Ponte Preta 1 x 0 Cruzeiro

O JOGO

Lucca tem vivido um caso de amor com o Majestoso. Pela quarta partida consecutiva, o atacante foi às redes no estádio. Desta vez, em cobrança de pênalti polêmico, para garantir a vitória por 1 a 0 sobre os reservas do Cruzeiro, em um duelo morno na noite desta quinta-feira, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro.

Em um confronto sem tanto brilho técnico, com exceção da eficiência de Lucca e de três canetas de Emerson Sheik, a arbitragem chamou a atenção em três lances importantes. Além do pênalti, em choque de Lennon com Lucca dentro da área, foram dois impedimentos do ataque do Cruzeiro marcados equivocadamente – em jogadas que poderiam levar perigo.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

Uma Ponte sem intensidade, e um Cruzeiro cozinhando o jogo. O resultado da postura dos times foi um primeiro tempo tedioso, frio – como a noite em Campinas. Tanto que a primeira finalização aconteceu somente aos 36 minutos, quando Lucca, em pênalti polêmico, colocou a Macaca na frente.

Antes disso, os times pouco fizeram com a bola no pé. Faltava aproximação entre os jogadores, faltava movimentação, faltava quase tudo. Após o gol, a Ponte se soltou um pouco mais, enquanto o Cruzeiro não mudou o ritmo. As duas equipes ficaram devendo, e a eficiência fez a diferença a favor dos campineiros.

DESTAQUE

SEGUNDO TEMPO

A Raposa voltou acesa do vestiário. Em 11 minutos, já tinha levado perigo duas vezes a Aranha: uma em chute de Élber, outra em lance que Rafael Marques furou dentro da área após ajeitada de peito de Ábila. A pressão inicial da Raposa, principalmente pela direita do ataque, em cima de João Lucas, fez Gilson Kleina reforçar a marcação com a entrada de Jádson no lugar de Claudinho.

Do lado do Cruzeiro, Sidnei Lobo fez as três mudanças em 17 minutos: Lucas Romero, Sassá e Rafael Sóbis foram as apostas. Como a Macaca conseguiu diminuir o ímpeto da Raposa, dá para dizer que Kleina teve mais sucesso nas escolhas. Mesmo com o Cruzeiro tentando até o fim, a Ponte segurou o resultado positivo.

DESTAQUE

DE OLHO NA TABELA

Com a vitória, a Ponte Preta subiu duas posições na tabela e agora ocupa o 7º lugar, com 14 pontos. O Cruzeiro, por outro lado, caiu duas, e encontra-se na 12ª colocação, com 11.

DESTAQUE

AGENDA

Os times voltam a campo pelo Campeonato Brasileiro já no domingo. A Ponte Preta recebe o Palmeiras, às 16h (de Brasília), no Moisés Lucarelli. Já o Cruzeiro encara o Coritiba, no mesmo horário, no Mineirão.

DESTAQUE

ESTREOU!

Sassá, enfim, estreou pelo Cruzeiro. Ele entrou aos 15 minutos do segundo tempo no lugar de Rafael Marques. O camisa 99 até lutou em campo, mas não conseguiu evitar a derrota da Raposa no Moisés Lucarelli.

DESTAQUE

LUCCA…RELLI

Contra o Cruzeiro, Lucca marcou pela quarta partida seguida no Moisés Lucarelli. Ele fez gol em todos os jogos no Brasileirão em casa até aqui. É o artilheiro do time na Série A, com seis tentos, e também no ano, agora com 14 – nove no Majestoso.

DESTAQUE

XÔ, FREGUESIA!

A Ponte também acabou com um jejum de quase cinco anos sem ganhar do Cruzeiro na elite. A última vitória havia em outubro de 2012: 1 a 0, no mesmo palco do duelo desta quinta e curiosamente com um gol de camisa 9 (Roger, no caso). Desde então, eram quatro triunfos dos mineiros, incluindo três seguidas em Campinas, e dois empates.

DESTAQUE

JEJUM CELESTE

Com a derrota para a Ponte Preta, o Cruzeiro chega à marca de três jogos sem vitória na competição: derrota por 1 a 0 para o Corinthians; empate por 3 a 3 com o Grêmio; e, agora, revés para a Ponte, por 1 a 0.

Ponte Preta 1 x 0 São Paulo

O JOGO

DEU MACACA

A Ponte Preta deu sequência à sina de tirar pontos de alguns do maiores clubes do país. Depois de empatar com o Atlético-MG em Belo Horizonte, a Macaca contou com o fato de jogar no Moisés Lucarelli para derrotar o São Paulo, que tentava a terceira vitória consecutiva sob o comando de Rogério Ceni. O único gol da partida deste domingo, em Campinas, foi marcado por Lucca, atacante emprestado pelo Corinthians e que, por enquanto, é o principal nome do time do interior. A partida foi válida pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro e marcou a estreia de Emerson Sheik no time da casa.

DESTAQUE

DESFALQUE DE PESO

Na tentativa de embalar definitivamente no Brasileirão, o São Paulo foi a campo sem um de seus principais jogadores. O meia Cueva foi tirado da partida após o uso de um spray que continha substâncias proibidas – o medicamento foi indicado pelo departamento médico do clube. Com receio de ver o peruano pego no exame antidoping, o Tricolor achou por bem desconvocá-lo. O substituto foi Thomaz, que não conseguiu ajudar o time a conseguir um bom resultado em Campinas.

DESTAQUE

ESTREANTE DA TARDE

Na Ponte, quem deu as caras pela primeira vez foi Emerson Sheik. Principal reforço da Macaca para o Brasileirão, o atacante entrou no intervalo para dar mais dinâmica ao setor ofensivo. Bem ao seu estilo, ele esquentou uma partida morna com o jeito provocador (discutiu com Rodrigo Caio e Renan Ribeiro) e irreverente com a bola nos pés. No entanto, quem decidiu a parada foi Lucca, ao marcar o quarto gol em quatro rodadas do campeonato. É o vice-artilheiro do torneio, atrás apenas de Henrique, do Fluminense.

DESTAQUE

A TABELA

Com os resultados de momento, a Ponte pulou cinco posições na tabela e chegou aos sete pontos, mas será ultrapassada por Chapecoense ou Cruzeiro, que se enfrentam ainda neste domingo. O São Paulo fica no meio da tabela, na nona colocação, e desperdiça a chance de vencer pela terceira vez seguida. Antes, havia batido Avaí e Palmeiras, ambos por 2 a 0, no Morumbi. Fora de casa, a equipe de Rogério Ceni acumula duas derrotas (a outra foi para o Cruzeiro).

DESTAQUE

POUCO À VONTADE

Com a derrota desta tarde, o São Paulo aumenta a sequência negativa contra a Ponte em Campinas. A última vitória tricolor no Majestoso foi em março de 2015, por 2 a 1, pelo Campeonato Paulista. O time era dirigido por Muricy Ramalho, na época. Desde então, perdeu as quatro vezes em que esteve no estádio, todas por 1 a 0.

DESTAQUE
PRÓXIMOS JOGOS

Ponte e São Paulo não têm muito tempo para descansar após o duelo deste domingo, pois a quinta rodada acontece já no meio de semana. Ambos jogam na quinta-feira, às 19h30: o Tricolor recebe o Vitória, no Morumbi, enquanto a Macaca vai até Goiânia para duelar com o lanterna Atlético-GO.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

Mesmo fora de casa, o São Paulo fez um primeiro tempo seguro em Campinas. Rogério Ceni usou o mesmo esquema tático que tinha funcionado contra o Palmeiras e viu o mesmo estilo de jogo acontecer. O Tricolor foi perigoso em algumas ocasiões, com avanços de Cícero pelo meio e jogadas de Lucas Pratto e Luiz Araújo, mas não soube convertê-las. Do lado da Ponte, Gilson Kleina posicionou o time em duas linhas de quatro e não deu trabalho algum ao gol de Renan Ribeiro. Só uma finalização perigosa, de Léo Arthur, que saiu à direita.

DESTAQUE

SEGUNDO TEMPO

A entrada de Emerson Sheik trouxe um caldo para um jogo insosso na primeira etapa. Com ele em campo, a Ponte ganhou motivação e abriu o placar aos cinco minutos, quando Lucca aproveitou espaço entre os zagueiros tricolores e chutou de primeira, na saída de Renan Ribeiro. O lance enervou a torcida da Macaca e motivou o time, que passou a levar mais perigo no ataque. Ceni tentou mudar o estilo do São Paulo, com as entradas de Gilberto no lugar de Thomaz e de Bruno na vaga de Lucão. O máximo que o time conseguiu foi forçar Aranha a uma defesa, em chute de Pratto da entrada da área. A partir dos 15 minutos finais, a Ponte fechou a defesa e garantiu o resultado sem sofrer tantos riscos.

 

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Atlético Mineiro 2 x 2 Ponte Preta

O JOGO

LÁ E CÁ!

O Atlético-MG segue sem vencer no Campeonato Brasileiro. Depois de sair ganhando da Ponte Preta, no Independência, com gol de Robinho, o Galo foi surpreendido pelo time de Campinas, que conseguiu a virada com dois gols de Lucca. Na base da pressão, os mineiros ainda buscaram o empate com Rafael Moura, mas não passou disso. Em três rodadas, o Atlético soma dois pontos na competição, empates com Flamengo e Ponte. O clube ainda foi derrotado pelo Fluminense, na rodada passada, no Horto. Já a Macaca chega aos quatro pontos, em um bom resultado por se tratar de um jogo fora de casa contra um dos favoritos.

DESTAQUE

E AGORA?

Agora, o Atlético-MG volta a entrar em campo na próxima quarta-feira, quando enfrenta o Paraná, em Belo Horizonte, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. O Alvinegro precisa vencer para passar de fase. Já a Ponte Preta só joga no próximo domingo, contra o São Paulo, em Campinas, pela quarta rodada da Série A.

DESTAQUE

SEGUNDO TEMPO

A Ponte Preta voltou com outra postura e foi agraciada no início do segundo tempo. Foram dois gols de Lucca em dois minutos. O sistema defensivo do Galo sofreu bastante para tentar marcar os paulistas. Com dois centroavantes em campo, os mineiros passaram a apostar na jogada aérea. E deu certo. O Atlético conseguiu o empata na base do abafa, com Rafael Moura, de cabeça.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

Atlético-MG e Ponte Preta entraram com estratégias bem claras e distintas no Independência. O Galo buscava ter a posse de bola e arrumar espaços na defesa adversária. Já a Macaca estava de olho nos contra-ataques. O curioso é que o primeiro gol do Atlético-MG foi justamente por meio da principal arma dos paulistas: o contra-ataque. Em saída rápida após escanteio da Ponte, Cazares acionou Marcos Rocha, que tocou para Robinho finalizar de primeira. .

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Ponte Preta 4 x 0 Sport

O JOGO

SEM CONTESTAÇÃO

A Ponte Preta aproveitou-se de um Sport desfigurado, sem seus principais nomes, para abrir o Campeonato Brasileiro com uma convicente vitória por 4 a 0, na tarde deste domingo, no Majestoso. A Macaca se impôs do início ao fim e construiu o placar com tranquilidade. Lucca e Nino Paraíba, ambos de cabeça no primeiro tempo, e Clayson, de pênalti e após cruzamento de Nino, na etapa final, marcaram para os campineiros.

DESTAQUE

SOBE E DESCE

Com o resultado, a Ponte mantém o embalo da classificação na Sul-Americana e, porque não, da final do Campeonato Paulista. Já o Sport, prejudicado pela desgastante maratona de competições, teve uma mostra que, se não priorizar o Brasileirão, terá dificuldades. São cinco torneios simultâneos.

DESTAQUE

NA AGENDA

A Ponte tem uma semana para se preparar até o próximo jogo. Só volta a campo no próximo domingo, contra o Botafogo, às 18h, fora de casa. O Sport, por sua vez, tem a primeira partida da final da Copa do Nordeste, diante do Bahia, na quarta, antes de buscar a reabilitação na Série A, também no domingo, quando recebe o Cruzeiro.

DESTAQUE

ADEUS EM GRANDE ESTILO?

A caminho do Corinthians, Clayson fez sua provável despedida da Ponte neste domingo. Se foi o último jogo com a camisa alvinegra, a última impressão foi a melhor possível: dois gols e o nome ovacionado pela torcida. Um merecido reconhecimento para quem deixa a Macaca em seu melhor momento, após alguns altos e baixos desde 2015.

– Não sei se foi a despedida. A diretoria está conversando com meu empresário. Enquanto eu estiver na Ponte, vou honrar essa camisa.

DESTAQUE

CUCA BOA

A vitória parcial por 2 a 0 no primeiro tempo fez justiça à atuação dos times. Desde o início, a Ponte tomou a iniciativa e teve as melhores chances. Lucca desperdiçou uma, duas… Mas na terceira foi lá e, de cabeça, abriu o placar, após cobrança de escanteio. A bola aérea faria diferença novamente para a Macaca. De um lateral para outro, Nino Paraíba aproveitou cruzamento de João Lucas e testou firma para ampliar. O Sport chegou com perigo apenas uma vez, com Matheus Ferraz, quando o placar ainda estava 0 a 0. Fez falta depois.

DESTAQUE

DOIS VIRA…

O domínio alvinegro continuou na etapa final. Mesmo com Ney Franco colocando o Sport para a frente, a Ponte soube administrar a partida e foi eficiente para transformar a vitória em goleada, com dois gols de Clayson: primeiro em cobrança de pênalti e depois, já nos acréscimos, após cruzamento na medida de Nino, outro destaque individual da Ponte na partida.

DESTAQUE

A GRANA DO JOGO

Público decepcionante para a estreia da Macaca: 3.104 pagantes, para uma renda de R$ 53.425,00

DESTAQUE

DOBRADINHA NO BANCO

A Ponte não teve Gilson Kleina à beira do campo. Como precisou cumprir uma suspensão dos tempos de Goiás, o técnico acompanhou a partida de um dos camarotes do Majestoso. No banco, a responsabilidade de comandar o time ficou a cargo dos auxiliares João Brigatti e Fabiano Chá. E eles se deram bem. O primeiro era o responsável por passar as instruções aos jogadores, sempre com seu estilo enérgico, enquanto que Chá recebia as informações de Kleina e repassava ao colega.

DESTAQUE

DEFESA VAZADA!

A defesa do Sport demonstrou neste domingo que de fato vive um momento terrível. Na última quinta-feira, tomou três gols do Danúbio, pela Copa Sul-Americana. Os quatro deste domingo aumentaram o número.

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Corinthians 6 x 1 São Paulo

Corinthians atropela o São Paulo e aplica maior goleada do Majestoso

Em tarde de gala, Timão usa apenas três titulares, faz 6 a 1 no rival com facilidade e ouve gritos de “olé” desde o primeiro tempo. Tricolor permanece no G-4

“É campeão, é campeão”.  Antes do clássico era uníssono em Itaquera. Com a bola rolando, a Fiel teve motivos de sobra para aumentar o volume. Foram necessários apenas 31 minutos para os primeiros gritos de “olé”, que ganharam ainda mais corpo no decorrer da partida. Um passeio traduzido pelo placar: Corinthians 6 x 1 São Paulo.

Foi uma tarde de gala. O placar é a maior goleada da história do Majestoso – o Timão já havia vencido por 5 a 0 em 96 e em 2011. A Fiel também deu show: 44.967 pagantes, para uma renda bruta de R$ 2.339.497,50, quebraram o recorde de público do estádio.

A vitória deixou o Timão com 80 pontos. Assim, mesmo na 36ª rodada do Campeonato Brasileiro, a equipe comandada por Tite já igualou o Cruzeiro de 2014, que tem até então a melhor campanha dos pontos corridos com 20 clubes.

O São Paulo perdeu a oportunidade de ficar confortável no G-4. O clube do Morumbi ainda ocupa a quarta colocação, com 56 pontos, empatado com o Internacional, mas leva vantagem nos critérios de desempate .

Passeio de domingo

Com o título confirmado, Tite escalou apenas três titulares para o clássico: Cássio, Felipe e Ralf. Do outro lado, na briga pela última vaga no G-4, Milton Cruz colocou em campo o que tinha de melhor à disposição. Quando a bola rolou, os papéis pareciam invertidos.

A primeira chance de perigo até foi do São Paulo, aos 15. Rogério aproveitou o vacilo de Bruno Henrique, saiu na cara de Cássio, mas tocou em cima do goleiro adversário. Depois disso, o time visitante assistiu ao passeio do Corinthians em Itaquera.

O pesadelo da bola aérea voltou a assombrar a zaga do São Paulo. Aos 26 minutos, Uendel fez o cruzamento da esquerda, Felipe testou no canto direito e obrigou Dênis a fazer grande defesa. No rebote, porém, Bruno Henrique completou para as redes.

O roteiro seria semelhante nos minutos seguintes. Aos 28, Lucca cobrou escanteio, e Romero sequer precisou sair do chão para ampliar o placar. Ainda no primeiro tempo, Edu Dracena também apareceu na área, viu Dênis defender na primeira oportunidade, mas se esticou para aproveitar o rebote e, deitado no gramado, fez o terceiro.

Corinthians x São Paulo romero  (Foto: Marcos Ribolli)
Mesmo com três titulares, equipe de Tite foi superior ao adversário desde o primeiro tempo
(Foto: Marcos Ribolli)

Olé… olé… olé…

Os primeiros gritos de olé foram ouvidos em Itaquera já aos 31 minutos do primeiro tempo. Mas o Corinthians ainda queria mais. Milton Cruz ainda tentou melhorar o São Paulo para o segundo tempo, colocou Reinaldo e Luis Fabiano. Nada adiantou.

Os reservas de Tite precisaram de 15 minutos para mostrarem quão bem treinado é o Corinthians. Bruno Henrique girou sobre o marcador, fez o passe para Danilo, que entregou a Lucca de letra. O talismã apenas completou. Um golaço.

Mas não parou por aí. Apenas três minutos mais tarde, Romero apareceu livre pela direita, recebeu o passe de Fagner, invadiu a área e bateu cruzado. A bola ainda bateu em Hudson antes de balançar as redes pela quinta vez em Itaquera.

Carlinhos ainda fez o de honra para o São Paulo. O Corinthians, no entanto, tinha Romero em tarde inspirada. O paraguaio passou por Reinaldo com facilidade, foi derrubado dentro da área e o árbitro marcou o pênalti. Cristian fez o sexto.

Ainda teve tempo de Cássio defender pênalti de Alan Kardec. A festa do título estava completa.

 

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Corinthians 2 x 1 Coritiba

Corinthians leva sufoco, mas vence o Coritiba e fica mais perto do título

Com recorde de público na Arena e gritos de “é campeão”, Timão poderá comemorar a conquista se o Atlético-MG não vencer o Figueirense em SC neste domingo

A Arena Corinthians teve recorde de público (43.688 pagantes, com renda de R$ 2.772.735,00), e muitos torcedores já vestiam a faixa de hexacampeão brasileiro. O jogo acabou não sendo a festa que muitos imaginavam, mas um gol salvador de Lucca, aos 42 minutos do segundo tempo, deu a vitória ao Timão sobre o Coritiba por 2 a 1, resultado que mantém a equipe alvinegra muito perto do título nacional. Para isso, basta que o Atlético-MG não vença o Figueirense neste domingo, em Florianópolis. A torcida corintiana, porém, já gritou “é campeão” ao fim do jogo.

Se o Galo vencer, o título corintiano poderá sair na próxima rodada, diante do Vasco, no Rio. O problema para a Fiel vai ser esperar mais dez dias, já que o Brasileirão será paralisado por conta da chamada “data Fifa”, com jogos das eliminatórias da Copa do Mundo – a partida contra os vascaínos está marcada só para o dia 19. Já o Coritiba faz um confronto direto na luta contra o rebaixamento diante do Goiás, dia 18, em Goiânia. O Coxa permanece em situação delicada, com 34 pontos, na 18ª colocação

Lucca comemora gol do Corinthians (Foto: Marcos Ribolli)
Lucca comemora gol do Corinthians, aos 42 minutos do segundo tempo (Foto: Marcos Ribolli)

A vitória foi tão sofrida que Tite chegou a se emocionar no gol de Lucca, no finzinho do jogo. O volante Elias não conseguiu segurar as lágrimas e chorou muito em entrevista ao SporTV:

– Perdi o título aqui em 2010 e saí prometendo um dia voltar para conseguir isso. Falta pouco – disse Elias.

– Vou vestir uma camisa do Figueirense e torcer, mas se o Atlético vencer, vamos ter de esperar mais dez dias – emendou Renato Augusto.

O jogo

O Corinthians não estava numa de suas melhores noites. Errou 23 passes só no primeiro tempo, sendo que sua média no Brasileirão é de 32 por jogo. Mas o Coritiba também pouco conseguia produzir. A diferença no placar foi um pênalti marcado a favor do Timão (de Carlinhos em Edilson, bem convertido por Jadson) e um não dado para o Coxa, que reclamou muito de um toque de mão de Edilson.

No intervalo, Tite deu uma bronca em seus jogadores. Disse que o rendimento ficou muito abaixo do esperado. Mas o time voltou pior! Tomou o empate com Negueba logo no segundo minuto da etapa final e quase levou a virada, com o próprio Negueba, em cruzamento que bateu na trave.

O Corinthians teve duas chances claras, com Malcom e Elias. Mas foi dando espaço para o contra-ataque. Carlinhos e Thiago Lopes tiveram oportunidades claras para virar o jogo.

Tite mexeu no time: trocou Malcom por Lucca, e depois Vagner Love por Danilo. Mas o Coritiba continuou tendo espaço para contra-atacar. A última alteração corintiana foi a entrada de Rodriguinho no lugar de Renato Augusto. E o gol saiu no abafa, aos 42. Edilson cruzou da direita, Danilo escorou de cabeça para o meio da área e Lucca apareceu de surpresa para mandar a bola para a rede.

Torcedor do Corinthians comemora com faixa de hexacampeão (Foto: Marcos Ribolli)
Torcedor do Corinthians comemora com faixa de hexacampeão (Foto: Marcos Ribolli)
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Atlético Mineiro 0 x 3 Corinthians

Corinthians vence Atlético-MG, abre 11 pontos e pode ser campeão domingo

Com tranquilidade impressionante, Timão faz 3 a 0 como se estivesse em casa, abafa pressão da torcida e faz com que o hexa seja questão de tempo; Galo sai aplaudido

O Corinthians ainda não é campeão brasileiro. Mas será. Pode ser na próxima semana, se vencer o Coritiba no sábado, e o Atlético-MG não derrotar o Figueirense no domingo. Ou na rodada seguinte, na outra… O hexacampeonato passou a ser mera questão de tempo com a vitória do Timão por 3 a 0 sobre o Galo, no Independência. A partida que os mineiros, vice-líderes, tanto esperaram para tentar reduzir uma desvantagem que só aumentava só serviu para confirmar a conquista.

O Corinthians, de quatro derrotas em 33 partidas, teria que perder outras quatro das cinco que restam. Um desastre absolutamente impensável. A pressão da torcida atleticana não se refletiu em campo. O time não jogou mal, mas não foi páreo para a segurança impressionante da exibição da equipe de Tite. Tranquila, sem entrar na pilha, sem se entregar à atmosfera.

Malcom, autor do gol de cabeça que abriu caminho, teve pelo menos três boas chances de decidir antes. Persistiu e fez o gol. Depois, Vagner Love ampliou. Foram duas assistências de Jadson, maior garçom e um dos maiores candidatos a craque do Brasileirão. Lucca, depois de linda tabela entre Renato Augusto e Love, deu o golpe final.

Recebido com cusparadas dos torcedores, Tite teve de enfrentar o calor com capa e capuz. Só tirou depois que Levir Culpi pediu educação ás arquibancadas. O clima era quente também no campo, mas as principais jogadas do Atlético-MG vinham das cobranças de lateral na área de Marcos Rocha. Até que Giovanni Augusto, com boa finalização, exigiu boa defesa de Victor.

Restavam 45 minutos para o Galo manter suas chances de conquistar o Brasileirão. A equipe não soube lidar com essa situação. Descoordenada, tentou abafar, fazer o gol de qualquer jeito. Luan até melhorou depois de um primeiro tempo irregular, criou grande lance pelo lado direito, mas seu passe não encontrou Dátolo.

Enquanto isso, o Corinthians, calmo como sempre, fez um, dois, três… Malcom, Love e Lucca, fora o domínio total do que aconteceu em campo. O jogo terminou com gritos de “é campeão” da torcida do Timão, e aplausos merecidos ao Atlético-MG, que, pelo quarto ano consecutivo, terminará a temporada entre os melhores times do país. Mas sem o troféu. Esse vai a Itaquera.

 

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Macaé 1 x 1 Criciúma

Dupla frustração: Macaé e Criciúma criam chances, mas ficam no empate

Alvianil domina primeira etapa, sai na frente, mas Tigre empata no segundo tempo e desperdiça oportunidades de sair vencedor. Time de Josué Teixeira fica perto do Z-4

Macaé e Criciúma deixaram o Moacyrzão frustrados na noite deste sábado. Ambos criaram várias chances para saírem vencedores, tiveram seus momentos de domínio na partida, mas ficaram no 1 a 1, em jogo que fechou a 25ª rodada da Série B. Os dois também vêm de sequências negativas e buscavam findá-las, mas agora seguem em situações preocupantes no campeonato.

Juninho abriu o placar para o Macaé, aos 16 minutos do primeiro tempo. Ele mesmo e Aloísio podiam ter ampliado para os donos da casa, mas desperdiçaram suas chances. O Criciúma, que esbarrou na falta de criatividade na primeira etapa, acordou na segunda, empatou com Lucca e quase virou. Apenas quase. O time de Josué Teixeira tem apenas uma vitória nos últimos 13 jogos da Série B, com 29 pontos, na 15ª colocação. A equipe de Petkovic segue no meio da tabela. Em 11º, com 33 pontos.

Gedeil e Marquinho, macaé x criciúma (Foto: Tiago Ferreira / Macaé Esporte)

Na próxima rodada, o Macaé encara o Bragantino, nesta terça, em Bragança Paulista, às 19h. O Criciúma recebe o Sampaio Corrêa, no Heriberto Hülse, também nesta terça, às 20h30.

Jogos distintos em cada tempo

O Macaé mostrou mais disposição desde o início. No entanto, a proximidade com a zona de rebaixamento parecia ter deixado a equipe nervosa, que pressionava, mas com pouca organização. Juninho tratou de tranquilizar os donos da casa quando, aos 16 minutos, recebeu bom passe de Juninho, se infiltrou entre os zagueiros do Tigre pela direita e chutou forte, cruzado, para abrir o placar.

O Criciúma não conseguiu reagir. Resumiu seu poder ofensivo a uma falta cobrada por Marcos Assunção. Os catarinenses ficaram presos na marcação e teve poucas jogadas laterais. Quem mais se aproximou do gol na primeira etapa foi o Macaé, com Aloísio, duas vezes, mas o Alvianil não ampliou o placar.

A segunda etapa foi completamente diferente. O domínio passou a ser carvoeiro. Aloísio e Juninho até perderam uma ótima chance, quase que simultaneamente, aos sete minutos. Mas o Macaé se retraiu, e o Tigre acordou. Adiantou a marcação, se movimentou melhor e chegou ao empate. Aos 20 minutos, Lucca aproveitou rebote em chute de Maurinho e fez. Rafael ainda salvaria os donos da casa em cabeçada de Lucca, mas a virada catarinense não saiu, apesar das inúmeras chances criadas pelo time de Petkovic.

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Criciúma 1 x 0 Náutico

Com gol de Lucca, Criciúma bate o Náutico em noite gelada no Sul de SC

Sob chuva e muito frio, catarinenses comemoram triunfo no estádio Heriberto Hülse depois de três partidas; pernambucanos permanecem com 35 pontos e perto do G-4

Depois de amargar um jejum de três partidas sem vitórias, o Criciúma voltou a comemorar a conquista de três pontos na Série B. Com gol de Lucca, aos 35 minutos do primeiro tempo, em cobrança de pênalti, o clube catarinense bateu o Náutico por 1 a 0 na noite gelada desta terça-feira, no estádio Heriberto Hülse, e frustrou os planos do adversário, que almejava cravar a posição no G-4 – o fraco desempenho longe dos seus domínios atrapalha os planos.

Na próxima rodada, a 23ª da Segundona, o Náutico volta para Pernambuco e recebe o Sampaio Corrêa. A partida está marcada para a noite de sexta-feira, às 19h. O Criciúma teve o duelo diante do Atlético-GO, fora de casa, adiado. O confronto foi remarcado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e acontece no dia 22 de setembro, às 19h30, no Serra Dourada. Assim, o Tigre terá mais tempo para trabalhar antes de enfrentar o Vitória, na terça, às 19h.

Criciúma x Náutico (Foto: Douglas Sartor/Criciúma EC)
Lucca marcou e definiu o triunfo do Carvoeiro (Foto: Douglas Sartor/Criciúma EC)

O jogo
Criciúma e Náutico iniciaram um duelo equilibrado no gramado do Heriberto Hülse. Se os visitantes tiveram mais chances nos primeiros minutos, quem assustou a defesa e levou perigo à meta depois dos 25 foram os donos da casa. Com o ataque reforçado por três peças – Lucca, Jefferson e Tiago Adan -, o Tigre ficou perto de abrir o placar. Pelas beiradas, mais ajuda. Cristiano vinha com os cruzamentos na esquerda, e Jonas era o homem da bola parada na direita. E a tática de Dejan Petkovic deu certo. Aos 35 minutos da etapa inicial, o camisa 11 aproveitou a penalidade marcada pelo árbitro e colocou o Carvoeiro na frente.

O segundo tempo começou cheio de oportunidades perdidas pelo Tigre. Enquanto Lisca manteve a mesma formação, Pet mexeu no setor ofensivo e trocou peças do meio-campo. Nos primeiros 15 minutos, três chances perigosas, mas que foram desperdiçadas e apenas assustaram o goleiro Julio Cesar. O Timbú bem que tentou igualar o marcador. Aos 35, Daniel Morais roubou a bola e, de canhota, chutou forte da entrada da área. Porém, Luiz, atento, conseguiu fazer a defesa. Até o apito final, ambos buscaram o tento, mas a vantagem do Criciúma, conquistada com o atacante Lucca, prevaleceu diante dos 3.914 torcedores.

 

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Criciúma 3 x 2 Oeste

Criciúma abre dois, cede empate, mas faz nos acréscimos e passa pelo Oeste

Catarinenses conquistam triunfo após três rodadas e mantêm invencibilidade na Série B sob o comando de Petkovic; paulistas ficam com 23 pontos e caem na classificação

Depois de três empates consecutivos, o Criciúma voltou a vencer na Série B do Campeonato Brasileiro. No Heriberto Hülse, após um início de jogo eficiente na noite desta sexta-feira, quando abriu dois gols de vantagem em 20 minutos de jogo, o Tigre cedeu o empate ao Oeste no segundo tempo, mas conseguiu o triunfo ao aproveitar uma penalidade nos acréscimos e venceu por 3 a 2, com o último tento aos 48 minutos.

Lucca, Natan e Neto Baiano marcaram para o time mandante, enquanto Rafael Martins e Wagninho anotaram para o Rubrão. O resultado deixa os donos da casa na 9ª colocação, com 24 pontos e há dez partidas sem derrotas na disputa da segunda divisão. Enquanto isso, os visitantes caem para 10º e ficam com 23 pontos na tabela.

Criciúma cemoração (Foto: Fernando Ribeiro/Criciúma EC)
Criciúma bate o Oeste por 3 a 2 (Foto: Fernando Ribeiro/Criciúma EC)

Na próxima rodada, a 18ª da Segundona, Criciúma e Oeste duelam dentro dos seus territórios. O Tigre recebe o Paysandu no Heriberto Hülse, na terça-feira, às 19h. No mesmo dia e horário, o Rubrão enfrenta o Atlético-GO no estádio Prefeito José Liberatti.

O jogo
Embalados pelos últimos resultados na Série B, Criciúma e Oeste entraram em campo dispostos a brigar forte pela vitória. Mas quando a bola rolou, após apito do árbitro Rodrigo Carvalhaes de Miranda, a meta foi seguida à risca apenas pelos mandantes, que dominaram quase todo o primeiro tempo. Em 20 minutos, a torcida carvoeira, nas arquibancadas do Heriberto Hülse, já esbanjava um sorriso feliz pelo resultado parcial: 2 a 0.

Guilherme Santos carregou a bola até a linha de fundo e rolou para Lucca, que não desperdiçou. Natan mandou a bola para a rede dois minutos depois, após cruzamento na área. Atrás no marcador, o Oeste foi para o ataque, e dois lances perigosos pararam na defesa de Luiz.

Com o ataque reforçado na volta do intervalo, os paulistas conseguiram o que queriam desde o primeiro minuto de jogo: marcar um gol. Mazinho, pela direita, passou para Rafael Martins na entrada da área, que chutou no canto direito do goleiro tricolor para diminui o placar. O segundo gol não demorou a sair. Com os catarinense perdidos em campo e desperdiçando chances, o Oeste aproveitou e chegou ao empate com Wagninho. Porém, um lance nos acréscimos mudou o rumo do duelo. Maicon Silva sofreu pênalti, Neto Baiano cobrou e decretou a vitória por 3 a 1.

 

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