Marcelinho Carioca não vai participar de A Fazenda 8

marcos palmeiras defende pênalti marcelinho corinthians libertadores da américa (Foto: Agência Estado)

Marcos comemora a defesa do pênalti cobrado por Marcelinho Carioca, em 2000

(Foto: Agência Estado)

 

Participante improvável

No segmento “ex-boleiros”, circula na Record o nome de Marcelinho Carioca para “A Fazenda”. Quase impossível vir a acontecer. Ele está em completamente outra.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Flávio Ricco comenta o desempenho de Thiago Lacerda na novela Alto Astral

Thiago Lacerda está muito bem em “Alto Astral”. Mesmo num papel difícil, Marcos, um cara bem complicado, ele tem convencido.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Alto Astral 05/12/2014

Laura se nega a desistir da investigação sobre sua mãe

Vicente revela a Laura que seu filho foi preso e acusado de envolvimento com drogas por culpa de sua mãe. Laura se nega a atender o pedido do avô para desistir da investigação. Marcos procura Marcelo para pedir um emprego para Laura, como parte do plano para reconquistar a moça. Úrsula orienta Débora para que Fernando envie o resultado de seu exame aos cuidados de Marcelo e exige que Maria Inês presencie a cena. Tina informa a Manuel que a reforma da lanchonete está pronta. Marcos avisa a Laura que conseguiu uma entrevista de trabalho para ela na revista de Marcelo. Caíque questiona a presença de Marcos na casa de Laura.

 

De olho no G-4, Ceará embarca para desafio duplo fora de casa

16h25 | 25.09.2014

Quinto colocado, Vovô encara Ponte Preta, sábado, e Vila Nova, terça-feira, para tentar retornar ao grupo de acesso

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Após reencontrar o caminho das vitórias e permanecer colado no G-4 da Série B, o Ceará terá dois desafios longe de casa para tentar manter vivo o sonho do acesso. No início da tarde desta quinta-feira (25), o Alvinegro embarcou para Campinas, onde enfrenta aPonte Preta, no próximo sábado (27), às 16h10, no estádio Moisés Lucarelli. Na próxima terça-feira (30), o adversário será o Vila Nova, em Goiânia.

No período da manhã, o elenco alvinegro realizou o último treino antes da viagem, em Porangabuçu – os titulares fizeram apenas um trabalho regenerativo. Depois, os 20 jogadores relacionados seguiram rumo a solo paulista. A última atividade antes da partida será na próxima sexta (26).

Para enfrentar a Macaca, o técnico Sérgio Soares não poderá contar com o lateral-direito Samuel Xavier, que recebeu o terceiro cartão amarelo – apesar disso, seguiu com a delegação visando ao jogo diante do Vila Nova. Sem o camisa 2, Marcos ganha chance na lateral direita.

Em contrapartida, o meia Eduardo, que foi poupado na vitória por 2 a 0 sobre o América-RN, na última terça (23), devido ao desgaste físico, fica novamente à disposição e reforça a equipe.Lulinha, então, cede a vaga no meio-campo e retorna para a reserva.

Com as duas mudanças, o Vovô deverá ir a campo com Luís Carlos; Marcos, Sandro, Wellington Carvalho e Vicente; João Marcos, Ricardinho, Eduardo e Nikão; Magno Alves e Bill.

A partida em Campinas, válida pela 26ª rodada, é um confronto direto por vaga no G-4. A Ponte Preta é vice-líder da Série B, com 46 pontos. O Ceará, por sua vez, está na quinta posição, com três pontos a menos.

Jornada dupla

Após o duelo com a equipe paulista, a delegação alvinegra permanece em São Paulo até segunda-feira (29), quando embarcará para Goiânia. No dia seguinte, o Vovô encara o Vila Nova, às 19h30, no Serra Dourada, e a diretoria alvinegra preferiu evitar o “bate-volta” em Fortaleza.

Confira os jogadores relacionados:

Goleiros: Jaílson e Luís Carlos

Laterais: Hélder Santos, Marcos, Samuel Xavier e Vicente

Zagueiros: Alex Lima, Sandro e Wellington Carvalho

Volantes: Amaral, João Marcos, Marcus Vinícius e Ricardinho

Meias: Eduardo, Nikão e Souza

Atacantes: Bill, Felipe Amorim, Lulinha e Magno Alves

 

Diário do Nordeste -Jogada-25.09.2014

Marcos ameniza ausência de João Marcos e Nikão: “Elenco capacitado”

Lateral-direito do Vovô admite que falta da dupla desfavoreceu a criação alvinegra, mas enaltece plantel e afirma: “O importante é pontuar”

Não foi o melhor resultado para o Ceará. O empate contra o Boa Esporte, neste sábado, no Presidente Vargas, conseguido somente aos 39 minutos do segundo tempo após um golaço de Gil, mantém o Vovô na liderança. Mas a folga poderia ser maior. As ausências de João Marcos e Nikão, que cumpriram suspensão, foram sentidas pelo elenco alvinegro.

– Eles são atletas que fazem falta, mas nós temos outros jogadores que podem corresponder à altura. Todo o nosso elenco é capacitado para entrar no jogo a qualquer momento – esclareceu o lateral Marcos.

O jogador, que criou boas oportunidades pela direita para o Alvinegro de Porangabuçu, avaliou a partida de maneira positiva e não lamentou o empate. Pelo contrário. Enalteceu o ponto conquistado no Presidente Vargas.

– No segundo tempo jogamos melhor e tivemos maior posse de bola. Em um campeonato longo como esse, o importante é pontuar – declarou.

O atacante Lima, que entrou no decorrer da partida, acha que o Ceará pode mostrar mais do que apresentou diante do Boa Esporte.

– Dá para mostrar mais. A gente tem que colocar a bola no chão para que ela possa chegar mais redondinha para a gente colocar a bola para dentro – pontuou o atacante.

Na próxima rodada, o Vovô tenta ampliar a liderança fora de casa. O Ceará vai a Goiânia encarar o Atlético-GO, dia 8, às 19h 30m, no Estádio Serra Dourada.

GLOBO ESPORTE .COM

Marcos: “Felipão é o técnico ideal para esse tipo de competição”

Marcos: "Felipão é o técnico ideal para esse tipo de competição"

primeira linha do currículo de Marcos Roberto Silveira Reis já valeria para que sua opinião contasse um bocado, às vésperas da Copa do Mundo: “goleiro campeão mundial pela Seleção em 2002”. Mas ainda tem mais um motivo para isso. Não só ele foi titular da equipe pentacampeã na Coreia do Sul e no Japão como o fez sob o comando de Luiz Felipe Scolari – o mesmo que o treinou no Palmeiras por um vitorioso período de três anos pouco antes do Mundial.  

 

Quer dizer, Marcão sabe o que é ser campeão do mundo e conhece como poucos o treinador que tenta fazer isso novamente com a Seleção no Brasil 2014. Foi sobre isso, então, que batemos esse longo papo com o ex-goleiro de 40 anos:

 

FIFA.com: De maneira geral, quais são suas expectativas para a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014: acha que a Seleção, de fato, está entre as favoritas? Junto a quais outras equipes?
Marcos
A expectativa é de uma grande festa, de uma festa bonita como é toda Copa do Mundo. O Brasil é uma das seleções favoritas, principalmente por jogar em casa. A gente sabe a diferença de jogar dentro de casa e fora de casa. E a presença do torcedor é superimportante para a Seleção, joga a pressão pra cima do adversário. Acho que, junto com Argentina, Alemanha e Espanha, o Brasil é um dos grandes candidatos a ganhar a Copa. Acho que temos uma pequena vantagem por isso: por estar jogando em casa e ter o apoio do torcedor.

 

Você sente que o clima de apoio à seleção tende a aumentar nos próximos dias?
Acho que sim. Já ficou demonstrado na Copa das Confederações. A comoção interna dentro do estádio para ajudar a seleção, na hora do Hino Nacional, e a gente espera que na Copa do Mundo seja da mesma forma. Acho que o brasileiro demora um pouco para entrar na festa. Com o Tour da Taça pelo Brasil, com a convocação do Felipão e, daqui a pouco, as grandes seleções mundiais chegando, grandes jogadores chegando, o povo brasileiro vai entrar no clima e aproveitar bastante a Copa.

 

Muita gente se surpreendeu ao ver como o Felipão, em tão pouco tempo, conseguiu determinar um padrão de jogo – e um padrão eficiente – para a Seleção. Você, que o conhece tão bem, já esperava isso?
É bem o estilo dele mesmo. Pra te falar a verdade, acho que esse grupo dele já está fechado faz tempo. Acho que um ou dois nomes surgiram nos últimos dias. Ele é um cara que valoriza muito quem o ajuda. Quando ele pegou essa seleção no ano passado ela estava desacreditada e os jogadores correram muito por ele e conseguiram vencer a Copa das Confederações, e ele também é grato pelo que o pessoal faz por ele. Então, eu sabia que a maioria daquele grupo ia estar na Copa, por causa da Copa das Confederações que fizeram. O Felipão é um cara assim: ele dá entrevista e você acredita no que ele fala. Ele é um cara que passa essa honestidade para o torcedor. E acho que o povo brasileiro gosta disso, por isso que ninguém questiona muito. Claro que questiona, porque o técnico da Seleção é sempre questionado. Mas o povo apoia junto com ele. Acho que isso é a melhor parte dele como técnico da Seleção.

 

É bem marcante como as equipes comandadas pelo Felipão tendem a crescer muito quando ele tem alguns dias para prepará-las, como é o caso de uma Copa do Mundo. Por que isso acontece?
Ele faz de tudo. Chega no treino ele te xinga, depois de noite ele faz um churrasco, está zoando com todo mundo, fazendo piada… Ele é um cara que alterna muito o ladoprofissional com o lado humano, de bater papo com jogador. O jogador acha legal isso. É aquele negócio, ‘pô, ele é o cara ali nas quatro linhas e depois o cara fica que nem a gente’. É claro que a gente não abusa disso, porque ele é meio bravo… (risos) Mas ele é um cara que faz isso muito bem. Então eu acredito que ele vai fazer muita coisa. Ele sempre procura levar outros atletas pra dar palestra para os jogadores. Na Copa das Confederações eu fui lá pra bater papo, jogar conversa fora com o pessoal, ficamos lá duas horas conversando. Então ele movimenta bastante a concentração e sabe instigar na hora de entrar dentro de campo. É o treinador ideal para esse tipo de competição de sete jogos.

 

O que ele pediu pra você falar aos jogadores na Copa das Confederações? Algum pedido específico ou foi apenas um convite?
Não, ele só me convidou pra jantar com ele e a comissão. Porque a comissão é o Paulo Paixão, que trabalhou no Palmeiras, Murtosa que está sempre com ele e trabalhou no Palmeiras, Anselmo, que é o preparador físico, que era do Palmeiras, e o Pracidelli, que foi meu treinador de goleiros durante 13 anos. Então ele convidou, “vem aqui jantar com a gente”. Eu fui, os jogadores estavam lá. Comi com o pessoal da comissão técnica e o pessoal me chamou pra sentar com eles. Fiquei contando umas histórias. Eu sou bom pra contar histórias, tenho umas boas. Preciso renovar elas, porque tem algumas que estão desgastadas, mas tem umas histórias boas (risos). Também levei uma camiseta pra pegar a assinatura de todo mundo, levei pra casa. Foi uma visita bacana.

 

Já que você tem boas histórias, tem alguma boa do Felipão daquela Copa de 2002?
Olha, eu lembro do tratamento em si. Claro que quando você chega na Seleção, você sabe mais ou menos o seu valor em termos mundiais. Aquele jogador que joga no Brasil chega mais retraído do que um jogador internacionalmente conhecido, que já foi melhor do mundo. E ele, na Copa de 2002, tratava todo mundo igual da mesma forma. Com ele não havia privilégios, nunca houve, por nome, condição social ou nada. Eu acho que isso é legal pra você montar um grupo. Pra ter um grupo coeso é preciso tratar todo mundo da mesma forma. Então, talvez a grande responsabilidade dele no Mundial tenha sido isso: fazer os caras ficarem 50 dias juntos sem ter nenhum problema por vaidade ou alguma coisa assim. Então nisso ele foi fundamental também pra gente.

 

Você acha, portanto, que é fundamental que um grupo crie vínculos de amizade para vencer uma Copa do Mundo?
Ah, favorece muito. Acho que, dos times em que eu tive oportunidade de jogar e que foram campeões, todos eram assim. Se você está no campo e não gosta de um cara, você não vai fazer algo por ele. Se é seu amigo que está do seu lado, você faz. “Poxa, meu amigo errou e se acontecer alguma coisa vão culpá-lo”, então você faz melhor. Claro que você não está ali pra isso, para fazer amizade, mas eu acho amizade fundamental para atingir conquistas. Se tem raiva, briga, dentro do grupo, só se seu time for muito bom. Muito melhor que os outros. Porque senão a amizade faz diferença no final. Você pode ganhar um jogo ou outro, mas um campeonato você só ganhar se tiver amizade.

 

Como você avalia os goleiros que o Brasil tem à disposição hoje? Acha que estamos bem servidos?
Acho que estamos bem servido em termos de clube. Porque o Julio não teve muita concorrência na Seleção – de goleiros que tenham tido chance de se acostumarem a vestir a camisa. Talvez essa seja a grande vantagem que ele tem em relação aos outros: esse costume de vestir a camisa da Seleção. Não é um cara que vai chegar aqui e jogar no Brasil, vai pôr a camisa e vai pesar. Eu te falo por experiência própria: é diferente você ser ídolo no seu clube e chegar à Seleção. Porque aí a cobrança é bem maior, não é regional, nem estadual, é nacional. E na Copa, mundial! Então eu acho que o Julio está preparado para essa cobrança e tem experiência pra isso.

 

Você era um cara de confiança do Felipão em 2002 – e, provavelmente, isso foi decisivo na disputa com outros dois grandes goleiros em plena forma, o Rogério e o Dida. Como foi o processo para que você fosse o escolhido?
Eu estava jogando já nas eliminatórias. Quando ele assumiu a Seleção, ele me colocou para jogar. Eu falei, “professor, têm uns caras que estão num melhor momento que eu aí”. Eu acho que eu tive a felicidade de ser titular pelo convívio, né? Quando você convive com uma pessoa, é diferente. Às vezes você vê o cara jogando num outro time e você sabe que o cara é bom, mas você não conhece o caráter do cara, como ele é no treino, como ele é de grupo… São vários fatores, não é só o cara jogar bem. Então, talvez tenha pesado pra mim isso aí, o fato de eu ter trabalhado com ele e ele me conhecer em todos os sentidos. Quando ele chegou, a Seleção estava com dificuldade de se classificar para a Copa do Mundo. Meu jogo de estreia com a Seleção, ainda com o Vanderlei (Luxemburgo), foi na Espanha contra a Espanha. Logo depois que ele assumiu foi contra o Uruguai no Uruguai, Argentina na Argentina… Eu só peguei “barca”. E, pelo fato de o Brasil ter se classificado, ele falou pra mim, “agora nós vamos pra Copa e você vai ser o titular. A gente pode perder que você vai ser o cara”. Eu trabalhei bastante para não decepcioná-lo.

 

Você se sente realizado com sua carreira na seleção? Ou faltou algo?
Eu tive muito problema de contusão. Em 2006, o Parreira me ligou dez dias antes da convocação. Eu tive uma contusão no adutor e perdi praticamente o ano todo. O Parreira me ligou e eu disse, “professor, não vai dar”. Talvez a Copa de 2006 eu poderia ter tido a oportunidade de ir. Não sei se de jogar, porque o Dida era o titular, mas de segundo ou terceiro goleiro. Em 2010 também: um ano antes da Copa, o Dunga perguntou o que eu achava de Seleção, e eu falei com ele que meu tempo tinha acabado. Eu estava com um monte de problema, com joelho machucado, cheio de dor pra tudo que é lado. Falei: “vou encarar uma Seleção de novo?” Porque Seleção é uma responsabilidade muito grande. Então, talvez se eu não tivesse tido tantas contusões, poderia ter participado de mais Copas, mas não tenho nada a reclamar da carreira, não.

 

E, pensando em todo o mundo, quem são, para você, os melhores goleiros? Do que você gosta em cada um deles?
Eu gosto muito do (Manuel) Neuer, goleiro da Alemanha. O (Petr) Cech não vem para a Copa, mas acho que também é um grande goleiro. (Iker) Casillas, que é um bom goleiro, mas eu acho que o pessoal dá muito mais moral porque joga num time como o Real Madrid. A gente vê também o (Gianluigi) Buffon, que é outro que não tem concorrência, está jogando há 500 anos na seleção e não tem concorrência de ninguém. Não é possível que a Itália não tenha outro goleiro. Mas acho que são esses os grandes goleiros pelo mundo. Acho que o melhor, no momento, é o Neuer – talvez pela idade e pelo time em que joga.

FIFA .COM

Tom Barros publica em sua coluna fotos dos 23 convocados por Felipão para a Copa do Mundo da FIFA Coreia/Japão 2002

copa

Imagens das copas . Os 23 da Copa de 2002. A partir da esquerda (em pé): Lúcio, Edmilson, Roque Júnior, Gilberto Silva, Marcos, Kaká, Vampeta, Anderson Polga, Dida, Rogério Ceni e Belletti. Agachados: Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo Fenômeno, Roberto Carlos, Kleberson, Rivaldo, Cafu, Júnior Caruaru, Ricardinho, Luizão, Edilson, Denilson e Juninho Paulista.

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 15.05.2014

Icasa 3 x 3 Ceará

Volante João Marcos trabalha a bola durante o jogo diante do Icasa

Volante João Marcos trabalha a bola durante o jogo diante do Icasa
(Foto: Paulo Sérgio/icasafc.com)

Na tarde deste domingo, 23/03, o time do Ceará Sporting Club enfrentou o Icasa, em Juazeiro doNorte/CE, e só empatou em 3 x 3. O Alvinegro estava vencendo até o fim da partida, mas cedeu empate aos 37 minutos, com isso, o Mais Querido somou mais um ponto na competição e segue na busca da classificação às Semifinais do Campeonato Cearense 2014.

O primeiro tempo começou com os dois times se estudando em campo, porém, o Ceará mostrava superioridade e buscava o ataque. A primeira boa chance só surgiu aos 11 minutos, quando Marcos cruzou na cabeça de Magno Alves, que não conseguiu aproveitar. Na sequência, Felipe Amorim tentou, mas mandou para fora.

Melhor em campo, o Vozão abriu o marcador aos 19 minutos. Assisinho recebeu ótimolançamento, passou pela marcação e chutou cruzado, no entanto, a bola desviou e ficou com Samuel Xavier, que só teve o trabalho de mandar para o fundo das redes. O Icasa respondeu aos 27 minutos, quando Samuel tentou de cabeça, mas mandou para fora.

Com 30 minutos de bola rolando, o Vovô teve mais uma chance de ampliar. Marcos recebeu ótimo passe de Souza e chutou rasteiro, mas Diónantan salvou o Icasa. Um minuto depois, João Marcos arriscou de fora da área e o camisa 1 adversário pegou novamente. Aos 34 minutos, Magno Alves tabelou com Assisinho e tocou para Samuel Xavier, que marcou mais um, fazendo 2 x 0.

Dentro de casa, a equipe do Icasa partiu ao ataque e empatou em dois lances isolados. No primeiro, Juninho acertou um bom chute no ângulo de Luís Carlos e diminuiu. Cinco minutos depois, o zagueiro do Icasa, Samuel, aproveitou bate-rebate na área e mandou para o fundo das redes.

O Ceará não se intimidou e aos 46 minutos, Souza deu bom passe para Felipe Amorim, que passou pela marcação, mas foi derrubado na área, sofrendo pênalti. Magno Alves foi para a cobrança e marcou com extrema categoria, acertando o ângulo direito de Diónantan, que nada pôde fazer para evitar a vantagem do Vovô na etapa inicial.

No segundo tempo, logo aos quatro minutos, Samuel Xavier saiu de campo para a entrada de Hélder Santos. Aos 11 minutos, o Ceará quase marcou com Ricardinho. O camisa 8 cobrou falta com categoria, mas a bola explodiu no travessão. Três minutos depois, Assisinho recebeu de Felipe Amorim e disputou com Diónantan, que salvou.

Com o jogo mais disputado no decorrer da etapa final, Sérgio Soares colocou Michel na vaga de Assisinho, mas quem marcou foi o Icasa. O time de Juazeiro do Norte/CE deixou o placar em 3 x 3, após cruzamento para a área, onde Marcos desviou e mandou para o próprio gol, marcando gol contra.

O 3 x 3 fez com que o Ceará partisse ao ataque e Sérgio Soares colocou Bill na vaga de  Ricardinho. Aos 47 minutos, Magno Alves lançou para Felipe Amorim, que entrou na área e tentou o passe para Bill, porém, a zaga chegou primeiro e afastou e o placar ficou igual. O resultado deixou o Ceará com 13 pontos ganhos.

A equipe alvinegra retorna a capital cearense ainda hoje, quando o grupo deve desembarcar por volta das 21 horas. Na rodada seguinte, o Alvinegro Cearense vai encarar o Guarani (J), fora decasa, na próxima quarta-feira, 26/03. A reapresentação geral do elenco será nesta segunda-feira, 24/03, às 15h30min.

 

Site do Ceará Sporting Club

Magno Alves está muito perto de renovar com o Ceará

Ceará e empresário do jogador se acertam, e sua permanência no clube para o ano de 2014 está encaminhada

O Ceará está cada vez mais próximo de renovar com o artilheiro Magno Alves para 2014. Maior goleador da equipe no ano, com 34 gols, o Magnata, de 37 anos, está acertado com o clube alvinegro, só faltando a assinatura de um novo contrato, que duraria até o fim de 2014.

O atacante está próximo de seu 4º ano de Ceará, depois de 2010, 2012 e 2013 FOTO: KID JUNIOR

Os dirigentes do Ceará, entretanto, ainda se cercam de cuidados ao falar sobre a permanência do jogador, mas admitem que está tudo certo entre o clube e o empresário do atacante, Maurício Nassif.

“Só falta assinar o contrato. O empresário do Magno Alves disse que está tudo certo. E estamos esperando o contrato ser assinado para confirmar a permanência dele”, declarou o vice-presidente e diretor de futebol do clube, Robinson de Castro.

Para costurar um novo contrato, alguns itens menos relevantes foram retirados, o que possibilitou um acerto com o empresário do jogador. Vencido o principal obstáculo, que era a negociação com o empresário, está nas mãos apenas de Magno permanecer no Ceará para 2014.

O presidente do clube, Evandro Leitão, havia afirmado, na última quinta-feira, em entrevista coletiva, que poderiam cobrá-lo por uma decisão sobre Magno Alves na sexta-feira.

Para a reportagem, Evandro preferiu não confirmar o acordo. “Falei que poderiam me cobrar sobre o acerto com o Magno Alves, mas vou ficar devendo”, disse, para depois arrematar: “está faltando muito pouco, o acerto está próximo”.

Gols e mais gols

O ano de 2013 de Magno Alves foi repleto de gols. Foram três pela Copa do Nordeste, dez no Campeonato Cearense, um pela Copa do Brasil e 20 pelo Campeonato Brasileiro da Série B.

O atacante disputou gol a gol o posto de artilheiro do Brasil com o flamenguista Hernane, que marcou 36 vezes.

Se perdeu essa disputa, o atacante ganhou uma placa antes do último jogo do Alvinegro na Série B no Castelão, contra o Joinville, por ser o maior artilheiro do novo estádio, com 19 gols marcados por lá.

Se o acesso para a Série A não veio – após uma derrota naquele jogo – para coroar o belo ano do Magnata, falta pouco para que o atacante tenha uma nova chance de tentar um retorno à elite com o Vovô no ano que vem.

Vladimir Marques
Repórter

SAIBA MAIS

Marcos

O lateral-direito Marcos vai continuar no Ceará em 2014. O Cruzeiro liberou o jogador e um novo empréstimo foi fechado. O atleta já tinha deixando um contrato assinado com o Alvinegro, aguardando só a liberação do atual campeão nacional

Não fica, por enquanto

O zagueiro Ricardo Silva, o Potiguar, será emprestado a outro clube. O motivo: a cobrança da torcida, considerada pesada pela diretoria, que quer preservar o jovem atleta

 

Diário do Nordeste-Jogada-14/12/2013

 

 

Ein bewegender Augenblick

Ein bewegender Augenblick

© Getty Images

Oben auf dem Corcovado schien die Sonne, und der Ort hatte fast schon Symbolcharakter. Dort, an einem der höchsten Punkte von Rio de Janeiro, mit dem legendären Maracanã-Stadion am Horizont, startete die dritte FIFA World Cup™ Trophy Tour von Coca-Cola. Gaby Amarantes, Monobloco und David Correy lieferten die musikalische Untermalung mit dem Song “Todo Mundo” (Die ganze Welt). Fünf Weltmeister nahmen an der Zeremonie teil, die den Auftakt zur 267-tägigen Reise der Goldtrophäe bildete, die bis zu ihrer Rückkehr nach Brasilien im Jahr 2014 in 89 Ländern Station machen wird.

Das war für alle Anwesenden ein bewegender Augenblick. Zagallo erklärte, er fühle sich von der mit weit ausgebreiteten Armen über ihm thronenden Christusstatue “Cristo Redentor” gesegnet. Bebetoerinnerte sich an 1994 zurück und wiegte die Trophäe in seinen Armen wie bei dem historischen Torjubel nach seinem Treffer gegen die Niederlande, und Marcos strahlte über das ganze Gesicht.

Lesen Sie nachfolgend, was die ehemaligen Weltmeister im Gespräch mit FIFA.com zu dieser neuerlichen Begegnung mit dem FIFA WM-Pokal zu sagen hatten. Auf der nun beginnenden Trophy Tour werden Fans aus allen Ecken und Enden der Welt ebenfalls die Chance haben, die Trophäe hautnah zu erleben.

Zagallo, Weltmeister von 1958, 1962, 1970 und 1994
“Das war ein ganz wichtiger Anlass. Wir waren dort stellvertretend für die fünf Titel des brasilianischen Fussballs. Es war uns eine große Freude, bis zum Cristo Redentor zu gehen, der dort mit offenen Armen stand. Er gibt uns seinen Segen, damit Brasilien 2014 wieder Weltmeister wird.”

Amarildo, Weltmeister von 1962
“Das ist das Größte, was sich ein Profisportler wünschen kann. Brasilien muss all dies zu seinem Vorteil nutzen. Das ist der wichtigste Wettbewerb, den es im Fussball gibt, im eigenen Land. UndBrasilien hat mit der eigenen Bevölkerung noch eine Rechnung offen – die der WM 1950. Das ist ein Makel, auf dessen Auslöschung wir bis heute warten. Es ist sehr bewegend, die Trophäe in den Händen zu halten, denn nicht jeder hat das Privileg, den Pokal in die Höhe zu recken. Es gibt keine bewegendere Geste als die des Sportlers, der den Meisterpokal in die Höhe reckt. Das ist die schönste Geste, die größte, die ein Spieler in seiner Profilaufbahn erleben kann.”

Rivelino, Weltmeister von 1970
“Es ist fantastisch. Wenn man bedenkt, wie viele Fussballer es auf der ganzen Welt gibt, und wie viele davon diesen Pokal berührt haben, dann ist das eine winzige Minderheit. Ich hatte dieses Glück. Das kann man mit keinem Geld der Welt aufwiegen. Und nun bietet Coca-Cola die Chance, diesem Pokal ganz nah zu kommen. Er gehört nicht mir, aber er ruft in mir die Erinnerungen an 1970 wieder wach, an diesen wunderbaren Titelgewinn. Der Pokal lässt mir einen Schauer über den Rücken laufen. Das ist ein Gefühl, das nur wenige kennen.”

Bebeto, Weltmeister von 1994
“Ich konnte es einfach nicht lassen, den Pokal in meinen Armen zu wiegen wie ein Baby. Für mich war das ein sehr bewegender Augenblick. In meinem Kopf ist ein Film abgelaufen, ich habe mich an die Geburt meines Sohnes bei der WM erinnert, an das Tor, das ich gegen Holland erzielte. Deshalb habe ich mir den Pokal in die Arme gelegt. Ich habe mich zurückgesehnt! Ich habe ihn 1994 in die Höhe gereckt, und das war ein Gefühl, das sich mit Worten nicht beschreiben lässt. Wir träumen so sehr von diesem Pokal. Als Kind habe ich schon davon geträumt. Davon, diesen Pokal hochheben und mit derSeleção Geschichte schreiben zu können. Den Pokal jetzt wiederzusehen, war ein tolles Gefühl – wie das Wiedersehen mit einem Kind. Ich habe ihn in meinen Armen gewiegt. Das ist ein unbezahlbares Gefühl.”

Marcos, Weltmeister von 2002
“Das war ein wichtiges Ereignis in meinem Leben. Es ist der Höhepunkt. Man verlässt sein Elternhaus, denkt daran, Fussballspieler zu werden, heuert bei einer Mannschaft an – und wenn man dann die Chance hat, einen Pokal wie diesen in die Höhe zu recken, läuft im Kopf das ganze Leben noch einmal ab. Es war für mich sehr bewegend, den Pokal noch einmal zu sehen. Wir haben diesen Pokal gewonnen, ihn in die Höhe gereckt, gefeiert. Aber ich dachte, dass ich ihn nie wieder aus der Nähe sehen würde. Ihn jetzt noch einmal hochheben zu können, ruft diesen Augenblick im Jahr 2002 wieder in Erinnerung…Nicht nur wegen meines großen Augenblicks, sondern wegen all der großen Weltmeister, die ihn schon in die Höhe gereckt haben. Er ist durch die Hände der ‘Crème de la Crème’ des Fussballs gegangen. Er hat eine große Geschichte.”

FIFA.com