Oeste 2 x 0 Clube de Regatas Brasil

O JOGO

RESUMO

O Oeste venceu o CRB por 2 a 0, na noite desta sexta-feira, em duelo válido pela quarta rodada da Série B do Campeonato Brasileiro e disputado na Arena Barueri, na Grande São Paulo. Os gols da vitória foram marcados em um cada tempo da partida: Júlio César no primeiro e Alexandro no segundo.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

Jogando em casa, o Oeste partiu para o ataque e demorou apenas sete minutos para abrir o placar. Em bela jogada individual de Mazinho, que arrancou, invadiu a área e rolou para Júlio César, que só teve o trabalho de empurrar para o fundo do gol.
Sem correr riscos, o time de Barueri controlou bem a partida e teve das boas chances de ampliar o placar no primeiro tempo, mas esbarrou em boas defesas do goleiro Juliano, do CRB.

DESTAQUE

SEGUNDA ETAPA

No segundo tempo, o panôrama da partida seguiu o mesmo. Controlando a partida e sem ser ameaçado, o Oeste decretou a vitória nos minutos finais, com Alexandro que tocou para o gol após belo cruzamento de Júlio César.

DESTAQUE

PÚBLICO E RENDA

Público pagante: 1.724 torcedores;
Renda: R$ 12.920.00.

DESTAQUE

O NOME DO JOGO

Júlio César foi o nome do jogo nesta noite na Arena Barueri. O meia-atacante marcou o primeiro gol e deu uma assistência para o outro, marcado por Alexandro.

DESTAQUE

A PRÓXIMA

Na próxima rodada, o Oeste vai até a Arena Pernambuco enfrentar o Náutico, na terça-feira, às 20h30. No mesmo dia, o CRB recebe o Brasil de Pelotas, no Estádio Rei Pelé, em Maceió, às 21h30.

DESTAQUE

PANORAMA

Com a segunda vitória na competição, o Oeste pulou momentaneamente para a terceira colocação da Série B do Brasileiro. Já o CRB conheceu a segunda derrota na Segundona e agora está em quarto colocado.

GLOBO ESPORTE.COM

Retrospectiva 2015 – Corinthians campeão da Serie A 2015

Campeão! Corinthians empata com o Vasco e, enfim, é hexa do Brasileirão

Gol de Vagner Love e vitória do São Paulo sobre o Atlético-MG garantem título ao Timão com três rodadas de antecedência: taça virá no clássico da próxima rodada

FIM.

Não foi um final surpreendente, daqueles que deixam o público boquiaberto e de olhos arregalados. O merecido título do Corinthians era questão de tempo e veio com o empate de 1 a 1 com o Vasco. Final feliz para a imensa nação corintiana, que, por obra do destino e dos pontos corridos, graças à vitória do rival São Paulo sobre o Atlético-MG, pode gritar enlouquecidamente, com lágrimas nos olhos e sorriso de orelha a orelha: “hexacampeão brasileiro!”.

Ubinho Campeão Corinthians 2 (Foto: Agência Estado)
Torcida do Corinthians mostra faixa do hexacampeonato brasileiro em São Januário
(Foto: Agência Estado)

ESPERANÇA.

Faltam apenas três rodadas e o Vasco respira. Empatar com o líder, com o campeão, mesmo depois de ficar com um jogador a menos em campo – Rodrigo foi expulso ao dar uma solada absurda no rosto de Malcom –, poderia fortalecer, mas frustra. Uma tabela de Nenê e Júlio César colocou o time à frente, mas Vagner Love empatou. A equipe segue na zona de rebaixamento, a quatro pontos do Avaí e cinco do Figueirense. Ainda tem pela frente Joinville (fora), Santos (casa) e Coritiba (fora). É difícil, mas é possível escapar da Série B em 2016.

Rodrigo, Vasco X Corinthians (Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo)
Rodrigo é expulso depois de acertar o rosto de Malcom com a chuteira
(Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo)

Com três rodadas de antecedência, o Timão chegou a 77 pontos, 12 a mais que o Atlético-MG, e coroou uma campanha que partiu de dúvidas, após um primeiro semestre fracassado, mas encontrou soluções onde não se imaginava. Em Malcom, em Vagner Love, em Felipe, nos reservas Edilson e Guilherme Arana, sem falar no trio que estampa a qualidade e a personalidade do título: Elias, Jadson e Renato Augusto.

Eles nem precisaram jogar tão bem assim contra o Vasco. Inclusive porque os anfitriões não permitiram. Fizeram de São Januário um ambiente hostil em sua reabilitação com tons de heroísmo. A luta do “eu já sabia” corintiano contra o “eu acredito” vascaíno terminou sem perdedores, embora arranhada do lado carioca.

julio cesar vasco gol (Foto: André Durão)
Júlio César se emociona ao abrir o placar a favor do Vasco em São Januário (Foto: André Durão)

O primeiro tempo teve uma sequência de três passes bizarros do Corinthians, cena raríssima neste Brasileirão e indício de ansiedade pela conquista. A melhor chance foi cobrança de falta de Jadson. Do outro lado, Rafael Silva recebeu bom passe de Andrezinho e parou em Cássio.

O caminho do hexa parecia se abrir quando Rodrigo foi expulso, no segundo tempo. Tite ousou. Manteve seu 4-1-4-1, mas com Malcom na direita, Lucca na esquerda, Jadson e Rodriguinho centralizados. Sem Elias e Renato Augusto, substituídos por terem atuado por 90 minutos na última terça-feira, em vitória da seleção brasileira sobre o Peru, em Salvador.

Mas Júlio César tabelou com Nenê, invadiu a área e fez 1 a 0. Delírio em São Januário. O título ia e vinha das mãos corintianas em razão dos gols no Morumbi. O Atlético-MG fez 1 a 0, levou o empate, fez 2 a 1 e parou. Sofreu mais três gols do São Paulo. Se o Galo não vencesse, o Timão seria campeão. Talvez aliviado pela vitória do arquirrival, Love marcou, em mais uma boa participação de Lucca, reserva mais decisivo do campeão nessa reta final.

O Vasco teve raça, coragem, mas não teve qualidade nem organização ofensiva suficiente, o que não desabona o bom trabalho de Jorginho, fundamental caso o clube sobreviva na Série A. Por falar em técnico fundamental… No outro banco de reservas, cheio de orgulho, Tite vibrou. Responsável por remontar a equipe taticamente e moralmente, ele foi o condutor do hexa.

Vasco x Corinthians Vagner Love (Foto: André Durão)
Vagner Love comemora ajoelhado gol que garantiu o empate ao Timão; título já estava na mão (Foto: André Durão)
GLOBO ESPORTE.COM

Vasco 1 x 1 Corinthians – Corinthians campeão brasileiro de 2015

Campeão! Corinthians empata com o Vasco e, enfim, é hexa do Brasileirão

Gol de Vagner Love e vitória do São Paulo sobre o Atlético-MG garantem título ao Timão com três rodadas de antecedência: taça virá no clássico da próxima rodada

FIM.

Não foi um final surpreendente, daqueles que deixam o público boquiaberto e de olhos arregalados. O merecido título do Corinthians era questão de tempo e veio com o empate de 1 a 1 com o Vasco. Final feliz para a imensa nação corintiana, que, por obra do destino e dos pontos corridos, graças à vitória do rival São Paulo sobre o Atlético-MG, pode gritar enlouquecidamente, com lágrimas nos olhos e sorriso de orelha a orelha: “hexacampeão brasileiro!”.

Ubinho Campeão Corinthians 2 (Foto: Agência Estado)
Torcida do Corinthians mostra faixa do hexacampeonato brasileiro em São Januário
(Foto: Agência Estado)

ESPERANÇA.

Faltam apenas três rodadas e o Vasco respira. Empatar com o líder, com o campeão, mesmo depois de ficar com um jogador a menos em campo – Rodrigo foi expulso ao dar uma solada absurda no rosto de Malcom –, poderia fortalecer, mas frustra. Uma tabela de Nenê e Júlio César colocou o time à frente, mas Vagner Love empatou. A equipe segue na zona de rebaixamento, a quatro pontos do Avaí e cinco do Figueirense. Ainda tem pela frente Joinville (fora), Santos (casa) e Coritiba (fora). É difícil, mas é possível escapar da Série B em 2016.

Rodrigo, Vasco X Corinthians (Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo)
Rodrigo é expulso depois de acertar o rosto de Malcom com a chuteira
(Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo)

Com três rodadas de antecedência, o Timão chegou a 77 pontos, 12 a mais que o Atlético-MG, e coroou uma campanha que partiu de dúvidas, após um primeiro semestre fracassado, mas encontrou soluções onde não se imaginava. Em Malcom, em Vagner Love, em Felipe, nos reservas Edilson e Guilherme Arana, sem falar no trio que estampa a qualidade e a personalidade do título: Elias, Jadson e Renato Augusto.

Eles nem precisaram jogar tão bem assim contra o Vasco. Inclusive porque os anfitriões não permitiram. Fizeram de São Januário um ambiente hostil em sua reabilitação com tons de heroísmo. A luta do “eu já sabia” corintiano contra o “eu acredito” vascaíno terminou sem perdedores, embora arranhada do lado carioca.

julio cesar vasco gol (Foto: André Durão)
Júlio César se emociona ao abrir o placar a favor do Vasco em São Januário (Foto: André Durão)

O primeiro tempo teve uma sequência de três passes bizarros do Corinthians, cena raríssima neste Brasileirão e indício de ansiedade pela conquista. A melhor chance foi cobrança de falta de Jadson. Do outro lado, Rafael Silva recebeu bom passe de Andrezinho e parou em Cássio.

O caminho do hexa parecia se abrir quando Rodrigo foi expulso, no segundo tempo. Tite ousou. Manteve seu 4-1-4-1, mas com Malcom na direita, Lucca na esquerda, Jadson e Rodriguinho centralizados. Sem Elias e Renato Augusto, substituídos por terem atuado por 90 minutos na última terça-feira, em vitória da seleção brasileira sobre o Peru, em Salvador.

Mas Júlio César tabelou com Nenê, invadiu a área e fez 1 a 0. Delírio em São Januário. O título ia e vinha das mãos corintianas em razão dos gols no Morumbi. O Atlético-MG fez 1 a 0, levou o empate, fez 2 a 1 e parou. Sofreu mais três gols do São Paulo. Se o Galo não vencesse, o Timão seria campeão. Talvez aliviado pela vitória do arquirrival, Love marcou, em mais uma boa participação de Lucca, reserva mais decisivo do campeão nessa reta final.

O Vasco teve raça, coragem, mas não teve qualidade nem organização ofensiva suficiente, o que não desabona o bom trabalho de Jorginho, fundamental caso o clube sobreviva na Série A. Por falar em técnico fundamental… No outro banco de reservas, cheio de orgulho, Tite vibrou. Responsável por remontar a equipe taticamente e moralmente, ele foi o condutor do hexa.

Vasco x Corinthians Vagner Love (Foto: André Durão)
Vagner Love comemora ajoelhado gol que garantiu o empate ao Timão; título já estava na mão (Foto: André Durão)
G1.COM.BR

Ceará 2 x 2 Bahia

Após sofrer virada, Ceará consegue empate em jogo de chances perdidas

O clássico nordestino foi movimentado, mas o Vozão foi melhor

Vasco 2 x 0 Atlético Paranaense

Vasco vence o Atlético-PR por 2 a 0 e encorpa reação no Brasileirão

Após mais de dois meses, time carioca volta a vencer como mandante, com gols de Julio Cesar e Nenê. Há três jogos sem vitória, Furacão vê G-4 se distanciar

O Vasco, ao que parece, resolveu acreditar. Após encerrar contra a Ponte, na última quarta, o jejum de vitórias de 52 dias, o time carioca voltou a vencer neste domingo, desta vez, como mandante – o que não acontecia há mais de dois meses. No Maracanã, o Cruz-Matino derrotou o Atlético-PR por 2 a 0 e viu sua reação começar a tomar corpo. O Furacão, por sua vez, acumula três partida sem vitória. Julio Cesar e Nenê marcaram os gols da partida.

A última colocação ainda é a realidade do Vasco, mas o time já consegue enxergar, ainda que de muito longe, uma luz no fim do túnel. Com 19 pontos, a diferença para o Figueirense – primeira equipe fora da zona de rebaixamento – caiu para oito pontos. Apesar da derrota, o Atlético-PR, com 37, segue forte na briga por uma vaga na Libertadores. A distância para o Flamengo (4º colocado), no entanto, aumentou para quatro pontos.

Nenê comemora gol Vasco x Atlético-PR (Foto: André Durão / GloboEsporte.com)
Nenê, de pênalti, marcou o segundo gol do Vasco (Foto: André Durão / GloboEsporte.com)

Neste domingo, 9.220 torcedores pagaram para pagaram para acompanhar o jogo no Maracanã. 10.805 pessoas estiveram presentes. A renda foi de R$ 255.180.

O gol de Júlio César aproveitando sobra na entrada da área, logo aos 4 minutos, foi o prenuncio de um primeiro tempo agitado. Apesar de um único gol, Vasco (8) e Atlético-PR (10) finalizaram 18 vezes na etapa inicial. Nem mesmo a lesão muscular de Jorge Henrique, que deu lugar a Rafael Silva, diminuiu o ímpeto cruz-maltino. Leandrão teve duas boas chances para aumentar.
Walter, pelo Furacão, também levou perigo.

O Vasco voltou para o segundo tempo com Riascos no lugar de Leandrão, mais um a sair machucado. Os vascaínos, porém, mal tiveram tempo para lamentar. Com um minuto, a bola bateu no braço de Kadu, e o árbitro André Luis de Freitas marcou pênalti. Nenê cobrou com categoria e ampliou. Com boa vantagem, o Vasco teve a calma que lhe faltou e boa parte do Campeonato Brasileiro e administrou a partida. Martín Silva também foi muito bem quando acionado.

 

GLOBO ESPORTE.COM

Com gol nos acréscimos e muita garra, Vozão vira o jogo contra o Paraná: 4 x 3

Júlio César, Victor Luís, Fabinho e Rafael Costa marcaram os gols

Site do Ceará Sporting Club

Ceará 4 x 3 Paraná

No apagar das luzes, Ceará vira sobre o Paraná no Castelão e deixa lanterna

Em jogo emocionante até os minutos finais, Ceará consegue virada heróica sobre o Paraná, engata a terceira vitória seguida e deixa a última posição da Série B

Ceará Sporting Club 4 X 3 Paraná

Foi emocionante até os minutos finais. Em jogo bastante corrido, o Ceará conseguiu uma virada heroica sobre o Paraná, neste domingo (23), na Arena Castelão, por 4 a 3, já nos acréscimos. Nem mesmo o hat-trick de Carlão, substituído no segundo tempo, evitou o triunfo do Alvinegro de Porangabuçu, que vai aos 17 pontos e deixa a lanterna da Série B do Campeonato Brasileiro. O Paraná segue com 23 pontos, em 16°.

Júlio César abriu o placar para o Ceará. Não demorou muito, Carlão, o estreante pelo Paraná, deixou tudo igual. De muito longe, Victor Luís recolocou o Ceará à frente ainda no primeiro tempo. No começo da etapa complementar, Carlão deixou tudo igual novamente no Castelão. E ainda anotou o seu terceiro tento, virando o jogo em favor do Paraná. Mas o Ceará deixou o melhor para o fim. Fabinho e Rafael Costa viraram o jogo para o Vovô e o tiraram da lanterna.

As equipes só voltam a jogar pela Série B no próximo sábado (29). O Paraná recebe o Santa Cruz, às 16h30, e o Ceará visita o Atlético-GO, no mesmo horário. Antes, o Vovô encara o São Paulo, em casa, pela Copa do Brasil, na quarta-feira (26), a partir das 19h30.

Que chute, Victor Luís!

O Ceará vinha de duas vitórias e queria engatar a terceira. Apoiado pela torcida, foi ao ataque e precisou apenas de cinco minutos para abrir o placar. O escanteio cobrado por Guilherme Andrade passou por Sandro antes de chegar em Júlio César, que estufou as redes. Mas a vantagem não durou nem dez minutos. Também de escanteio, os visitantes chegaram ao empate com Carlão, que emendou após cruzamento de Danielzinho. O Vovô conseguiu novamente a dianteira com um chute de “rara felicidade” de Victor Luís. O lateral arrancou pela esquerda e arriscou. Marcos se esticou todo, mas não conseguiu alcançar.

Virada no fim

Na volta do intervalo, o Paraná foi rápido e preciso. Com menos de cinco minutos, Guga deu passe na medida para Carlão, que se livrou da marcação e ainda driblou o goleiro Luís Carlos para deixar tudo igual em Fortaleza, anota o seu segundo. Sem a garra do primeiro tempo, o Ceará virou presa fácil. Em boa trama no ataque, Carlão, pela terceira vez, balançou as redes de Luís Carlos. Que estreia! Mas a máxima do futebol diz que “só acaba quando termina”. Nos acréscimos, Fabinho e Rafael Costa marcaram e decretaram uma virada heroica para o Ceará: 4 a 3.

 

GLOBO ESPORTE.COM

Ceará 1 x 2 Vitória

Na Arena Castelão, Ceará perde para o Vitória por 2 x 1

Os baianos abriram 2 x 0 na etapa inicial e o Vovô não reagiu

Site do Ceará Sporting Club

Renato Maurício Prado comenta a falta que Emerson, Bolívar, Edílson e Júlio César fazem ao Botafogo

Nem quero entrar no mérito da questão. Mas que os quatro jogadores afastados do clube, pelo presidente Maurício Assumpção (Emerson, Bolívar, Edílson e Júlio César) estão fazendo muita falta, não há dúvida. Pergunte ao técnico Wagner Mancini se ele não gostaria de tê-los agora, nessa angustiante reta final de luta contra o rebaixamento.
Assumpção agiu de forma passional e, mesmo que possa ter razão no “macro” (as posturas nocivas dos demitidos), errou feio no “micro” (o fundamental, neste momento, era livrar o Glorioso de uma nova queda para a Segunda Divisão).
Foi incoerente também ao não admitir indisciplinas ou atos rebeldes dos quatro, mas aceitar o desesperado ato de dar nova chance a Jobson, como se ele pudesse mesmo se tornar o salvador.

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 11/11/2014

BOMBA! Confira o motivo das demissões de Sheik, Bolívar, Júlio César e Edilson do Botafogo

O mundo do futebol foi pego de surpresa por uma notícia bombástica envolvendo um dos maiores clubes do mundo. Contudo, esta matéria não falará sobre o caso, apenas sobre o Botafogo. Nesta sexta-feira, o clube carioca demitiu alguns de seus principais jogadores, sem oferecer explicações aos torcedores – se existissem – e aos jornalistas. O presidente do time da Estrela Solitária simplesmente decidiu mandar embora quatro jogadores do elenco. Os sortudos são: Emerson Sheik, Edílson, Bolívar e Júlio César.

O Olé do Brasil investigou e descobriu o motivo. Segundo alguns dirigentes do Fogão, os quatro atletas estão em um nível superior em relação ao clube, analisando tanto o passado quanto o presente, e as conquistas dos jogadores estavam causando mal-estar entre atletas, dirigentes e torcedores – repetindo, se existissem. Um dos dirigentes alvinegros conversou com exclusividade com o Olé do Brasil e contou a situação.

“Vou ser bem direto: “os jogadores saíram porque têm mais história e títulos do que o próprio Botafogo e ficavam se gabando internamente. O clima estava terrível. O Sheik e o Bolívar, por exemplo, traziam medalhas e fotos de conquistas de Libertadores e Mundial. Até acho que não era na maldade, queriam mostrar para os outros atletas, mas os funcionários que cuidam da nossa pacata sala de troféus ficavam muito chateados”, disse.

O dirigente completou com uma declaração forte sobre a dimensão do Botafogo: “Pô, só a lista de mulheres gostosas que o Sheik pegou é maior que a torcida do Botafogo. Isso prova como a situação estava insustentável”, finalizou.

O Botafogo busca jogadores amadores e com faturamento mensal baixo, para que o problema não ocorra novamente.

Texto fictício. Dica: @crfkadu