Jornalismo da Record vive mais uma fase nervosa daquelas

O jornalismo da Record atravessa mais uma daquelas fases nervosas, quando tudo parece que acontece de uma vez só. A semana começou com um bispo extrapolando no uso das funções, interferindo numa série de reportagens do “Jornal da Record”, entendendo que o material ia contra o “conceito família” .

Medidas do tipo naturalmente mexem com o psicológico e limite de toda redação, o que pode até explicar a chefe Luciana Barcellos reclamar do atraso de 3 minutos na entrega de um relatório de pautas. O que levou a chefe de reportagem, Rosana Simões, ao ser cobrada, não amarelar na resposta.

Não bastasse tudo, vai indo longe demais o desentendimento das apresentadoras Salcy Lima e Patrícia Costa, porque num “Fala Brasil” qualquer, uma pediu que a outra se calasse para não vazar. Foi o suficiente para se instalar uma verdadeira e parece que interminável guerra entre as duas.

Desagradável e pior é que tudo jogando contra o resultado final do trabalho .

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Jornalismo da Record tem que fazer uma hora de pausa no meio da jornada

 

A notícia que espere

Decisões tomadas na frieza dos gabinetes sempre proporcionam aborrecimentos do tipo. O pessoal do jornalismo da Record, como todos os outros funcionários, passou a ser obrigado a cumprir pausa de uma hora no meio da jornada.

Isto até no meio de um trabalho que não pode ser interrompido. Tem condições de dar certo? E o detalhe com a proibição de horas extras.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

TV Record lançará novo telejornal local em São Paulo à noite em agosto

 

Falta definir Será na primeira, mais tardar segunda semana de agosto, o lançamento do novo telejornal local da Record, em São Paulo, na faixa da noite. Mesmo dia em que a grade sofrerá outras alterações, inclusive com a estreia da reprise de “Os Dez Mandamentos”, conforme foi antecipado, dia desses, pelo Maurício Stycer.

Detalhe A Record ainda não tem apresentador para este seu novo telejornal. O que se sabe, e por aí já existe a certeza, é que será alguém de fora. A ideia é pegar alguém do mercado.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Fase conturbada do jornalismo da Record pode trazer consequências

Entre outras tantas frases, uma do João Saldanha, que queria jogador bom no seu time e não um alguém para casar com a sua filha, se estende a tantas outras chefias ou ambientes de trabalho. Sempre é importante se cercar de bons profissionais e saber distribuir o jogo.

Mesmo em uma redação de jornalismo e até na do “Jornal da Record”, que hoje vive um dos seus momentos mais conturbados.

Para não ser tão mais invasivo na questão, tudo se resume ao generalismo adotado e à forma como o trabalho é distribuído e solicitado, causando com isso um ambiente dos mais desagradáveis e uma insatisfação, em todos os níveis, bem próxima do insuportável.

Nada contra a cobrança, ela é natural em todas as atividades e nunca será diferente, mas existem maneiras e maneiras de fazer isso, sem levar ninguém ao ambulatório ou prestar queixas no RH por assédio moral.

É hora de botar ordem na casa, até porque todo esse descontentamento, a continuar assim, poderá perfeitamente trazer prejuízos ao produto final. Se é eu já não está trazendo.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Jornalismo da Record vive novo momento de tensão

Edu Moraes/Divulgação/TV Record

Tá certo que o Douglas Tavolaro, vice-presidente de jornalismo da Record, anda um pouco afastado da rotina do departamento. Tá certo também que o filme do seu Edir, hoje, é hoje a sua prioridade e está tomando todo o seu dia.

Mas assim que tiver um tempinho, para o bem de todos e felicidade geral da redação, é bom ele dar uma passadinha lá e verificar com os próprios olhos o que anda acontecendo.

De uns meses para cá, com tudo funcionando na base do grito , muitos já se queixam de problemas auditivos e outros foram apresentar denúncias de assédio no RH. O pessoal da edição, então, está no limite.

Pega mal tudo isso. Vai por mim, Douglas. Arruma um tempinho e dá um pulo lá. Duas ou três horas serão suficientes para você restabelecer a ordem, enquadrar quem deve ser enquadrado e fazer com que todos voltem a ser tratados com o devido respeito.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Flávio Ricco comenta a audiência do jornalismo da Record pela manhã

Guindaste

Chamam a atenção os bons índices de audiência alcançados pelo “jornalismo manhã” da Record em São Paulo – representado por “Balanço Geral”, “SP no Ar” e “Fala Brasil”.

Principalmente porque Luiz Bacci pega o horário com traço na abertura dos trabalhos, devido à programação da igreja, e levanta para até mais de 6 pontos. O crescimento é considerado, e de fato é, dos mais significativos.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

É muito forte a pressão nos bastidores do jornalismo da Record

 

Desde esta última segunda-feira (20), a ordem que vale no jornalismo da Record é diminuir drasticamente a quantidade de reportagens policiais no “Balanço Geral”, “SP no Ar” e “Fala Brasil”.

Só que a carga de jornais, de horas no ar, é muito intensa e quem está pagando essa conta ou o espelho que não fecha, são os produtores, editores e repórteres.
Sob uma forma de ordem inquestionável da direção da Record, a queixa é que todos se viram a produzir o dobro, triplo, no mesmo tempo de trabalho. O que, às vezes, é impossível.
Resultado disso é choro e ranger de dentes. Ontem, à beira de um ataque de nervos, teve repórter que deixou o trabalho no meio e foi embora.
Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Movido a sangue, jornalismo da Record tem 7 horas de crime

Marcelo Rezende no Cidade Alerta; telejornal da Record só teve material policial na última quinta (20)
Por DANIEL CASTRO, em 23/05/2015 · Atualizado às 08h24

Levantamento exclusivo obtido peloNotícias da TV confirma a sensação do telespectador de que o jornalismo da Record é movido a sangue. O estudo revela que os telejornais ocupam 11 horas da programação diária da emissora, mas sete horas e meia são preenchidas apenas com reportagens policiais. No principal mercado do país, a Grande São Paulo, o noticiário político, econômico e de prestação de serviços toma apenas 1 hora e 50 minutos por dia, pouco mais que os intervalos comerciais (1 hora e 40 minutos).

Até mesmo o principal telejornal da casa, o Jornal da Record, é dominado por notícias de crimes cotidianos. A edição da última quinta-feira, por exemplo, dedicou apenas 12 minutos a assuntos como corrupção na Petrobras e cortes no Orçamento da União. Durou 54 minutos. Apresentado por Marcelo Rezende e uma das maiores audiências da emissora, o Cidade Alerta só teve reportagem policial nas três horas e meia em que ficou no ar anteontem.

Os telejornais mais equilibrados da Record são o Balanço Geral do meio-dia, ancorado por Reinaldo Gottino, e o matinal Fala Brasil. O Balanço Geral ficou 2 horas e 40 minutos no ar na quinta, mas dedicou boa parte desse tempo (1 hora e 6 minutos) à prestação de serviços e entretenimento, como o quadro da jornalista Fabíola Reipert, o Hora da Venenosa, que voltou a disputar a liderança com o Vídeo Show, da Globo.

Briga de egos compromete a ordem no jornalismo da Record

 

Há uma disputa de poderes bem definida e das mais conflituosas entre setores distintos do jornalismo da Record, com influência direta e que em nada acaba acrescentando na boa ordem dos trabalhos.

Algo que começa e é definida internamente como uma “guerra branca”, mas bem ostensiva, entre dois dos seus diretores, Rafael Gomide e Tiago Contreiras, com um levando nítida vantagem sobre o outro no quesito favorecimentos.
Enquanto o primeiro deles, Rafael, à frente do núcleo de reportagens especiais, tem aprovadas todas as viagens e com equipes completas, além de outras facilidades, o “Jornal da Record”, sob os cuidados do Tiago, já de algum tempo vive à míngua. As verbas estão cada vez mais curtas, a ponto de exercer influência no bom acabamento do produto final. Até os repórteres de ponta já não aguentam mais conviver com esta situação.
Economia de um lado, enquanto do outro tudo pode. Esquisito.
Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Intromissão do jornalismo no artístico da Record causa mal estar

25.fev.2015 - O apresentador Gugu Liberato entrevista Suzane von Richthofen em Tremembé (SP), na cadeia em que ela cumpre pena por matar os pais

25.fev.2015 – O apresentador Gugu Liberato entrevista Suzane von Richthofen em Tremembé (SP), na cadeia em que ela cumpre pena por matar os pais

A cada momento se torna mais incontestável a força do jornalismo da Record diante de todos os seus demais setores. Nenhum outro, constata-se, tem igual importância ou o mesmo poderio, considerando o que aconteceu recentemente com a passagem do Gugu para o seu guarda-chuva.

Uma medida que se ensaiou desde o começo ou mais precisamente a partir do momento em que entrevistas consideradas importantes e há tanto tempo buscadas, como as de Suzane von Richthofen e do ex-goleiro Bruno, fossem costuradas diretamente pela produção do programa. O que poderia ser entendido como uma conquista se transformou em um problema que só cresceu com o tempo.

Vaidades se afloraram e o anticorpo de plantão, através de uma guerra aberta, fez estabelecer uma situação tão incontrolável, que tal medida acabou sendo tomada.

Resta saber, e não serão tantos dias necessários para isso, o que essa intromissão do jornalismo no artístico poderá trazer de bom? São enormes as dúvidas a respeito.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery