O PT quebrou Minas Gerais – Modal Aéreo Pirma dá prejuízo ao governo estadual

Criado há três meses pelo governador Fernando Pimentel (PT), o programa de subsídio à aviação regional do governo de Minas Gerais gerou um prejuízo de R$ 1,488 milhão aos cofres públicos no período.

Coordenado pela Codemig (Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais), o Modal Aéreo Pirma (Projeto de Integração Regional de Minas Gerais), que iniciou suas operações em 17 de agosto, gerou uma receita de R$ 305 mil (com a venda de passagens, que é feita pela Codemig) e custo operacional de R$ 1,793 milhão (valor que a companhia paga à empresa contratada para realizar o serviço).

A diferença entre o que entra e sai de dinheiro é bancada pela estatal, uma espécie de empresa “faz tudo” do governo mineiro, que subsidia desde a publicação de livros até saneamento básico em pequenos municípios do Estado.

O governo de Pimentel está no vermelho. De acordo com dados da Secretaria de Fazenda de Minas Gerais, o deficit para 2016 está previsto em R$ 10,869 bilhões, com receita de R$ 84,429 bilhões e, despesa de R$ 95,299 bilhões.

Os salários dos 673 mil funcionários públicos estaduais (429 mil na ativa) estão atrasados. Desde o início do ano, eles são pagos em três parcelas mensais e o governo não informou ainda a data para pagamento do 13º dos servidores.

Bilhetes com preços entre R$ 100 e R$ 500
O programa garante bilhetes a preços baixos entre o aeroporto Carlos Drummond de Andrade (Pampulha) e 12 municípios de Minas Gerais: Curvelo, Diamantina, Divinópolis, Juiz de Fora, Muriaé, Patos de Minas, Ponte Nova, São João del Rei, Teófilo Otoni, Ubá, Varginha e Viçosa.

Para viabilizar o programa, o governo garante o custo operacional da Two Táxi Aéreo, e fica responsável pela comercialização das passagens com “tarifas sociais”. Os bilhetes têm preços entre R$ 100 e R$ 550, de acordo com a distância entre a capital mineira e o destino.

Nesses três meses, foram cancelados 70% (971) dos 1.298 voos previstos. A ocupação média das aeronaves foi de 22,8%.

Os 381 voos realizados transportaram 783 passageiros, uma média de dois passageiros por voo. As aeronaves utilizadas, modelos Cessna Grand Caravan 208 B, transportam até nove passageiros.

Mesmo com o prejuízo, a Codemig ampliou o programa em outubro, incluindo mais cinco municípios às rotas ás rotas: Araxá, Lavras, Manhuaçu, Passos e Pouso Alegre.

Desenvolvimento regional
A Codemig disse nesta sexta-feira (25) que o “investimento” de R$ 1,793 milhão na iniciativa requer tempo para sua consolidação. Lembrando que o programa é inédito no país, a Codemig afirmou ainda que, desde a sua implantação, os 381 voos realizados pelo programa atenderam cerca de 800 passageiros.

“É importante destacar que o programa pode gerar novas oportunidades, aumentar a competitividade e propiciar bons negócios para o setor produtivo mineiro”, afirmou.

Ainda de acordo com a companhia, o Modal Aéreo Pirma “está alinhado às diretrizes estratégicas do plano governamental de levar ações de desenvolvimento socioeconômico aos diversos territórios de Minas Gerais”.

“O contrato com a aérea licitada é de R$ 10 milhões, mais 10% de custo operacional. A expectativa é abrir mercados, contribuir para a criação de uma cultura de transporte aéreo em aeronaves de pequeno porte, de maneira que a operação possa ser assumida, futuramente, pelo setor privado”, disse a Codemig.

“O projeto prevê flexibilidade na programação das rotas e horários. Cinco novas cidades foram incluídas às rotas e os voos foram remanejados para garantir a prestação do serviço mais intensa nos locais onde houve maior procura de passagens”, afirmou.

“O investimento na regionalização do transporte aéreo é estratégico e indispensável para atender a meta de redução das desigualdades nos 17 territórios de desenvolvimento criados pelo governo do Estado”.

Procurada, a Two Táxi Aéreo informou que não comentaria o caso. Para a Two, o negócio com o governo mineiro é “só mais um negócio, como tantos outros”. A empresa lembra que participou de licitação para prestar o serviço para a Codemig.

 

Site Minas de Verdade

O PT quebrou Minas Gerais -Hospitais já custaram R$ 130 mi, mas ninguém foi atendido

FALÊNCIA MÚLTIPLA

Estado e prefeituras jogam a culpa um no outro pela falta de recursos para obras

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PUBLICADO EM 05/04/16 – 03h00

QUEILA ARIADNE E LUDMILA PIZARRO

Juiz de Fora, Sete Lagoas e Uberaba. Sem a manutenção dos repasses, os R$ 132,4 milhões já gastos pelo governo do Estado nos hospitais regionais de Juiz de Fora (Zona da Mata), Sete Lagoas (Central) e Uberaba (Triângulo) se deterioram sem que nenhum cidadão tenha sido atendido. Nas três cidades, a história se repete: as prefeituras argumentam que as obras estão paradas porque os repasses não chegam do governo estadual. Do outro lado, o Estado afirma ou que os valores foram repassados ou que existem pendências que precisam ser resolvidas pela gestão municipal. Entre os dois lados, a população permanece sem atendimento.

Sem os hospitais, a estrutura existente está sobrecarregada. “A saúde em Juiz de Fora está muito ruim. Cheguei com meu filho com febre no atendimento pediátrico, na UPA (Unidade de Pronto-Atendimento), às 17h e saí depois das 22h porque tinha pouco médico”, relata a doméstica Roseli Arruda Fernandes, 34.

“Temos uma única obra parada em Juiz de Fora, o Hospital Regional. Está parada por um único motivo, por não chegar mais recurso do Estado”, afirmou o prefeito da cidade, Bruno Siqueira (PMDB). Por meio de nota, o governo estadual destaca que já foram repassados do Estado à prefeitura, até o momento, cerca de R$ 61 milhões. “A Prefeitura de Juiz Fora informou que deu ordem de reinício em fevereiro de 2016”, diz o governo.

Em Uberaba, o Hospital Regional está 95% pronto, segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Hospitais e Casas de Saúde de Uberaba (Sindisaúde), Juny Júnior Guimarães. “Poderia começar a operar parcialmente. Já ajudaria muito a região”.

“O jurídico da Secretaria de Estado da Saúde (SES) está empacado sobre um aporte de R$ 4,5 milhões para terminar o Hospital Regional”, diz o prefeito de Uberaba, Paulo Piau (PMDB). O Estado afirma que a prefeitura recebeu em agosto de 2015 o último repasse de R$ 1 milhão para concluir a obra, que consumiu R$ 20 milhões do Estado, e destaca que honrou todos os compromissos assumidos no convênio.

Em Sete Lagoas, o Hospital Regional, de R$ 118 milhões, deveria ter sido inaugurado em 2015. Ele está com 50% da obra pronta, que foi paralisada no ano passado. Segundo a Secretaria de Saúde da cidade, o primeiro convênio de R$ 47,3 milhões foi cumprido. O segundo, de R$ 37,6 milhões, teve R$ 5,5 milhões repassados. A prefeitura diz que ainda precisará de outro aporte de R$ 33,5 milhões.

O Estado diz que repassou R$ 51,4 milhões e afirma que a responsabilidade pela obra parada é da prefeitura, que deve fazer uma licitação. “Em outubro de 2015, encaminhamos um ofício solicitando a liberação do dinheiro para a conclusão, e ainda não obtivemos êxito. Um caos foi instalado na saúde, pois os recursos estão aquém, e temos limitações. E não basta liberar os recursos para construir, tem que dar a garantia de custeio, que será de R$ 10 milhões por mês”, afirma o secretário de Saúde de Sete Lagoas, Roney Gott.

Estado da saúde em Betim é grave

Betim. No dia 8 de março deste ano, a Prefeitura de Betim decretou estado de calamidade financeira. Com um rombo de R$ 167 milhões na arrecadação de 2015, o município chegou a anunciar o corte de 48% da rede de saúde, com o fechamento de três Unidades Básicas de Saúde (UBS), duas Unidades de Pronto-Atendimento (UPA), além da redução das equipes do Programa Estratégia Saúde da Família.

Sob uma enxurrada de protestos da população, voltou atrás e manteve só o fechamento da Maternidade Pública Haydée Espejo Conroy. “A situação da saúde é muito grave, a prefeitura não pode fazer economia em cima da vida e do sofrimento das pessoas. Se comparar a arrecadação de 2015 com a de 2014, vemos que não houve tanta queda assim. Então, o problema não é só recurso, tem falha de gestão”, diz o vereador Eutair dos Santos (PT).

A maternidade faz em média 300 partos por mês, e eles serão transferidos para o Hospital Regional de Betim. A situação dessa unidade já é crítica. Por mês, ela faz mais de 26 mil atendimentos na urgência de habitantes de mais de 80 cidades. A lotação é constante, e a espera dos pacientes é grande. “Eu estou internada em uma UPA e vim só fazer uma tomografia. Fiquei horrorizada, tem paciente para todo lado, em macas pelos corredores. Nem sei quando vou embora, porque não sei a que horas a ambulância virá”, contou Camila Silva, 23.

O secretário municipal de Finanças, Planejamento e Gestão, Gustavo Palhares, afirmou que a cidade tem uma estrutura desequilibrada de financiamento da saúde. “Betim é responsável pelo custeio de mais de 65% de toda a rede. Entretanto, o correto seria que a União fosse responsável por 50% do custeio, Estado, 25%, e município, 25%”, ressalta. Para ajudar, a Secretaria de Estado de Saúde vai repassar R$ 1 milhão ao hospital, 8% do custo mensal de R$ 12 milhões. A prefeitura vai continuar arcando com o restante dos 25% que caberia ao governo do Estado.

 

Fonte : Jornal O TEMPO

Em clima tranquilo, delegação do Flamengo chega a Juiz de Fora

Grupo que viajou para cidade mineira é quase o mesmo que foi para Brasília na estreia diante do Santos. Diego Silva ganha sua primeira chance

Diego Silva e Marcelo Moreno treino Flamengo (Foto: Fabio Leme)

Diego Silva, o primeiro de colete laranja, foi a
novidade na relação de Jorginho (Foto: Fabio Leme)

A delegação do Flamengo já se encontra em Juiz de Fora, onde nesta quarta-feira vai encarar a Ponte Preta, em partida válida pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Ao chegar ao hotel onde ficarão concentrados por volta das 17h, os jogadores foram recebidos por, cerca de, 15 torcedores. Situação bem diferente em relação ao que aconteceu da última vez em que esteve na cidade mineira.

No grupo, o volante Diego Silva é a grande novidade. Desde que foi contratado junto ao XY de Piracicaba, essa é a primeira vez que o atleta foi relacionado. Para sua entrada, Amaral foi o escolhido para sair.

Flamengo e Ponte Preta se enfrentam nesta quarta-feira, às 21h, no Estádio Municipal de Juiz de Fora.

Veja a lista dos jogadores relacionados pelo técnico Jorginho:

Goleiros: Felipe e Paulo Victor

Laterais: Léo Moura, Ramon e João Paulo

Zagueiros: Renato Santos, González e Wallace

Volantes: Luiz Antônio, Elias e Diego Silva

Meias: Renato Abreu, Gabriel e Carlos Eduardo

Atacantes: Rafinha, Hernane, Marcelo Moreno e Paulinho

 

Blogueiro do Flamengo comenta classificação na Copa do Brasil

A viagem pra Juiz de Fora foi quase perfeita. A cidade é hospitaleira, a comida é barata e as locais são muito bonitas. O estádio é simpático e o clima era de paz total. Mas o futebol do Flamengo foi tão bizarro que quase põe tudo a perder. Impossível não se emputecer com aqueles peladeiros. Pra resumir, os 90 minutos do jogo contra o Campinense foram os piores 90 minutos da viagem toda. Que pelada nauseabunda.

Mas estamos classificados, sabe-se lá como. Ontem corremos riscos reais de perder pros caras e acabamos ganhando no puro sufoco. Agora nosso destino na Copa do Brasil já está esboçado. Vamos pegar mais uma babinha na próxima fase, com todo respeito ao ASA de Arapiraca, e nos preparar espiritualmente pra sermos esculachados a partir das oitavas. Hoje não temos a menor condição de fazer frente aos times que que ainda vão entrar na CB. Não temos um time bom que eventualmente joga mal uma ou duas partidas. É exatamente o contrário. E quem não consegue ver isso é porque está cego de amor e paixão.

Amigos, independentemente do lamentável, e não surpreendente, faniquito de Renato ao ser substituído de um jogo em que não merecia ser sequer escalado, não aguento mais a família Moura no Flamengo. Leonardo, Ramon, Amaral e Renato Moura já não contam com a minha tolerância. Com eles em campo vejo o Flamengo escravizado à exasperante rotina da interrupção de todas as nossas progressões ofensivas por bolinhas roladas para os lados, passes errados, bicudas inofensivas e cruzamentos toscos. E fico muito preocupado em perceber que no elenco do Flamengo não exista ninguém melhor que eles para substitui-los.

Com esse time aí vamos penar muito no Brasileiro, isso é evidente. E vai ser uma catástrofe de proporções gigantescas se os carecas deixarem que o excelente trabalho que estão fazendo fora de campo seja julgado e fatalmente condenado por um desempenho pífio do time no Brasileiro. Mas é loucura esperar algo além do que agonia e tensão por 38 rodadas se nada radical for feito pra mudar o espírito desse elenco que me parece excessivamente acomodado.

O Brasileiro não é daqui a três meses, é daqui a 15 dias! Eu não esperaria até que o time perca um jogo pra dar uma sacudida. A hora de dar esporro, cobrar atitude, cortar asas, enquadrar nas normas de conduta aos sem noção e botar fogo no rabo dos indolentes é agora. Que convoquem imediatamente uma reunião casca grossa com o elenco e coloquem o pau na mesa. Se na direção do Flamengo existir algum respeito aos cânones motivacionais em voga na esfera corporativa o time do Flamengo não pode jogar como jogou contra o Campinense e sair impune.

Flamengo 2 x 1 Campinense

Em campo pela quarta vez com a mesma escalação, o Flamengo desta vez não repetiu as atuações dos últimos jogos. Mesmo assim, fez a festa da torcida em seu primeiro jogo no ano no Municipal de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Na noite desta quarta-feira, o Rubro-Negro carioca suou para derrotar o Campinense e repetir o placar do jogo na Paraíba: 2 a 1. Com um gol contra de Roberto Dias e uma pintura concluída por Elias, após bela jogada coletiva, o Fla garantiu a classificação para a terceira fase da Copa do Brasil. Bismarck anotou para o campeão da Copa do Nordeste. O público foi de 18.211 pagantes (19.286 presentes) no estádio, que vai receber outro jogo dos cariocas no dia 29, contra a Ponte Preta, pelo Campeonato Brasileiro. A renda da partida foi de R$ 653.612,50.

Na próxima fase, o Flamengo vai enfrentar o o ASA de Arapiraca. O time alagoano eliminou o Ceará, nos pênaltis, na semana passada. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ainda vai divulgar as datas dos jogos.

– No segundo tempo nós soubemos usar os lados, conseguimos fazer algumas jogadas, amarramos mais o jogo, e o resultado veio. Estamos fazendo nosso trabalho bem. Alguns podem pensar que o time do Campinense é fraco, mas não é bem assim – avaliou Renato Abreu após o apito final.

Desvio de lá e de cá criam os gols

Leo Moura gol Flamengo x Santa Cruz (Foto: Fernando Priamo / Ag. Estado)Léo Moura, autor do cruzamento que resultou no primeiro gol, celebra (Foto: Fernando Priamo/Ag. Estado)

O Flamengo começou ganhando mimos em Juiz de Fora. Recebeu o apoio da torcida local e um presente do adversário com cinco minutos de jogo. Wellington cortou mal o cruzamento de Léo Moura e cabeceou em cima do companheiro Roberto Dias, que desviou a bola contra o próprio patrimônio. Só que o time carioca sequer teve tempo de comemorar o gol contra. Um minuto depois, outro desvio matou os cariocas, dessa vez de Elias no chute de Jeferson Maranhense. A bola sobrou limpa para Bismarck, livre na área, empatar para o Campinense. A origem da jogada mostrou a tática armada pelo técnico Oliveira Canindé: explorar as costas de Léo Moura com as subidas de Panda. No primeiro lance, Renato Santos teve que sair para marcar o lateral e deixou um atacante livre na área. Depois, Rafinha é quem voltou para marcar o camisa 6, lançado na ponta esquerda. Ele saiu na cara de Felipe e estufou a rede, mas o árbitro flagrou impedimento no momento do passe.

Apesar de ter espaços no meio de campo, o Flamengo encontrava dificuldade para invadir a área adversária. Acabava abusando dos chuveirinhos, que só deram resultado no gol contra do Campinense. No único lance em que conseguiu chegar com perigo próximo da meta do goleiro Pantera, Roberto Dias se redimiu da falha. Após Léo Moura dar um bolão para Rafinha, o zagueiro se esticou todo e cortou o chute cruzado do atacante quase na pequena área, aos 25 minutos. Hernane não teve chance de gol e só apareceu ao dar uma caneta no meio de campo. Ao perceber o baixo poder de fogo do rival, o Campinense viu que não precisava ficar recuado. Saiu para o jogo e até terminou o primeiro tempo com mais posse de bola: 51% contra 49%.

Paulinho estreia com o pé direito e vira garçom de Elias

Rafinha Campinense x Flamengo (Foto: Alexandre Vidal / Flaimagem)Rafinha recebe combate de Alberto, do Campinense (Foto: Alexandre Vidal / Flaimagem)

Jorginho não gostou do que viu e mexeu no time para a etapa final. Sacou Amaral para a entrada de Luiz Antonio e pediu paciência com a bola no pé. A orientação do treinador não mudou o fato de que o time não conseguia finalizar. A não ser na bola parada. Autor de dois gols de falta no jogo de ida, Renato Abreu só teve uma cobrança no jogo, mas de muito longe. E dessa vez Pantera apareceu bem. O goleiro até fez grande defesa numa pancada à queima-roupa de Hernane. Elias passou a ser a solução para o desafogo: aos 17 minutos, recebeu de Rafinha na área, mas chutou para fora. Os contra-ataques do Campinense assustavam, mas o técnico do Fla colocou o time ainda mais para frente com Rodolfo e Paulinho, reforço vindo do XV de Piracicaba.

O atacante, que treinou durante a semana na lateral direita para suprir a carência de reservas de Léo Moura, foi lançado em sua posição de origem. E mesmo com poucos minutos em campo, teve um papel decisivo no lance que resultou no gol da vitória, aos 32, em misto de sorte e técnica. Elias tentou a tabela com Hernane, mas o camisa 9 devolveu sem força. No meio do caminho, Paulinho conseguiu o toque por cima dos zagueiros e deixou o volante livre para marcar o gol do desafogo. O belo lance fez a torcida esquecer a atuação ruim, com direito a gritos de “olé” no fim.

Flamengo x Campinense não vai ser disputado no Maracanã, revela Wallim

De acordo com vice de futebol, Governo do Estado não autorizou a realização da partida. Macaé, Juiz de Fora e Nordeste são as opções

Wallim Vasconcellos, vice de futebol do Flamengo (Foto: Richard Souza)

Wallim Vasconcellos, vice de futebol
do Flamengo (Foto: Richard Souza)

A tentativa do Flamengo de mandar o jogo de volta da segunda fase da Copa do Brasil, dia 15, contra o Campinense, acabou frustrada. Segundo revelou neste sábado o vice-presidente de futebol rubro-negro, Wallim Vasconcellos, o Governo do Estado não autorizou a realização da partida no estádio.

– O Governo do Estado já disse que não tem condições de ceder o Maracanã. Então estamos vendo opções, a gente gostaria muito de jogar lá, mesmo estando limitado para 20, 30 mil pessoas. Seria um bom teste, já que Brasil x Inglaterra (amistoso no dia 2 de junho) estará lotado – declarou o dirigente, que esteve em Moça Bonita para acompanhar a decisão da Taça Rio de juniores, vencida pelo Rubro-Negro.

Ainda segundo o dirigente, está praticamente descartada a hipótese de o jogo ser realizado no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda.

– Provavelmente não, a gente gostaria muito, mas parece que pela quantidade de jogos o gramado não está bom. Vamos ver outra praça, Juiz de Fora, Macaé ou no Nordeste, pois temos algumas propostas.

Perguntado sobre o convite recebido pelo clube para mandar o jogo na Fonte Nova, em Salvador, Wallim confirmou o contato, mas disse que o clube ainda avalia o assunto.

– Temos convite, a gente está estudando, vamos ver se funciona. Mas onde a gente for nesse país a nossa torcida estará presente – finalizou.

 

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