Flávio Ricco comenta atitude da Record perante Marcelo Rezende

 

Reconhecimento É necessário dizer que a direção Record se colocou ao lado do Marcelo Rezende, desde o momento em que a sua enfermidade foi anunciada.

Todo apoio está sendo oferecido a ele, algo que segundo pessoas muito próximas o tem emocionado bastante.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Marcelo Rezende se afasta de muita gente para tratamento do câncer

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Marcelo Rezende quando apresentava o programa “Linha Direta”

Marcelo Rezende continua se dedicando inteiramente ao seu tratamento…

… Mas adotando a mesma postura do começo, sem manter contato com quase ninguém.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Geraldo Luís tem feito companhia para Marcelo Rezende por bastante tempo

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É de se louvar o esforço que Geraldo Luís tem feito para estar, quase o tempo todo, ao lado do Marcelo Rezende… …

Ele praticamente deixou a sua vida de lado…

… Só tem se afastado para viagens e gravações do seu programa na Record.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Valdemiro baixa o nível e diz que doença do Marcelo Rezende é coisa do demo

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A briga de Valdemiro Santiago com Edir Macedo ou entre as igrejas dos dois é antiga, e vai contra tudo o que um e outro costumam pregar. Porém é doloroso ver no ar e agora em vídeos espalhados na internet, o Valdemiro dizer que “o demônio está comendo fígado e o pâncreas” do Marcelo Rezende, por causa dos ataques que foram feitos a ele. Uma ignorância e falta de respeito sem tamanho, além de mau uso das concessões.   Lamentavelmente, nas mãos dessas pessoas é que as emissoras de rádio e televisão foram parar e que muitas se deixam levar. Quanto ao Marcelo, ele continua sua luta contra o câncer, ciente que a torcida a favor da sua recuperação é infinitamente maior e passa longe das asneiras ditas por quem não tem o que fazer. Força, Marcelo.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Um irmão: Geraldo Luís se tornou um importante apoio para Marcelo Rezende

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Desde o primeiro dia, quando recebeu os resultados e foi informado da necessidade do tratamento contra o câncer no pâncreas e no fígado, Marcelo Rezende está contando sempre com a companhia e a colaboração do amigo Geraldo Luís.

A quem, em algumas ocasiões, ele chama carinhosamente de irmão e em outras de Shrek.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

É hora de deixar o Marcelo Rezende em paz

O respeito ao próximo deve prevalecer sempre. Em toda e qualquer situação, muito mais ainda em casos de doença. É tudo que não está existindo em relação ao Marcelo Rezende, desde o momento em que surgiram as primeiras informações sobre seu estado de saúde.

Mesmo sendo uma figura pública, alguém que fez história na televisão e, graças a ela, se tornou uma pessoa conhecida, é direito dele, ainda mais num momento como este, ter a sua privacidade preservada.

Mas não. O que se vê, como uma corrente de absurdos, é exatamente o contrário. Ontem, por exemplo, no site Bastidores da TV, apareceu declaração do endocrinologista e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Dr. Ney Cavalcanti de Albuquerque, informando que o estado do Marcelo é crítico e falando de um mínimo de percentual de cura.

É certo alguém se manifestar assim? Cadê a ética? Cadê os conselhos de Medicina?

Isso é o fim. Como reagiram os seus familiares? Os seus cinco filhos? Muito triste.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Entrevista com Marcelo Rezende escancara fragilidade da Record

É de se elogiar a forma como foi conduzida a entrevista com Marcelo Rezende no “Domingo Espetacular” da Record. O repórter Raul Dias Filho, experiente, foi preciso no seu trabalho, sem qualquer apelo ao exagero, limitando-se apenas a perguntar o que tinha que ser perguntado.

E auxiliado pela postura do entrevistado. O espelho do programa esperou às 9h da noite, para colocar a matéria no ar, para coincidir com o início do concorrente “Fantástico”.

Até aí nada contra, apenas e tão somente a declarada intenção de se tirar proveito de uma situação. Natural que o depoimento do Marcelo, pela primeira vez falando da sua doença, viesse a chamar atenção de um público que o “Domingo Espetacular” normalmente não tem. Algo perfeitamente lógico de ser usado, como uma ocasião como poucas, de se capturar um público novo.

Só que não. A sua direção, antes da entrevista, não se preocupou com a “sala de espera”. Ao contrário. Entre outros bichos, ficaram quase 20 minutos falando da saúde dos peixinhos ou mostrando o Álvaro Garnero em um jantar na Turquia.

Como programação de atrações, um completo festival de ananases. É aquilo que se repete sempre por aqui: fazer televisão não é tão difícil assim. Ou as pessoas não estão dispostas a fazer ou não aprendem de jeito nenhum.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery