James Akel divulga depoimento pessoal de Luíz Gustavo ao VIVA

Na próxima quinta o ator Luiz Gustavo, que fez o papel de Beto Rockfeller na TV Tupi, mostra depoimento sobre sua carreira as 22,30 na TV Viva.

Um detalhe da entrevista é que ele conta que mesmo sendo o maior ator da TV Tupi naquele momento, fazendo o papel de Beto na novela de maior faturamento da emissora, ele não recebia salário em dia, aliás vai dizer que passou todo tempo da novela sem receber salário.

 

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 14h04 no dia 09/02/2015

João Emanuel Carneiro apresentou lista completa do elenco de sua novela em 2015

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João Emanuel Carneiro apresentou na Globo uma lista completa dos atores que pretende contar na sua novela…
… Evidente que este trabalho tem a participação direta da diretora Amora Mautner.
… Cauã Reymond, Luiz Gustavo, Paula Burlamaqui, Andréia Horta, Susana Vieira e Carolina Dieckmann,  entre outros, já estão reservados…
… O início da produção deve acontecer entre os meses de abril e maio.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Joia Rara terá concorrente portuguesa no Emmy

 

“Joia Rara”, da Globo, no Emmy, terá como concorrente de melhor novela “Belmonte”…
… Produção da televisão portuguesa, com a direção do nosso Attílio Riccó e participação de Graziela Schmitt…
… Aliás, Attílio que está no Brasil em conversas bem avançadas para voltar a trabalhar por aqui.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Vitória 2 x 1 Bahia

 2 x 1 

23ª RODADA
ADEUS, TABUS! VITÓRIA IGNORA HISTÓRICO, VENCE BA-VI DE VIRADA E COMPLICA RIVAL
Tricolor sai na frente logo no início do primeiro tempo, mas Rubro-Negro domina partida e sela virada: 2 a 1 na Fonte, para festa da torcida do Leão
Um dia para implodir tabus. Esse foi o domingo do Vitória. Na lanterna do Campeonato Brasileiro, o Rubro-Negro tinha contra si muitos números. Mas, diante de 25 mil torcedores, tratou de mandar às favas os números e tabus para fechar o torneio particular de Ba-Vis de 2014 mostrando que quem ri por último ri muito melhor. Na Arena Fonte Nova, o Leão da Barra venceu de virada o Bahia pelo placar de 2 a 1, em partida válida pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. Kadu e Luiz Gustavo balançaram as redes pelo time de Ney Franco. Kieza descontou para o Tricolor.

O último triunfo do Vitória diante do maior rival na Série A tinha acontecido em 2003. Apesar dos longos anos, o número de jogos neste período era pequeno: apenas três. Em números absolutos, outra marca incomodava: o Leão não vencia o Bahia havia oito partidas. O úlltimo triunfo sobre o rival havia sido no dia 12 de maio de 2013, na goleada de 7 a 3 pelo Campeonato Baiano, também na Fonte Nova. Só neste ano, foram cinco clássicos, com dois triunfos do Bahia e três empates. Além disso, Ney Franco nunca havia vencido um Ba-Vi. Neste domingo, o Vitória tratou de mudar a história e, com uma atuação perfeita, saiu de campo merecedor do resultado. De quebra, o Leão deixou a lanterna do Campeonato Brasileiro e ainda ultrapassou o Bahia, adversário direto na luta contra o rebaixamento.

Com o resultado, o Rubro-Negro chegou a 24 pontos e subiu para a 14ª posição – pela primeira vez em sete rodadas, deixa a zona de rebaixamento. Já o Bahia manteve os 23 pontos e agora é o 18º colocado. Na próxima quinta-feira, o Vitória vai até São Paulo enfrentar o Palmeiras, no Pacaembu. O Tricolor joga um dia antes, na quarta, outra vez na Fonte Nova, desta vez diante do Sport.

Bahia x Vitória (Foto: Romildo de Jesus / Futura Press)
Vitória levou a melhor no clássico e saiu da Fonte Nova com o triunfo (Foto: Romildo de Jesus / Futura Press)

Ba-Vi elétrico de Kieza e Kadu

Bahia e Vitória começaram o clássico com emoção digna de suas grandezas: antes dos dez minutos de jogo, as duas torcidas gritaram gol. Aos cinco, a defesa do Vitória bateu cabeça, e Pará achou Kieza livre de marcação para abrir o placar. A torcida tricolor ainda comemorava, quando o erro mudou de lado. A defesa do Bahia falhou, e Lomba saiu mal. O suficiente para Kadu empurrar para as redes e empatar três minutos depois. Após o gol, o Vitória melhorou na partida e passou a criar mais. Dono do meio-campo, Richarlyson distribuiu as ações pelo lado vermelho e preto. Dinei, Roger Carvalho e Léo Gago ameaçaram por suas equipes, e o primeiro tempo chegou ao fim com um Vitória melhor e dono das ações, diante de um Bahia que viu na velocidade de Rafinha sua opção de fuga.

Ba-Vi de um time só

O Tricolor começou o segundo tempo tentando reagir. Kleina trocou Léo Gago por Maxi Biancucchi, e a atuação da equipe melhorou em relação ao primeiro tempo. Ainda assim, o Bahia seguia dando espaços. Em um desses erros, Luiz Gustavo chutou fraco de fora da área, a bola bateu na trave, nas costas de Lomba e morreu no fundo das redes. Com o gol, o Vitória cresceu e encurralou o seu maior rival. Como numa luta de boxe, restou ao Tricolor sofrer nas cordas diante da superioridade do maior rival. Acuado, o Bahia quase levou o terceiro, após cabeçada do baixinho Juan e, assim como na primeira etapa, tentou usar a velocidade para chegar ao gol. Destaque pelo esforço, Rafinha chegou perto do empate, mas o Tricolor não teve inspiração semelhante dos demais atletas. No fim, restaram tentativas desesperadas de um time que jogou pouco, diante da cadência de um Vitória que soube ser vibrante, calculista e decisiva para vencer.

 

GLOBO ESPORTE.COM

Renato Maurício Prado comenta que a seleção brasileira está pronta para a Copa

 

Diante de uma África do Sul inofensiva, a seleção brasileira nem precisou se esforçar muito para vencer por 5 a 0 e comprovar algo que já se podia perceber desde a Copa das Confederações: salvo contusões, o time de Felipão está pronto para o Mundial. Experiências e novidades à parte (duas ou três, para o banco de reservas), até uma criança é capaz de escalar a formação da estreia, contra a Croácia, no Itaquerão.

Sem tirar nem por, é rigorosamente a equipe que iniciou o jogo final contra a Espanha, no Maracanã: Júlio César, Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo: Luiz Gustavo, Paulinho e Oscar; Hulk, Fred e Neymar. Pode-se ate discordar de um ou outro nome, mas é obrigatório reconhecer que este é, comprovadamente, o melhor Brasil dos últimos anos. Garantir que ganhará o caneco, obviamente, é impossível. Mas que Scolari conseguiu montar um escrete forte, digno de ser apontado como um dos favoritos ao título, ninguém tem mais dúvida. Palmas pra ele e pro Parreira.

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 07.03.2014

Luiz Gustavo, um coadjuvante assumido

Luiz Gustavo, um coadjuvante assumido

Não tenho vergonha de ficar marcando para os outros aparecerem na frente e marcarem gols”, é o que diz o volante Luiz Gustavo ao público em um evento realizado em São Paulo, nesta sexta-feira. Uma frase que diz tudo sobre o modo como o jogador do Wolfsburg ganhou a confiança de Luiz Felipe Scolari e ajudou a dar segurança defensiva à Seleção Brasileira campeã da Copa das Confederações da FIFA Brasil 2013. Sujeito simples, de palavras conscientes e risos tímidos, o volante não se importa em assumir um papel de coadjuvante na equipe verde e amarela.

Quando foi questionado se sentia-se incomodava em ter, possivelmente, o rosto menos conhecido entre os atletas que podem ser convocados por Felipão para a Copa do Mundo da FIFA deste ano,Luiz Gustavo não titubeou. “Não me incomoda, porque eu sou muito tranquilo na minha vida pessoal. E acho que jogar como volante me ajuda muito neste aspecto”, declarou.

“Sou muito discreto fora das quatro linhas e dentro de campo também. Lógico que é bom ser reconhecido, mas a Seleção tem outros jogadores que aparecem mais tanto pelos gols, quanto pelas jogadas bonitas. Então eu deixo este papel para eles. Não me importo em ser um coadjuvante”, acrescentou o atleta, que, quieto em seu canto, não se cansa de levantar taças. Na temporada passada, ele teve sua importância na conquista da Tríplice Coroa (Campeonato Alemão, Copa da Alemanha e Liga dos Campeões da Europa) pelo Bayern de Munique.

Agora no Wolfsburg, clube que tenta brigar com as grandes potências na Alemanha, o volante comemora o fato de ter ganhado espaço na Seleção Brasileira após a chegada de Luiz Felipe Scolari. E, se por um lado, é sua habilidade na defesa que o alçou a titular na equipe, ele revela que trabalha diariamente para não ser apenas um mero marcador.

“Quando ele me convocou pela primeira vez, eu já estava preparado para ser titular”, afirma. “Tenho comigo desde pequeno que, às vezes, nós, jogadores, perdemos algumas oportunidades de evoluir na nossa carreira. Volante tem aquela característica de marcar e ponto. Mas eu não penso assim. Posso não fazer gols, mas tento sempre aprimorar a minha finalização. Posso não dar assistências, mas tenho que ter um bom passe. Então estes são pequenos detalhes a que sempre me apeguei e que continuo trabalhando para ser o melhor na minha posição”, encerrou o volante, que, se depender de sua personalidade, não se importará em encerrar a Copa do Mundo da FIFA com status de coadjuvante – de luxo – da Seleção Brasileira.

 

 

Otimismo
Luiz Gustavo elogiou o otimismo já demonstrado por Luiz Felipe Scolari em recentes entrevistas e mostrou que segue a mesma linha de pensamento do comandante canarinho: acredita que a Seleção entrará em campo em junho como o time a ser batido.

“Gosto deste otimismo do Felipão. Sou um cara muito positivo, sempre pensei que a gente deve focar, mentalizar o que quer, que uma hora ou outra acontece. E para nós, aqui do Brasil, não tem outra resposta. O que todo mundo quer, o que nós, jogadores, queremos é este título. E vamos, com certeza, conquistá-lo”, disse.

Na sequência, quando questionado sobre quais seriam as principais rivais da Seleção Brasileira no torneio, o volante tentou se esquivar. “Tem grandes seleções aí. Nós enfrentamos algumas na Copa das Confederações, e são equipes que mostraram que tem chances de brigar pelo título. A Alemanha, por exemplo, tem um time com jogadores de muita qualidade, mas eu e meus companheiros estamos nos preparando para sete finais”, afirmou.

Porém, depois da insistência dos jornalistas para que apontasse no mínimo três candidatos ao título, Luiz Gustavo brincou: “Eu vou falar três vezes Brasil. É melhor, né? BrasilBrasilBrasil(risos)”, declarou, antes de, enfim, eleger as favoritas para o Mundial: “Há muitas seleções que podem chegar longe. A Alemanha, Argentina, Itália, Holanda”, disse, antes de ser lembrado da Espanha. “Não tenho nem que falar deles, né? São os atuais campeões mundiais”, disse.

 

FIFA.com

James Akel critica o texto do Sai de Baixo

 

Quem viu o Sai de Baixo neste domingo depois do Fantástico também viu que o texto é incoerente, o roteiro é inaceitável, mas os atores no palco, sem texto e apenas no faz de conta que tem texto deram um show que acabou com o ibope dos adversários.

O carisma de gente tipo Luiz Gustavo, Marisa Orth, Aracy Balabanian e Miguel Falabella supera a pobreza de texto e roteiro inócuo.

Não sei se depois de 1 mês o povo ainda vai rir de tanta falta de texto e roteiro irreal.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 00h13 no dia 05/11/2013

Flávio Ricco critica a versão 2013 do Sai De Baixo

 

1ª – O momento da televisão, hoje, dá ao telespectador a “opção” de não sentir saudade.
No domingo, a Globo aberta colocou no ar o primeiro dos 4 episódios do “Sai de Baixo”, com participação especial de Tony Ramos.

2ª – Os mais saudosistas certamente se perguntaram: cadê o Ribamar?! – tipo do Tom Cavalcante, que também marcou época.
Meio que de propósito, no mesmo horário, o Viva, canal pago, mostrava episódio com a participação do personagem.
Um competindo com o outro.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

James Akel comenta os erros do remake da Família Trapo

 

O cenário criado pra nova Família Trapo na TV Record é igual ao cenário do Sai de Baixo da TV Globo.

O design do cenário é o mesmo.

A porta de entrada da casa na diagonal direita um patamar superior ao piso da sala, o janelão de vidro com vista da cidade no meio e a saída pra outra parte da casa da esquerda.

Tudo exatamente igual ao cenário do Sai de Baixo.

Então a gente fica se perguntando se isto foi de propósito ou se foi por acaso.

Ao invés de copiarem a filosofia e design do cenário original da Família Trapo de 1967, que é o original da emissora, levando o inconsciente coletivo até o tempo anterior em que o programa teve grande sucesso, preferiram fazer o mesmo lay-out da TV Globo do Sai de Baixo.

A dona de casa vai comparar a Família Trapo com o Sai de Baixo e não com a família antiga.

Quando eu digo que por mais boa vontade que os bispos tenham em aprender sobre TV eles não poderiam estar em posição de comando, não estou falando nada além de uma realidade de mercado.

O vice artístico da TV Record é o Bispo Marcelo e o diretor artístico é um jovem especialista em contabilidade e finanças que é Mafran Dutra.

Se existisse algum experiente diretor da área no comando com certeza teria evitado que a situação de cenário acontecesse.

Alguém com experiência de história da TV quando visse o desenho do cenário da Família Trapo saberia que se tratava de algo igual ao da TV Globo e que remeteria a dona de casa a comparar o programa da TV Record com o Sai de Baixo.

Vamos entender que no Sai de Baixo, mesmo sem texto, a gente tem Luiz Gustavo, Aracy Balabanian, Marisa Orth e Miguel Falabella.

Mesmo sem texto o show deles vai ser superior ao da Família Trapo dos dias atuais.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 01h30 no dia 04/11/2013

Robinho e Willian, as novidades de Felipão

Robinho e Willian, as novidades de Felipão

 

Luiz Felipe Scolari convocou nesta quinta-feira a Seleção Brasileira para os dois últimos amistosos de 2013. E a lista teve pequenas, mas importantes novidades. A principal delas foi a volta do atacante Robinho, do Milan, após dois anos sem vestir o uniforme da equipe nacional. Outras foram a presença de Willian, do Chelsea, e Marquinhos, do Paris Saint-Germain, que havia sido previamente convocado.

Em relação à última convocação, jogadores como Júlio César, Thiago Silva e Maicon, que estavam machucados, acabaram voltando. Os 22 jogadores defenderão a Seleção nos amistosos contra Honduras, no dia 16 de novembro, em Miami (Estados Unidos), e Chile, três dias depois, em Toronto (Canadá). A África do Sul, em março, será a última adversária antes da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014.

Sobre Robinho, Felipão admitiu que vinha o observando desde o mês anterior, quando pensou em aproveitá-lo nos amistosos contra Coreia do Sul e Zâmbia. “Venho observando e mantendo contato e ele praticamente sabia que ia ser convocado”, destacou o treinador. “É um jogador com qualidade técnica, que tem alegria, acho que 100 convocação e 88 jogos, duas Copas… É importante dar essa oportunidade agora, para saber se ele vai se integrar dentro do nosso espírito”, completou, explicando em seguida como pensa em aproveitá-lo.

“Ele pode jogar como falso número 9, pois é um jogador versátil, que rende em qualquer posição do meio para frente. É um jogador ousado e quero que ele ouse na Seleção como sempre fez”, completou.

Felipão falou ainda sobre Willian e a possibilidade de testar mais jogadores até a convocação final antes da Copa – em 2014, haverá apenas mais uma, em março. “Alguns jogadores do Chelsea foram importantes agora, porque me passaram informações da personalidade doWillian. E as atuações dele me chamaram a atenção também”, apontou.

“Em 2002, os jogadores que chamamos nas últimas convocações foram espetaculares, caso do Kaká, Vampeta e Edílson. É o que farei agora caso apareça outro bom jogador nesse tempo. E depois decidirei”, continuou o treinador, lembrando ainda do jovem zagueiro Marquinhos, de 19 anos. “Ele joga com o Thiago – joga muito bem – e já tinha tido evolução pela Roma. Temos que observar até o final, dar chances. As portas ainda estão abertas.”

Confira a convocação completa da Seleção:

Goleiros: Julio Cesar, Victor
Defensores
: Thiago Silva, Dante, David Luiz, Marquinhos, Daniel Alves, Maicon, Marcelo, Maxwell
Meias
: Paulinho, Hernanes, Lucas Leiva, Luiz Gustavo, Ramires, Oscar, Willian
Atacantes: Hulk, Bernard, Jô, Neymar, Robinho

 

FIFA.com