Vasco 2 x 1 Sport

O JOGO

O Vasco só pensava em uma coisa: recuperação. Depois de ser goleado em casa pelo Corinthians, na última rodada, a equipe de Milton Mendes precisava da vitória diante do Sport para voltar a crescer na Série A. Objetivo cumprido. Com boa participação de Nenê no segundo tempo e poder de decisão de Luis Fabiano, o time da casa venceu por 2 a 1. Os gols foram marcado pelo Fabuloso e por Douglas pelo time carioca. André descontou para o Leão, de pênalti, no último lance do duelo.

DESTAQUE

E A TABELA?

Com a vitória, o Vasco pegou o elevador na classificação. Neste momento, com nove pontos, ocupa a oitava posição – mas pode cair no decorrer da rodada. Já o Sport foi para 13º lugar, com sete. Também pode cair quando todos os jogos acabarem. Na próxima rodada, o Leão encara o São Paulo, na Ilha do Retiro. O Vasco visita a Chape. As duas partidas são na próxima quarta-feira. O do Leão é às 21h45. Do time carioca, às 19h30.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

Tem problemas de insônia? Consiga o primeiro tempo do jogo e assista em momentos de necessidade. Os 45 minutos iniciais foram um deserto. De criatividade e de chances ciradas. Sem articulação, o Vasco praticamente não assustou o Sport – que, pelo seu lado, limitou-se a marcar. Muito pouco.

DESTAQUE

SEGUNDO TEMPO

O segundo tempo começou bem diferente de como o primeiro terminara. Pelo menos para uma equipe: o Vasco. Milton Mendes colocou Nenê no lugar de Wellington e, sob a batuta do meia, a equipe cresceu e passou a incomodar o Leão. A mudança de Luxemburgo não deu tão certo (Sander no lugar de Thallyson).O volume de jogo do Cruzmaltino foi coroado no belo gol de cabeça de Luis Fabiano, que abriu o placar. Douglas ampliou no final – e André descontou no último lance do jogo.

DESTAQUE

RESOLVEU

Luis Fabiano começou bem demais a Série A. Depois de marcar dois contra o Corinthians, decidiu contra o Leão com belo gol de cabeça e encaminhou a vitória do Vasco. Já são cinco gols na competição – vice-artilheiro, atrás apenas de Henrique Dourado, do Flu, com sete.

DESTAQUE

FEZ O TIME CRESCER

No segundo tempo, o Vasco cresceu e construiu a vitória. Muito disso se deveu à entrada de Nenê. O experiente meia deu toque de qualidade à equipe, carente de criação na primeira etapa. O jogador se candidata a voltar ao time titular.

DESTAQUE

NADA FUNCIONOU

Falta de tentativa não foi, mas a noite não foi feliz para Vanderlei Luxemburgo. O esquema com três volantes não funcionou completamente. No primeiro tempo, conseguiu proteger a equipe – mas não teve força para criar. No segundo tempo, Luxa fez as três mudanças que podia. Colocou Sander, Rogério e Leandro Pereira. Nenhum deles, porém, ajudou o Leão.

 

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Vasco 2 x 5 Corinthians – Serie A 2017

O JOGO

JOGÃO

Não fosse o susto nos primeiros minutos do segundo tempo, o Corinthians poderia se gabar de ter feito sua melhor apresentação em 2017. Numa noite de finalizações precisas, mas alguns vacilos na defesa, o Timão goleou o Vasco por 5 a 2, nesta quarta-feira, em São Januário, e assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro. Marquinhos Gabriel, Jô, Maycon e Clayton, duas vezes, construíram o placar. Luis Fabiano, com dois gols, diminuiu.

DESTAQUE

COMO FICA?

O Timão chega aos 13 pontos na tabela e só pode ser alcançado pela Chapecoense, que enfrenta o Grêmio nesta quinta-feira. O Vasco, por sua vez, fica com seis pontos, mais perto da parte de baixo da tabela.

DESTAQUE

90 MINUTOS

A agitação começou cedo. Logo com um minuto, Kelvin torceu o joelho esquerdo e teve de ser substituído. Dois minutos depois, gol do Corinthians. Marquinhos Gabriel chutou de primeiro após cruzamento de Arana. O Vasco não se abateu e criou boas chances. Só que o Timão foi certeiro aos 38 minutos. Jô recebeu, driblou Martín Silva e fez o segundo.

 

Na etapa final, o Vasco voltou com uma postura bem mais ofensiva. E precisou de apenas dois minutos para empatar o jogo, com dois gols de Luis Fabiano. Mas o Timão não se acomodou e encontrou espaço para golear. Aos 12, Maycon fez o terceiro, depois de passe de Clayson. Aos 38 e aos 46, Clayton deu números finais à partida.

DESTAQUE

INVICTIMÃO

Com a vitória expressiva fora de casa, o Corinthians chega a 18 jogos de invencibilidade na temporada. Longe de sua Arena, o desempenho também é notável: 17 partidas, com 11 vitórias, cinco empates e só uma derrota.

DESTAQUE

O CARRASCO

Com os dois gols marcados nesta quarta, o atacante Luis Fabiano  tem 13 em sua carreira contra o Corinthians, com as camisas de Ponte Preta, São Paulo e Vasco.

 

Vasco 3 x 2 Fluminense

O JOGO

O clássico já gerava expecativa antes mesmo deste sábado. Afinal, após 12 anos, Vasco e Fluminense voltariam a se enfrentar em São Januário. Em tarde de casa cheia, o que se viu foram as equipes entregando um jogo movimentado – sobretudo no segundo tempo – e emocionante. Em duelo com duas viradas, o Cruz-Maltino fez valer seu mando de campo e venceu o Tricolor com gol marcado aos 47 minutos: 3 a 2 para os donos da casa.

 
Foram duas viradas, uma para cada time. O Vasco sairia na frente com gol de Luis Fabiano no primeiro tempo. No começo da segunda etapa, o Tricolor ficaria na frente com dois gols de pênaltis convertidos por Henrique Dourado. Aguerrido, o time do técnico Milton Mendes virou com gols de Manga Escobar e Nenê – ambos sairam do banco de reservas no decorrer do jogo.

DESTAQUE

FABULOSO ABRE PLACAR NO 1º TEMPO

 Os primeiros 20 minutos do clássico foram muito truncados, e os dois times não encontravam muito espaço rumo ao ataque. O Flu pressionou o quanto podia pela esquerda, contando com as investidas de Richarlison. O Vasco, por sua vez, vinha na velocidade pelos dois lados. Em uma das tentativas pela ponta, Pikachu cruzou na medida para Luis Fabiano abrir o placar de cabeça, aos 25. O atacante cruz-maltino subiu sozinho, sem marcação, e não deu chances para o goleiro Diego Cavalieri: 1 a 0.

Na frente, o Vasco passou a ter mais domínio do meio de campo, atrapalhando ainda mais a criação do Fluminense. A atuação dos volantes da casa, segura até ali, também ajudava. A melhor chance do Tricolor foi aos 39 da primeira etapa: após escanteio batido por Scarpa, o zagueiro Nogueira subiu mais alto que a marcação, mas a bola quicou e parou no travessão.

DESTAQUE

DOIS PÊNALTIS E A VIRADA DO FLU

 O segundo tempo permitiu um jogo mais aberto desde o princípio, com chegada mais claras dos dois lados. No começo da etapa, o Fluminense levaria perigo primeiro com chute de Scarpa, que parou na defesa em dois tempos de Martin Silva. No entanto, o panorama mudaria a partir dos 12 minutos: Após cruzamento de Henrique Dourado na área, Jean colocou a mão na bola. O juiz então assinalou pênalti, e o próprio Dourado cobrou e marcou o gol de empate.
Cinco minutos depois, um banho de água fria para o Vasco: Wendel chutou forte de fora da área, e Martin deu rebote. Richarlison então tentou alcançar, e acabou calçado por Gilberto: outro pênalti para o Fluminense em São Januário. Dourado, novamente com frieza, cobrou e marcou o gol da primeira virada.

DESTAQUE

NENÊ E MANGA: DO BANCO PARA RESOLVER

 Atrás no placar, no entanto, o Vasco não se intimidou e seguiu rumo ao ataque. Milton Mendes fez na substituição que mudaria o jogo: colocou Nenê e Manga Escobar no time (nos lugares de Pikachu e Kelvin), e fez a dupla atuar próxima de Luis Fabiano. Foi premiado aos 29 minutos: Manga recebeu pela esquerda, limpou bem a marcação e conseguiu bater no canto do goleiro Cavalieri. Tudo igual de novo no placar.

 

O jogo continuaria intenso até os minutos finais. Em casa, o Vasco não se conformava fácil com o empate e acabou premiado já nos acréscimos. Também vindo do banco de reservas no decorrer do duelo, Nenê – até pouco tempo titular do time – foi premiado. Aos 47, Manga passou pela marcação de Orejuela. A bola então sobraria para Nenê, que mandou a bola no cantinho: 3 a 2.

DESTAQUE

VOU DE TÁXI

Antes do jogo, a delegação do Vasco enfrentou um problema com o o ônibus que levava o elenco para a partida. O veículo parou na Avenida Ayrton Senna, na altura do Gardênia Azul, em Jacarepaguá, e os jogadores seguiram para o estádio de táxi.

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CASA CHEIA:

 Público e Renda:

19.082 pagantes

20.442 presentes

 R$ 700.560

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Vasco 2 x 1 Bahia

DESTAQUE

VITÓRIA E ALÍVIO

O Vasco se recuperou da derrota sofrida na estreia do Campeonato Brasileiro e, com autoridade, venceu o Bahia por 2 a 1 na manhã deste domingo, em São Januário. Mesmo com Nenê no banco de reservas, barrado por Milton Mendes, o Cruz-Maltino dominou a equipe baiana e venceu a partida com gols de Yago Pikachu e Luis Fabiano para festa da torcida vascaína que encheu as arquibancadas da Colina Histórica. Gustavo descontou para o Bahia. A partida deste domingo também marcou as estreias de Paulão e Breno com a camisa do Vasco.

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DIA FABULOSO

Foi um domingo especial para Luis Fabiano. Além de ser o primeiro gol de Fabuloso em São Januário com a camisa do Vasco, foi também o 400º dele na carreira. Além disso, foi dele o passe para Yago Pikachu abrir o placar. O atacante quase balançou a rede em outras três ocasiões no primeiro tempo em bons cabeceios. Dois deles foram defendidos por um inspirado goleiro Jean – o outro foi para fora.

DESTAQUE

PANORAMA

Com o resultado, o Vasco conquistou os seus três primeiros pontos no Campeonato Brasileiro e subiu para a 11ª posição. A equipe carioca aguarda o desfecho da rodada para saber em que posição vai terminar. Do outro lado, com a derrota, o Bahia caiu para a quarta posição, com três pontos conquistados.

DESTAQUE

PRÓXIMOS JOGOS

O Vasco volta a jogar no próximo sábado, novamente em São Januária. O jogo será contra o Fluminense, às 19h (horário de Brasília). Um dia depois, o Bahia vai ao Engenhão, onde vai enfrentar o Botafogo, também às 19h.

DESTAQUE

PÚBLICO E RENDA

Público pagante: 17.770
Público presente: 19.030
Renda: R$649.110,00

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

O Vasco teve domínio do jogo no primeiro tempo e as principais chances de gols. Com uma escalação diferente, sem Nenê e apostando na velocidade de Kelvin, o Gigante da Colina conseguiu chegar com perigo logo aos sete minutos. Em cobrança de falta, Luis Fabiano apareceu para cabecear e exigir boa defesa do goleiro Jean. Cinco minutos depois, Jean fez milagre em finalização de Fabuloso na pequena área. No embalo da torcida, equipe carioca ainda teve mais oportunidades com Gilberto e Mateus Vital.

 

Com o Vasco em cima, o Bahia, que teve seis dos seus titulares poupados, não conseguiu colocar em prática a sua estratégia de sair em contra-ataque e só chegou em perigo nas bolas altas. A melhor chance aconteceu aos 34 minutos, quando Juninho cobrou escanteio e a bola passou por todo mundo.

DESTAQUE

SEGUNDO TEMPO

Depois do amplo domínio do Vasco no primeiro tempo, o técnico Guto Ferreira decidiu mandar dois seus titulares poupados para o segundo tempo. Zé Rafael e Allione entraram no início da etapa final e melhoraram a produção ofensiva da equipe baiana. Contudo, não demorou muito e o Bahia tomou um banho de água fria. Aos sete minutos, Martín Silva cobrou tiro de meta, Luís Fabiano ganhou no alto e enfiou para Yago Pikachu, que só teve o trabalho de tirar do goleiro Jean.

 

Com o Bahia em busca do gol, o Vasco encontrou espaços para jogar no contra-ataque e tentar ampliar o placar. Se Gustavo, em finalização de cabeça, perdeu dois gols incríveis para o Bahia, Luís Fabiano não desperdiçou a chance que teve aos 29 minutos. Fabuloso aproveitou rebote de Jean após defesa em chute de Kelvi e marcou o segundo gol do Vasco, o 400 dele na carreira.

DESTAQUE

RECLAMAÇÃO

Mesmo dominado, o Bahia conseguiu segurar o 0 a 0 com o Vasco no primeiro tempo. Contudo, a situação da equipe baiana poderia ser bem diferente na etapa inicial se o árbitro Leandro Bizzio Marinho tivesse expulsado o volante Jean aos 22 minutos. No lance, Jean perdeu a bola para Gustavo e fez a falta no atacante do Bahia, que ia partir sozinho cara a cara com Martín Silva. O árbitro deu apenas cartão amarelo para o jogador do Vasco.

DESTAQUE

BARRADO E QUERIDO

Milton Mendes barrou o meia Nenê no jogo desta manhã. Apostando na velocidade de Kelvin, o treinador decidiu mandar uma equipe mais leve a campo. Mesmo no banco de reservas, o camisa 10 do Vasco não perdeu o prestígio com a torcida e teve o nome gritado em São Januário.

DESTAQUE

DIA DE NOVIDADES

O domingo foi de estreias para o Vasco, ambas na defesa. Anunciado há cinco dias, Paulão foi titular e teve bom desempenho no jogo deste domingo. “Zaguerio-zagueiro”, como ele mesmo se intitula, Paulão não aliviou nas divididas e fez a alegria da torcida. Também na defesa, o zagueiro Breno foi outro que estreou. No caso dele, a mudança foi forçada pela lesão de Rafael Marques.

DESTAQUE

OLHO NA COPA DO NORDESTE

O Bahia foi campo com uma equipe cheia de reservas. Preocupado com a final da Copa do Nordeste, o técnico Guto Ferreira iniciou a partida sem seis dos seus titulares. A mudança foi sentida pela equipe baiana, que foi dominada pelo Vasco no primeiro tempo. Na etapa final, Guto então decidiu mandar Allione e Zé Rafael, dois dos seus titulares, mas a mudança não foi suficiente para mudar o panorama do jogo. Ainda assim, o Vasco chegou ao gol e venceu a partida.

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São Paulo 3 x 2 Figueirense

No último lance, São Paulo vira sobre o Figueirense e vê Libertadores perto

Tricolor se despede de Luis Fabiano e Pato em tarde de protestos. Time de Milton Cruz se salva nos acréscimos, faz 3 a 2 no último lance e se mantém no G-4

Quando o Morumbi já estava calado, pronto para novos protestos em um dos anos mais bagunçados da história do clube, o pé direito de Thiago Mendes mudou o panorama e deixou o São Paulo mais perto da Taça Libertadores. No último lance, o volante garantiu a vitória tricolor por 3 a 2 sobre o Figueirense, neste sábado, no Morumbi, num jogo que esteve longe de ser simples.

Protestos, vaias e vacilos do time dentro de campo não formavam exatamente o cenário desejado por Luis Fabiano e Alexandre Pato, que vão deixar o clube depois do Campeonato Brasileiro e se despediram do Morumbi neste sábado. Fabuloso fez seu gol, viu o time sofrer a virada com Clayton e Carlos Alberto, mas vibrou também com os “milagres” de Alan Kardec, aos 45, e Thiago, aos 49 do segundo tempo.

Rogério Ceni, outro que está perto da despedida, mas se recupera de lesão, sequer viu a reviravolta: deixou o Morumbi quando o duelo ainda estava empatado por 1 a 1.

Com 59 pontos, o São Paulo só depende de uma vitória sobre o Goiás, na última rodada do Campeonato Brasileiro, para ir à Libertadores. O Figueirense, após a derrota dolorida, permanece com 40 pontos e passa a ter maior risco de rebaixamento. Os catarinenses encerram a participação contra o Fluminense, em Florianópolis.

São Paulo x Figueirense Milton Cruz (Foto: Mauro Horita)
Milton Cruz vibra com gol salvador de Thiago Mendes, que é abraçado pelo time no Morumbi
(Foto: Mauro Horita)

O jogo

– Hoje é um dia atípico, com uma sensação diferente.

A frase de Luis Fabiano fazia referência ao seu último jogo com a camisa tricolor no Morumbi, mas pode resumir bem os fatos em curso no estádio desde horas antes da partida. Novos protestos, com os mesmos bodes expiatórios – Lucão, principalmente. Torcedores insistindo por soluções para o clube. Um time precisando vencer para se manter no G-4.

Em campo, o Fabuloso tratou de dissipar a ansiedade que aparentava ter quando chorou durante a execução do Hino Nacional. O São Paulo começou bem, com infiltrações do atacante e boas trocas de passes com Ganso, Pato e Thiago Mendes.

Bastante ligado, o Tricolor aproveitou uma saída de bola errada do Figueirense para  abrir o placar. Pato roubou, passou a Ganso, que serviu Luis Fabiano. O homenageado da tarde balançou as redes e fez a alegria do são-paulino pela 212ª vez com a camisa do São Paulo – 125 delas dentro do Morumbi.

Parecia tudo resolvido, até o time apresentar os velhos problemas. Um meio-campo abandonado, com Ganso pouco combativo e só Thiago se esforçando para conter os avanços do rival. O Figueira, desesperado, gostou do que viu e agradeceu. Clayton, ilha de talento na equipe catarinense, aproveitou a falha na marcação para finalizar sozinho na área e empatar o duelo, aos 26 minutos.

Milton Cruz tentou dar gás ao Tricolor no segundo tempo, com as entradas de Alan Kardec e Centurión. Nada funcionou, e o clima no estádio só piorou. Pato, outro que se despede do Morumbi, deixou o gramado vaiado. Ganso passou a jogar mais perto da área e até acertou um chute no travessão.

O Figueira, sob comando de Carlos Alberto, fez o que lhe cabia. Tentou tocar a bola com calma, evitando erros graves e contra-ataques. O meia sofreu falta na intermediária e depois foi à área, sem marcação, decretar a virada catarinense com um belo voleio: 2 a 1, aos 29 minutos. Kardec, nos acréscimos, empatou. Thiago Mendes, heroico, fez o terceiro no último lance do jogo. O São Paulo está vivo e cada vez mais perto da Libertadores.

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São Paulo 4 x 2 Atlético Mineiro

São Paulo mantém sonho vivo no G-4 e bate o Galo, que vê Timão campeão

Tricolor sai atrás e busca a virada com boa atuação no segundo tempo. Das cadeiras, Juan Carlos Osorio vê os gols de Alan Kardec (2), Michel Bastos e Luís Fabiano

São Paulo x Atlético-MG Luis Fabiano Rogério Alan Kardec (Foto: Marcos Bezerra/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Jogadores comemoram gol do São Paulo (Foto: Marcos Bezerra/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Noite de sonhos no Morumbi. Acabado, para o lado atleticano, vivo para o são-paulino. O Tricolor arrancou uma vitória suada e importante ao bater o Galo, por 4 a 2, de virada – com todos os gols marcados no segundo tempo – e viu a chance de disputar a Taça Libertadores no ano que vem crescer ainda mais. Já ao Atlético-MG, que mesmo com a derrota se garantiu na fase de grupos da próxima Libertadores, resta brigar agora pelo vice-campeonato, já que o resultado confirmou o título para o líder Corinthians.

Os mineiros bem que tentaram adiar a decisão do campeonato ao ficar duas vezes na frente no placar, com Luan e Dátolo. Mas o São Paulo buscou o triunfo até o final e foi recompensado com os gols de Alan Kardec (2), Michel Bastos, com um belo gol de fora da área, e Luis Fabiano, e chegou aos 56 pontos, entrando no G-4.

Na próxima rodada, o São Paulo será coadjuvante na festa do arquirrival Corinthians, domingo, às 17h (de Brasília), na Arena Corinthians. No mesmo horário, o Atlético-MG encara o Goiás, no Independência.

Poucas chances

As duas equipes demonstravam posturas diferentes em campo desde o início da partida. O Galo, que já havia assumido a condição de iminente vice-campeão, após a derrota para o Corinthians, jogava tranquilo, leve, solto em campo. Já o Tricolor, por travar acirrada luta por uma das vagas pela Libertadores, atuava de maneira afobada, e não conseguia tramar um contra-ataque de qualidade.

Morumbi, São Paulo x Atlético-MG  (Foto:  MARCOS BEZERRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO)
Marcos Rocha disputa bola com Carlinhos
(Foto: MARCOS BEZERRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO)

O primeiro tempo, pode-se dizer, foi sonolento para os torcedores que foram ao Morumbi, sob chuva. Enquanto o time são-paulino levou perigo apenas em uma cabeçada de Luís Fabiano, que Victor defendeu sem sustos, a equipe mineira, apesar de ter tido mais posse de bola, assustou o goleiro Dênis em um chute torto de Luan, de fora da área. A bola saiu perto da trave direita.

Outra história

Já o segundo tempo, a história foi outra. O técnico Juan Carlos Osorio, ex-treinador do São Paulo, que assistia a partida das cadeiras, ao lado da esposa, viu o zagueiro atleticano Tiago, que substituía o suspenso capitão Leonardo Silva, colocou Luan cara a cara com Dênis para abrir o placar.

Mas o treinador colombiano também viu Alan Kardec empatar, depois de boa jogada de Thiago Mendes.E viu a felicidade de outro treinador, dois minutos depois. Levir Culpi tirou o centroavante Lucas Pratto, logo após o gol sofrido, e colocou Thiago Ribeiro que, no primeiro lance, fez grande lance e deixou Dátolo livre para recolocar o Galo na frente.

E, para brindar a visita do o ex-treinador, o meia Michel Bastos, que chegou a reclamar de Osorio por ser sacado do time, marcou um golaço. Ele dominou a bola e sem deixar cair, acertou na gaveta de Victor.

São Paulo x Atlético-MG Osorio  (Foto: Marcelo Prado)
Juan Carlos Osorio, ex-técnico do São Paulo, esteve no Morumbi para assistir à partida
(Foto: Marcelo Prado)

O jogo ganhou contornos de drama, após o sistema de som do Morumbi anunciar o gol do Vasco contra o Corinthians, em São Januário. A chama de esperança levava o Galo para frente. Já o São Paulo, mesmo desorganizado, chegou à virada, com Alan Kardec, para delírio dos tricolores no estádio, que sentem a vaga para a Libertadores 2016 mais perto. Luis Fabiano ainda teve tempo de ampliar, de pênalti.

 

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