Maytê Piragibe terá personagem na novela Apocalipse

Blad Meneghel e Edu Moraes/Record TV

Sem ressentimentos

Demonstrando que não sobrou bronca nenhuma de todo aquele episódio do “Dancing Brasil”, Maytê Piragibe também vai fazer “Apocalipse”, a próxima novela bíblica da Record.

E irá fazer na condição de “convidada especial”.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Após críticas a Xuxa, Maytê Piragibe corre risco de geladeira na Record

Que ninguém se surpreenda se Maytê Piragibe, vencedora da primeira temporada do “Dancing Brasil”, vier a desaparecer por uns tempos, depois das críticas feitas a Xuxa Meneghel na imprensa. Na Record, especialmente entre a sua alta direção, há o entendimento que ela extrapolou nas declarações. Passou muito do ponto.

A confusão teve início quando a apresentadora afirmou no “Programa do Porchat” que Maytê e Paulo Victor, seu parceiro nas coreografias, estavam “se pegando” .

Maytê, constrangida, disse que Xuxa havia contado “uma mentira”. E não parou por aí: “Não vou permitir que Xuxa nem ninguém minta sobre minha vida pessoal”.

Por sua vez, a direção da emissora entende que houve exagero da Maytê sobre o caso, que isso poderia ter sido resolvido internamente, em vez de levar para a imprensa. Um clima dos mais desagradáveis.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

TV Record já iniciou a montagem do elenco da novela Apocalipse

 

Montagem de elenco  Record começa a trabalhar na montagem do elenco de “Apocalipse”, substituta de “O Rico e Lázaro”. Paloma Bernardi, Guilherme Winter, Sérgio Marone, Priscila Uba, Laize Câmara, Sidney Sampaio, Maytê Piragibe e Marcelo Arnal são os primeiros nomes pensados para o elenco.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

3 nomes são confirmados na novela Apocalipse

Maytê Piragibe, após o “Dancing Brasil”, fará a novela “Apocalipse”, na Record…

…Paloma Bernardi e Guilherme Winter estarão na mesma produção, escrita por Vivian de Oliveira..

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Daniel Erthal e Maytê Piragibe vão participar da novela bíblica Josué e a Terra Prometida

 

Daniel Erthal acertou com a Record para fazer “Josué e A Terra Prometida”…
E Maytê Piragibe também deverá integrar o elenco dessa produção bíblica …
Mas o que se estranha na Record é a ausência de Ângelo Paes Leme de suas longas produções…
Depois de “José do Egito”(2013), como protagonista, ele chegou a fazer um episódio de “Milagres de Jesus”(2015). E parou aí.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Vitória foi mais uma vítima da má gestão da Record

Isabel Vilela_Juliana Silveira

Na próxima sexta-feira, 20/03, chega ao fim Vitória, mais uma novela vítima da péssima estratégia de programação da Record. A emissora, que sonhava ser líder (e que hoje conta os minutos que fica na vice-liderança), errou ao colocar Vitória para disputar com o carro-chefe da Globo, a novela das nove. Tudo bem, não é um folhetim redondo, digamos perfeito, mas que poderia ter sido tratado de outra forma.

Vitória foi lançada no período da Copa do Mundo e esquecida pela emissora após a estreia. É incrível o descaso da Record com os produtos de teledramaturgia.

Enfim, melhor falar da trama apresenta por Cristianne Fridman. É verdade que Vitória começou um pouco confusa; melodramática demais; com um casal de protagonistas nada convincente; e com a ausência de um antagonista. A autora apostou forte no núcleo de neonazista, que, no começo, funcionava como núcleo paralelo sem nenhuma relação com a história central. A grande maioria estranhou a narrativa, e a autora fez ajustes pontuais, definiu o antagonista Iago (Gabriel Gracindo); aproximou os casais Diana (Thaís Melchior) e Artur (Bruno Ferrari), e apostou no drama, abordagem que ela sabe fazer de forma brilhante.

Vitória se tornou um novelão, com drama, ação, romance, suspense, comédia. Uma pena que o horário de exibição e os erros apresentados inicialmente foram cruciais para o desempenho final.

Quanto aos números de audiência, Vitória termina com 6 pontos de média. Por conta do horário de exibição não esperava pelos dois dígitos, mas torci pelo sucesso. Infelizmente não pude acompanhá-la na íntegra, mas assisti boa parte. Gostaria de parabenizar o elenco: unido e esforçado. A direção – sob a responsabilidade de Edgard Miranda – também me surpreendeu. Do elenco destaco as maravilhosas Lucinha Lins e Beth Goulart, que protagonizaram cenas incríveis. Juliana Silveira fez um trabalho formidável. Gabriel Gracindo, Maytê Piragibe, Raymundo de Souza, Marcos Pitombo, Bruno Ferrari também merecem elogios.

No contexto geral, Vitória foi uma novela mediana. Não considero o melhor trabalho de Cristianne Fridman, mais ainda a considero um dos nomes mais promissores da dramaturgia brasileira. Os últimos dois meses de Vitória tem sido surpreendentes. Um capítulo melhor que o outro. É incrível o talento dessa autora.

Acompanharei a última semana na expectativa pelo final de Zuzu (Lucinha Lins), que sofre de Mal de Alzheimer.

Por: Jeferson Cardoso