo foi Paulo Sérgio, que, aos 20 minutos, recebeu na área, girou bonito e carimbou a trave esquerda de Leandro. Do lado do Boa Esporte, os melhores lances foram de Piauí e Betinho, que arriscaram de longe, mas também não tiveram sucesso.

Sem

 criatividade no meio, a bola pouco chegou aos atacantes mineiros.

Boa Esporte x Avaí (Foto: Pakito Varginha/FuturaPress)
Boa Esporte conseguiu vencer o Avaí na base do contra-ataque em Varginha (Foto: Pakito Varginha/FuturaPress)

Oportunismo dá vitória aos donos da casa

O Boa Esporte só se impôs no segundo tempo. Logo aos seis minutos, Pedrinho mandou a bomba de fora da área e carimbou o travessão de Vagner. Um minuto depois, Antônio Carlos e Pablo trombaram com Fábio Júnior e a bola sobrou limpa para o estreante Diego, sozinho, invadir a área e tirar do goleiro Vagner com um chute rasteiro, no cantinho. Após abrir o placar, o atacante sentiu dores por causa de uma dividida com Antônio Carlos e foi substituído por Michel Douglas.

Mesmo precisando correr atrás do prejuízo, o Avaí não conseguia chegar ao gol adversário com a mesma facilidade do primeiro tempo. Na melhor chance, aos 18 minutos, Tinga colocou Cleber Santana na cara do gol, mas o meia avaiano isolou. Os mineiros se fecharam e aproveitaram os contra-ataques. Até que, aos 42 minutos, Michel Douglas venceu os zagueiros do Avaí na força e bateu firme com a canhota para estufar as redes e garantir a vitória do Boa Esporte em casa. Resultado que tirou o time de Varginha da zona de rebaixamento e que aumentou ainda mais a desconfiança dos torcedores avaianos.

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Tom Barros comenta que Michel poderá poderá ser titular contra o Sport na próxima quarta-feira

Michel Miguel da Silva

 

Michel é o nome. Com a punição de João Marcos, Michel deve ocupar o setor no jogo de volta contra o Sport. Michel jogou bem contra o Fortaleza. Só foi substituído porque o Ceará precisou de modelo ofensivo para virar o placar.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 04.04.2014

Tom Barros transcreve em sua coluna frase do Volante Michel sobre a prioridade do Ceará no primeiro semestre de 2014

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“Tem um tetracampeonato em vista. A gente tem que focar nesse jogo diante do Guarany para começar com o pé direito”.

Michel
Volante do Ceará

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 19/02/2014