Chapecoense 2 x 1 Vasco

DESTAQUE

O JOGO

Após duas derrotas seguidas, a Chapecoense venceu o Vasco por 2 a 1 nesta quarta-feira, na Arena Condá, e conseguiu se manter na quarta colocação do Campeonato Brasileiro, agora com 13 pontos. A equipe cruz-maltina segue sem pontuar fora de casa, e, com nove pontos, cai para a 12ª posição. Os gols foram marcados por Andrei Girotto e Arthur, e Jean descontou para os cariocas.

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PANORAMA

No próximo sábado, às 19h, em São Januário, o Vasco mede força com o Avaí. Já a Chape terá pela frente mais um carioca, o Botafogo, domingo, às 16h, na Arena Condá.

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PRIMEIRO TEMPO

A Chape apostou nas jogadas de bola aérea desde o início da partida para pressionar o Vasco. Victor Ramos, Luiz Otávio… todos tentaram por cima, mas foi Andrei Girotto o mais eficiente. Aos 28 minutos, o zagueiro foi mais esperto que Paulão e mandou de cabeça após escanteio cobrado por Seijas. Com pouca presença ofensiva, o Vasco era pouco efetivo, apesar do esforço de Nenê de brigar contras os marcadores da Chape. A melhor jogada da equipe cruz-maltina saiu dos pés do veterano, que deu ótimo passe para Douglas. De frente para gol, o volante chutou e Jandrei defendeu com o rosto. No escanteio, Nenê cobrou e Jean foi lá no alto para desviar de cabeça e empatar o jogo: 1 a 1.

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SEGUNDO TEMPO

Na volta do segundo tempo, a Chapa retomou a pressão exercida no início da partida. O goleiro Martín Silva, no entanto, estava empenhado em atrapalhar os planos dos donos da casa. O uruguaio fez defesas importantes em sequência nas finalizações de Victor Ramos, Luiz Antonio e Arthur. Mas Arthur não desistiu. Aos 16 minutos, o atacante cortou para o meio e mando uma bomba indefensável. A bola ainda bateu na trave antes de entrar: 2 a 1. Novamente em vantagem, a Chape passou a tentar controlar mais a partida. O Vasco buscou mais o ataque após as mudanças do técnico Milton Mendes, mas o volume de criação de jogadas foi pequeno. A melhor foi em uma cabeçada de Breno que passou rente à trave. Mais um resultado ruim fora de casa para os vascaínos.

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  • DESTAQUEA VOLTA DE NENÊDepois de cinco rodadas no banco de reservas, Nenê teve a chance de retornar como titular. Não foi um camisa 10. Usou a 9 e foi o mais avançado da equipe. Lutou muito contra os zagueiros e até conseguiu alguns bons passes, como o que deixou Douglas de cara para o gol, mas teve muita dificuldade de para jogar de costas para o gol adversário. A tendência é de que volte para o banco de reservas contra o Avaí, quando Luis Fabiano retorna.

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  • DESTAQUEFALA, ARTHUR–  Antes de chutar, ali no momento eu estava me cobrando bastante. Tinha errado um chute de esquerda e uma de cabeça. Uma bola que sempre peço para o Luiz virar, e eu pude fazer o gol. Meus amigos que me cobram para chutar bastante, agradecer a eles porque hoje fui feliz – disse o autor do gol da vitória da Chapecoense.

    • DESTAQUEFALA, BRENO– É difícil explicar. Nosso time só sabe jogar quando toma o gol. Demoramos para reagir, perdemos. Não tem nem o que falar. Perdemos.

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    • DESTAQUEFALA, LUIZ ANTÔNIO – Começamos muito intensos. Fizemos um gol no início. No final tomamos um gol de bola parada. Professor pediu mais movimentação e intensidade. Até mesmo para mim que fui bem marcado. Arthur foi feliz e pôde fazer aquele gol.

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    • DESTAQUEFALA, ANDREZINHO – Acho que a cada jogo a gente tem uma estratégia. Milton deixou claro qual era a nossa. Segurar a bola no primeiro tempo porque eles são fortes aqui, a torcida empurra bastante. Conseguimos empatar no primeiro tempo. Normal eles tomarem conta. Arthur foi muito feliz naquele chute, que nem é a perna boa dele. Temos que trabalhar para ter a mesma atuação dentro e fora de casa – disse o meia, que entrou no primeiro tempo.

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Palmeiras 4 x 0 Vasco

O JOGO

COINCIDÊNCIA POSITIVA

Cuca voltou ao Palmeiras com tudo. Seus comandados golearam por 4 a 0 o Vasco com muita facilidade. Dudu deitou e rolou, Tchê Tchê foi outro que se destacou, e Borja desencantou e quebrou jejum de cinco jogos. Além do colombiano, que anotou dois, Jean e Guerra completaram o placar. A zaga do Vasco foi uma “homenagem” ao Dia das Mães. Deixava o adversário entrar sem cerimônia alguma. E a coincidência positiva: o atual campeão repete o placar de sua estreia no Brasileiro passado. A vítima de 2016 foi o Atlético-PR.

DESTAQUE

PANORAMA

 O Palmeiras volta a campo na próxima quarta-feira, quando enfrenta o Internacional, às 21h45, pela Copa do Brasil. O Vasco joga somente no outro domingo, às 11h, em São Januário, onde receberá o Bahia, pelo Brasileiro.

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PÚBLICO E RENDA

Público: 33.425 pagantes
Renda: R$ 2.109.685,93

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VASCO ERRA MUITO, E PALMEIRAS SE DÁ BEM NA ETAPA INICIAL

Ao sair a bola, o Palmeiras já tentou o gol e conseguiu escanteio aos 12 segundos. Seguiu em cima e abriu o placar cedo, aos seis minutos: Jomar fez pênalti infantil em Dudu, e Jean cobrou muito bem, no canto. Depois dormiu, e o Vasco, que errara defensivamente, passou a vacilar na frente. Finalizou 10 vezes, quatro a mais do que os donos da casa, mas não foi eficiente.

O Alviverde, que parecia adormecido, fez o segundo aos 40 minutos: Tchê Tchê lançou, Jean soltou a bomba, e Guerra pegou a sobra e ampliou. Aos 43 e 44, Yago Pikachu e Douglas respectivamente perderam grandes chances. A do último, aliás, a mais cristalina. O Cruz-Maltino reclamou de um pênalti não marcado aos 32 minutos, de Zé Roberto em Pikachu. Arnaldo Cezar Coelho viu “penalidade clara”.

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INÍCIO AVASSALADOR NA ETAPA FINAL

Aos 47 segundos veio o terceiro gol: Mina avançou, Tchê Tchê entrou com muita liberdade, arrumou o corpo e cruzou de pé esquerdo. Borja, totalmente solto, cabeceou com força e ampliou. Fim do jejum de cinco jogos sem marcar. O segundo tempo foi um massacre, mas Dudu, Guerra e Jean perderam boas chances. O quarto demorou a sair, mas veio aos 34 minutos, após novo pênalti infantil de Jomar. Desta vez Jean deixou Borja bater, e o colombiano soltou a bomba no meio do gol. Chocolate. Um passeio palmeirense.  No segundo tempo, a joia vascaína Paulo Vitor estreou profissionalmente, mas pouco tocou na bola.

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DUDU DEITA E ROLA

Dudu foi o grande jogador do Palmeiras neste domingo. Pedalou, driblou, finalizou… Só não deixou a sua marcar porque parou no eficiente Martín Silva. Sofreu os dois pênaltis do jogo e infernizou a vida de Jomar.

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MARTÍN SILVA EVITA O PIOR

Se o Vasco teve atuação desastrosa, a goleada não foi pior porque Martín Silva é muito bom. O goleiro evitou gols que pareciam certos de Dudu e Jean. Mateus Pet também merece algum destaque positivo, já que finalizou duas vezes perigosamente. Douglas também mostrou talento, mas perdeu chance incrível.

 

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Fluminense 2 x 3 Chapecoense

Missão cumprida: Chape vence Flu no Maracanã e se afasta da zona de risco

Catarinenses chegam aos 43 pontos e respiram aliviados. Tricolor carioca perdeu pela quarta vez em quatro jogos oficiais para o adversário

Chape x Flu zoação (Foto: Reprodução/Twitter)

A Chapecoense respira aliviada. Na chuvosa noite de sábado no Rio de Janeiro, a equipe de Santa Catarina venceu o Fluminense por 3 a 2, no Maracanã, e chegou aos 43 pontos, pontuação considerada chave pelo clube catarinense para assegurar a permanência na Série A. De quebra, ampliou a supremacia diante do Tricolor carioca: foi o quatro triunfo em quatro partidas oficiais contra a equipe das Laranjeiras, que tem o pior desempenho no segundo turno do Brasileirão.

O Fluminense se mantém com 43 pontos e, por ter mais vitórias, está na frente da Chapecoense na tabela, em 13°. Os catarinenses ocupam a 14ª posição, faltando quatro rodadas. O Goiás é o 17° e tem 34 pontos. Os dois times voltam a jogar apenas no dia 19, às 19h30, contra adversários gaúchos. O Flu enfrenta o Grêmio, na Arena do Grêmio. A Chapecoense recebe o Internacional na Arena Condá.

Os dois times apostaram muito na velocidade no começo de jogo. O campo, escorregadio por conta da chuva, facilitava as investidas dos atacantes. Em uma dessas, Marcos Júnior sofreu o pênalti que Jean converteu, aos 19, colocando o Tricolor em vantagem. Foi, então, que a Chape passou a apostar, com sucesso, na boal alta. Túlio de Melo, aos 29, e o zagueiro Thiego, aos 33, levaram a melhor sobre Gum e viraram.

Foi com um cruzamento que o Flu empatou o duelo, aos 3 da segunda etapa. O estreante Jonathan centrou na medida para Scarpa, que bateu de primeira. Com a partida aberta, os visitantes foram mais eficientes. Aos 18, Camilo acertou bonito chute de fora da área e decretou a vitória.

 

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Fluminense 1 x 4 Palmeiras

Barrios faz três, Palmeiras goleia no Maraca e amplia crise do Fluminense

Vestindo camisa 8, seu número favorito, pela primeira vez no Verdão, paraguaio entra no segundo tempo e resolve a partida. Tricolor chega ao sétimo jogo sem vitória

Lucas Barrios sempre gostou do número 8. Foi com essa camisa que o centroavante se notabilizou pela seleção paraguaia. No Palmeiras, ele vinha usando a 10, mas anunciou a troca na noite da última terça. Sorte alviverde? Na estreia do estrangeiro vestindo seu talismã, ele marcou três vezes, e o Verdão goleou o Fluminense por 4 a 1, de virada, nesta quarta-feira, no estádio do Maracanã, reacendendo a briga pelo G-4 e afundando o adversário na crise – nos vestiários, Enderson Moreira acabou demitido.

Apesar do placar, o domínio dos cariocas no primeiro tempo foi completo. Diante de um visitante apático, que só finalizou uma vez em 45 minutos, o Flu não precisou de muitas chances para abrir o placar com Jean. A defesa do Verdão voltou a falhar: Jackson deixou a bola de graça para o meio-campista do Tricolor, livre, marcar o primeiro gol da partida.

Porém, as mudanças de Marcelo Oliveira na etapa complementar surtiram efeito. Após Fred cobrar pênalti para fora, Lucas Barrios, que havia substituído Alecsandro, aproveitou vacilo e igualou o marcador. Mais ofensivo, o Palmeiras cresceu muito no jogo. O Fluminense passou a ter menos posse de bola e não aproveitou as chances restantes. Gabriel Jesus, apagado na maior parte do jogo, virou. E o paraguaio coroou uma noite iluminada.

Entre faixas de “Vergonha”, “Luto” e “Queremos raça”, o time carioca chegou à sétima partida sem vitória: são seis derrotas e um empate no Brasileirão. O Verdão, após cinco tropeços consecutivos como visitante, voltou a vencer fora de casa.

O Fluminense volta a campo no próximo sábado, às 21h (horário de Brasília), contra a Ponte Preta, no Moisés Lucarelli. No mesmo dia, às 18h30, o Palmeiras recebe o Grêmio no estádio do Pacaembu.

Barrios gol Fluminense x Palmeiras (Foto: DHAVID NORMANDO - Agência Estado)
Barrios resolveu contra o Fluminense nesta quarta-feira (Foto: Dhavid Normando – Agência Estado)

O jogo

O Fluminense precisou de apenas dois minutos para explorar a principal falha defensiva do Palmeiras: a bola parada. Cruzamento de Jean, desvio de Antonio Carlos e grande defesa de Fernando Prass. Mesmo com impedimento no lance, uma previsão do que seria restante do primeiro tempo no Maracanã. Mesmo com limitações, o Tricolor dominou as chances na metade inicial partida.

Sem domínio da posse de bola, o Verdão apenas marcava e se limitava a assistir os donos da casa tocarem a bola. O time paulista não finalizou nenhuma vez e passou a jogar recuado.

O Tricolor aproveitou: Fred perdeu gol feito, dentro da pequena área, mas o que parecia apenas questão de tempo se concretizou aos 36 minutos. Em cobrança de lateral, Jean aproveitou falha do zagueiro Jackson, que tentou afastar de cabeça, mas deu uma assistência, e abriu o placar.

Ciente do trabalho quase nulo do setor ofensivo na etapa inicial, Marcelo Oliveira lançou o Palmeiras para o ataque no segundo tempo. Entraram Rafael Marques, Allione e Lucas Barrios. E o paraguaio, em parceria com Gabriel Jesus, resolveu o jogo para o Palmeiras.

Fred teve, aos 16 minutos, a chance de “matar” a partida para o Fluminense, em pênalti cometido por Fernando Prass. Jogou para fora. Mal sabia ele que o vacilo se transformaria em goleada adversária. Inspirado, Lucas Barrios, agora com a camisa 8, marcou o primeiro, viu Jesus virar a partida e ainda foi às redes mais duas vezes. Uma noite iluminada longe de casa e o retorno à briga pelo G-4.

Fred - Fluminense x Palmeiras (Foto: André Durão)
Fred desperdiçou cobrança de pênalti no início do segundo tempo, quando o Flu vencia por 1 a 0 (Foto: André Durão)

Fluminense 1 x 3 Flamengo

Kayke comemora o gol com a Nação

O Mais Querido do Mundo trouxe toda felicidade para a Nação Rubro-Negra ao vencer o clássico deste domingo (6.09), no Maracanã, com grande atuação. O Flamengo se mantém forte na briga pelo G4 em um Fla-Flu que Emerson, Kayke e Paulinho marcaram os gols rubro-negros com Jean, de pênalti, descontando. Agora, a equipe enfrenta o Cruzeiro na quinta-feira (10.09), às 21h, no Maracanã.

O Flamengo iniciou a partida com pressão total, dominando o tricolor desde os primeiros minutos de jogo. Aos três minutos do primeiro tempo, Wallace cabeceou com perigo e Cavalieri rebateu. Em seguida, Kayke aproveitou falha de Gum e chutou com perigo. O atacante voltaria a aparecer quatro minutos depois em jogada iniciada por Everton.

Aos oito, Emerson aproveitou o rebote após cobrança de escanteio e converteu o primeiro gol rubro-negro. Apenas cinco minutos depois, Pará lançou Kayke que não perdoou e fez o segundo. Em seguida, a equipe passou a tocar a bola garantindo o placar até o fim do primeiro tempo.

Segundo tempo

Aos onze do segundo tempo, a arbitragem marcou pênalti para o Fluminense. Jean converteu e o tricolor buscou o empate, mas onze minutos depois Paulinho encerrou o placar em nova jogada de Kayke.

No final da partida, Everton recebeu o segundo amarelo e foi expulso, mas nada que pudesse estragar a festa rubro-negra. O Flamengo segue subindo posições no Brasileiro com a força da Nação Rubro-Negra.

 

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Renato Maurício Prado comenta Palmeiras 2 x 1 Fluminense

 

Absurdos tricolores

E o Magno Alves, hein? Como pode se admitir que um jogador experiente como ele cometa duas autênticas agressões, num mesmo lance, provocando a própria expulsão? E o Gérson? Parecia completamente desinteressado da partida. Perdia a bola e voltava caminhando, como se estivesse num tranquilo passeio na praia. Será que já está com a cabeça no Barcelona? É inadmissível um jovem da sua idade não correr e lutar o campo todo, ainda mais quando o seu time está com um a menos.

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 16/06/2015

Palmeiras 2 x 1 Fluminense

Palmeiras pressiona o Flu e conquista de virada a primeira vitória em casa

Tricolor abre o placar com Jean, mas Magno Alves e Gum são expulsos, e Verdão consegue o triunfo por 2 a 1 com Rafa Marques e Cristaldo já nos acréscimos

Palmeiras e Fluminense fizeram um jogo emocionante em São Paulo, na tarde deste domingo. Após ficar atrás no placar, o Verdão pressionou e conseguiu a virada por 2 a 1 já nos acréscimos do segundo tempo, com gols de Rafael Marques e Cristaldo, que entrou no lugar de Arouca. O Tricolor esteve mais organizado na primeira etapa e abriu o marcador com Jean, mas viu sua situação se complicar ao ter dois jogadores expulsos: Magno Alves levou o cartão vermelho direto depois de uma falta infantil em Gabriel, e Gum colocou a mão na bola e recebeu o segundo amarelo. Na estreia de Alecsandro, o Alviverde conquistou a primeira vitória na Arena Palmeiras neste Campeonato Brasileiro.

Com o resultado, o Palmeiras se afastou da zona de rebaixamento e agora ocupa a 12ª colocação, com nove pontos. Já o Fluminense caiu para oitavo, com 11. Na próxima rodada, o Alviverde enfrenta o Grêmio, dia 20, na Arena do Grêmio, às 21h (de Brasília). O Tricolor recebe a Ponte Preta no Maracanã, dia 24, às 19h30 (de Brasília).

Na Arena Palmeiras, os torcedores alviverdes compareceram em bom número. O público pagante foi de 26.181. Os tricolores também ocuparam o pequeno espaço destinado à torcida adversária. A renda do jogo foi de R$ 1.637.815,00.

Palmeiras x Fluminense Cristaldo (Foto: Marcos Ribolli)
Cristaldo comemora gol da vitória do Palmeiras, enquanto Cavalieri pede, em vão, impedimento (Foto: Marcos Ribolli)

O Fluminense mostrou-se mais organizado no primeiro tempo. Enquanto o Palmeiras tinha dificuldades de montar as jogadas com a bola no pé, o time de Enderson posicionava-se bem e aproveitava os contra-ataques. Em boa jogada de Magno Alves, o Tricolor abriu o placar, aos 16 minutos. O veterano recebeu de Edson, carregou a bola já dentro da área até o fundo, pela esquerda, e tocou atrás para Jean acertar um belo chute no canto à direita de Prass. No lado do Verdão, Gabriel era o mais lúcido, quem arriscava mais. Já nos acréscimos, em uma cobrança de escanteio, Rafael Marques subiu na primeira trave e empatou.

Os alviverdes voltaram mais animados para a etapa final, com Alecsandro em campo. Aos 15, Magnata levou o cartão vermelho direto por uma falta dura em Gabriel, e o Flu recuou. A partir disso, só deu Palmeiras. Já nos acréscimos da partida, Gum colocou a mão na bola na entrada da área e recebeu o segundo amarelo. Egídio cobrou a falta, Cavalieri defendeu, e Cristaldo completou na trave. No rebote, o atacante finalizou e sacramentou a virada.

 

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