Número de homicídios cai 8,19% no 1º semestre na Paraíba, diz diz Seds

Redução é na comparação com o mesmo período de 2015.
Segundo a Secretaria, foram 695 assassinatos entre janeiro e junho.

Bandeira do estado da Paraíba

Houve uma redução de 8,19% no número de homicídios registrados na Paraíba no primeiro semestre de 2016, em relação ao mesmo período do ano passado. Em números absolutos, houve 695 assassinatos, enquanto no mesmo período do ano passado foram 751 casos, de acordo com dados divulgados pela Secretaria da Segurança e Defesa Social (Seds) do Estado nesta sexta-feira (1º).

Além disso, segundo avaliação do Núcleo de Análises Criminais da Seds, 13 das 21 Áreas Integradas de Segurança Pública (Aisp) do Estado tiveram redução de homicídios: zona sul e norte de João Pessoa, Bayeux, Santa Rita, Alhandra, Mamanguape, Guarabira, Itabaiana, Campina Grande, Patos, Princesa Isabel e Cajazeiras.

Para Cláudio Lima, secretário de Estado da Segurança e Defesa Social, os resultados deste ano refletem as ações executadas pelos órgãos operativos de segurança para a redução da violência. Segundo ele, “a gestão com responsabilidade territorial dos gestores, adotada a partir de 2011 com a Lei Estadual Complementar 111, otimizou a obtenção de resultados e o melhor acompanhamento realizado por cada uma das 21 Áreas Integradas de Segurança Pública do Estado.

“Por quatro anos consecutivos registramos redução de homicídios na Paraíba e neste semestre seguimos o mesmo caminho, com base em pilares como integração das forças e uso da Inteligência policial para prevenção e repressão qualificada à violência”, ressaltou o secretário.

 

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200 novas paradas de ônibus vão ser instaladas em João Pessoa

Novas paradas substituem as já existentes deterioradas.
Expectativa é de que estejam instaladas até o fim do ano.

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Até o final deste ano, 200 novos abrigos de ponto de ônibus vão ser instalados nos principais corredores de João Pessoa, segundo a expectativa do diretor institucional do Sindicato das Empresas de Transportes Urbano (Sintur-JP), Mário Tourinho. As instalações são uma parceria público/privada entre a Prefeitura e os dois consórcios que operam o sistema, Unitrans e Navegantes. Os primeiros vinte abrigos já estão disponíveis para os passageiros que utilizam as linhas que trafegam pela Avenida Hilton Souto Maior e adjacências.

As novas paradas substituem as já existentes deterioradas com o tempo e devem preencher também a lacuna das paradas que tinham apenas uma placa de identificação de ponto de ônibus. De acordo com o  titular da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP), Carlos Batinga, foi feito um levantamento na cidade e vão ser priorizados os locais que ainda não têm parada de ônibus e também aqueles onde as atuais paradas estão mais velhas para instalação dos novos equipamentos.

Os novos abrigos, de acordo com o projeto de execução, têm uma estrutura reforçada, cobertas por tela de alumínio, possuem assentos e espaço para cadeirantes e o piso é feito de pavimento intertravado.

 

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Semob de João Pessoa altera códigos de linhas que circulam de madrugada

Segundo a Semob, itinerários permanecem os mesmos.
Mudança se deve à implantação de um aplicativo para localizar ônibus.

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Os ônibus que circulam durante a madrugada em João Pessoa, dentro do projeto Tetéu, passaram por alterações nos códigos da linhas. Os percursos permanecem inalterados, mas os passageiros devem prestar atenção à nova sequência de números que identifica cada linha. O projeto Tetéu tem doze itinerários diferentes, que funcionam da meia-noite às cinco da madrugada.

As linhas de bairros 101, 104, 108, 118, 203, 301, 504, 507, 510, 601 e os circulares
1500 e 5100 agora seguem uma sequência que começa com a leta T, seguida de números de 001 a 012.

Segundo o diretor de planejamento da Superintendência de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob), Adalberto Araújo, as mudanças nos códigos fazem parte de um projeto para a implantação de um aplicativo de celular que vai permitir localizar os veículos.

“No sistema de acompanhamento cada linha passa a ter uma rota definida. Como no horário da madrugada, as linhas já operam em rota diferente da operada durante o dia, o código do ônibus tinha que ser alterado para não gerar confusões”, explicou.

A previsão da Semob é de que o aplicativo que vai permitir saber onde os ônibus estão comece a funcionar ainda neste ano.

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Caminhão pega fogo e deixa parte da BR-230, na PB, interditada

Não houve vítimas e umas das faixas sentido João Pessoa/Natal está livre.
Segundo PRF, veículo transportava alimentos e houve perda total.

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Um caminhão baú pegou fogo no trecho do Km 62 da rodovia federal BR-101, sentido João Pessoa/Natal, na tarde desta quinta-feira (9). De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo transportava alimentos e teve perda total, mas não houve vítimas.  A PRF informou ainda que, por conta do incêndio no veículo, parte da rodovia vai permanecer interditada até a sexta-feira. Umas das faixas permanece com trânsito livre.

Segundo a PRF, o veículo deve ser retirado do local na sexta-feira, com isto, cones estão sendo colocados no local para  o sinalizar. O caminhão incendiado se encontra no acostamento da rodovia. Até as 16h desta quinta-feira, a PRF não sabia informar as causas do incêndio.

 

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Mulher é morta a facadas dentro da própria casa em João Pessoa

Perícia verificou que ela estava desacordada quando foi atacada.
Vítima estava deitada em uma rede e não ofereceu resistência.

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Mulher foi atacada dentro da própria casa, em Mangabeira (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Mulher foi atacada dentro da própria casa, em Mangabeira
(Foto: Walter Paparazzo/G1)

Uma mulher foi morta a facadas no fim da tarde desta terça-feira (7) na própria casa, no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. Segundo a Polícia Civil, ela foi atingida por pelo menos 13 facadas enquanto estava deitada em uma rede.

A perícia indicou que ela levou os primeiros golpes quando estava desacordada, uma vez que algumas facadas perfuraram a trama da rede e o lençol que ela estava usando. A Polícia Civil ainda constatou que ela não tinha lesões de defesa no corpo, ou seja, que não houve reação por parte dela.

Ainda de acordo com a polícia, a vítima morava sozinha, mas havia sinais de que outras pessoas estavam com ela, consumindo drogas e bebidas. Equipamentos conhecidos como “maricas”, utilizados para o consumo de crack, foram encontrados na casa.

 

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João Pessoa acumula 5ª maior alta na cesta básica em cinco meses de 2016

Preço da cesta em João Pessoa subiu 11,29% entre janeiro e maio.
Em maio, a cesta pessoense custou R$ 361,39, segundo Dieese.

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Pesquisas foi feita pelos agentes no mês de março (Foto: Divulgação/ Procon)

No mês de maio, cesta básica caiu 1,21%
(Foto: Divulgação/ Procon)

A cesta básica vendida em João Pessoa foi a quinta que mais subiu nos primeiros cinco meses deste ano. Segundo pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o preço da cesta pessoense acumula um aumento de 11,29% de janeiro até maio de 2016. No mês de maio, o preço da cesta básica pessoense caiu 1,21% em relação a abril, sendo cobrada por R$ 361,39.

Com essa queda, ela passou a ocupar a 9ª colocação entre as cestas mais baratas do país. No quinto mês de 2016, mesmo com essa queda no preço da cesta, verificou-se que metade dos produtos registrou elevação em seus custos, ao passo que a outra metade apresentou queda. As variações positivas se deram nos preços da manteiga (3,36%), da farinha (2,16%), do leite (1,41%), do feijão (0,92%), do café (0,41%) e do arroz (0,29%).

Os produtos que tiveram queda foram o tomate (-7,21%), a banana (-2,82%), a carne (-1,1%), o açúcar (-0,71%), o óleo de soja (-0,71%) e o pão (-0,11%). No acumulado do ano, todos os produtos registraram variação positiva em seus preços. Os principais aumentos se deram nos preços da banana (42,60%), da manteiga (35,05%), do açúcar (28,31%), do feijão (25,90%) e da farinha (24,27%).

Outros produtos apresentaram alta acumulada nos últimos cinco meses: óleo de soja (15,83%), leite (6,21%), café (6,10%), tomate (5,84%), carne (3,78%), arroz (2,51%) e pão (1,36%).

O trabalhador pessoense cuja remuneração equivale ao salário mínimo necessitou cumprir, em maio, jornada de 90 horas e 21 minutos, menor que as 91 horas e 28 minutos registradas em abril. Em maio de 2016, o custo da cesta em João Pessoa comprometeu 44,64% do salário mínimo líquido, isto é, após os descontos previdenciários. Em abril o percentual exigido era de 45,19%.

 

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Mais de 40 mil são incluídos no SPC em cinco meses, em João Pessoa

Inclusões subiram 20,48% em relação ao mesmo período de 2015.
Diretor do SPC recomenda que consumidores evitem prazos longos.

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Mais de 40 mil pessoas tiveram seus nomes incluídos no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) de janeiro a maio de 2016, em João Pessoa. Segundo o diretor do SPC da capital paraibana, Lindenbergh Vieira, o número de inclusões chegou a 41.707 nesses cinco primeiros meses do ano, 20,48% a mais que em 2015, quando foram incluídos 34.616 nomes.

O número de exclusões, por sua vez, teve uma queda de 0,39%: passou de 26.282 de janeiro a maio de 2015 para 26.178 no mesmo período deste ano.

Para Vieira, esse quadro não é uma surpresa, diante do desemprego que afeta os brasileiros e dos altos juros do país. Além disso, ele informou que os empréstimos no nome de terceiros subiram de 20% em 2015 para cerca de 23% neste ano.

“O irmão empresta para o outro, o marido à mulher ou vice versa, o amigo a outro amigo. E a pessoa que está inadimplente muitas vezes não respeita o empréstimo e continua não pagando. Aquela pessoa que emprestou ou avalizou é quem vai pagar”, explicou.

Vieira também recomenda que os consumidores não façam compras com muitas parcelas. “As pessoas precisam entender que não devem comprar com prazos longos. Isso encarece a mercadoria porque ninguém faz nada de graça. Quanto mais longo o prazo, mais juros. E eles pensam que estão fazendo um bom negócio”, disse.

Maio
O mês de maio individualmente teve 9.187 inclusões em 2016. Em 2015, o total foi de 9.192. A queda foi de 0,05%, segundo o SPC. As exclusões, foram 7.371 em 2016, contra 6.207 no ano passado. O aumento foi de 18,75%.

 

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