Lima Duarte recebeu homenagem no Maranhão

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Lima Duarte foi homenageado no 40º Festival Guarnicê de Cinema, que vai até sábado em São Luís, no Maranhão… … Durante a sua passagem por lá, ele fez questão de lembrar do seu amigo, José Ribamar de Oliveira…

… E que todos conheceram como Canhoteiro, ponta esquerda do São Paulo e da seleção brasileira.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Vinheta de fim de ano da Globo mira a Olimpíada no Rio

O casal Angélica e Luciano Huck grava a vinheta da Globo ao lado de Bárbara Paz, Adriana Esteves e Malu Mader

O casal Angélica e Luciano Huck grava a vinheta da Globo ao lado de Bárbara Paz, Adriana Esteves e Malu Mader

A formação de uma grande ciranda por esse Brasil afora. Um gesto de união. Já gravado, este será o tema da vinheta de fim de ano da Globo, “Um Novo Tempo”, que mobilizou atletas olímpicos, pessoas anônimas e, claro, grandes estrelas da emissora, do Jornalismo, Esporte e Entretenimento, como: William Bonner, Fátima Bernardes, Walter Casagrande, Angélica,  Luciano Huck, Antônio Fagundes e  Laura Cardoso.

Entre dezenas de artistas da casa que participaram da gravação estão ainda: Fernanda Gentil, Juliana Paes, Lima Duarte, Otaviano Costa, Paolla Oliveira, Jô Soares, Fausto Silva,  Rodrigo Lombardi e Tiago Leifert.

Uma parte foi feita no Rio e outra em São Paulo.

O trabalho de produção desta nova vinheta coube a Sentimental Filme. Em todas as suas divisões, ele começa com Diego Hypólito e Arthur Zanetti e vai se desenvolvendo, agregando outros valores.
No ar em dezembro.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Equipe da Globo virou uma noite toda gravando enas com Lima Duarte para a novela I Love Paraisópolis

 

Uma equipe da Globo passou toda a madrugada de terça gravando uma sequência do Dom Pepino, Lima Duarte, em “I Love Paraisópolis”…
… Os atores Caio Castro e Márcio Rosário também participaram dos trabalhos.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Acompanhado de assessora, Lima Duarte volta a gravar “I Love Paraisópolis”

Lima Duarte é mafioso Dom Peppino em "I Love Paraisópolis"

Lima Duarte é mafioso Dom Peppino em “I Love Paraisópolis”

 

Lima Duarte vai voltar a “I Love Paraisópolis” e retomar o Dom Peppino, lá do início da novela, o mafioso que protegeu Danda (Tatá Werneck), algo que já estava previsto pelos autores Alcides Nogueira e Mário Teixeira.

Como argumento de agora, o interesse em investir em Paraisópolis.
Neste seu reaparecimento, o personagem do Lima irá bater de frente com muita gente, incluindo Gabo (Henry Castelli).
Peppino chega acompanhado de uma assessora, Alceste, papel de Pathy de Jesus.
Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Em 1996, Globo exibiu novela com só 35 capítulos para tapar buraco

Por THELL DE CASTRO, em 09/08/2015 · Atualizado às 06h42

Explode Coração estava no ar e a Globo não conseguiu iniciar a produção de O Rei do Gado a tempo. Normalmente, nessas situações, a trama que está no ar é esticada, mas Glória Perez já havia combinado com a emissora que seria liberada para o julgamento do assassinato de sua filha, Daniela Perez.

A solução foi pegar O Fim do Mundo, que seria uma minissérie do horário das 22h30, e colocar no principal horário de teledramaturgia da emissora, naquela época, 20h40. “O Fim do Mundo chega às telas com uma dupla responsabilidade. Primeiro, recuperar a audiência do horário, um pouco abalada depois de Explode Coração. Segundo, testar a viabilidade de um novo formato, alternativo às novelas tradicionais, com mais de 100 capítulos”, destacou reportagem da Folha de S.Paulo de 5 de maio de 1996.

A trama, que foi anunciada como uma super novela em apenas 35 capítulos, estreou no dia 6 de maio de 1996 e levantava a seguinte questão: O que você faria se só lhe restasse um dia de vida?

Em Tabacópolis, fictícia cidade do interior baiano, o paranormal Joãozinho de Dagmar (Paulo Betti) fazia uma previsão assustadora: o mundo iria acabar em três meses. Para completar, fatos estranhos começaram a ocorrer, como uma chuva de excrementos, um bezerro com duas cabeças, um terremoto, entre outras bizarrices.

A população entrav em pânico, e a cidade se via em meio ao caos. Tião Socó (José Wilker) violentava Gardênia (Bruna Lombardi), sua cunhada, o diretor do hospício resolvia soltar os pacientes, enquanto o delegado abria a cadeia e libertava os presos. Só que, no dia seguinte, o mundo não acabava, e os moradores da cidade precisavam arcar com as consequências de seus atos.

Dias depois, Joãozinho fazia nova profecia. Dessa vez, uma mundo realmente acabava em uma chuva de meteoros.

Inovações

O Fim do Mundo inovou nos efeitos especiais. “Pela primeira vez, uma novela usa objetos e animais criados em computador. Foram usados computadores também para criar ondas gigantes e tempestades. Uma maquete de Tabacópolis foi construída para as filmagens do fim do mundo _é nela que caem postes, carros são tragados pela terra, e o céu fica incandescente”, informava o texto da Folha de S.Paulo.

A mesma reportagem ressaltava que, caso a experiência com O Fim do Mundo desse certo no horário nobre, a emissora deixaria de usar a faixa das 22h40 para minisséries. A intenção era alternar novelas e mininovelas a partir de 1997. “Com isso, a Globo não deixaria totalmente de lado o formato tradicional de novelas e daria opção aos autores”.

Meses antes, à mesma Folha, Dias Gomes disse que a mininovela era uma alternativa, vista pela Globo como um produto de luxo, que daria prestígio. “Pode ser que queiram implantar esse novo formato. Afinal, já me encomendaram outra produção”. O autor falava sobre Dona Flor e Seus Dois Maridos, exibida como minissérie em 1998.

Apesar de O Fim do Mundo ter mantido a audiência do horário, a experiência foi única e descartada em seguida. O Rei do Gado sucedeu a trama, fez muito sucesso e, até hoje, vemos no ar as novelas no formato tradicional, com mais de cem capítulos.

 

Márcia Fernandes garante que Lima Duarte não recebeu convite para Lima Duarte apresentar o Viola Minha Viola

 

Passando a limpo

Márcia Fernandes, agente e assessora pessoal do Lima, garante que não houve convite nenhum, pelo menos até agora. E a Cultura, consultada, afirma que também não fez. Melhor deixar quieto.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery