Flávio Ricco comenta desempenho de Leandra Leal no seriado Justiça

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Chama a atenção como Leandra Leal observa precisa regularidade em todas as suas atuações…
… Na série “Justiça” também está sendo assim.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Leandra Leal poderá participar da novela Sagrada Família

 

Leandra Leal, fora do ar desde “Império”, também está na lista de possibilidades de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari para “Sagrada Família”.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

O verdadeiro final de Império

Vinicius Braga e Letícia Souza
Gshow, Rio

Você achou que acabou? Está muito enganado!!! O Troll conseguiu ter acesso ao desfecho secreto de alguns personagens de Império… Quer saber? Role a página e CUIDADO: você pode ser surpreender com algumas informações!!!

Depois de deixar Téo Pereira publicar sua biográfia, o Comendador virou amigo do blogueiro. Téo apresenta um novo candidato a mordomo que deixa Zé Alfredo balançado… Seu nome?

Crodoaldo Valério, o “Crô”!

Maria Marta decidiu se afastar da família Medeiros e recomeçar sua vida do zero! Sem dinheiro, sem império… A Imperatriz decide trabalhar de “marido de aluguel”, sabe? Aquele faz tudo em casa? Então… É ela:

Após sofrer poucas e boas na mão de José Pedro, Cris decidiu largar o mundo empresarial e se dedicar à carreira artística. A loira deu um pulinho ali em Sete Vidas, pegou sua amiga Júlia, e voltou para o grupo Empreguetes:

 

 

João Lucas também não quis saber da Império! O caçula da família Medeiros resolveu apostar em seu antigo sonho: jogar futebol! E não há lugar melhor que no Divino para começar essa carreira, né não?!

José Pedro se arrependeu de todas as maldades que fez e decidiu virar monge! ACREDITE…

Maria Isis só provou seu amor pelo Comendador após dar a vida por Zé Alfredo! Mas nós amamos muito a “sweet child” para ficar sem sua ilustre presença! Dizem que, nas noites de lua cheia, Isis aparece na mansão da família Medeiros!

Amanda volta ao passado, mas precisamente Genève, e tenta mudar o futuro de Maria Marta ao se passar pela tia!

Tuane termina com Elivaldo e decide morar no Morro do Alemão! Essa mulher é tão malandra que já tem até convite para trabalhar no exterior, é mole?! Isso dá até uma novela à parte…

 

Após seu romance com Leonardo não vingar, Cláudio foi até uma numeróloga que disse que o amor da vida dele é uma tal de Helena. Desde então, o cerimonialista estaciona, atravessa a rua, sempre a procura seu grande amor… Pelo Leblon, claro!

Xana… Não precisa de outro final! É diva do jeito que é…

And… FIM!

GSHOW

Bom elenco e direção não conseguiram livrar “Império” da trama irregular

Comendador é morto no último capítulo (Foto: Ellen Soares/ Gshow)

Uma novela irregular. Assim “Império” poderá ser lembrada no futuro. Aguinaldo Silva montou sua trama de altos e baixos repleta de apelos que despertaram curiosidade no público. Personagens complexos, bem dirigidos e bem interpretados (a maioria), com histórias que tinham tudo para render ótimos entrechos, enlaces e ganchos. Alguns conseguiram. Outros ficaram na promessa ou decepcionaram.

Império” terminou nesta sexta-feira, 13 de março, com o desfecho da trajetória do Comendador José Alfredo, o grande protagonista da trama. Uma brilhante caracterização de Alexandre Nero, que cumpriu a contento a missão de protagonizar, pela primeira vez, a principal novela da Globo – e produto de maior audiência da TV aberta brasileira.

Um anti-herói, amado e odiado, o Comendador foi um personagem cheio de nuances, qualidades e defeitos. Um dos melhores anti-heróis de nossa Teledramaturgia, desde Beto Rockfeller (Luiz Gustavo na novela homônima de 1968) e Carlão (Francisco Cuoco em “Pecado Capital“, 1975-1976). Pena que sua trama andou e desandou várias vezes ao longo da novela. Nas últimas semanas, o Comendador quase acabou enlouquecido, com mania de perseguição e medo da própria sombra.

Como apoio ao personagem de Nero, outra grande interpretação: Lília Cabral, que apaga de vez a sombra de Pereirão, a infeliz personagem que Aguinaldo Silva deu à atriz em “Fina Estampa”, seu trabalho anterior. Ainda que Maria Marta tivesse tido uma trajetória incerta: começou como uma dondoca arrogante e terminou bastante humanizada para quem desprezava os próprios empregados no início. Teve até reza! Mas o ótimo desempenho da atriz releva qualquer deslize no roteiro.

Infelizmente não pudemos ver Drica Moraes transformar Cora numa personagem memorável. Na pele da atriz, Cora ficou na promessa, e seu afastamento foi um corte brusco no prosseguimento da personagem. Marjorie Estiano (em substituição) trouxe uma Cora mais visceral, que, talvez, tivesse rendido bem mais se tivesse sido ela a intérprete desde o começo. No fim, Cora em nada lembra a megera das primeiras chamadas de “Império“. Apenas não morreu na praia literalmente.

Além de Maria Marta, outros personagens tiveram seguimentos que os distanciaram de suas personalidades iniciais. Ou cujos desfechos resultaram pouco coerentes com suas trajetórias. Téo Pereira (Paulo Betti), o jornalista fofoqueiro e maldoso, quem diria, fez seu mea-culpa e se transformou num “jornalista de respeito”. Enrico (Joaquim Lopez), o odioso homofóbico, passou a amar e a aceitar o pai gay, Cláudio (José Mayer), depois que este quase morreu – tudo muito repentinamente. Cláudio e Leonardo (Klebber Toledo) reataram no final – um desfecho forçado e incoerente para a história que eles haviam mostrado. Orville (Paulo Rocha), de escroque mau-caráter, regenerou-se e passou a ajudar o pintor que ludibriava (Salvador de Paulo Vilhena).

O casal de pilantras Magnólia e Severo (Zezé Polessa e Tato Gabus Mendes) parece ter se redimido depois de tantos golpes: nessa última semana, Magnólia revelou-se uma mulher até sábia (oi?), enquanto Severo, coitado, descobriu-se, de uma hora para outra, com Alzheimer. Xana (Aílton Graça), que suspirava por rapazes no início, lutou pela guarda de uma criança e, por fim, aceitou viver de boa com um casal. O mordomo Silviano (Othon Bastos), de discreto e servil, revelou-se o grande vilão da história, ensandecido em uma trama de vingança pessoal contra o Comendador que envolvia o próprio filho dele, José Pedro (Caio Blat) – a revelação de que José Pedro era o misterioso Fabrício Melgaço acabou por deixar pontas soltas e mal explicadas na trama e um desfecho bastante questionável.

Aguinaldo Silva teve muita sorte com “Império”. Trocou de diretor: deixou de lado a parceria com Wolf Maya, cujos últimos trabalhos foram pouco inspirados (“Fina Estampa”, “Lara com Z”, “Cinquentinha”, “Duas Caras”). O novo diretor de núcleo, Rogério Gomes, deu uma identidade mais sóbria à obra de Aguinaldo, que andava um tanto quanto carnavalesca. Um grande acerto.

Além da direção, o elenco foi outro fator importante para que “Império” não desandasse. Além de Alexandre Nero e Lília Cabral, merecem destaque os esforços de Leandra Leal, Drica Moraes, Marjorie Estiano, José Mayer, Suzy Rêgo, Zezé Polessa, Tato Gabus Mendes, Caio Blat, Othon Bastos e Dani Barros (a Lorraine). Paulo Betti, Paulo Vilhena e Aílton Graça dividiram opiniões. Muitos torceram o nariz para o histrionismo de Betti, como o fofoqueiro Téo Pereira, para os o exageros do pintor maluquinho Salvador (de Vilhena), e para a caracterização surreal de Aílton Graça, como Xana. Sou do time dos que defendem os três: não passam de personagens de ficção, e – guardadas as devidas proporções – até que bastante críveis.

Império” foi uma novela com uma boa direção e uma galeria de bons personagens nas mãos de um elenco afiado. Faltou um melhor desenvolvimento nas tramas desses personagens. Por isso chamá-la de irregular. Não é o Aguinaldo memorável de “Senhora do Destino”, onde quase tudo se encaixou perfeitamente. Mas, tampouco, o Aguinaldo de “Fina Estampa”, que nem o elenco conseguiu sustentar uma história tão estapafúrdia. “Império” escapou por bem pouco.

 

Maurício Stycer – UOL

Sete personagens que mudaram para pior e três acertos em “Império”

Ao chegar ao final, depois de ser esticada para 203 capítulos, “Império” deixa um gosto de frustração no ar. A novela de Aguinaldo Silva apresentou vários motivos para merecer um crédito de confiança do espectador, mas largou no meio do caminho inúmeros bons assuntos que levantou.

Uma maneira de entender o que “Império” poderia ter sido, mas não foi, é analisando a trajetória de alguns personagens importantes. Reviravoltas são normais em novelas, mas é curioso observar que, na história de Aguinaldo Silva, elas afetaram especialmente os personagens polêmicos, que pretendiam discutir temas “difíceis”.

Na reta final, como já escrevi, “Império” parece ter virado outra novela. O autor resolveu, sem maiores explicações, uma série de conflitos e situações difíceis, além de ter dado uma solução rocambolesca à trama policial que apresentou.

Novela não tem compromisso com a realidade – um exemplo positivo disso, na minha opinião, foi a divertida cena do casamento de Vicente (Rafael Cardoso). Enquanto esperava a noiva Maria Clara (Andréia Horta), quem apareceu foi a irmã dela, Cristina (Leandra Leal).

O problema é quando uma história com tintas realistas deixa de lado a lógica e a coerência, “traindo” o espectador que acompanhava cada lance acreditando no que o autor estava propondo. Foi o que ocorreu, por exemplo, com a revelação de que Silviano (Othon Bastos) era um grande vilão sob as ordens de José Pedro (Caio Blat), também conhecido como Fabricio Melgaço.

Abaixo a minha lista com sete personagens que mudaram para pior e três acertos em “Império”.

imperioclaudioleoClaudio: Casado, pai de dois filhos, o cerimonialista mantinha vida dupla, sendo amante de um outro homem. José Mayer trocou o eterno papel de galã para viver este personagem ousado, mas rapidamente Aguinaldo Silva recuou e fez Claudio desistir de Léo (Kleber Toledo) para viver com a mulher Beatriz (Suzy Rego). Na última semana da novela, sem explicação, Claudio resolver jogar tudo para o alto e não apenas voltar a viver com Léo como assumir publicamente a relação.

imperioenrico2Enrico: Filho de Claudio, o personagem de Joaquim Lopes se revelou homofóbico ao descobrir que o pai era gay. Por conta do seu preconceito, a vida virou um inferno. Perdeu a noiva, o restaurante em que era chef e a sanidade. Depois de um exílio na Europa, voltou para ver o pai quase ser assassinado por sua causa. O crime teve efeito incrível: de uma hora para a outra, por mágica, Enrico deixou de ser homofóbico.

imperiomagnoliaseveroMagnólia e Severo: Muito bem interpretados por Zezé Polessa e Tato Gabus Mendes, eles começaram a novela revelando como pais podem explorar de forma sórdida os próprios filhos. O ótimo tema, delicado e atual, provavelmente provocou repulsa do público. Para aliviar, o autor providenciou que a dupla ficasse milionária por acidente e protagonizasse cenas cômicas, em estilo “Zorra Total”. Na penúltima semana, Magnólia e Severo ficaram pobres. Sem nenhuma explicação, a mãe se tornou uma figura doce e legal, enquanto o pai foi punido com a perda da memória.

imperioteopereira3Téo Pereira: Por meio do jornalista interpretado por Paulo Betti, Aguinaldo Silva quis denunciar o pior tipo de jornalismo ainda praticado, o de fofocas. O personagem também mostrou os efeitos nefastos da invasão de privacidade causada por sites de celebridades. Cansado, talvez, do seu vilão, o autor o repaginou. Repentinamente, Téo virou um jornalista sério, respeitado.

imperioxanaXana Summer: Mais um caso de personagem ousado que, no meio da novela, andou para trás e, no final, de forma súbita, sofreu outra transformação espetacular. O cabeleireiro vivido por Ailton Graça se vestia e se comportava como mulher e tinha interesse em homens. O recuo começou quando a questão da sexualidade de Xana foi tratada como algo sem importância e revelou-se que ele gostava de mulher. Depois, para conseguir adotar uma criança, abandonou o seu modo de ser e vestiu-se como homem. E, no fim, voltou a ser liberal, vivendo um triângulo com Naná (Viviane Araujo) e Antonio (Lucci Ferreira).

imperiosilvianoSilviano: Por 180 capítulos, Othon Bastos interpretou um mordomo recatado, totalmente devotado à patroa, Maria Marta (Lilia Cabral). Sabíamos que havia um mistério entre os dois, mas a revelação pegou todo mundo de surpresa, inclusive o ator. Silviano foi, no passado, marido de Marta. Pior, alguns capítulos depois, a sua reviravolta foi ainda mais radical, ao se revelar que, na verdade, era um dos grandes vilões da história.

imperiocomendadorJosé Alfredo: O melhor de “Império”. Um raro personagem com muitas dimensões, contraditório e carismático. O comendador era bom e mau, honesto e pilantra, cheio de esqueletos no armário, manias engraçadas. Um anti-herói, como reza a boa dramaturgia, nada retilíneo. Vivido com brilho por Alexandre Nero, o personagem levou a novela nas costas e mostrou que Aguinaldo Silva é capaz, ainda, de grandes momentos.

imperiolorraineLorraine: Como sempre acontece em novela, a personagem ganhou vida e espaço muito em função do excelente desempenho de Dani Barros. Aguinaldo Silva recompensou o talento da atriz com inúmeros imperionana2desdobramentos, incluindo uma decisiva participação na reta final da trama.

Naná: A personagem teve pouco destaque em “Império”, mas mostrou-se um grande acerto a escalação de Viviane Araujo (à esq.), outra aposta do autor. Curiosamente, parte da história de uma outra personagem, a sambista Juju Popular (Cris Vianna) foi inspirada na vida de Viviane

 

 

 

 

 

 

Nilson Xavier – UOL

Walcyr Carrasco apoia a morte do Comendador em Império

“Se Aguinaldo escolheu essa solução, é porque é a melhor para a história”, diz o autor.

Protagonistas de Alma Gêmea morrem no último capítulo. Foto: Reprodução/TV Globo

Protagonistas de Alma Gêmea morrem no último capítulo. Foto: Reprodução/TV Globo

A novela Império continua como um dos assuntos mais comentados nas rodas de conversa e nas redes sociais. Ao jornal Extra, Walcyr Carrasco comentou a polêmica envolvendo a morte do Comendador (Alexandre Nero) na trama de Aguinaldo Silva. “Sinto muito não estar acompanhando ‘Império’, mas sei que é uma excelente novela, que mobiliza o país. Tenho certeza, porém, que se Aguinaldo escolheu essa solução, é porque é a melhor para a história”. Para a defesa do final divulgado, Carrasco relembrou o seu maior sucesso de audiência, Alma Gêmea (2005), em que matou o casal protagonista. “Eu estava tão mergulhado no processo, tão honesto comigo mesmo a respeito da história, que não senti a pressão com a morte dos personagens. Então, enquanto as pessoas recebiam cartas contra, eu chorava de emoção pela Serena (Priscila Fantin), pensando em suas vidas anteriores com Rafael (Eduardo Moscovis). E pensando que todos nós temos muitas vidas”.

Importante ressaltar que a novela das seis lidava com uma temática espiritualista, o que acabava por transformar o final trágico no mais coerente, deixando a mensagem de que aquele amor sobreviveria em outros planos e outras vidas.

O último capítulo de Império vai ao ar na próxima sexta-feira (13).

O Planeta TV

Vilã fraca e gays no armário: cinco motivos para esquecer Império

Por RAPHAEL SCIRE, em 11/03/2015 · Atualizado às 05h40

Se compararmos Império com outras novelas de Aguinaldo Silva, é inegável que a trama que chega ao fim nesta sexta-feira (13) não foi a pior história do autor (tem, inclusive, bons momentos), mas o folhetim que também apresentou pontos negativos, sobretudo tramas requentadas e tropeços ao longo dos oito meses em que esteve no ar. Relembre cinco motivos para esquecer de vez Império:

1) Cora, a promessa

No prólogo da novela, Cora (Marjorie Estiano) prometia entrar para o rol de grandes e inesquecíveis megeras da teledramaturgia, mas no fim deixou a desejar. Drica Moraes entrou em cena e a personagem foi perdendo as cores fortes que tinha no início (não por culpa da atriz). Cora andou por Santa Tereza cheirando cueca e soltando gases, o que só a tornou digna de risos. Com a saída de Drica da novela por motivos de saúde, Marjorie retomou a personagem, que ficou ainda mais capenga ao ser rejuvenescida, bagunçando, inclusive, o tom realista que Aguinaldo Silva vinha dando à história.

2) Falta de originalidade

A própria trama central do comendador José Alfredo (Alexandre Nero) é uma releitura de Suave Veneno (1999), com a história do homem simples que fez fortuna e vê seu império disputado pelos filhos e bagunçado ainda mais com a chegada de uma herdeira bastarda. Além disso, Aguinaldo Silva chupinhou tramas paralelas de outras histórias suas, como Tuane (Nanda Costa), tal qual a Teodora (Carolina Dieckmann) de Fina Estampa (2011), e Robertão (Romulo Arantes Neto), o encostado que virou modelo de cuecas como Enzo (Julio Rocha), também de Fina Estampa.

3) Abordagem gay

No início, a novela prometia causar rebuliço com Zé Mayer, o eterno galã da televisão brasileira, no papel de um gay enrustido. Claudio teve sua saída do armário forçada e sua relação com Leonardo (Kleber Toledo) foi deixada de lado. O jovem chegou a ensaiar um flerte com Amanda (Adriana Birolli), mas depois começou um relacionamento com Duque (André Gonçalves). Para completar, Xana (Ailton Graça) ora era referida no feminino, ora no masculino. Vestia-se como mulher, mas não era travesti, apenas crossdresser, e termina a novela em um triângulo amoroso com Naná (Viviane Araújo) e Antonio (Lucci Ferreira).

4) ‘Barriga’

Lá pelo meio de Império, houve um período enorme que dava a impressão de que a novela não passava da relação do comendador com sua ninfeta Maria Isis (Marina Ruy Barbosa). Cansou o telespectador _é preciso lembrar que a novela foi esticada e, talvez se tivesse sido realizada em menos capítulos, poderia passar sem essa mancha.

5) Censura e monólogos

Um problema mais interno da emissora do que propriamente da novela. Tantas eram as cenas de sexo entre José Alfredo e Maria Isis que o folhetim chegou a sofrer cortes. O ótimo casal Magnólia (Zezé Polessa) e Severo (Tato Gabus Mendes) também teve diálogos cortados por conta do teor politicamente incorreto de suas falas, um retrocesso para a emissora. Ainda em relação às falas dos personagens, cansou ver quase todos eles falando sozinhos, recurso didático e pobre em termos de roteiro.