Clube de Regatas Brasil 2 x 1 Paysandu

O JOGO

SUBINDO…

O CRB engatou a segunda vitória seguida na Segundona e saiu da zona do rebaixamento. Empolgou a torcida em Maceió. De virada, o Galo bateu o Paysandu por 2 a 1 nesta sexta, no Rei Pelé, e chegou ao décimo lugar, agora com 13 pontos. Subiu muito na classificação, mas ainda pode perder posições com a sequência da 10ª rodada. Edson Ratinho e Flávio Boaventura marcaram para o time alagoano, com Marcão descontando. O Papão não vence há seis jogos e caiu, pelos menos por enquanto, para o 14º posto, com 12 pontos.

DESTAQUE

COMEÇOU BEM

O técnico Dado Cavalcanti iniciou o trabalho na última segunda e mudou o cenário do CRB. Em dois jogos, conquistou duas vitórias e começa a conquistar a confiança da torcida regatiana. Ele chegou logo mexendo no esquema – agora é 4-1-4-1 – e em cinco posições. Para a partida desta sexta, repetiu o time que venceu o ABC. Se deu bem.

DESTAQUE

A PRÓXIMA

No dia 30, o CRB vai enfrentar o Náutico na Arena de Pernambuco, às 21h30. No mesmo dia, às 19h15, o Paysandu recebe o Luverdense, no Mangueirão, em Belém.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

O jogo mal começou, e o Paysandu abriu o placar. A jogada começou num lindo calcanhar Jhonnatan. Airton recebeu pela direita, aos três minutos, e cruzou: Marcão finalizou para o gol de direita, ganhando a disputa com Flávio Boaventura. Perdendo, o time alagoano avançou. Aos 15, Danilo Pires disparou de longe e o goleiro do Paysandu espalmou para escanteio. O CRB quase empatou aos 16 minutos. Diego cobrou escanteio pela esquerda, Danilo Pires desviou no primeiro pau e Zé Carlos chegou para finalizar. Pery salvou o Papão em cima da linha. Aos 28, Chico cruzou por baixo, Danilo ajeitou e Ratinho bateu cruzado. Passou perto do gol do Paysandu.

DESTAQUE

SEGUNDO TEMPO

O CRB foi pra dentro no segundo tempo. Empatou aos quatro minutos. Chico bateu de fora da área e carimbou o travessão. Fernando Lombardi afastou mal e Edson Ratinho pegou de primeira, entre o goleiro do Papão e a trave. Depois, Zé Carlos escorou uma cobrança de falta de Diego e assustou o Paysandu. O Papão teve uma chance aos 10, numa falta frontal. Airton bateu e errou o alvo. De tanto tentar, o CRB virou o jogo aos 16. Elvis acionou Ratinho, que cruzou da direita, Marcão cortou errado, pra dentro da área, e Flavio Boaventura acertou uma cabeçada fatal: 2 a 1. Aos 27, Tiago Mandi colocou o goleiro do Galo para trabalhar com um chutaço de longe. Foi a última jogada de perigo da partida.

 

GLOBO ESPORTE.COM

Bahia 6 x 2 Atlético Paranaense

O JOGO

FIM DE UM TABU

Havia 15 anos que o Bahia não vencia em estreias na Série A. Em 2017, quitou essa dívida com juros. Em tarde inspirada do rápido quarteto ofensivo, o Tricolor triturou o Atlético-PR na Arena Fonte Nova e venceu por 6 a 2 usando, principalmente, a velocidade: a equipe de Guto Ferreira fez quatro gols em sete minutos, todos em jogadas de contra-ataque. Tiago, Zé Rafael, Edigar Junio, Edson e Régis, duas vezes, marcaram para o Bahia. Guilherme e Marcão descontaram para o Furacão.

DESTAQUE

PÚBLICO E RENDA

A Fonte Nova recebeu um público total de pagantes de 8.127, para uma renda de R$ 134.152,50.

DESTAQUE

PRÓXIMOS JOGOS

As duas equipes só voltam a campo pelo Brasileiro no próximo domingo. Enquanto o Bahia sai para enfrentar o Vasco, em São Januário, o Atlético-PR recebe o Grêmio, na Arena da Baixada. Na quarta-feira, o Tricolor tem a final da Copa do Nordeste contra o Sport, e o Furacão decide a vida na Libertadores contra o Univerdad Católica, do Chile.

DESTAQUE

NOME DO JOGO

Régis, que era dúvida antes de a bola rolar, foi o grande destaque do Tricolor. Principal nome da equipe na temporada, ele marcou dois golaços e já apresentou o seu cartão de visitas. Olho nele!

DESTAQUE

CHUVA DE GOLS

Sete gols no primeiro tempo? Ô, glória! Bahia e Atlético-PR fizeram um jogo alucinante na Fonte Nova, com muita intensidade e sem deixar o torcedor respirar. O Tricolor começou o jogo pressionando, mas os visitantes foram mais perigosos: com alas bem abertos, o Furacão alargou o campo, abriu a defesa do Bahia e levou perigo. Foi assim que inaugurou o placar, com Guilherme. O Bahia empatou na bola parada, com Tiago fuzilando o gol de Weverton após cobrança de escanteio de Juninho. O Atlético-PR passou na frente novamente também em bola parada, com o zagueiro Marcão. Depois daí, só deu Bahia, que balançou as redes quatro vezes em sete minutos, aproveitando contra-ataques. Zé Rafael, Edigar Junio e Régis, duas vezes, marcaram.

DESTAQUE

ÁGUA NA FERVURA

O Atlético-PR não esboçou qualquer sinal de reação na etapa final. Abatido e aparentando desgaste físico, a equipe paranaense foi presa fácil para o Tricolor, que apenas administrou a vantagem confortável estabelecida no primeiro tempo. Prova disso é que, quando resolveu acelerar o jogo, o Bahia chegou ao sexto gol com Edson, que havia tentado outras duas vezes em sequência antes de balançar as redes.

GLOBO ESPORTE .COM

Ceará perde para o Goiás por 2 a 0 e amplia jejum

O alvinegro teve Ricardinho expulso aos 5 minutos do segundo tempo

Site do Ceará Sporting Club

Figueirense 1 x 0 Fluminense


Uma vitória simples, mas maiúscula. E uma ajuda preciosa do campeão brasileiro. Essa é a combinação que mantém o Figueirense na Primeira Divisão. Neste domingo, no Orlando Scarpelli, o Figueira superou o Fluminense por 1 a 0, gol do talismã Marcão e acabou beneficiado pelo empate por 1 a 1 entre Corinthians e Avaí, em São Paulo. A festa em Florianópolis teve gosto de alívio para os catarinenses, que ainda viram o rival rumar para a Série B na última rodada do campeonato.

O Figueirense termina sua campanha com 43 pontos, na 16ª posição. O Fluminense, que já não brigava por nada e nem corria riscos, acaba o Brasileirão em 13°, com 47. As equipes se reapresentam nos primeiros dias de janeiro para o início da pré-temporada.

Seu time ataca, mas você torce para que o gol não saia. O juiz marca falta a favor da sua equipe, só que você se irrita, porque preferia que a marcação favorecesse o adversário. Vai entender… Foi isso que vários torcedores do Fluminense no Orlando Scarpelli fizeram durante o jogo contra o Figueirense, em Floripa. A torcida para que o Tricolor entregasse a partida foi flagrante. Em letras garrafais, os tricolores pediam com uma faixa: E-N-T-R-E-G-A.

Mas o Fluminense jogou sério. Tanto que Magno Alves teve duas boas chances de marcar no primeiro tempo, mas ficou no quase. O quase também perseguia o Figueirense, que por pouco não abriu o placar com Carlos Alberto em sua melhor chance na primeira etapa. O empate sem gols rebaixava o Figueira naquele momento. Só que o futebol é dinâmico. E não demorou nada para o placar mudar. Logo no início do segundo tempo, Marcão, que entrara no intervalo, fez 1 a 0. Comemoração dos dois lados no estádio. Os catarinenses sairiam do Z-4. Os tricolores festejaram também, pois o resultado rebaixaria o Vasco. Mas pouco depois o silêncio tomou conta da maior parte do Scarpelli. O gol do Avaí sobre o Corinthians, em São Paulo, levou o Figueira outra vez para a zona de rebaixamento. Só que o campeão ajudou. Na Arena Corinthians, o gol de Vagner Love sobre o Avaí recolocou o Figueirense na Série A.

Tratado como um talismã pelos torcedores do Figueirense, o atacante Marcão correspondeu outra vez. Entrou no intervalo e fez um gol aos três minutos do segundo tempo. Foi perigoso em outros momentos da partida e termina o Brasileirão como herói da permanência do Figueira.

GLOBO ESPORTE.COM

 

Vasco 0 x 1 Figueirense

QUEM NÃO FAZ…

Há 15 dias, no Maracanã, contra o Coritiba, o Vasco pressionou, pressionou e acabou derrotado com um gol no fim. Neste sábado, o filme se repetiu contra o Figueirense. Um filme de terror para o Cruz-Maltino, que se vê cada vez mais perto da Série B. Os catarinenses tiveram o atacante Marcão como herói. Ele entrou no segundo tempo e decidiu o jogo com um gol nos acréscimos. Gol, aliás, virou drama para o Vasco. Está aí uma combinação que não dá certo no Brasileiro. Pelo sexto jogo seguido no nacional, o time não conseguiu marcar. São só oito marcados. E os culpados foram muitos. Os vascaínos Rafael Silva, Julio dos Santos e Thalles, que perderam várias chances, e o goleiro Alex Muralha, do Figueira, que parou os adversários. Os catarinenses somam três pontos fora de casa e voltam felizes da vida para Florianópolis. A saga do Vasco continua. Não vence no Brasileiro desde o dia 19 de julho, na 14ª rodada. E a lanterna está cada vez mais pesada.

PANORAMA

Com 13 pontos, o Cruz-Maltino continua em último lugar e pode ver os concorrentes do Z-4 abrirem vantagem no complemento da 21ª rodada. O Figueira chega a 26, continua em 14º, mas não poderá ser ultrapassado neste domingo. Os times voltam a jogar no meio da próxima semana. Na quarta, o Vasco visita o Inter, no Beira-Rio, em Porto Alegre, às 19h30. Na quinta, o Figueirense recebe o Grêmio, em Florianópolis, às 21h, no Orlando Scarpelli.

PÚBLICO E RENDA

14.857 – pagantes
17.940 – presentes
Renda: R$ 436.840,00

OS 90 MINUTOS

Foi um bom primeiro tempo. Cheio de dificuldades e deficiências dos dois times, mas com emoção. Chance perdida por Rafael Silva, herói da classificação vascaína na Copa do Brasil, um quase golaço de Clayton para os catarinenses, boas defesas do goleiro Alex Muralha e até lance polêmico. Aos 26 do primeiro tempo, Dudu, do Figueira, caiu na área em disputa de bola com Luan e pediu pênalti. O árbitro nada marcou. Faltou capricho, faltou calma, faltou gol. Na volta do intervalo, o Vasco manteve a postura ofensiva, enquanto o Figueirense fechou a casinha e esperou a chance de um contra-ataque. O time de São Januário pressionou, martelou, mas não conseguiu marcar. Rafael Silva, Thalles e Julio dos Santos desperdiçaram boas chances. Pior: no fim, nos acréscimos, os visitantes venceram com um gol de Marcão: 1 a 0. Filme repetido no Brasileirão e um novo resultado muito ruim para os cariocas, que estão em situação cada dia mais complicada.

GOLS PERDIDOS

Os atacantes vascaínos não podem reclamar da falta de chances. Foram muitas. Uma atrás da outra. Mas a pontaria falhou outra vez. O atacante Thalles, livre de marcação na área, perdeu a chance mais clara no segundo tempo. O retrato de uma crise técnica que só piora.

MURALHA

Destaque do Figueira na temporada, o goleiro Alex Muralha novamente fez uma grande partida. Foi seguro o tempo todo, bem na saída de bola e parou os atacantes vascaínos, que chegaram ao sexto jogo seguido sem gols no Brasileirão. Muralha, aliás, também contou com a sorte e com a má pontaria dos adversários.

 

GLOBO ESPORTE.COM

 

 

 

 

 

Figueirense 2 x 1 Atlético Mineiro – Copa do Brasil 2015

De virada, Figueira bate Galo e avança
para as quartas da Copa do Brasil

Marcão sai do banco e decide para time de Florianópolis, que se aproveita de jogador a mais, em partida com novas polêmicas de arbitragem

O Atlético-MG vinha fazendo partida heroica e mesmo com um jogador a menos desde 35 minutos do primeiro tempo, após expulsão polêmica de Leonardo Silva, vencia por 1 a 0, gol de Edcarlos. Mas a vantagem numérica deu mais fôlego ao Figueirense, que usou essa arma, e, sobretudo, a bola parada para virar o jogo e se classificar às quartas de final da Copa do Brasil. Leandro Alves empatou a partida após cobrança de escanteio e, quando os pênaltis pareciam o caminho decisivo, Marcão também se aproveitou de tiro de canto para decretar a virada e a classificação aos 44 minutos da segunda etapa.

O detalhe é que o jogador havia entrado no intervalo, justamente para aproveitar a vantagem numérica em campo, e conseguiu com louvor. Méritos também para Renê Simões. Ao Galo resta a certeza de ter feito um bom jogo dentro das limitações impostas por ter um homem a menos, ainda mais em expulsão que vai dar o que falar.

Os confrontos das quartas de final ainda não estão definidos. As partidas estão previamente marcadas para os dias 23 e 30 de setembro, mas nos próximos dias os catarinenses vão saber qual será o adversário. Antes disso, porém, os times voltam suas atenções para o Brasileirão. No sábado, às 18h30 (de Brasília), o Figueirense encara o Vasco no Maracanã. No dia seguinte, no mesmo estádio, o Atlético-MG pega o Fluminense naquilo que pode marcar o reencontro da equipe com Ronaldinho Gaúcho.

Primeiro tempo

Muitos esperavam um jogo em que o Atlético-MG pressionaria desde o início, apesar de estar fora de casa, contra um Figueirense bem postado, atrás de um contragolpe. Mas o panorama não se confirmou nos minutos iniciais, pois ambos tomaram a iniciativa. A primeira grande chance veio com Bruno Alves, que parou em ótima defesa de Victor. O jogo franco, entretanto, não se confirmou, e o Galo passou a ter mais a bola.

Léo Silva é expulso na partida contra o Figueirense (Foto: Reprodução/ TV Globo)
Léo Silva é expulso na partida contra o Figueirense (Foto: Reprodução/ TV Globo)

O gol dos visitantes amadurecia, mas, aos 35 minutos, numa tentativa de saída rápida para o ataque, Clayton foi derrubado por Leonardo Silva, na intermediária. O árbitro Vinícius Furlan mostrou vermelho direto para o zagueiro. Motivo de revolta por parte dos atleticanos.

Para recompor o sistema, Levir Culpi sacou o “ponta” Patric para a entrada de Edcarlos. Justamente em um dos primeiros lances que participou, o zagueiro mostrou estrela. Aos 44 minutos, o defensor, após cobrança de falta de Giovanni Augusto, ele raspou de cabeça e deu a vantagem para o time mineiro.

Segundo tempo

Com um jogador a mais e precisando de pelo menos um gol para levar a decisão da vaga para os pênaltis, o Figueira voltou para a pressão. O time se mandou tanto que se esqueceu de marcar e Giovanni Augusto teve a chance para matar o jogo antes dos cinco. Como errou o alvo, o rival cresceu no jogo. Lucas Pratto ficou isolado no ataque, enquanto lá atrás a defesa se virada como podia.

Mas aos 27 minutos não teve jeito. Victor salvou na falta, mas na cobrança de escanteio, a bola sobrou no alto para Leandro Silva, que deixou tudo igual. Acuado, o Galo não mudou de estratégia, enquanto o time da casa tentava chegar à virada mais na empolgação de seu torcedor do que na técnica.

Quando muitos imaginavam que a decisão iria para os pênaltis, inclusive com o ritmo mais lento em campo, apareceu Marcão em cabeçada fulminante, novamente se aproveitando de escanteio. Os jogadores do Galo ainda reclamaram de falta em Jemerson, no lance. o FGS virada decretada aos 47 minutos, não houve tempo para mais nada no Orlando Scarpelli. Festa dos donos da casa que compareceram em 7.310 pagantes, para uma renda de R$ 118.240,00.

 

GLOBO ESPORTE.COM

Chapecoense 2 x 2 Figueirense

Chape abre 2 a 0, mas cede empate no final, e Figueirense mantém tabu

Em jogo emocionante e com xingamentos ao técnico Argel Fucks, Bruno Rangel e Tiago Luís marcam para o time da casa, mas Dudu e Marcão conseguem o empate

Aumentou para oito jogos a invencibilidade do Figueirense diante da Chapecoense. Em um jogo emocionante na Arena Condá, na noite deste domingo, o time alvinegro esteve perdendo de 2 a 0, mas não desistiu e empatou o duelo. No duelo em que o técnico Argel Fucks foi alvo de vaias da torcida local devido às declarações de partidas anteriores, o Figueira saiu de Chapecó com um empate com gosto de vitória.

Bruno Rangel e Tiago Luís marcaram os gols do Verdão do Oeste, mas os donos da casa não deixaram o ritmo cair, e Dudu e Marcão fizeram os gols do empate. Com o resultado, a Chape continua na nona colocação, com 24 pontos. O Alvinegro caiu para 15º lugar, com 20 pontos.

Na próxima rodada, a 18ª da competição nacional, o grupo verde e branco enfrenta o Goiás no Serra Dourada. O duelo será às 21h desta quarta. No mesmo dia, o Figueira recebe o São Paulo no Orlando Scarpelli, às 22h.

Chapecoense Figueirense (Foto: Jardel da Costa/Futura Press)
Chape e Figueira empata o duelo no Oeste (Foto: Jardel da Costa/Futura Press)

O jogo
Com domínio do meio-campo, o Figueirense iniciou melhor nos primeiros minutos da partida. A Chapecoense demorou para se achar em campo e contou no começo do confronto com a segurança da defesa. Em uma das jogadas, Bruno Alves desviou de cabeça e jogou a bola perto do gol.

A partir dos 15 minutos, o Verdão do Oeste passou a equilibrar o duelo. Forçou a marcação no meio-campo e apostou na velocidade pelos lados do gramado. Aos 18, Tiago Luís fez bela jogada individual e cruzou rasteiro para Dener, que finalizou na trave. O lance animou a torcida, mas o jogo seguiu truncado até o fim do primeiro tempo.

Na volta do intervalo, a Chape teve uma mudança. O meia Nenén saiu para a entrada do volante Gil. A mexida deu outra cara para o time alviverde. E os comandados do técnico Vinícius Eutrópio contaram com a sorte. Aos quatro minutos do segundo tempo, o zagueiro Saimon tentou cortar cruzamento de Apodi e matou o goleiro Alex Muralha. Bruno Rangel estava no lugar certo para fazer o 1 a 0.

O gol animou a torcida e os jogadores. Com intensidade, o time da casa seguiu pressionando o adversário. Não demorou para ampliar o placar. De falta, Tiago Luís acertou belo chute de longe. E Alex aceitou. A partir daí, a Chape administrou o triunfo, enquanto o Figueira tentava a reação. O visitante incendiou o jogo aos 37, com gol de Dudu. Os comandados de Argel se mandaram para o ataque e, no final, Marcão deixou tudo igual: 2 a 2.

 

GLOBO ESPOERTE.COM

Figueirense 1 x 0 Chapecoense

1 x 0 

33ª RODADA
MARCÃO, DE LETRA, DÁ A VITÓRIA AO FIGUEIRENSE SOBRE A CHAPECOENSE
Atacante faz único gol da partida, alivia um pouco a situação do Alvinegro na tabela e deixa adversário mais próximo do Z-4, em 16º lugar
Preciso e matador, Marcão precisou de apenas uma bola para ajudar o Figueirense a bater um concorrente direto, e regional, contra o rebaixamento e dar um breve respiro na tabela de classificação do Brasileirão. A única finalização do centroavante contra a meta de Danilo – um toque de letra após a jogada de Clayton e Pablo – garantiu o 1 a 0 e importantes três pontos no Orlando Scarpelli, pela 33ª rodada. O time do oeste catarinense, em sua quinta partida seguida sem vitória, fica à beira do Z-4.

Diante de 15.552 torcedores, o Figueira fez sua parte como mandante e contou com uma pitada de sorte. A Chape teve mais domínio no primeiro tempo, com 55% da posse de bola, foi mais compacta e teve chance clara nos pés de Ricardo Conceição, que isolou diante do goleiro. O Alvinegro mudou na etapa final, e Argel promoveu um trio ofensivo que mudou a partida.

O Figueirense agora soma 39 pontos, cinco a mais do que o Vitória (primeiro time no Z-4), e está na 13ª colocação. Volta a campo no próximo domingo contra o Atlético-MG, às 19h30, no Independência. No mesmo horário, a Chapecoense recebe o Vitória, na Arena Condá, ainda com 36 pontos, mas agora mais perto da zona de degola, em 16º lugar.

Fabiano e Thiago Heleno, Figueirense x Chapecoense (Foto: Getty Images)
Fabiano e Thiago Heleno em disputa na vitória alvinegra (Foto: Getty Images)

O jogo

O Figueira começou no ataque nos primeiro minutos, mas a Chape aos poucos foi se estruturando, conseguiu um bom equilíbrio entre os setores. Léo Lisboa, substituto de Giovanni Augusto, fez o papel que torcida e Argel esperavam de seu meia de armação: recebeu de costas, conduziu, limpou e bateu para o gol, na primeira boa jogada do time da casa, que teimou em buscar as bolas aéreas. Foram 11 levantamentos à área na etapa inicial. O lance capital no primeiro tempo, no entanto, foi dos visitantes. Em contra-ataque que parecia fulminante, Júnior Timbó deixou Ricardo Conceição na cara do gol, mas o volante fez o mais difícil e mandou sobre a meta.

O Figueirense voltou com mudança no segundo tempo. Argel colocou Felipe no lugar de Jefferson, deixando o time com três meias de armação e mais ímpeto ofensivo. A Chapecoense também promoveu uma mudança, com a entrada de Bruno Rangel na vaga de um Leandro pouco participativo. Antes dos 10 minutos, o Alvinegro avançou ainda mais com Pablo, como terceiro atacante, no lugar do jovem Léo Lisboa, e aproveitou a primeira descida da Chape no segundo tempo para armar o contragolpe fatal.

Em jogada toda armada pelo trio ofensivo, aos 17 minutos, Clayton tocou para Pablo na ponta, que cruzou para Marcão colocar no fundo da rede com categoria: de letra, entre as pernas do zagueiro. Foi seu quinto gol na competição.

Antes mesmo de a bola voltar a rolar, Jorginho colocou mais um atacante, Fabinho Alves, no lugar de Júnior Timbó. Em seguida o meia Zezinho ficou com a vaga do volante Diones, lançando o Verdão todo para frente em busca de ao menos um ponto. Mas o Figueirense não deixaria mais os três pontos escaparem.

 

GLOBO ESPORTE.COM

Figueirense 4 x 0 Coritiba

4 x 0

29ª RODADA
FIGUEIRA LIDA MELHOR COM NERVOS, GOLEIA E AFUNDA O COXA NA LANTERNA
Catarinenses quebram sequência de três jogos sem vencer e se afasta do G4 com 4 a 0. Coritiba reclama de gol mal anulado quando jogo estava 0 a 0
Os nervos, a tensão e a impaciência estiveram presentes em campo neste domingo, no Orlando Scarpelli. E o futebol típico da parte inferior de tabela também. Figueirense e Coritiba exageraram nos erros e deixaram claro por que brigam contra o Z-4. Dentro deste contexto, o Figueira soube lidar melhor com os seus problemas e tratou de afundar ainda mais o Coxa, que reclamou muito de um gol mal anulado quando o placar estava 0 a 0. Depois disso, os catarinenses construíram um 4 a 0 um tanto inesperado. Alvinegros respiram, e alviverdes ficam ainda mais sufocados na lanterna do Brasileirão.

A distância na tabela, que era de três pontos, agora é de seis. Se o Figueira precisava de gols, conseguiu com Marco Antônio, Mazola e duas vezes com Marcão. Para o Coxa, em mais uma tarde de infelicidades, a lição que parece ficar é saber encontrar nos nove jogos restantes deste Brasileirão uma maneira de controlar os nervos e aproveitar melhor as chances. O tempo está passando.

Na próxima rodada, Figueirense e Coritiba voltam a jogar no mesmo dia e horário. O time catarinense deixa Florianópolis e vai até Porto Alegre. Encara o Grêmio, na Arena gaúcha, na quarta-feira, às 21h. Para o Coritiba, não há outro resultado a não ser a vitória diante do Botafogo, no Couto Pereira, em novo confronto direto contra o Z-4.

Figueirense x Coritiba - comemoração gol Figueirense (Foto: Agência Estado)
Jogadores do Figueirense comemoram um dos gols na importante vitória (Foto: Agência Estado)

Muitos erros, mas emoção

Por conta da situação incômoda na tabela, Figueirense e Coritiba iniciaram a partida errando demais. A pressão pela necessidade de uma vitória resultava em passes errados e falta de paciência com a bola nos pés – foram 27 erros de passes na primeira etapa. Um jogo morno e de poucas chances. A partida era concentrada no meio de campo. Assim, os lados foram as melhores alternativas de ataque. Apesar desses fatores, a primeira etapa teve sua dose de emoção.

Zé Love utilizava as costas do volante improvisado Jefferson e se dava bem. Obrigou Tiago Volpi a fazer boa defesa aos 23 minutos. Antes, aos 18,  o árbitro Péricles Bassol anulou um gol do Coxa ao assinalar impedimento inexistente em bela trama de Alex e Robinho. Jogada muito contestada pelos paranaenses. E o gol mal anulado custou caro. Em seguida, em uma rápida escapada, o jovem Clayton, que se movimentava pela direita e pela esquerda, aproveitou pixotada de Wellington para ficar na frente de Vanderlei e ser derrubado. Penalidade convertida por Marco Antônio, aos 31 minutos. O Coxa, que crescia na partida, se perdeu em campo. Felipe, aos 38, e Nirley, aos 41, quase ampliaram para o Figueira.

Figueira se solta e goleia

Com a vantagem no placar, o Figueira passou a utilizar o fator casa e os erros do Coritiba a seu favor. Com um pouco mais de tranquilidade, o time catarinense se mostrou mais organizado e assustou em duas chegadas pelo lado direito, uma com Clayton e outra com o meia Marco Antônio, que acertou a trave de Vanderlei. Desorganizado, o Coritiba não conseguia trocar passes. Alex, bem marcado, pouco conseguiu produzir.

O segundo gol parecia uma questão de tempo para os donos da casa. Mesmo com problemas, o Figueira conseguia impor seu jogo. O Coxa sentia. Sentiu tanto que o tempo necessário passou, e o segundo gol alvinegro veio, em nova bobeira da defesa alviverde. Marcão aproveitou para decretar o 2 a 0, aos 28 minutos. Abatido, o Coxa sofreu como tem sofrido ao longo deste Brasileirão. Totalmente entregue. Mazola, que entrara na segunda etapa, e Marcão, mais uma vez, decretaram uma inesperada goleada: 4 a 0.

 

GLOBO ESPORTE.COM

Figueirense 3 x 1 Palmeiras

3 x 1

25ª RODADA
VALDIVIA TOMA DECISÃO ERRADA, FIGUEIRA VIRA O JOGO E MANTÉM PALMEIRAS NO Z-4
Chileno prefere passe a chute em ótima chance com 1 a 0 a favor, e time catarinense vira com três gols num intervalo de quatro minutos

O cronômetro marcava 22 minutos do segundo tempo. O placar do Orlando Scarpelli, em Florianópolis, exibia a vitória parcial do Palmeiras por 1 a 0 – triunfo que o tirava da zona do rebaixamento. Valdivia, então, fica livre na área, de frente para o gol, e prefere tentar toque para o lado a chutar para o gol e fazer 2 a 0. A decisão foi fatal. Vivo no jogo, o Figueirense se reorganizou rapidamente, fez gols aos 31, 32 e 35 minutos (dois de Clayton e um de Marcão) e venceu por 3 a 1, em partida válida pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.

– A culpa é minha. Deveria ter feito o gol. Estou chateado, como todo mundo – disse Valdivia, logo na saída do gramado do Orlando Scarpelli.

Com o resultado, o time catarinense chegou a 32 pontos e saltou para a décima colocação. Já o time paulista, que estava conseguindo se recuperar, segue com os mesmos 25 pontos de antes e ainda na zona do rebaixamento. Na próxima rodada do Brasileirão, o Palmeiras joga na quinta-feira, às 19h30, contra a Chapecoense, no Pacaembu. O Figueirense, por sua vez, atua no sábado, às 18h30, diante do Goiás, no Serra Dourada.

Figueirense x Palmeiras - Valdivia (Foto: Getty Images)
Valdivia em ação na partida: decisão errada do chileno mudou panorama do jogo (Foto: Getty Images)

 

O jogo

Faltou futebol de qualidade, mas sobrou vontade. Dá para resumir assim o primeiro tempo do duelo em Florianópolis. Figueirense e Palmeiras estiveram longe de protagonizar uma boa partida. Mas seus jogadores procuraram espaços, se arriscaram e algumas vezes até exageram nos lances.

Pouco superior no toque de bola, o Verdão se deu melhor. Segurou as investidas de Giovanni Augusto – Deola fez importante defesa – e criou algumas boas chances na frente. Em uma delas, gol de Cristaldo. O argentino recebeu passe de Diogo e bateu de primeira, sem chance para Tiago Volpi.

A vantagem no placar deixou o Palmeiras mais solto em campo. O segundo gol só não surgiu no início do segundo tempo porque Cristaldo parou em Tiago Volpi após bom passe de Valdivia. O chileno, aliás, perdeu incrível chance de gol. De cara para o gol, ele não chutou. Preferiu o toque para Henrique e perdeu a bola.

O lance mudou a partida. Se Valdivia soubesse o que estava por vir… O time catarinense partiu para o ataque e virou a partida em dois minutos. Com dois gols de Clayton, com dois cruzamentos vindos da esquerda. No primeiro, aos 31, ele fez de cabeça. No segundo, aos 32, com o pé. Entregue, o Verdão ainda deu espaço para o Figueira ampliar, com Marcão, de cabeça, em falha de Deola. Para piorar para o time paulista, Nathan foi justamente expulso.

Figueirense x Palmeiras  (Foto: Renan Koerich)
Cristaldo e Henrique comemoram o gol do Palmeiras na partida (Foto: Renan Koerich)
GLOBO ESPORTE.COM